Symptomen: a ideia de “Welcome to Brazil” nasceu em 2015, com o incidente ocorrido em Mariana-MG, revela Iago Pedroso, músico da banda

Symptomen - 03

Vocalista, guitarrista e fundador da banda Symptomen, Iago Pedroso, em conjunto com seus companheiros músicos, possuem três discos lançados na carreira, sendo o mais recente, “Welcome To Brazil”, oficialmente liberado no ano de 2018.

O disco que possui 09 faixas, é totalmente calcado em linhas de Heavy/Speed Metal e tem em sua temática, colocar o dedo sobre a ferida de grandes assolações que acorrem no país, pela má administração pública e de seus governantes.

Iago revelou com exclusividade, quais motivos o fizeram escrever o disco e como é o andamento geral do enredo criado para as faixas do registro:

“A ideia de ‘Welcome to Brazil’ nasceu em 2015, com o incidente ocorrido em Mariana-MG. Inspirado na catástrofe e nas decorrências do evento, escrevi a música ‘Mud of Death’. Então, vendo que o Brasil passava por diversas questões sociais e políticas, resolvi seguir com a ideia e escrever mais sobre o país, até formar um álbum com essa temática. Dessa forma, fizemos adaptações em algumas composições que já estavam em andamento e criamos músicas novas focadas no tema”.

Visualização da imagem

Sobre a música dar nome ao disco e seu conceito, Iago comenta:

“A música ‘Welcome to Brazil’ foi a última do álbum a ser composta, por isso é fácil identificar as referências à música brasileira nessa faixa; nesse momento já estávamos mergulhados na temática e queríamos compor algo que expusesse bem a brasilidade da temática. Acredito que obtivemos sucesso com relação a isso. A letra é uma crítica sobre como as coisas por aqui são mais complexas do que parecem, para os estrangeiros de um modo geral, através de um diálogo irônico com um suposto forasteiro”.

O disco pode ser conferido em todas as plataformas digitais, abaixo link para você escutar na íntegra pelo Spotify:

 

Symptomen é formado por:
Iago Pedroso – Vocal/Guitarra
Kim Malthus – Guitarra
Manassés Procópio – Baixo
Ricardo Menezes – Bateria
 
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Warshipper: grupo propõe conceito de esterilidade social em novo álbum “Barren…”

Warshipper com Fernanda Lira e o produtor Rafael Augusto Lopes_Low

Previsto para ser lançado em Junho, o terceiro álbum cheio do quarteto contará com a participação especial de Fernanda Lira da banda Nervosa

O conceito de grotesco surgiu na história da arte ainda na Roma antiga durante a Renascença. Porém, talvez, nunca tenha existido outra linguagem capaz de expressar tão bem o conceito de arte grotesca do que o Death Metal. Não obstante, são em tempos sombrios, como o atual, em que o grotesco exerce protagonismo perante o belo. De forma que é chegado, então, o momento do Warshipper assumir-se protagonista nesse movimento de música extrema.

Formado em 2011, o Warshipper nasceu já constituído de muita experiência, afinal, reúne em seu line-up um ex-Bywar, Renan Roveran (guitarra/vocal), e um ex-Zoltar, Rodolfo Nekathor (baixo/vocal), além de outros dois exímios músicos, Rafael Oliveira (guitarra) e Roger Costa (bateria). Até aqui lançaram dois álbuns, “Worshipper of Doom” de 2015, e “Black Sun” de 2018, e um single, “Atheist”, de 2019. Em termos de palcos, já fizeram dezenas de shows expressivos, alguns ao lado de atrações internacionais como Warrel Dane (Nevermore/Sanctuary – RIP), Enthroned, Besatt, entre outros. Ademais, no ano passado, realizaram uma de suas mais importantes empreitadas: uma bem-sucedida turnê europeia que contou com 10 shows em sete países: Alemanha, Bélgica, Holanda, França, Áustria, Eslováquia e República Tcheca.

De volta aos estúdios, o Warshipper prepara agora aquele que pretende ser o seu mais importante álbum até aqui:
“Barren…”, terceiro álbum cheio do quarteto, está sendo gravado no Casanegra Studio em São Paulo/SP sob produção de Rafael Augusto Lopes (Zumbis do Espaço, Living Metal), e vai reunir 11 faixas inéditas: “Barren Black”, “Axiom”, “Respect!”, “Rabbit Hole”, “Embryo”, “Numb – Pleasures of Possession”, “Beneath The Burden”, “Licking The Wounds”, “Anagrams Of Sorrow”, “Compulsive Trip” e “Knowing Just As I (Detachment)”.

