Akasha Rock Fest: festival reúne novos nomes da cena independente na Lapa

Codinome Winchester por Sarah Outeiro 3

Codinome Winchester (MS), Little Room, Radio Front e EMET se apresentarão no La Esquina

A edição de abril do Akasha Rock Fest ocupa o La Esquina, na Lapa, no dia 14/04 (domingo) a partir das 17h30. As bandas Codinome Winchester (MS), Little Room, Radio Front e EMET se apresentarão no evento que contará também com exposições, flash tatoo e body piercing. Os ingressos variam entre R$ 10 e R$ 15.

A sul-matogrossense Codinome Winchester é sucesso nas plataformas de música digital com seu Rock Lisérgico e Psicodélico. O repertório do show trará canções do novo álbum “Reunião Entre Céu e Inferno”. A banda é Fillipe Saldanha (voz), Arthur Maximilliano (guitarra e teremim), Guilherme Napa (bateria), Luciano Armstrong (guitarra, backing vocal e sintetizador) e Thiago Souto (baixo).

Formada pelos irmãos Ana Júlia e Gabriel Braga, a banda de Indie Pop e Garage Rock Little Room vai apresentar as faixas do seu homônimo EP de estreia e composições inéditas que formarão um futuro lançamento do grupo.

A Radio Front sobe ao palco com Felipe Nova (voz), Bruno Moreira (guitarra), Yuri Correa (guitarra) e Leonardo Bourseau (bateria) e as canções de vibe Grunge e Stoner. A banda mostra o primeiro disco de inéditas, “Into the Rain”, que mistura diversos elementos do Rock Alternativo noventista. Com um estilo que mescla o Hard Rock e o Grunge, o quinteto carioca EMET (que significa “verdade”, em hebraico) apresenta canções autorais, como o single recém-lançado “Look In Your Eyes”.

Alaska

Serviço:
Akasha Rock Fest
Data: 14/04/2018 (domingo)
Horário: 17h30h
Local: La Esquina
Endereço: Avenida Mem de Sá, 61 – Rio de Janeiro/RJ
Ingressos: R$ 10 | R$ 15
Classificação etária: 18 anos (acima de 16, acompanhado de responsável)

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The Goths: música “Kingdom of Sorrow” é um demônio cantando para suas novas almas recém-chegadas ao inferno

The Goths 05

Lançado oficialmente em 2016, o álbum de estreia do The Goths, “The Death”, recentemente foi disponibilizado para audição completa em todas as plataformas de Streaming através do selo digital da Roadie Metal.

O álbum possui várias nuances diferentes e tem como referência harmônica os materiais do Metallica que foram lançados nos anos 90. O The Goths não esconde sua admiração e influências diretas do time de James Hetfield e cia.

A faixa três do álbum “The Death”, intitulada de “Kingdom of Sorrow”, além de ser uma das mais bem trabalhadas com bases incríveis e solos profusos, possuí em sua letra uma analogia sobre inferno e demônios. O compositor da faixa, o vocalista e guitarrista Felipe Disselli, revelou que essa faixa retrata o inferno em si e que quem canta a música é um dos demônios que habitam o inferno.

A música quer apresentar uma visão do que se deve esperar após a morte e sua alma sendo encaminhada para o inferno. É uma situação de onde não se há escapatória, ou seja, se prepare que você irá sofrer para toda a eternidade, isso é um reflexo elaborado sobre o medo do ser-humano sobre a morte e a falta de explicações reais do que realmente acontece após desencarnarmos.

Aproveitando o bom momento, o The Goths liberou a música “Kingdom of Sorrow” para audição completa no YouTube e informa que já está ativamente trabalhando nas composições do novo álbum que tem tudo para ser lançado ainda em 2019.

