Obey!: banda fala sobre novo clipe e do bem sucedido disco “Da Tempestade ao Sol”

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Obey! é uma banda de Juiz de Fora, Minas Gerais, criada em 2011 formada por Igor Santos (voz), Douglas Rodrigues (guitarra), Ge Alvarenga (baixo e voz), Marcel Melo (guitarra) e Lipe Tedeschi (bateria).

Com um CD lançado, dois EP’s, quatro videoclipes produzidos, participação na final do Arnette Garage Festival em Porto Alegre em 2013, participação no programa Breakout Brasil do canal Sony em 2014 e vários shows pela região nestes 6 anos, a banda segue na promoção do seu primeiro full álbum “Da Tempestade ao Sol”.

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Sua sonoridade passa pelos riffs mais pesados e carregados até as levadas mais leves e serenas. O disco foi produzido e gravado por conta própria e também graças a ajuda dos fãs que apoiaram projeto de crowdfunding direcionado para sua finalização e masterização, superando a meta de arrecadação em mais de 30%.

A banda acaba de lançar o clipe da faixa “Atrás da Casca”, uma das faixas mais fortes do disco, tanto em letra quanto no instrumental.

A música fala que não adianta a gente querer se esconder de quem a gente é, mais cedo ou mais tarde a vida cobra a sua verdade, de maneira voluntária ou numa explosão de sentimentos. O clipe conta a historia de um professor saturado de sua profissão em um dia que ele resolve dar um basta na situação em que ele se encontra. Sem precedentes ele sai atônito e desesperado em busca de se encontrar no lugar em que ele se sente mais a vontade, em busca do seu refúgio.

Assista o videoclipe de “Atrás da Casca”:

Conversamos com a banda para entender de onde vem suas influências e inspirações,  que culminam no som avassalador do Obey!.
 
Toda banda tem sua influência. Vocês se inspiram em alguma banda?
 
Obey!: “A Obey! acaba por ouvir muita coisa diferente, cada integrante é apaixonado por musica e escuta vários gêneros e bandas, mas em conjunto a gente tem por influencia bandas como A Day To Remember, Four Year Strong, Bring Me The Horizon e também bandas nacionais que crescemos escutando como CPM22, Dead Fish e muito da cena do Rock brasileiro anos 90”.
 
De ondem vêm esse nome “Obey”?   O que levou a banda a esse nome?
 
Obey!: “O nome da banda, depois de muita procura, veio de uma guitarra que a Squier produzia junto com a marca OBEY. Na época, la pra 2011, nem imaginamos que aquilo era uma marca de roupa, e na tínhamos acesso ao movimento que ela também levava para as ruas já que pouco chegava aqui no Brasil. Gostamos do nome que vimos, nos identificamos com a maneira irônica que soava junto da arte da guitarra que dizia ‘Obey Propaganda’, e escolhemos adotar o nome pra banda recém formada”.
 
O Disco “Da Tempestade ao Sol”  foi muito bem recebido, e a banda acaba de lançar a faixa ‘Atrás da Casca’ em  video-clipe.  O que podemos esperar desse clipe e faixa nova?
 
Obey!: “Atrás da Casca é uma das faixas que mais caracterizam a pegada mais pesada da banda. Com letra e instrumental bem fortes o clipe não poderia ficar pra trás. Nele a gente apresenta um personagem numa situação de vida extrema em que ele explode e precisa pegar as rédeas de novo e se expressar fazendo o que realmente gosta. O clipe ta muito rico imageticamente, muito forte e cheio de confrontações. Vale ressaltar que o videoclipe foi produzido grande parte pela banda, desde o roteiro a produção, direção e edição. As imagens foram captadas pelo grande diretor de fotografia e amigo Durso, aqui mesmo na cidade de Juiz de Fora”.
 
Suas letras passam uma mensagem muito forte, de onde vêm as ideias para as composições? Existe alguma composição que é mais especial para vocês? 
 