De acordo com Renan Roveran, “Barren…” será o primeiro disco conceitual do Warshipper e sugere a definição de esterilidade sob uma perspectiva social.

“O disco retrata, através de leituras distintas, a perspectiva “estéril” dos sujeitos diante de predefinições de padrão de normalidade que são impostas pelas sociedades em suas mais diversas facetas, seja por questões de gênero, raça, orientação sexual, dependência química ou mesmo condição emocional/mental”, explica o músico que complementa: “Ao nos propormos à desconstrução de tais padrões, em diversos níveis, nos depararmos com essa dolorosa realidade: uma visão inóspita quanto à felicidade e sensação de valor. A vida é cruel, traumática, e quanto mais compreensão disso temos, mais negativa é a perspectiva. Estéril, de fato.”

Ainda de acordo com Renan, embora possa ser considerado um disco conceitual, “Barren…” explora o tema com pluralidade, de forma que cada música pode ser resolvida individualmente, mesmo que todas as 11 faixas estejam conectadas pelos aspectos traumáticos de como nossa sociedade propõe-se a funcionar.

“Todas e todos, individualmente, temos nossas dores, traumas e sofremos com o impacto da sociedade em que estamos introduzidos, porém, é impossível não perceber que há determinados grupos que são vítimas
de uma segregação condicional estúpida e que sem dúvida estão mais expostos aos flagelos das imposições de nossos sistemas sociais, políticos e religiosos. E assim como a desconstrução subjetiva, a empatia é uma das principais ferramentas para nos sensibilizarmos com estas causas e vencermos, juntos, os desafios herdados do meio em que fomos criados. É um caminho sem volta, sem fim, mas é apenas a partir do momento em que nos disponibilizamos abertos à luta contra o preconceito, intolerância e diferenças, que teremos a oportunidade de aprender e descobrir mais sobre nós mesmos. Estamos abertos a isso e nossa sincera demonstração dessa atitude é através da arte. Eis aqui mais esse álbum do Warshipper: “Barren…””

Previsto para ser lançado no Brasil em Junho pela gravadora Songs For Satan, “Barren…” contará com a participação especial de Fernanda Lira na faixa “Respect!”. A vocalista da banda Nervosa esteve no Casanegra Studio com a banda no início desse mês de Fevereiro gravando sua colaboração.

Outras informações sobre o álbum, inclusive data de lançamento, serão divulgadas em breve.

Ouça o Warshipper pelo streaming:
Spotify: https://spoti.fi/2uL3y2A
Deezer: http://bit.ly/2SNkJZ8
iTunes: https://apple.co/2SveLgV

Mais Informações:
www.facebook.com/warshipper
www.instagram.com/warshippermetal
www.youtube.com/warshipperband

The Undead Manz: assista ao lyric vídeo de “Only Bad Men” e entenda o conceito criado para essa música

UNDEAD MANZ

Totalmente diferenciado de tudo que já se foi criado no Brasil, a banda The Undead Manz vem se destacando por vários elementos distintos nas elaborações de suas obras. Com dois álbuns lançados, os materiais apresentam uma banda que mescla em sua sonoridade, elementos modernos e que não são cabíveis a um rotulo ou estilo já difundido.

Além dessa elaboração criativa, os músicos vivem sob a alcunha de “Alter Egos” elaborados individualmente para cada um dos integrantes da banda. Outro ponto impactante sobre a obra da “The Undead Manz”, é sua genialidade em elaborar vídeos, clipes, teaser, lyrics, com qualidade impecável e que são capazes de sugar a atenção de seu espectador.