Escute o álbum completo no Spotify, ou, procure em sua plataforma favorita por “The Goths – The Death”:

Formação:
Felipe Disselli – (Vocal/Guitarra)
Franz Souza – (Guitarra)
Will Costa – (Baixo)
Lucas Disselli – (Bateria)
 
Mais informações:

Torture Squad: Amilcar Christófaro revela detalhes e influências de toda sua carreira ao programa “Express Batera”

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O canal de YouTube “Express Batera” tem como proposta apresentar grandes bateristas brasileiro em um formato mais intimista, onde o convidado é entrevistado e apresenta ao programa suas influências, metodologia de estudo, criação, obra e momento marcantes em sua carreira.

O programa que é apresentado por Roberto Redondano, recebeu em sua mais atual edição o renomado baterista do Torture Squad, Amilcar Christófaro, para um bate papo divertido e revelador. O músico além de contar fatos exclusivos ao canal, revela como foi o início de sua carreira, suas principais influências, as atividades do Torture Squad e detalhes secretos sobre o futuro da banda e novidades que estão a caminho.

O vídeo pode ser conferido abaixo:

O Torture Squad estará se apresentando dia 04 de outubro no palco Sunset, onde as bandas Slayer, Anthrax, Claustrofobia e Nervosa, também se apresentam para o público do maior festival de música no país. A banda promete um set matador e recheado de clássicos com toda força e peso característicos do grupo. No mesmo dia no palco mundo, as bandas Iron Maiden, Scorpions, Megadeth e Sepultura, são as atrações confirmadas do festival. Torture Squad e Claustrofobia se apresentam juntos tendo como convidado especial Chuck Billy, vocalista da lenda do Thrash Metal americano Testament!

Formação:
May “Undead” Puertas – (Vocal)
Rene Simionato – (Guitarra)
Castor – (Baixo)
Amilcar Christófaro – (Bateria)
 
Mais informações:

 

Jacob Lowenstein: baterista é preso por incendiar duas igrejas na Nova Zelândia.

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O músico de 28 anos, que toca nas bandas de Black/Death Metal, Igni, Oblivion Dawn e Secularity, foi detido pela polícia de Christchurch, terceira cidade mais populosa da Nova Zelândia.
Jacob Lowenstein, é acusado de atear fogo a um centro de estudos sobre os fundamentos da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias em Christchurch, Nova Zelândia, no dia 11 de março, causando danos significativos.
Dois dias depois, os bombeiros tiveram que combater um grande incêndio em uma igreja de Greymouth. O que resultou na completa demolição do prédio.
De acordo com o jornal “New Zealand Herald”, ele também responde por furtar um veículo. E terá de responder a processos após os incidentes.
Além de tocar metal Jacob Lowenstein, trabalha como operador de máquinas que cortam madeira na cidade.

Tigersharks: as raízes do underground de POA, influências e a sonoridade de “Linger”

tigersharks

Banda se destaca no meio alternativo com seu skate punk

Desde o lançamento do bem sucedido EP “Linger” via Electric Funeral Records, Tigersharks anda marcando seu nome na cena alternativa e se destacando não só por sua sonoridade, mas também por seu posicionamento na cena underground de Porto Alegre.

A banda chegou a ser apresentada a cena de POA como ”Ecos de Stoner e Skate Punk” em 2017, onde receberam comparações com nomes consagrados da música como Fu Manchu, Bl’ast e Black Flag, três grandes influências pro som autoral do trio.

Apresentando um som rápido e pesado, com diversas referências musicais que vão do Stoner Metal ao Hardcore Punk clássico, com uma pegada oitentista,  Tigersharks em breve lançará nova música, e fica aqui nossa aposta nessa constante maturidade sonora em que a banda vem apresentando, deixando claro que merece um lugar de respeito na música alternativa do país.

Batemos um papo rápido sobre a cena underground de Porto Alegre, influências musicais e literárias, e a mensagem por trás do bem recebido EP “Linger”.

Seu som é uma mistura do Punk Rock, Stoner e Hardcore, ainda há espaço para bandas autorais, no meio alternativo? 

Tigersharks: Principalmente no meio alternativo… é um espaço que se mostra muito mais aberto aos que se propõem em criar e não só reproduzir covers. O underground tá  sempre se renovando: bandas novas, pegadas novas… Essa grande mistura que faz o meio alternativo dar espaço pra tanta gente. 

O que levou vocês três a se juntarem nesse projeto, que tem músicas com letras e melodias que batem de frente com aquilo com o qual não nos conformamos? 

Tigersharks: Foi um processo bem natural e gradual, na verdade: nós testamos alguns riffs, entramos com algumas letras, escrevemos, reescrevemos. Já éramos amigos há tempos. Tudo fluiu bem. Algumas indignações eram comuns. 

Influências literárias, e musicais da banda? 

Tigersharks: Tem um equilíbrio bem interessante. A gente gosta muito dos clássicos Black Flag, Fu Manchu, Sabbath… mas a gente tá sempre ligado em alguns sons mais contemporâneos que se destacam: The 1865, Fireburn, Pissed Jeans, Mastiff, zig zags… E tem muita literatura que ajuda pra inspirar e ambientar as músicas ou pra entender mais sobre gravar/compor/produzir. Desde biografias de ídolos até uns clássicos da ficção. Nos inspiramos muito em filmes também para as letras, direta ou indiretamente. 

A mensagem por trás de “Linger”?

Tigersharks: O EP é um compilado de três musicas que escrevemos nos últimos tempos, em momentos diferentes. E é um equilíbrio entre angústias pessoais, relacionamentos que deram errado e também um pouco de humor negro e ironia a à la Dead Kennedys. Tentamos manter a nossa mensagem consistente em todos os materiais, mas sem se prender a uma mensagem específica. 

Como está a Cena Punk e HC em Porto Alegre ultimamente? Que bandas vocês seguem da área e que demostram o espírito de coletividade da cena underground? 

Tigersharks: Tem muita banda legal de vários estilos e vários espaços interessantes. Citando algumas que curtimos muito: Ornitorrincos, Sapo Boi, Diokane, Paquetá, velho de cancer e a lista segue… algumas bandas que a gente teve a honra de tocar junto ou conhecer no rolê mesmo. Tem muita banda em Porto Alegre que, apesar das dificuldades, se movimenta pra fazer acontecer. 

Como você vê o cenário musical em questão de estrutura atualmente? 

Tigersharks: A Minor House sempre traz shows muito bons.  O Signos Pub é um clássico da cidade. Rolam shows pesados e de vários estilos. O Culto tá fortalecendo bastante também. A music matters é uma loja de discos que sempre apresenta muita coisa boa e também faz eventos irados. Não só no Punk/HC, mas no Underground de Porto, em geral. Tem bandas grandes e menores passando por lá. 

Planos para o futuro, o que podemos esperar da banda esse ano e nos próximos que virão? 

Tigersharks: Esse ano nós gravamos mais algumas faixas. Estamos estudando alguns formatos disponíveis: Split/EP/LP… Temos um single e um clipe previsto e seguimos agendando novas datas de shows! Quem sabe vem um disco novo em 2019…

Defina o som e estética da sua banda.

Tigersharks: Desde a criação da banda sempre nos vimos como uma banda de Hardcore, mas misturamos algumas referências que vão desde powerviolence ao Stoner pra dar personalidade pro nosso som. Sempre tentamos não nos limitar, se surge uma ideia a gente sempre testa, desenvolve e se der certo vira uma música. De certo modo nossa estética é uma mistura de skate anos 80, fumaça e pedais de fuzz.

O EP “Linger” lançado final de 2018 via Electric Funeral Records, apresenta 3 faixas intituladas; “Shortboard or Die”, “Fuck life (I’d rather be dead) e “Linger”, que demostram toda a intensidade e nuance de influências que pairam no som do Tigersharks.

Confira aqui o trabalho mais recente do Tigersharks: https://onerpm.com/al/6110052685

Para conhecer mais e ficar por dentro das atualizações e do som do Tigersharks, curta e siga a banda: https://www.facebook.com/thetigersharks/