Obey!: “As letras vem de experiências de vida e são representadas nas músicas muitas vezes de forma metafórica e indireta. Quanto a preferência, cada membro tem suas preferidas. Temos um apreço grande por músicas novas nossas, é bom ouvir um som novo sempre. No geral procuramos trabalhar mais nas música que estão tendo uma melhor resposta do público e acaba que algumas viram “queridinhas” como Atrás da Casca, Tudo no Seu Lugar, Dança,  Somos Dois, Assim que vai ser e por ai vai”. 
 
De quem é a arte da capa do Disco e por que escolheram esse artista?  
 
Obey!: “A arte é do nosso amigo Guilherme Melich, famoso Guina. O cara é um artista nato, trabalha com vários meios dentro das artes visuais. Inclusive varias partes do clipe são filmadas dentro do Atelie dele, o Estudio Lithos, onde da pra ver vários quadros pintados por ele, inclusive o usado no videoclipe. Além do talento visual, o Guina também toca na banda Traste, um power trio com uma pegada bem punk core trash e que vale muito a pena dar uma olhada e acompanhar o trabalho. Os caras mandam muito! Fica aqui o jabá da galera @guilherme_melich @estudiolithos @trasteoficial
 
Como anda a agenda de shows e a divulgação do trabalho? O que esperam para 2019?  
 
Obey!: “A banda entra agora em processo de composição já estudando um possível novo disco, além de participar uma coletânea de bandas de Juiz de Fora e uma faixa em parceria com uma banda amiga que também começa a se desenhar. Agora pós carnaval a gente se prepara pra divulgar o videoclipe e rodar com o show 2019 por MG, RJ e SP”.
 
Para saber mais sobre as atualizações do Obey! curta e siga a banda:
 
 

Fusileer: banda é destaque na Rádio Rock Nation

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A banda paranaense de Thrash Metal Fusileer foi destaque na nova edição do programa Sonzeiras do Marcelo Santos, que vai ao ar pela web rádio Rock Nation, onde concedeu uma entrevista para o mesmo.

Em um bate papo abrangente, Chrystian Oliveira, baixista e vocalista do grupo, falou sobre o atual EP, “War Triumph”, métodos de composição, visão do músico sobre o cenário metálico atual, shows, projetos futuros e muito mais. Confira abaixo a entrevista na íntegra:

https://www.mixcloud.com/radiorocknation/sonzeiras-do-marcelo-santos-fusileer/

Em paralelo, a banda divulgou recentemente que, muito em breve, terá o referido EP, “War Triumph”, lançado em sua íntegra nas principais plataformas de streaming do mundo via Sangue Frio Records. Para mais informações sobre esse e outros lançamentos da empresa escreva para sanguefriorecords@sanguefrioproducoes.com.

O Fusileer está disponível para entrevistas e/ou resenhas, solicite o press kit pelo e-mail contato@sanguefrioproducoes.com.

Contato para shows e assessoria: www.sanguefrioproducoes.com/contato
 
Links Relacionados:

Torturizer: entrevista para o blog HellMetalRock!

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A banda maranhense de Thrash Metal Torturizer foi destaque no blog especializado em música pesada HellMetalRock.

Em entrevista ao site supracitado, o grupo falou um pouco sobre seu início, produção, gravação e distribuição do bem recebido EP “Faceless”, influências, projetos futuros e muito mais. Confira agora a entrevista completa acessando o link a seguir:

http://hellmetalrock.blogspot.com.br/2017/05/entrevista-torturizer.html

Contato para shows e assessoria: www.sanguefrioproducoes.com/contato

Links relacionados:
https://www.facebook.com/TorturizerThrash/
http://www.sanguefrioproducoes.com/bandas/Torturizer/39

Tribus Festival 2017: Produtor Cultural Jozilei Pimenta fala sobre a edição 2017

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Jozilei Pimenta, produtor cultural do Tribus Festival, concedeu entrevista a Over Metal TV.

Tribus Festival é um festival artístico-cultural cuja proposta é promover a diversidade cultural no interior de Minas Gerais, unindo todas as tribos do rock. Nesta conversa Jozilei falou sobre o desafio de fazer um festival considerando o atual cenário musical, cultural e econômico no Brasil e o que o festival irá proporcionar aos participantes.

Confira!

Entrevista por Phill Lima.

1 – Jozilei, obrigado por atender a Over Metal, nos fale qual otamanho do desafio de fazer um festival em tempos de crise no país onde isso tem impactado na frequência do público até em shows gringos?

Creio que o desafio é sempre do tamanho da paixão e do ideal de cada um e é o que alimenta todos os idealistas que carregam em si um espírito guerreiro e empreendedor. Se fôssemos levar em consideração a lógica de mercado atual em se tratando de shows underground nesses tempos sombrios de instabilidade político-econômica e retrocesso cultural que o país atravessa, o desafio seria vencido pelo medo e, automaticamente, a coragem típica em qualquer tipo de empreendedorismo seria minada. Penso que a grande mídia exerce um papel nocivo no inconsciente coletivo fazendo intensificar a sensação de “crise” para além da realidade, agravando-a, o que não pode ser motivo para estagnar a produção cultural e a movimentação do cenário artístico-cultural. A produção artística e cultural é um importante setor que também movimenta a economia de qualquer país, a chamada economia cultural, não podendo a tal crise ser motivo de óbice para o empreendedorismo e a execução de um projeto cultural qualquer. Este é o maior desafio: manter a resistência e ter a coragem necessária para realizar algo que outra pessoa de senso comum normalmente não teria, sobretudo no interior. É o que poderíamos chamar de investimento cultural de longo prazo. Produzir é preciso. A cultura, o país e as pessoas não podem permanecer na inércia, precisam movimentar a economia, difundir a arte, a esperança, os sonhos e a diversidade cultural.

2 – O que vocês buscaram de solução para fazer da Edição 2017 algo sólido e sem altos riscos?

O festival existe desde 2004, quando ocorreu sua primeira edição no dia mundial do meio ambiente com o sugestivo nome 1º Encontro de Tribos de Carangola, tendo a organização recebido na ocasião uma moção de aplausos na Câmara Municipal de Carangola em virtude do feito e por sua distinta natureza artístico-cultural e socioambiental. Essa primeira edição foi antológica, impactante e um marco para o underground local e regional.

Em 2006 aconteceu a segunda edição e, após um período inativo em que fiquei envolvido na realização de outros festivais, o projeto do festival foi reativado em 2013 e então rebatizado e registrado sob o nome Tribus Festival Brasil, tendo acontecido bienalmente desde então. A produção cultural do festival foi contemplada com o diploma Destaque dos Anos 2015/2016, na categoria Reconhecimento, pela Eventos & Inventos; e, em 2016, o projeto do festival foi aprovado no Edital LEIC 2016 da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais. Já em 2017, finalmente, o projeto alcançou a aprovação também na Lei Federal de Incentivo à Cultura e o festival passou a integrar oficialmente a agenda cultural da cidade de Carangola, através da Lei Municipal nº 4.965/2017, que o insere definitivamente no calendário de eventos do município. O festival vem ganhando reconhecimento, conquistando seu espaço e crescendo gradativamente. Se for pensar friamente, com receio e se ater tão somente aos “riscos”, não se faz nada. Como bem dizia Raul Seixas: “o caminho do risco é o sucesso”.

E o maior sucesso é a satisfação pessoal da realização um ideal, um projeto no qual venho trabalhando já há bastante tempo. O festival está passando por um bom momento de reconhecimento e alcançando uma boa projeção. Então é no que acredito e aposto no momento porque se nós mesmos não acreditarmos e investirmos em nossas ideias, ideais e projetos, quem mais o fará por nós? A edição 2017 do festival conta com o Apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, Ministério da Cultura, Prefeitura Municipal de Carangola/Secretaria de Cultura e Turismo, IEF – Instituto Estadual de Florestas, Over Metal TV, Heavy Metal Online, Rock Brigade, Elegia e Canto, A Música Continua a Mesma, Pólvora Zine, e empresas parceiras.

3 – A escolha do Line UP foi influenciada por isso?

Sim, com certeza. A escolha do line-up foi totalmente influenciada por esse prisma e tendo em vista o estágio bem como o momento oportuno em que o festival se encontra, apesar da tal crise insistir em nos dizer o contrário tentando tolher qualquer iniciativa empreendedora.

4 – O que o festival procurou ao escolher as bandas para esta edição?