O segundo vídeo que foi liberado pela banda, lá no início de sua carreira, foi “Only Bad Men”, talvez um dos mais simples criados pelo grupo e divulgado aos seus fãs, mas não é a qualidade do vídeo que se destaca, mas sim, a letra dessa faixa que é algo atemporal, fictícia e obviamente, reflexiva para os dias atuais e como vivemos. Para que você entenda melhor, o vocalista Z, revelou os detalhes da faixa e as intenções que a mesma possuí: “O.B.M. retrata em sua temática “os homens que decidem/escolhem, por vontade própria, trilhar o caminho do Mal”, em especial, aqueles que detém algum poder de mudança e influência sobre a vida de alguém, ou de alguns. Logo de cara pensamos nos Governantes, entretanto, estes não são os únicos a dirigir nossas vidas; muitas outras pessoas dotadas deste poder, por vezes, permanecem nas sombras ditando suas vontades acima do bem comum, e permanecendo ocultas exatamente para manterem-se acima da sociedade. “Todo Homem é Mal, por natureza”, o que nos diferencia, entre si, de Mal ou Bons, são as oportunidades que a vida nos impõe, bem como as escolhas que tomamos diante destas oportunidades. O vídeo lírico não recebeu a mesma atenção que os demais, fato este que viria a ser “compensado” no excelente videoclipe, que foi trabalhado e planejado desde o início da banda. Uma curiosidade é que o videoclipe de O.B.M. teve sua produção iniciada, lá em 2016, muito embora tenha sido concluído e lançado apenas após “Fearless” e “The Death”, isso já no final do ano de 2018. Toda a ambientação de sua produção, O.B.M. dá-se nesta temática de “superiores jogando com nossas vidas”, escolhendo quem morre e quem vive, decidindo como nossas vidas poderão ser vividas, e no mais, entupindo a sociedade (acomodada e que aceita ser controlada) de placebos e pela velha política adotada por Cesar de “pão e circo”. É uma letra sombria e assustadora, pois representa uma realidade muito próxima”.

Confira o Lyric de “Only Bad Men”:

Formação:
Z – (Vocals/Guitarra)
Jaws – (Baixo)
A.K. – (Teclados)
Reactor – (Bateria)

Mais informações:
Facebook: https://www.facebook.com/undeadmanzoficial/
Instagram: https://www.instagram.com/undeadmanz/
Roadie Metal Press: http://roadie-metal.com/press/the-undead-manz-2/

 

Sem Futuro: grupo apresenta todo o conceito criado para o álbum “Sempre Prontos Pro Que Der e Vier”

Sem Futuro - Capa

O segundo álbum do Sem Futuro, “Sempre Prontos Pro Que Der e Vier”, apresenta o amadurecimento natural de uma banda, ao produzir um novo registro de estúdio.

Mais maduros e críticos, os músicos criaram nesse registro, uma obra atípica. Considerado um divisor de águas na carreira da banda, “Sempre Prontos Pro Que Der e Vier” tem arranjos mais trabalhados, assim como, letras de espírito crítico, politizado e rebelde em relação a sociedade.

A real intenção da banda, foi criticar o sistema podre em que o país oferece ao cidadão. As letras são pesadas e consideradas um “soco” na cara da hipocrisia da sociedade, igreja e políticos do Brasil. A capa do disco conta com uma foto tirada em frente a um muro com um grafite gigante escrito “Sem Futuro”. Arte feita pelo baterista da banda Lalau em um muro do subúrbio de uma cidade da região metropolitana de Curitiba/PR.

Além de todo apelo crítico e social, o álbum conta com uma singela homenagem à amigos da banda que cometeram suicídio entre o processo de composição e gravação do álbum. O vocalista Minhoca explica sobre as homenagens póstumas que o registro possuí: “Dedicamos o álbum à 2 grandes amigos que se suicidaram no período em que estávamos gravando… uma das músicas foi escrita por um deles. Estava num bar com o Rafahell a muitos anos atrás, quando ele me mostrou a letra do “Boteco de Barrabas”. Falei na hora que iria grava-la um dia.… felizmente ele conseguiu nos ver tocando ao vivo antes de cometer o suicídio, mas não chegou a ouvir a gravação terminada no álbum.

“Sempre Prontos Pro Que Der e Vier” pode ser conferido em todas as plataformas digitais. Procure pelo Sem Futuro e escute essa obra icônica do Punk Rock nacional. Abaixo link do Spotify para você apreciar se for usuário dessa plataforma.

Formação:
Minhoca – (Vocal)
Felpas – (Guitarra)
Tiagonha – (Guitarra)
Evil Leire – (Baixo)
Lalau – (Bateria)
 
Mais informações:

Inanimalia: banda apresenta conceito da música “The Messenger”

Inanimalia

Após disponibilizar o primeiro EP “A Message” em todas as plataformas digitais pelo selo da Roadie Metal, o Inanimalia, apresenta o conceito elaborado para a música “The Messenger” e o vídeo estático criado para a faixa em seu canal no YouTube.

