M-19: grupo divulga relançamento do debut nas plataformas e entrevista para o site Rock Vibrations

M-19

Os thrashers gaúchos do M-19 acabam de relançar o debut Mission: Destroy nas plataformas digitais e divulgam uma entrevista para o site Rock Vibrations.

concedida pelo vocalista e baixista Wilmar Filho, onde o músico é abordado sobre o mais recente álbum, Sic Semper Tyrannis”. Com a agenda de shows adiada por causa da COVID-19, Wilmar Filho (baixo/vocal), Jr. Vives e Rógenes Morais (guitarras) e Rafael M. Kniest (bateria) se dedicam agora na divulgação do novo álbum, tido como um dos melhores lançamentos de 2019 por vários membros da imprensa especializada, fato que foi abordado na entrevista realizada por Vinny Almeida para o site Rock Vibrations:

“Nós lançamos o álbum no dia 7 de dezembro passado. Alguns dias depois estávamos figurando em algumas listas como melhores do ano. Isso realmente nos surpreendeu, pois praticamente não havíamos feito nenhuma divulgação do álbum. Conseguimos vender uma grande quantidade de CDs do álbum, não só na nossa cidade, como também em outros estados e no Uruguai e Argentina”.

M-19 - Mission Destroy

Ouça o álbum “Mission: Destroy” no Spotify:

 

Indagado por Vinny acerca do método de composição de Sic Semper Tyrannis”, Wilmar conta que há algumas diferenças em relação ao debut:

Nós o fizemos de forma diferente do anterior. No “Mission: Destroy” compusemos as músicas e as ensaiávamos exaustivamente para podermos gravá-las. No “Sic Semper Tyrannis“ criamos as músicas na guitarra e gravamos uma guia e passamos para o nosso baterista, que criou as batidas. Depois, passamos as músicas entre nós (cordas e vocais) e fomos para o estúdio gravar. Acredito que das músicas do último álbum, ensaiamos todos juntos apenas duas músicas, o restante só as passamos em casa, individualmente, e fomos direto para o estúdio gravar. E parece que funcionou”. 

m-19 - sic

Ouça o álbum “Sic Semper Tyrannis” no Spotify:

 

Confira a entrevista completa:
http://rockvibrationsofficial.blogspot.com/2020/05/rock-vibrations-entrevista-m-19.html

A banda deu início às gravações e produção de Sic Semper Tyrannis” em 2017, finalizando todo o processo no segundo semestre de 2019. Produzido por Sebastian Carsin, do Estúdio Hurricane, o grupo apresenta 11 faixas de um intenso Thrash Metal, destacando a música There Are No Murderers in Paradise”, que ganhou um videoclipe produzido pela Chama Video Independente. Lançado em formato físico no mês de dezembro de 2019 em conjunto pelos selos Cianeto, Som de Peso, EZR e Estúdio Hurricane, o álbum teve sua versão digital lançada pela Wargods Press em fevereiro passado, assim como Mission: Destroy, álbum de 2011 e agora novamente disponibilizado digitalmente.

Assista ao videoclipe de “There Are No Murderers in Paradise”:

Mais informações:
Facebook: https://www.facebook.com/M19ThrashMetal
Instagram: https://www.instagram.com/m19_thrash_metal
Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

Sangue de Bode: grupo segue inovando na cena extrema com sua pegada experimental

sangue de bode

Sangue de Bode é uma banda de Metal extremo fundada na região serrana do Rio de Janeiro, no final de 2017, por João (Baixo e Voz), Fontes (Guitarra) e Gabriel (Bateria). Sem rédeas na língua e indo estritamente ao ponto, o trio aborda relatos, angústias, e uma realidade tão crua que até o melhor dos estômagos se esforça para digerir, apresentando uma atmosfera obscura e densa, sem perder a pegada experimental que o Sangue de Bode aborda em seu universo.
 
O power-trio lançou recentemente o disco “A sombra que me acompanhava era a mesma do Diabo”, através do selo Electric Funeral Records, material que contém 12 faixas bem resolvidas, que tratam desde dias conturbados à críticas sociais e revolta.
 
Confira aqui “A sombra que me acompanhava era a mesma do Diabo”: https://bit.ly/2vKa1es
 
A banda segue inovando na cena extrema com sua pegada experimental e letras agressivas em português, conquistando ouvintes e marcando seu nome no mercado musical brasileiro. Conversamos com a banda sobre influências, sua história, processo de composição do disco e planos futuros.
 
De onde vem o nome “Sangue de Bode”? O que levou a banda a esse nome?
 
SDB: Bom. Primeiramente um salve aí pra quem tá lendo, e acreditamos que a busca e intenção da banda é sempre explorar palavras e/ou conceitos que consigam soar agressivos e chocantes na língua portuguesa. Fora o fato de ser uma expressão bem sonora e já íntima nos ouvidos da maioria das pessoas, justamente por conta da sua ligação com temáticas ocultas, magia negra, e todo esse universo que todos na banda acham interessante. Vale dizer que também achamos Sangue de Bode um nome que nos ajuda a escapar de rótulos, assim como tentamos no som. Podemos ir do Black ao Punk sem ficar fora de contexto.
 
Como se deu o surgimento dela?
 
SDB: Nos apresentando pra quem não tá ligado, Somos Fontes, João e Gabriel. A amizade e relação musical já vem de longa data. Eu (João), conheço o Gabriel desde a época da escola e já participamos de bandas juntos. O Fontes eu já tinha contato por conta de gigs que dividimos o palco com nossos projetos antigos, isso algumas boas vezes. Em 2017 a ideia da banda surgiu, já com o nome e com alguns rascunhos do que seriam algumas músicas, mas ainda sem formação, só uma ideia minha e do Gabriel. Por acaso o Gabriel se mudou pro Rio em 2018 e sem nenhum intermédio meu, que era o único que conhecia bem os dois simultaneamente, ele acabou fazendo amizade com o Fontes. Quando eles perceberam que estavam na pilha real de agitar um projeto, cogitou-se meu nome, a gente resgatou aquelas idéias, obviamente mais bem alimentadas ainda com a soma do Fontes e estamos ai. A conexão dos amigos!
 
A banda acaba de lançar material novo. Como foi o processo de composição das faixas?
 
SDB: Foi bem espontâneo eu acredito. Todo mundo pescou a vibe do tipo de som que saía naturalmente das nossas idéias e execuções, como cabeças individuais que contribuem para a existência de uma banda. A gente se entende bem quanto a deixar a banda com a cara que cada um quer, é basicamente a mesma coisa haha. Rolou até bem rápido, a maioria dos riffs que eu escrevi foram feitos num violão qualquer, ou numa guitarra fudida e desligada 3h da manhã. Os riffs do Fontes nem sequer foram modificados, curtimos tanto que já viraram naturalmente músicas, acho que a gente se entende como guitarrista. E a bateria também é sem restrições. O Gabriel pega as guias e faz o que ele quer com os riffs, o que de praxe já causa aquela satisfação geral de quem tá ouvindo o conjunto de tudo exatamente como gostaria que fosse. A maioria das músicas são escritas e formuladas online, até por que não moramos tão perto. Quando a gente se junta pra ensaiar, aquele quebra cabeça acontece e pelo menos pra nós é muito satisfatório e natural. Acredito que é o tipo de som que cada um ali gostaria de estar tocando naquele momento mesmo.
 
O último disco lançado foi muito bem recebido. Podemos esperar clipe ou Tour em Breve?
 
SDB: Ficamos muito felizes com a recepção da galera que ouviu. Tantos os amigos que já tínhamos, quanto com a dos novos amigos que ainda estão sendo feitos por conta do som. A gente deu uma ralada pra concretizar o trabalho e não tem como não ficar satisfeito de ver como o pessoal tem curtido. Recebemos muitas mensagens maneiras e apoio de gente que até então não conhecíamos, e isso tem sido bem legal. Certamente temos planos pra jogar nossa ideia aí na pista, e nossa apresentação de estréia já ta com data marcada. Vai ser um rolê massa, então fiquem antenados que muito em breve vamos começar a divulgação. Recebemos propostas de parceria de uns amigos muito fodas pra fazer um clipe, que conheceram a gente através do Instagram, então vai rolar algo certamente, mas no momento estamos focados e animados mesmo pra tocar por aí. Já temos um clipe no YouTube, do nosso primeiro single, nós mesmos produzimos, então se quiser dar uma moral, saca lá.
 
Suas letras passam uma mensagem muito forte, de onde vêm as ideias para as composições? Existe alguma composição que é mais especial pra vocês?
 
SDB: Bom, respondendo essa pergunta de forma mais pessoal, fui eu (João) quem, pelo menos até agora, escrevi as letras da banda. Obviamente não faz sentido ter uma banda extrema sem se posicionar e criticar da forma mais escrota possível esse sistema de merda que engole a sociedade. É impossível fugir desse tema principalmente enquanto vivemos esses tempos sombrios ao redor do mundo, e pra nós, claro, especialmente no Brasil, nessa zona. Mas o álbum também passa por momentos que são muito pessoais pra mim. Rolaram coisas na minha trajetória nessa vida aí até hoje, que ninguém tá preparado pra lidar sabe, mas podem acontecer, tem que ver qual é, e infelizmente eu vi. Se você ler algumas letras acho que dá pra sacar que não foi muito legal o que eu vi né haha. Essas letras tem muito do meu pai, da forma brutal que o perdi, e de tudo que se passou até que a perda ocorresse de fato. Perder um pai já não é algo que se supera por inteiro, pra ninguém, de forma brutal, menos ainda. No início do processo de formação da banda, ainda com essa ferida aberta e muito recente, recebi a notícia do suicídio de um dos meus melhores amigos, e isso foi muita barra também. Eu procuro ser um cara de boa no dia a dia, mas acredito que encontrei finalmente uma maneira agressiva o suficiente pra berrar as minhas merdas volta e meia e aliviar a mente nos momentos que ela quer ser minha inimiga. Escrever essas merdas acho que tem sido o melhor tratamento contra minha depressão nos últimos anos. O Gabriel me ajudou com algumas edições em palavras e frases, pra que a gente sempre conseguisse passar a mensagem espremendo o que de mais agressivo pudesse ser tirado do português. Acho que é isso. Ah, e quanto às músicas preferidas, eu gosto muito de Chafariz de Sangue. É a música mais pessoal do álbum pra mim, foi a mais difícil de cantar na gravação por conta de lembranças, mas depois de pronta pra mim é a mais verdadeira. Não posso falar pelos mulekes, mas pelas reações deles quando ouvimos o álbum pela primeira vez, eu acredito que seja Messias de Merda ou Filho de um Manequim.
 
Quais as bandas e fontes artísticas que inspiram o som da banda?
 
SDB: Algumas referências são unânimes e claramente nítidas no nosso som. Mayhem, Napalm Death, Nasum, Ratos e Morbid Angel são bandas por exemplo que certamente estão na escola de todos nós. Isso pra não ficar aqui 3 dias falando da galera toda né. Mas existe muito influência pessoal de cada um nisso também, quanto à ser uma banda. Eu e o Fontes talvez sejamos mais da escola do Thrash do que o Gabriel por exemplo, mas O Fontes já traz uma influência de Doom, mesmo que em melodias de riffs rápidos, que já tem mais intimidade com o Gabriel, e eu já não sou tão familiarizado. O Gabriel já é um cara que escuta coisas muito extremas, me apresenta várias bandas de black fodas, e ele também é muito ligado nas coisas modernas, mas também compartilha gostos comigo como Deftones, Smiths. Eu já sou um cara muito influenciado pela obra do Max Cavalera, curto pra caralho, então acho que tudo isso no fim das contas faz acontecer.
 
Quais os planos para 2020?
 
SDB: Agora que estamos com esse material lançado a intenção é caçar os roles e tocar por aí. Essa é a meta. Já temos mais sons escritos, pelo visto não vamos parar tão cedo com esse lado, mas O foco agora é tocar e disseminar essa desgraçeira por aí. No meio das merdas que a gente posta lá nas redes tem tudo. Caso alguém queira só conferir lá.
 
Mais informações:
Phone: +55 21 996292220

Malkuth: grupo anuncia desligamento do baterista Vetis

MALKUTH_Nota_Oficial

Os pernambucanos do Malkuth estão iniciando 2020 passando por mais uma reformulação em sua formação.

A banda anunciou em suas redes sociais o desligamento do baterista Vetis: “Sua saída foi amigável e o agradecemos imensamente pela colaboração prestada no Malkuth nestes últimos meses. Nos próximos dias, divulgaremos aqui o nome do novo baterista que irá substituí-lo.”

Leia a nota completa aqui:

https://www.facebook.com/MalkuthOfficial/photos/a.169815036540809/1327210760801225/

Siga o Malkuth nas redes sociais e fique por dentro dos próximos anúncios:
Instagram: https://www.instagram.com/malkuth.band/
Facebook: https://www.facebook.com/MalkuthOfficial/

Em paralelo, o guitarrista e vocalista Sir Cernunnus Ashtaroth concedeu recentemente uma entrevista ao site Arrepio Produções, onde falou um pouco mais sobre o início do grupo, discografia, atual trabalho “Voodoo”, formações, planos para uma possível turnê internacional, novo álbum, cenário nacional e muito mais.

Leia a entrevista completa aqui:

 https://www.arrepioproducoes.com.br/entrevistas/?n=67VyDq5Tr8

Contato para assessoria de imprensa: www.sanguefrioproducoes.com/contato

Links relacionados:
https://www.facebook.com/MalkuthOfficial/
https://www.instagram.com/malkuth.band/
https://sanguefrioproducoes.com/artistas/Malkuth/38

Necrofobia: músicos são entrevistados no programa, “Pegadas” de Andreas Kisser

Necrofobia - Pegadas do Andreas

Na última quinta-feira, (09/01), os músicos Romulo Felício (Vocal/Guitarra) e João Manechinni (Baixo) do Nercofobia, estiveram na cidade de São Paulo, exclusivamente para uma entrevista no programa, “Pegadas” de Andreas Kisser, vinculado a Rádio 89FM.

Os músicos da cidade de Ribeirão Preto, falaram sobre o mais recente trabalho de estúdio, “Membership” e algumas curiosidades acerca da história do Necrofobia que completa em 2020, 26 anos de carreira. O programa será transmitido no dia 26 de janeiro de 2020.

Em breve será divulgado a data que a entrevista irá ao ar, o programa Pegadas de Andreas Kisser, é apresentado pelo músico do sepultura Andreas Kisser e seu filho, Yohan Kisser. O programa vai ao ar todos os domingos as 19h. Caso você não seja de São Paulo, pode escutar no link: http://www.radiorock.com.br

Necrofobia é formado por:
Romulo Felício – Vocal/Guitarra
Rodrigo Tarelho – Guitarra
João Manechini – Baixo
André Faggion – Bateria
 
Mais informações:

 

Spiritual Hate: mais informações sobre novo álbum em entrevista ao site Cultura em Peso

SPIRITUAL_HATE_Lo_Res3

Com um segundo semestre intenso, os paulistas do Spiritual Hate ganharam destaque em mais um site brasileiro: o Cultura em Peso.

Em entrevista, conduzida pelo redator Iuri Cremo, o baterista, Malus Peior Pessimus, falou sobre o início da banda, discografia, formações, projetos futuros – que inclui o lançamento de um single e um novo álbum – e muito mais.

Leia o bate-papo completo aqui:

http://culturaempeso.com.br/2019/09/25/spiritual-hate-grupo-trabalha-em-proximo-album-e-da-entrevista/

Em paralelo, recentemente o Spiritual Hate esteve na seção cenário da revista Roadie Crew, onde o guitarrista “F. Blackmortem” conversou com exclusividade com uma das maiores publicações impressas da América do Sul, veja: https://sanguefrioproducoes.com/n/2341

Produtores interessados em levar o grupo para seus respectivos eventos, escrevam para spiritualhate@bol.com.br ou no WhatsApp/Telegram em (46) 98838-7204 – Sangue Frio Produções – e solicitem mais informações.

Assista ao videoclipe de “Awaiting Fucking Jesus”:

Contato para assessoria de imprensa: www.sanguefrioproducoes.com/contato

Links relacionados:
http://www.facebook.com/SpiritualHateBand/
https://www.youtube.com/channel/UCy6YTf6Y9cGi7qgw3BF5AVg
https://www.instagram.com/spiritualhate_official/
https://sanguefrioproducoes.com/artistas/SPIRITUALHATE/64

Beltane: ouça agora a entrevista para o Programa Sangue Frio Produções

BELTANE_Lo_Res4

Os paranaenses do Beltane nos presentearam com um dos principais trabalhos de Heavy Metal lançados em 2019, o “The Tales Of Pantheon”.

E para divulga-lo ainda mais, a edição de número #41 do Programa Sangue Frio Produções trouxe como destaque uma entrevista com a banda, onde o baterista Marcelo Ferrasa falou um pouco mais sobre sua história, discografia, atual momento, nova formação além de ter o álbum supracitado sendo executado na íntegra. Ouça agora:

Assista ao videoclipe de “The King Of The Seas”, faixa destaque deste lançamento:

Encontre “The Tales Of Pantheon” nas principais plataformas de streaming:

Spotify: https://open.spotify.com/album/7MLzRS5WbTYFKivUtsl1lm
Deezer: https://www.deezer.com/br/album/95063432
iTunes: https://music.apple.com/br/album/tales-of-pantheon/1461536265
Napster: https://us.napster.com/artist/beltane/album/the-tales-of-pantheon
Amazon Music: https://music.amazon.com/albums/B07RTK52RK
Tidal: https://listen.tidal.com/album/108898226

Produtores interessados em levar o Beltane para seus eventos escrevam para bandabeltane@gmail.com ou no WhatsApp/Telegram em (46) 98838-7204 – Sangue Frio Produções – e solicitem mais informações.

Links relacionados:
https://www.facebook.com/beltanebrazil
https://www.youtube.com/channel/UCdFp3jVcJLhHy2-hOIK0xEw
https://www.instagram.com/beltanebrazil/
http://beltane.com.br/
https://sanguefrioproducoes.com/artistas/BELTANE/71

Over Metal TV: nova temporada é lançada com Fernanda Ferrer e tem Pompeu do Korzus como entrevistado

Na Estrada 1

No dia 30/07 foi lançada a nova temporada da Over Metal TV e nela teve a estréia da nova apresentadora do canal (Fernanda Ferrer) que bateu um papo bem objetivo com a lenda viva do Metal brasileiro, Marcello Pompeu, vocalista do Korzus, banda gigante do Thrash Metal brasileiro.

Marcello Pompeu atendeu a Over Metal TV na recepção do Ibis Araraquara durante o festival Araraquara Rock 2019 e fez um resumo dos mais de 35 anos de carreira a frente do Korzus e encerrou a entrevista com um recado emocionante falando sobre o futuro da banda.

Confira:

Mais informações:
Fernanda Ferrer: https://www.instagram.com/fernanda_ferrer/
Marcello Pompeu: https://www.instagram.com/pompeukorzus/
Over Metal TV: https://www.instagram.com/overmetaltv/