A curadoria do festival sempre busca a diversidade de subgêneros do rock e do metal, atendendo aos critérios estabelecidos no regulamento do mesmo, o qual é publicado na página do Facebook quando da abertura das inscrições para as bandas. Na seleção das bandas para o line-up do festival, são avaliados critérios como a qualidade do material apresentado, relevância do conteúdo lírico e musical, performance da banda ao vivo, destaque na cena local, regional e nacional, logística favorável e viabilidade de apresentação da banda dentro das condições orçamentárias previstas, sendo a escolha feita sempre de forma ética e democrática, priorizando as que apresentem maior gradatividade na pontuação ao se levar em consideração a soma de todos os critérios. Desde a primeira edição em 2004 que a ideia do festival é promover a diversidade e a interatividade cultural, reunindo bandas dos mais variados subgêneros do rock e do metal e unindo essas diversas tribos do rock em um festival multicultural envolvendo música autoral, artes visuais, artesanato e conscientização ambiental.

5 – O que o Festival vai oferecer ao público presente além das bandas que estarão no palco do FEST?

Para o público presente no festival, além das apresentações artísticas das bandas no palco, haverá bastante interatividade cultural das diversas tribos do rock com outras formas de linguagem e expressão artística promovidas através da diversidade cultural que o festival abarca. Na tenda cultural haverá o varal de poesias do Tribus, pelo qual o público poderá prestigiar e interagir com as obras expostas dos poetas participantes, escolhendo uma de seu agrado para receber a intervenção “poesia ao pé do ouvido”, com a escritora Mônica Pimentel;

Na Tenda Gótica o público afim poderá curtir o melhor do Gothic Rock anos 80, post-punk, darkwave, electro-goth, industrial, Gothic Metal, EBM, Synth-pop com a discotecagem do DJ L entre os intervalos das bandas.Uma das atrações culturais da edição 2017 do festival para o público prestigiar é a exposição de artes visuais Amana, de Thiago Assis. A exposição do artista plástico carangolense Thiago Assis traz parte das ilustrações que acompanham o processo de criação de seu livro, oriundo de um projeto de treinamento profissional intitulado Produção de Livro Ilustrado a Partir da Literatura Indígena, orientado pelo professor Renato Melo Amorim, no Instituto de Artes e Design da Universidade Federal de Juiz de Fora – UFJF.

Haverá também os tradicionais expositores de artesanato sustentável local, regional, indígena e alternativo.

Na “Roda das Tribos”, ao ritmo da percussão afro-brasileira levada pelo som tribal dos atabaques e do berimbau teremos a apresentação cultural da Associação Camaradagem de Capoeira, oriunda do Grupo de Capoeira Kadara, filial Carangola-MG, Brasil. Associação KADARA Capoeira é uma escola internacional de capoeira fundada pelo Mestre Cicatriz, com sede em Sydney, Austrália, com filiais na Austrália, Brasil, Canadá, Indonésia e Filipinas. KADARA significa destino. A dança de roda Capoeira é uma das manifestações culturais mais fortes da cultura e identidade brasileira, sendo reconhecida como patrimônio cultural da humanidade pela Unesco em 2014. Dessa forma, não poderia ficar de fora da edição 2017 do Tribus Festival Brasil, uma vez que o mesmo visa promover a diversidade cultural, o resgate, a valorização, preservação e difusão da cultura e suas múltiplas manifestações, enfatizando o patrimônio cultural imaterial mineiro e brasileiro.

A tradicional “Fogueira Folk” do Tribus, em alusão às fogueiras das festas juninas/julinas, é mais uma das atrações culturais típicas do festival, visando promover o resgate da ancestralidade e das tradições culturais do interior de Minas e do Brasil. As fogueiras sempre estiveram presentes em todas as culturas antigas, nas confraternizações e rituais das tribos como um elemento sagrado que une as pessoas em seu entorno. Assim, o público poderá interagir com uma vivência xamânica relacionada ao fogo, realizada pelo xamã descendente dos Puris e terapeuta holística, Paola Cássia. “Ao redor da fogueira, os participantes das festas juninas costumam dançar cirandas e danças de roda; herança direta das antigas danças circulares sagradas de diversos povos antigos. O círculo é a imagem perfeita da ciclicidade do tempo, sem começo nem fim, como a eterna sucessão das estações do ano. Ao dançar em círculo ao redor das fogueiras, os antigos europeus harmonizavam-se com os ritmos da Natureza em que viviam”.

Outro atrativo cultural do Tribus, que visa proporcionar o resgate e a interação das diversas tribos do rock com as tradições do interior de Minas e do Brasil, é o famoso pau-de-sebo, elemento do folclore mineiro/brasileiro cujo fundo histórico também remete a uma origem pagã. Para quem ainda não conhece, o pau-de-sebo é um mastro untado de sebo que se presta a uma atividade recreativa típica das Festas Juninas. Também é denominado cocanha ou mastro de cocanha. Esta manifestação folclórica foi trazida pelos colonizadores portugueses ao Nordeste do Brasil. A brincadeira consiste em tentar subir em um alto mastro reto e liso de madeira, previamente banhado de sebo ou graxa, ou qualquer outra substância gordurosa, para tentar apanhar um prêmio que se encontra em seu topo. São permitidos truques, tal como trabalho em equipe onde um sobe no ombro do outro tentando ganhar altura. O fato é que na maioria das vezes não se consegue o prêmio, mas sim muita sujeira e melação. É uma diversão para todos que desejem participar, ao contrário de antigamente quando apenas homens poderiam. O pau-de-sebo do Tribus, irreverentemente batizado de “pau de sebo punk”, pelo simples fato de ser “muito punk” escalar o mastro para levar o prêmio, também é vegan, ou seja, o mastro será untado com óleo vegetal ou mesmo com a super trash gordura vegetal hidrogenada, e não com sebo de origem animal como tradicionalmente se faz. Quem se habilitar a encarar o pau-de-sebo punk/vegan do Tribus subindo no mastro para tentar apanhar o prêmio em dinheiro no seu topo vai garantir muita diversão com os amigos, além de poder ganhar uns trocados a mais para curtir o festival. A ideia é promover o resgate dessa tradição junina/julina proporcionando a imersão e a interatividade cultural das diversas tribos do rock com os elementos da cultura regional, mineira e brasileira. Uma dica para quem quiser se divertir com a brincadeira junto aos amigos e ainda ter a chance de levar o prêmio, mas não quiser se sujar, é trazer uma peça de roupa extra.

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Haverá ainda o inusitado “rolezinho viking a cavalo”, outra tradição típica do Tribus, através do qual o público poderá experimentar a “vibe” peculiar de cavalgar de elmo como um viking e ao mesmo tempo interagir com os hábitos, a simplicidade e os costumes do interior de Minas, numa fusão da cultura nórdica com a mineira. Em parceria com o IEF – Instituto Estadual de Florestas, também serão disponibilizadas no espaço de conscientização ambiental do Tribus mudas nativas para plantio, destinadas para doação ao público. Tal ação de educação e conscientização ambiental integra o lema do festival que visa promover o conceito de sustentabilidade produzindo arte com responsabilidade socioambiental.

A ideia é estimular e sensibilizar o público a levar sua muda e plantar sua árvore. Quanto mais árvores no planeta, melhor! Como se vê, conscientização ambiental, diversão, imersão, diversidade e interatividade cultural não faltarão ao público presente no festival.

6 – O que o Tribus Festival almeja ser e representar para o Heavy Metal brasileiro com o passar dos anos?

Como qualquer semente, a meta do festival é se desenvolver, crescer gradativamente de acordo com a estação e se transformar em uma árvore frondosa com raízes firmes e bons frutos. A meta primeira é o cumprimento dos objetivos do projeto e o alcance dos resultados projetados a médio e longo prazo, estimulando a produção artística no interior, fomentando o crescimento e fortalecimento do cenário artístico-cultural local, regional e nacional com a profissionalização cada vez mais ascendente das bandas, artistas e produtores. Essa é a intenção do Tribus Festival Brasil para o rock e o metal brasileiro e enquanto houver saúde e forças continuarei lutando para que o mesmo melhore mais e mais a cada edição e se consolide como um festival open air respeitado e genuinamente brasileiro no interior de Minas, trazendo grandes nomes do rock e do metal para esse público especial do interior, demonstrando que com dedicação e amor ao que se faz também é possível viabilizar a realização de festivais de maneira eficiente e profissional distante dos grandes centros urbanos e capitais. A ideia, além de trazer bandas de renome do cenário para atender aos anseios desse público do interior, que muitas vezes tem de se privar de assistir aos shows de seus artistas e bandas favoritas em função da distância ou se deslocar até os grandes centros para tal, é também estimular o público dos grandes centros a vir prestigiar o festival e a diversidade cultural no interior, interagindo com os hábitos, costumes, tradições e o folclore mineiro/brasileiro.

7 – Por que a preocupação e envolvimento do Festival com o meio Ambiente, conte nos mais detalhes sobre isso?

A preocupação do festival com a preservação ambiental vem de longa data, desde a primeira edição em 2004, ocorrida no dia mundial do meio ambiente, quando a programação contou panfletagem e palestra de conscientização acerca da data, esquete teatral de protesto com temática ambiental (As Quatro Estações), apresentação do Projeto Batendo Lata, que iniciava crianças carentes na música com instrumentos confeccionados a partir de objetos reciclados etc. Sempre fui um defensor da causa ambiental, desde que me entendo por gente, e penso que tal comportamento deveria ser inerente a todo ser humano que se julgue consciente, racional e cidadão do mundo.

Proteger e preservar o meio ambiente é um dever constitucional de todos os cidadãos e de toda a sociedade, conforme bem prevê o artigo 225 da Constituição Federal. Possuo formação profissional de técnico em meio ambiente e habilitação em Terapias Holísticas pela UHB – Universidade Holística do Brasil, portanto não poderia ser diferente minha atitude em relação ao meio ambiente e preocupação pessoal em tratar e proteger o Todo (Holos, do grego), o que naturalmente envolve, além do próprio ser humano, nosso planeta-escola-Terra e sua fauna e flora, enfim, o ambiente em que todos vivemos interligados, onde o equilíbrio ambiental é fundamental. Inevitavelmente esse posicionamento pró-preservação ambiental acaba refletindo nas ações desenvolvidas pelo festival que visa fazer a sua parte promovendo a ideia da sustentabilidade e produzindo arte com responsabilidade socioambiental como já mencionado.

O festival procura trabalhar a conscientização e sensibilização do público através de ações de educação ambiental como disponibilização de lixeiras ecológicas com as devidas distinções para destinação final correta do lixo (papel, plástico, metal, orgânico), de modo a estimular no público e na sociedade a consciência da importância da coleta seletiva para o cumprimento da legislação ambiental e implementação efetiva da Política Nacional dos Resíduos Sólidos pelos municípios. Todo o montante de resíduos sólidos gerados com a realização do festival (latinhas de refrigerante, cerveja, pet) são destinados a reciclagem e à reutilização para produção de artesanato sustentável. Outra campanha de educação ambiental promovida pelo festival é a tolerância zero, ou mínima possível, ao copo descartável, adotando no bar do festival a caneca sustentável personalizada do Tribus para que o público possa apreciar uma boa cerveja artesanal com a consciência tranquila. Por derradeiro, o festival procura plantar a semente da sustentabilidade e da consciência ambiental junto ao público, trabalhando a prática dos três R`s (erres) básicos que permeiam o conceito de desenvolvimento sustentável: reduzir, reciclar, reutilizar.

8 – Há a possibilidade ou desejo futuro de o Festival ter uma edição de 2 dias?

Sim, com certeza. A ideia já existe e pode apostar que haverá todo o empenho necessário para viabilizá-la. Em 2019 o festival completa 15 anos de existência desde sua gênese em 2004 e nada melhor que uma edição especial de dois dias com grandes nomes do rock e do metal para comemorar o aniversário de puberdade do jovem, mas já tradicional festival multicultural do interior de Minas.

9 – Considerações Finais:

Prestigiem as bandas nacionais e os eventos underground e artístico-culturais da sua cidade e região, de modo a garantirmos a rotatividade, fortalecimento e longevidade dos mesmos, além de incentivarmos a renovação da cena e oportunizarmos a descentralização da produção artística e cultural para o interior. O apoio mútuo entre público, bandas, produtores e a mídia independente é muito importante. Para o público das outras cidades, regiões e Estados que ainda não conhece o festival, convidem os amigos e #VemPraRodaDasTribos se divertir, apoiar as bandas nacionais, curtir muita música autoral, artes, interatividade e prestigiar a diversidade cultural no interior de Minas. A união faz a força!

Gratidão ao Phill e a Over Metal pela oportunidade e pelo apoio. Abraço a todos (as).

Confira Mapa de orientações sobre o Festival.

Acesse o evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/379657665715770/

Mapa do Local

Tupi Nambha: banda concede entrevista ao vivo para a Web Rádio “Zoom Music”

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Quarta feira dia 12 de abril, a banda Tupi Nambha, concede entrevista à Web Rádio “Zoom Music” ao vivo.

O programa irá apresentar ao público o conceito criado pelos músicos da banda ao lançarem o álbum “Invasão Alienígena”, lembrando que a banda faz um resgate a importância da história indígena brasileira, sendo que as músicas são todas cantadas na língua da principal tribo existem no Brasil, os tupinambás.

Além de conferir a entrevista dos músicos Rogério Delevedove e Marcos Loiola, o ouvinte da rádio poderá também conferir várias músicas do álbum, além de várias novidades sobre o disco.

O programa vai ao ar as 20h00min pelo site: www.zoommusic.com.br 

Mais informações:

Revanger: banda lança as novas músicas “Be Quiet” e “Nervous” em programa de TV, confira

Revanger 03

A banda de Heavy Metal tradicional, Revanger, vem abrindo cada vez mais espaço no cenário nacional, após várias resenhas positivas sobre o primeiro registro de estúdio, “Gladiator”, os músicos recentemente revelaram a capa do segundo trabalho que já está em processo final de produção, o aguardado “Be Quiet”.

Revanger - Be Quiet (1)

Ainda sem confirmação da data oficial de lançamento, a banda foi convidada a se apresentar ao vivo em um programa de TV local, sendo naturais da cidade de Mossoró/RN, os músicos tiveram a oportunidade de apresentar, em mais de 20 minutos, algumas canções do grupo, além de falar também sobre o processo de composição, criação, novidades, história e outros assuntos relacionados à “Revanger”.

O programa além de ser transmitido para o estado do Rio Grande do Norte, está disponibilizado em duas partes no canal oficial do YouTube da TV TCM. O primeiro vídeo a banda apresenta duas músicas novas, “Nervous” e “Be Quiet”, essa é a primeira vez que a banda divulga as músicas de forma oficial ao público, confira:

O segundo vídeo começa com a continuação da música “Be Quiet”, no vídeo, os músicos continuam contando sua história e encerram sua participação com a música do primeiro álbum, “Gladiator”.

A banda é formada atualmente pelos músicos, Patrick Raniery nos vocais, Diego Miranda na guitarra, Diego Sampaio na Guitarra, Havi Oliveira no Baixo e Elison na Bateria.

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Violator: “Não dá pra dizer que somos coniventes com o governo PT”

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Finalmente o novo programa do Heavy Metal Online está no ar e repleto de matérias sensacionais. Conduzido por Clinger Carlos Teixeira, a edição de número #074 traz ao público além de imagens do festival Ruídos no Sertão, uma entrevista com a banda Taurus coletada no evento, uma análise “faixa a faixa” do novo álbum “Red Eyes” do Hatefulmurder, feito pela própria banda e muito mais.

O programa também trouxe uma cobertura completa da nova edição do Otacílio Rock Festival, evento de prestígio que acontece em Santa Catarina, e com isso uma entrevista superespecial com a banda brasiliense Violator, onde a mesma falou sobre seu início, pausa e retorno no grupo, turnês, novos projetos e claro, posicionamentos políticos. Confira:

O programa também trouxe uma importante matéria falando sobre como uma banda deve se preparar antes de sair em uma turnê pelo exterior, além de uma entrevista com a banda Maquinária Rock, e também os conhecidos blocos 3×1 e 3×3 que apresentam ótimas bandas do cenário nacional ao público.

Para conferir os programas anteriores: https://www.youtube.com/user/heavymetalonline/videos

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