“The Messenger” possuí um contexto elaborado sobre assuntos que nos levam a questionar se nós não somos os reais culpados por todas as desgraças que acontecem no mundo. Segue abaixo a explicação dos músicos sobre temática da letra:

“E se admitíssemos que somos agentes de nossa própria condenação”?

“The Messenger levanta exatamente essa temática. Sempre procuramos um culpado para as desgraças da humanidade como se fossemos isentos, culpando deuses e demônios pelo nosso apocalipse”.

“A letra retrata o nosso encontro com o mensageiro do apocalipse, e ele nos diz que não há apocalipse para trazer, nós mesmos somos agentes da nossa própria miséria, que estamos destinados à autodestruição”.

O vídeo do single “The Messenger” pode ser conferido abaixo:

Formação:
Alessandra Lodoli – (Vocal)
Rafael Cazuza – (Guitarra)
Thales Carosia – (Baixo)
Vagner Venâncio – (Bateria)
 
Mais informações:

The Undead Manz: criaturas sombrias e místicas são a base do conceito criado no disco “The Rise of the Undead”

The Undead -capa

A banda The Undead Manz” é muito mais que um simples grupo de Metal brasileiro, toda sua concepção foi elaborada sobre simbologias que discutem assuntos pertinentes sobre a existência humana, sua decadência, alienação, conflitos e demais assuntos que discutem os motivos de existirmos.

Usando essa temática como base, a banda escreveu seu primeiro álbum “The Rise of The Undead” (2017), com um conceito único que apresenta a decadência humana e o surgimento de uma nova espécie. Idealizada pelo vocalista Z, todo o enredo do disco aborda como essas novas criaturas coabitam com as demais pessoas da sociedade. Os novos humanoides são seres sombrios que utilizam de artes místicas e naturais, como fizeram os vampiros em séculos passados.

Segundo o vocalista Z: “O Nascimento dos Undeadz” pode ser considerado um fato histórico na evolução da existência, na evolução do ser humano visto que, enquanto a maioria dos viventes desta Era procura atingir apenas a “satisfação da carne” através da luxuria, de bens materiais e demais futilidades cotidianas, esta nova “raça” faz de sua existência um cátodo energético, distribuindo diretamente no âmago do cosmos um turbilhão de positividade, através da reciclagem de energia negativa adsorvida da própria atmosfera terrena”.

O álbum é o início de uma saga conceitual, “The Rise of The Undead” terá continuidade nos próximos álbuns da banda. O material está disponível para audição completa em todas as plataformas de Streaming. Acesse sua plataforma favorita e confira a obra de uma das bandas mais inovadoras e diferenciadas do momento no Brasil.

Spotify:

Formação:
Z – (Vocal/Guitarra)
Jaws – (Baixo)
A.K. – (Teclados)
 
Mais informações:

Warleggion: apresenta conceito de “Living Hell”, música que irá agradar fãs de Heavy e Thrash

Warllegion - Banda 02

Expondo em sua musicalidade elementos de Heavy Metal tradicional com elementos mais modernos, o primeiro EP do Warleggion, consegue agradar diversos apreciadores da música pesada, independente de preferências ou estilos.

O EP autointitulado de “Warleggion” possui 04 faixas e todos estão disponíveis para audição completa no canal do YouTube do grupo. Aos poucos os integrantes da banda apresentam aos novos seguidores o conceito que cerca as letras que fazem parte desse primeiro lançamento oficial do grupo.

“Living Hell” é a terceira faixa do EP do Warleggion, sendo também uma das mais rápidas e pesadas composições da banda. A música em si, além de apresentar o Heavy Metal em suas linhas harmônicas, possuí um forte apelo de Thrash Metal com riffs poderosos e uma cozinha incansável e disparada em contratempos e variações. A letra trata o caos da degradação humana de forma objetiva e direta, assim como o Thrash Metal exige.

Confira “Living Hell” do Warleggion:

Atualmente o Warleggion está em fase de criação do segundo registro da carreira e se preparando para o festival “Ipaussu”, onde o grupo é uma das atrações na edição que irá ocorrer em novembro de 2018.

Warleggion é formado por:
Odair Cassani – (Vocal)
Maurício Filho – (Guitarra)
Flávio Sozigam – (Baixo)
Igor Sueiro – (Bateria)
 
Mais informações: