Altú Págánach: faltam três dias para o grande lançamento, “Sleeping Under Alqualondë Stars” está prestes a nascer!

Atu III

Para aqueles que não conhecem os trabalhos do projeto Altú Págánach, porém, é um apreciador dos trabalhos de J. R. R. Tolkien e gosta de sentir a energia e os fortes elementos do Atmospheric Black Metal ou um pesquisador da música experimental extrema, esse projeto pode e muito lhe surpreender, pois, Altú Págánach reúne tudo isso em um único lugar!

Altu Paganach carrega a responsabilidade de ser nomeada hoje como uma das primeiras bandas a seguir a temática Tolkien em seus trabalhos. Responsável por um total de 3 Full Length e diversos outros registros como demos, EP, compilações e splits especiais ao longo dos anos, o projeto vem se mantendo forte há 17 anos, abordando suas respectivas passagens dentro do grandioso universo de J. R. R. Tolkien com muita maestria e magia, proporcionando para poucos uma viagem extremamente transformadora, provando que a fantástica fábrica espiritual em conjunto com a forte aceitação do novo, podem trazer aos nossos ouvidos uma sensação única e agradável, com muito sentimento e brutalidade negra.

Daqui há três dias o projeto irá apresentar ao mundo o seu mais novo trabalho, intitulado como “Sleeping Under Alqualondë Stars”, esse, será composto por um total de 9 passagens, trabalhos que foram muito bem produzidos, tanto em sua narrativa lírica como também em sua musicalidade. O trabalho está previsto para ser lançado em 01/01/2019 através dos selos Tolkiean Records e Un Holy War Prod.

Com exclusividade o projeto Coletivo La Migra teve acesso ao novo lançamento, assim podemos afirmar que o material está simplesmente mágico. Sidney Santos, fundador do projeto Coletivo La Migra fala um pouco sobre a sua audição:

“A unificação e o clima criado aqui é surpreendente, o velho paganismo está aqui, o velho Black Metal está aqui, toda a magia e energia deste material pode ser sentida do início ao fim, toda a obscuridade que foi catalisada neste trabalho é sentida de forma única e que ao introduzir em nossos tímpanos percebemos que estamos agregando algo diferente, que estamos vivenciando algo que nos remete ao passado porém de forma extremamente momentânea, espontânea. Quando unificamos esses sentimentos às letras criadas por Lord Maleficarum T. I. Typhonis… cara aí sim o mundo é literalmente invertido. Destaque maior a canção “Teleri`s Fall”, o poema descrito aqui é espetacular e tenho certeza, que se o ouvinte ler essa passagem, absorver o sentimento passado e ouvir a canção, esse irá entender tudo na qual eu descrevi até aqui, isso é puro sentimento e entrega a arte, acho que Lord Maleficarum T. I. Typhonis conseguiu chegar perto, mas perto demais da perfeição em “Sleeping Under Alqualondë Stars”.

Em conversa com Lord Maleficarum T. I. Typhonis ele nos explica um pouco mais sobre a passagem de “Sleeping Under Alqualondë Stars”; ““Sleeping Under Alqualondë Stars” narra fatos ocorridos em uma região do universo Tolkiano conhecida como Porto dos Cisnes. É a principal cidade e porto dos Elfos Teleri nas costas de Aman. Era governada por Olwë irmão de Elwë. Quando houve a Revolta dos Noldor, Fëanor pediu os barcos dos Teleri, mas estes se negaram e então ocorreu uma batalha entre as duas famílias, o Fratricídio de Alqualondë; a primeira morte de elfos por elfos. Após a luta, Fëanor levou os barcos por sobre o mar chegando às costas da Terra-média e em Losgar ele os queimou, abandonando Fingolfin em seu povo na terra desértica de Araman”.

E ainda revela mais detalhes: “O primeiro lançamento de 2019 será o Álbum “Sleeping Under Alqualondë Stars” esse será lançado em CD dia 1º de janeiro de 2019 em edição limitada em 500 cópias pela Tolkiean Records e em Tape K7 pela Un Holy War Prod. limitado em 66 cópias também no mês de janeiro, porém sem dia definido, sendo assim fiquem ligados”.

Confira agora a arte final deste trabalho e sua tracklist:

Anguns

1 – The First Mystic Dream
2 – Feanor
3 – Lost Memories
4 – Teleri`s Fall
5 – The Stone
6 – The Revolt of Betrayed
7 – Mountain Pass
8 – Great Scape
9 – The Old Entrance

 

Um pouco sobre J. R. R. Tolkien: 

Tolkien nasceu em Bloemfontein, na República do Estado Livre de Orange, na atual África do Sul, e, aos três anos de idade, com a sua mãe e irmão, passou a viver na Inglaterra, terra natal de seus pais. Desde pequeno fascinado pela linguística, fez a licenciatura na faculdade de Letras em Exeter. Participou ativamente da Primeira Guerra Mundial, e logo depois começou a escrever os primeiros rascunhos do que se tornaria o seu “mundo secundário”, complexo e cheio de vida, denominado Eä, palco das suas mundialmente famosas obras como O Hobbit, O Senhor dos Anéis e O Silmarillion, esta última, sua maior paixão, postumamente publicada, que é considerada a sua principal obra, embora não a mais famosa. (Fonte: wikipedia.org)

Um pouco sobre Altú Págánach:

O projeto vem da cidade de Lavras, cidade do estado de Minas Gerais, habitada por aproximadamente 101.208 pessoas, dentre eles, está um cara denominado como Lord Maleficarum T. I. Typhonis (Pedro Giordano Dungortheb) que a 17 anos, fundou o projeto Altú Págánach, banhado do puro sangue pagão e da filosofia Tolkien, esse cara conseguiu construir uma atmosfera perfeita, inovando e continuando trabalhos fantásticos no qual já conhecemos, porém com aquela pitadinha especial de Altú Págánach, transformando todo o cenário construindo em uma verdadeira batalha de elementos, indo do experimental ao mais negro e bruto Black metal. Maleficarum, apresentou para o mundo uma porrada de lançamentos, foram disponibilizados entre os anos de 2001 à 2018, um total de 26 registros, sendo eles: 9 demos, 6 EPs, 3 Splits, 4 Copilações, 1 Single e 3 Full Lengths, quando você desfruta destas obras, é notável, as evoluções apresentadas aqui, são formidáveis, apresentando novos elementos a cada lançamento, até o seu recém trabalho lançado, o EP “The Wizard”, o EP foi lançado em maio de 2018, que vem abordando em suas músicas, a temática a grandiosa trajetória de Radagast, um dos Istari dos contos de J.R.R. Tolkien. Sendo considerada até hoje como uma das primeiras bandas de Black Metal com filosofia Tolkiean no Brasil. Suas canções e artes, são voltadas para o tão conhecido universo J.R.R. podendo ser considerada assim, como uma das mais tradicionais bandas de Black Metal Tolkien, servindo de inspiração para novas bandas do mundo todo.

Ouça um pouco dos trabalhos já lançados em: https://www.coletivolamigra.com/single-post/2018/09/20/O-que-e-Altu-Paganach-De-onde-vem-Altupaganach

Entre em contato com Lord Maleficarum T. I. Typhonis pelo e-mail altupaganach@gmail.com e solicite a sua cópia física. Acompanhe a página oficial do projeto no Facebook em facebook.com/pg/altupaganach e fique ligado, pois, novidades estão em segredo, porém, em breve serão reveladas…

 

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Uganga: banda vai divulgar nome de novo guitarrista em show nesta sexta

Uganga_2018_Wacken Foundation

A apresentação, em Araguari/MG, ainda marca o pré-lançamento do novo álbum “Servus”

“Servus”, novo disco do Uganga, está quase pronto. Com produção de Gustavo Vazquez e do vocalista Manu “Joker”, o quinto álbum de estúdio do grupo mineiro, sucessor do aclamado “Opressor” (2014), está sendo financiado por dois relevantes prêmios, o Wacken Foundation, organização alemã sem fins lucrativos idealizada em 2008 pelos produtores do Wacken Open Air – o maior festival de Heavy Metal do mundo – e que apoia projetos de Hard Rock e Heavy Metal de todas as partes do mundo, tendo nomes como o de Alice Cooper entre os doadores, e também pelo Programa Municipal de Incentivo à Cultura (PMIC) de Uberlândia, Triângulo Mineiro, de onde a banda é originária.

“Servus” vai reunir 13 faixas: “Anno Domini” (Intro), “Servus”, “Medo”, “O Abismo”, “Dawn”, “Imerso”, “7 Dedos”, “Couro Cru”, “Hienas”, “Lobotomia”, “Fim de Festa”, “E.L.A. (Elo)” e “Depois de Ontem…”.

O desenho da capa de “Servus” foi desenvolvida pelo artista pernambucano Wendell Araújo que já trabalhou com outras bandas de destaque como Ratos de Porão e Cólera.

Uganga_Capa_Servus

“Servus” vai ser lançado em Fevereiro, mas nesta próxima sexta-feira, dia 21 de Dezembro, o grupo faz um show de pré-lançamento do álbum no Vitrola Ambiente Cultural em Araguari, no Triângulo Mineiro.

O vocalista Manu “Joker”, os guitarristas Christian Franco, Thiago Soraggi e Murcego Gonzales, o baixista Raphael “Ras” Franco e o baterista Marco Henriques vão tocar pela primeira vez ao vivo algumas faixas que estarão no álbum. Não obstante, esse será o show de despedida de Murcego Gonzales que está deixando a banda por razões pessoais.

“Infelizmente estou me desligando do Uganga. No momento não conseguirei conciliar a demanda do grupo com algumas questões particulares e por isso a minha opção de não seguir adiante. Nesses 25 anos de amizade, e quase cinco anos como integrante fixo, tive o prazer de participar da trajetória dessa grande banda viajando, compondo e registrando trabalhos dos quais tenho imenso orgulho. São alguns fatores que me levaram a essa decisão, e o mais importante deles é a vinda do meu filho agora em Março de 2019. Eu sempre tive o desejo de ser pai e quero curtir toda essa fase com calma. Felizmente a correria do Uganga tem sido muito grande, tendendo a aumentar, e conciliar esses momentos agora seria muito difícil. Além disso, há tempos venho adiando um tratamento de coluna no qual precisarei ficar mais quieto, e estrada, palcos, vans não são o melhor lugar para esse descanso (risos). Música sempre fará parte da minha vida, seguirei com meu trabalho junto ao Canábicos, adequando nossas atividades à fase que estou vivendo, e sendo sempre um integrante da família Uganga. Novas parcerias virão! Temos um grande álbum prestes à sair e tenho certeza que 2019 será um grande ano para todos nós.”, declarou Murcego Gonzalez em comunicado oficial.

O substituto de Murcego Gonzalez já foi escolhido, com a ajuda do próprio Murcego, e será revelado no palco, ao vivo, no show desta sexta-feira. Previsto para iniciar às 22h, o evento desta sexta ainda contará com apresentações do grupo de rap Terra MC e do músico Luiz Salgado, que também é um dos convidados especiais em “Servus”, do Uganga.

O Vitrola Ambiente Cultural fica na Rua Rui Barbosa, 130 no centro de Araguari. Os ingressos estarão sendo vendidos no local na hora do show por R$ 10,00.

Uganga_Show Vitrola 2018

Entre outras novidades, a atual edição do programa Underdose (#47) trouxe uma bela cobertura dos shows mais recentes realizados pelo Uganga, entre eles a apresentação da banda no festival Abril Pro Rock em Recife/PE e também o show que o grupo fez ao lado do Corrosion Of Conformity em São Paulo. Para assistir essa edição do programa Underdose, acesse:

Não se esqueça de se inscrever no canal do Underdose no Youtube para ficar ligado quando novas edições do programa forem postadas.

Mais Informações: 
www.uganga.com.br
www.facebook.com/ugangaband
www.youtube.com/ugangamg
www.twitter.com/uganga
www.instagram.com/uganga
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Lyria: canta “Não tente me mudar” em novo clipe

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A mensagem é muito clara: cada pessoa é única e é tolice tentar mudar pelo outro. Em “Let Me Be Me”, a banda carioca Lyria mostra que é preciso ter coragem para ser quem é e viver a sua verdade interior. A canção faz parte do disco “Immersion”, lançado este ano e já disponível nos streamings. Gravado no alto de um prédio, o vídeo foi dirigido pelo Lyria em parceria com a CS Music Videos, produtora já conhecida na cena independente.
 
É do alto de um prédio no Centro do Rio de Janeiro que “Immersion” pulsa. Uma das músicas mais pedidas nos shows do Lyria, a letra mostra que é preciso persistir e encarar o desconhecido, mas sem nunca perder a essência de quem se é. Este é o segundo single de “Immersion” (2018) e sucede “Hard to Believe”, que também ganhou clipe que hoje supera as 140 mil visualizações no YouTube.
 
“A música fala sobre libertação, em como sair do olhar do outro e enxergar-se como si mesmo, com seus defeitos e qualidades, que te tornam um ser único.Algumas pessoas se projetam no outro, apontando defeitos que, na verdade, estão no próprio indivíduo. Deixar de viver sob a expectativa alheia e buscar seus próprios sonhos, seu sentido de viver.”, define Aline Happ, vocalista e compositora da faixa.
 
Gritando do alto de um prédio para todos ouvirem, o desejo é de ter um lugar na luz e dar fim a personalidade oculta. Gravado com iluminação natural, é possível perceber a diferença em relação aos vídeos anteriores, de “Hard to Believe” e “Jester”, que assumiam a escuridão como um elemento recorrente. Nesta música, o Lyria busca a claridade, como se enfim chegasse ao ponto que ambicionou: ser eles mesmos.
 
Um dos grandes nomes do metal nacional, o Lyria é formado por Rod Wolf (guitarra), Thiago Zig (baixo) e Thiago Mateu (bateria), além de Aline. Desde 2012 na estrada, eles se tornaram conhecidos no Brasil e em países da Europa e nos Estados Unidos a partir do lançamento de “Catharsis”, disco de estreia em 2014. Atualmente eles seguem em turnê com o disco “Immersion”, que já passou por diversas cidades da Região Sudeste.
 
O clipe de “Let Me Be Me” foi editado e produzido por Vinicius Hozara, da CS Music Videos, que também atuou na direção e roteiro junto do Lyria. A captação de imagens por meio de drones foi de Glauber Barros e CS Music Videos. A CS Music Videos é uma produtora independente que já trabalhou com o Lyria em outras ocasiões, como no clipe “Jester”, que conta com mais de 230 mil visualizações no YouTube. A empresa também já trabalhou com bandas como Hatefulmurder, Cara de Porco, Ágona, entre outras.
 
Assista “Let Me Be Me”:

Mugo: novo clipe “Deliverance” já está disponível para os fãs

mugo

Pesados como uma rocha, brutais como guerreiros e agressivos como selvagens, o Mugo é considerado uma das maiores escolas do Metal Goiano por sua história e fomentação de um estilo dentro de um cenário que antes da banda tinha uma relevância e após o surgimento do grupo, recebeu outra importância por sua efetiva angariação de fãs e apreciadores para o estilo, consolidando o nome Mugo ao seleto grupo de influenciadores de novos músicos, bandas e gêneros no Estado de Goiás.

Com três registros lançados, o mais recente, “Race of Disorder” (2017), fez um tremendo barulho após seu lançamento, nesse álbum a banda evoluiu e sua sonoridade se tornou ainda mais agressiva que seus antecessores. Recebendo elogios de sites importantes e revistas renomadas, o disco, figurou entre os melhores álbuns do ano de 2017.

Aproveitando esse final de 2018, o Mugo disponibiliza aos fãs e seguidores, o clipe da música “Deliverence”, presente em “Race of Disorder”, como último trabalho oficial do ano e anuncia que em 2019 já está tudo pronto para o lançamento do quarto disco de estúdio. Vem aí mais uma tijolada dessa instituição da música pesada goiana, o Mugo!

Confira o clipe de “Deliverence”:

O clipe foi produzido, editado, filmado e dirigido por Paulo Rocha da “Empiritah Filmes” e obteve como assistente de produção e gravação Richard Benigna e Ulisses Miranda. O áudio foi produzido pelo Estúdio Resistência com os cuidados de Lucas Rezende e Francisco Arnozan.

Mugo é formada por:
Pedro Cipriano – (Vocal)
Guilherme Leal – (Guitarra)
Faslen de Freitas – (Baixo)
Weyner Henrique – (Bateria)
 
Mais informações:

Faces Of Death: “From Hell” figura entre melhores álbuns de 2018 em importante site sul-americano

Faces Of Death - capa From Hell 2018

O site Headbangers LatinoAmerica anualmente disponibiliza para seus leitores, uma enquete para votação de melhores álbuns lançados do ano. Em 2018 foram registrados 425 registros de bandas de toda a América do Sul, entre eles, destaque para o pesadíssimo “From Hell” do Faces of Death.

Com vários nomes renomados indicados aos melhores do ano, o Faces Of Death recebe de forma honrosa essa posição de ser mencionado ao lado de grandes nomes do Metal Sul-americano como Krisiun, Nervosa, Edu Falaschi e vários outros.

O vocalista e guitarrista Laurence Miranda expressou o sentimento de figurar entre os principais lançamentos do ano em um importante veículo de comunicação estrangeiro: “Para nós do Faces of Death é uma honra ter nosso trabalho reconhecido junto à grandes nomes do Metal Nacional. Para quem diz que o metal está morto está aí uma prova de que ele está mais vivo do que nunca”.

Interessados em conhecer o álbum “From Hell”, o mesmo se encontra disponível em formato físico e digital. Para adquirir uma cópia, basta entrar em contato com a banda pelas redes sociais ou conferir o registro em sua plataforma favorita.

Escute “From Hell” pelo Spotify:

Formação:
Laurence Miranda – (Vocal/Guitarra)
Felipe Rodrigues – (Guitarra)
Sylvio Miranda – (Baixo)
Sidney Ramos – (Bateria)
 
Mais informações:

Shotdown: novo single “Inbred Hatred” é lançado no YouTube. Confira!!!

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A banda de Thrash Metal vinda da cidade de Mirassol/SP, Shotdown, está lançando um novo single, “Inbred Hatred”.

Este single será a segunda faixa do debut da banda que será lançado no primeiro trimestre de 2019 e terá distribuição via Die Hard Records.

Ouça “Inbred Hatred” no link abaixo para o canal Youtube:

 

Shotdown é uma banda formada em 2009, a banda iniciou seu percurso tocando covers de Metallica, Motley Crue e Pantera. Portanto, esses foram os pilares de inspiração para as composições que vieram em 2011.

Ainda jovens, a banda começou a se apresentar nesse mesmo ano, mesclando covers do gênero com músicas próprias, que seguiam o mesmo estilo, em festivais independentes e alguns poucos bares.

Já em 2012, tocaram em um festival chamado Planeta Rock, em São José do Rio Preto-SP, de caráter competitivo e eliminatório, contando com cerca de 200 bandas inscritas. Era o primeiro grande palco e verdadeiramente profissional em que a Shotdown tocava. Nessa edição, a banda conquistou o 3º lugar com a música “Pull Your Triggers”.

Na segunda edição do mesmo festival, em 2013, de maior importância para a banda, ficaram em 1º lugar, competindo com a música “Dead Man”, ganhando um prêmio em dinheiro que possibilitou a gravação do primeiro EP da Shotdown, intitulado “Spitfire”, contando com 5 músicas, que foi lançado somente no formato virtual. Além disso, lançaram um clipe para a música de trabalho, de mesmo título do EP.

Após esse percurso a banda teve mudanças na fomação e concentrou-se plenamente em gravar o primeiro álbum (full-length), com influências mais pesadas, como Decapitated e Sepultura, além do já habitual Pantera. Assim, realizaram cerca de 30 shows com essa formação, inclusive tocando no festival Arraial do Rock 2014, em Franca-SP, e em cidades como Votuporanga-SP, Ribeirão Preto-SP e novamente em Barretos-SP.

Em 2015, lançaram dois singles, “Murderground” e “Hidden Asylum”, com lyric video no Youtube, para mostrar a nova fase ao público. Nesse mesmo ano, em uma terceira participação no festival Planeta Rock, com a intenção de angariar fundos para a gravação do primeiro álbum, ficaram em 3º lugar.

No fim de 2015, tocaram no festival Metal Land, em Altinópolis-SP, mesmo festival em que tocaram Sepultura, Krisiun, Tuatha de Danann, André Matos, entre outros.

Em fevereiro de 2018, com novo baterista, Mateus Jammal, e com a participação do baixista Renato “Montanha”, da banda Maestrick, entraram em estúdio para a gravação do primeiro álbum, inclusive regravando os 2 singles do ano de 2015, que conta com 10 faixas ao total e tem previsão de lançamento para o primeiro trimestre de 2019, com distribuição via Die Hard Records.

Atualmente, a banda já vem tocando algumas músicas desse primeiro álbum, intitulado “Odium Innatum”, nos shows. Com as músicas compostas em inglês, o objetivo da banda é ter um público tanto brasileiro quanto internacional.

Shotdown é formado por:
Gui Blacksteel (Vocal)
Danilo “Donni”Origa (Guitarra)
Gabriel De Aro (Baixo)
Mateus Jammal (Bateria)
 
Mais informações:

Torture Squad: banda lança oficialmente o documentário “Torture Squad – Wacken Open Air 2011”

torture

Em 2007 o Torture Squad foi o vencedor de concurso feito no Brasil, que iria levar um grupo para se apresentar no “Metal Battle” do Waken Open Air. Além de vencer a seletiva brasileiro, o Torture, venceu o Metal Battle de 2007 e com isso garantiu uma vaga para se apresentar novamente no renomado festival no ano de 2008.

As apresentações sequenciais proporcionaram a banda um contrato com a “Wacken Records” que lançou os discos “Hellbound” (2008) e “Aequilibrium” (2011). Sendo possível que em 2011, o Torture Squad, retornasse para sua terceira participação do aclamado e maior festival de Metal do mundo, o “Wacken Open Air”.

Essa história pode ser conferida com ricos detalhes e imagens feitas na época, no documentário “Torture Squad – Wacken Open Air 2011 Documentary” que acaba de ser disponibilizado no YouTube oficial do importante grupo de metal brasileiro.

No documentário os fãs irão conferir depoimentos de nomes como Andreas Kisser (Sepultura), Airton Diniz (Roadie Crew) e assistir momentos dos bastidores e como foi essa insana e marcante apresentação da formação composta por Vitor Rodrigues (vocal), André Evaristo (guitarra), Castor (Baixo) e Amilcar Christófaro (Bateria).

Dia 04 de outubro de 2019, o Torture Squad, estará se apresentando pela primeira vez no Rock In Rio. A banda é uma das atrações confirmadas para o palco Sunset, que terá nomes como Slayer, Anthrax, Claustrofobia, Nervosa e Chuck Billy (Testament). No mesmo dia, no palco mundo, as bandas Iron Maiden, Scorpions, Megadeth e Sepultura, garantem uma noite única e especial voltada para o público e fã do Metal.

Formação:
May “Undead” Puertas – (Vocal)
Rene Simionato – (Guitarra)
Castor – (Baixo)
Amilcar Christófaro – (Bateria)
 
Mais informações: