The Cross: pré-venda do álbum “Still Falling”, começou

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A veterana banda baiana The Cross, primeira banda de Doom Metal do Brasil, está na iminência do lançamento de “Still Falling”. Na primeira quinzena de Fevereiro os doometalers terão a oportunidade impar em contemplar esta nova obra.

A banda usou de ousadia e criatividade para regravar com uma nova leitura as musicas que fazem parte da sua lendária demo “The Fall”, além de trazer versão original remasterizada, uma música nova e contando com participações especiais dos vocalistas Camila (Scorn), Sergio Balloff (Headhunter DC), Lord Vlad (Malefactor) e Alexandre Habigzang (Dyind Suffocation) – quase uma hora do mais puro e lúgubre Doom Metal.

Não perca tempo e já faça a sua aquisição, a banda também tem ainda disponível seus lançamentos anteriores e sua nova camisa, basta mandar um email para o vocalista Eduardo Slayer e todos os detalhes serão revelados.

Contato: evildoom27@gmail.com ou thecrossdoom@gmail.com

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Melyra: banda lança clipe para a faixa “My Delirium”

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“Venha para o meu delírio”, ordena a primeira faixa do disco de estreia da banda Melyra. Seguindo a temática de fuga da realidade, o clipe de “My Delirium” mostra um mundo em que a luz e a escuridão se complementam, em uma valsa sem fim. A faixa de trabalho faz parte do álbum “Saving You From Reality”, já disponível nas principais plataformas de streaming.

“No refrão nós convidamos às pessoas a entrarem no nosso mundo e descobrirem se o delírio lhes convém. Brincamos com várias nuances de luz no clipe para instigar o espectador. Essa ideia nós desenvolvemos junto com o diretor, e foi concebida para mostrar o nosso delírio, para mostrar o outro lado da normalidade. O claro, com luz de frente é o usual; o escuro, no contra-luz, é o nosso delírio. Se bem explorado, o delírio pode ser interessante”, analisa FeSchenker, guitarrista e backing vocal.

Primeiro clipe do recém-lançado disco “Saving You From Reality”, o vídeo traz um conceito audiovisual diferenciado em relação aos anteriores, valorizando outras linguagens. A Melyra é formada por Nena Accioly (baixo e guturais), Roberta Tesch (guitarra e backing vocal), Verônica Vox (voz), Drika Martins (bateria), além de Fe.

Primeiro clipe do recém-lançado disco “Saving You From Reality”, o vídeo traz um conceito audiovisual diferenciado em relação aos anteriores, valorizando outras linguagens. A Melyra é formada por Nena Accioly (baixo e guturais), Roberta Tesch (guitarra e backing vocal), Verônica Vox (voz), Drika Martins (bateria), além de Fe.

O vídeo contou com a participação da baterista Cynthia Tsai e foi dirigido e produzido por Gabriel Peres, também participaram Bruno Fernandes e Vladmir Mello, como apoio técnico.

Assista “My Delirium”:

Ouça “Saving You From Reality”
 
Mais informações:
Site Oficial: http://www.melyra.com/

Infector Cell: banda convoca fãs para elegerem nome oficial do Mascote do grupo

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Em seus 13 anos de história, o Infector Cell, possui três registros lançados para deleite de seus fãs e seguidores, entre Demo, EP e Full, o grupo além de se preocupar com a qualidade das composições e produção do álbum, também visa, incorporar um símbolo que seja identificado como uma referência ao se mencionar o nome dessa importante banda de Thrash e Death Metal brasileira.

Esse símbolo, é o Mascote oficial da banda, que desde 2013 vem figurando em vários lançamentos da banda. Sua primeira aparição oficial se deu no lançamento do álbum “Frontal Attack”, onde ele figura na arte interna do CD. Além de estar no álbum, a logo oficial da cerveja do Infector Cell, arte de eventos, criações para redes sociais, sempre possuem a imagem imponente do mascote.

Elaborado e desenvolvido pelo amigo e tatuador de longa data da banda, o artista Marcos Dolla, conseguiu imprimir com exatidão a expressão de revolta e ódio que o Infector Cell desejava para o mascote oficial.

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Atualmente, próximo de completar seus seis anos de idade, o mascote não possui um nome oficial, pensando nisso, a banda convoca seus fãs, amigos e seguidores, para que deem sugestões de como deverá ser o nome dessa figura imponente e importante na carreira e trajetória do grupo. Que de quebra informa também, que o mesmo estará presente nas futuras artes oficiais lançadas pelo Infector Cell.

Para dar sua sugestão, o grupo estará recebendo através do inbox da página oficial no Facebook as sugestões. Acesse esse link:  https://www.facebook.com/messages/t/infector.IC e seja direcionado automaticamente para onde deverá dar sua opinião. Os músicos selecionarão três nomes mais impactantes, e após essa seleção, uma votação aberta com os nomes sugeridos será aberta, onde a mais votada oficialmente dará nome ao mascote do Infector Cell.

Formação:
Allan Pereira – (Vocal)
Fagner Oliveira – (Guitarra)
Giovanni Tolosa– (Baixo)
Fernando – (Bateria)
 
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Lo Fi: grupo precursor do Rock Regressivo, lança duas músicas inéditas em fevereiro

lo fi

Single, que antecede o próximo disco, é um  tributo ao Rock underground dos anos 60 e 70

O 12º registro fonográfico do Lo Fi, que será lançado em 2019, agregará o passado, presente e futuro do power trio de Rock Regressivo de São José dos Campos (SP). O olhar atento às raízes e o cuidado por onde pisarão daqui pra frente é uma dinâmica corriqueira nas duas músicas que serão lançadas em formato de single virtual no próximo dia 8 de fevereiro, em parceria com o selos Abraxas, Laja Records e a Karasu Killer.

“Trouble” e “Magic Boy”, apesar de distintas, mostram a Lo Fi cada vez mais engajada no rótulo criado pela própria banda, o Rock Regressivo. Tem as partes psicodélicas em camadas, como ditam o manual do Rock Progressivo clássico, mas também tem a pulsação do Punk, a sujeira do Rock Garage e até mesmo a aura da cultura interiorana paulista, como uma espécie de referência indireta nesta sonoridade bastante autêntica.

A capa do single também remete ao contexto do gênero moldado pelo trio. Como conta o baixista Rogério, é uma homenagem a bandas das décadas de 1960 e 1970 “de um álbum só”, como Clear Blue Sky e Caravan. “A foto representa a banda conversando sobre bandas nada mainstream, lado C, D e E destas décadas, que são a nossa pira e responsáveis pela invenção do Rock Regressivo. Tinham o formato de jam banda, mas o virtuosismo era um Progressivo bem mais cru”.

O single é o primeiro lançamento da banda após as comemorações – em 2018 – de uma década de intensas atividades, seja devido à incrível marca de 11 álbuns em 10 anos ou pelos incontáveis shows, inclusive três turnês pelos Estados Unidos.

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