Weedevil: exalta o Stoner e o Doom em EP que leva nome da banda

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Registro, com cinco músicas, é o novo lançamento da Abraxas Records

Formada em 2019 por Flávio Cavichiolli (baterista do Pin Ups, ex-Forgotten Boys), a Weedevil acaba de lançar o EP homônimo com cinco faixas, entre dois singles que saíram ano passado – “Icarus e Morning Star” – e três inéditas. O registro chega às plataformas de streaming pela Abraxas Records. Ouça aqui: https://album.link/ZVXwScCchMnRf.

O EP carrega todas as influências pesadas e esfumaçadas que a Weedevil agregou neste início de carreira – a estreia nos palcos foi em dezembro de 2019, em São Paulo, como banda de abertura para a clássica Stoner sueca Asteroid.

Ao longo das cinco faixas, a Weedevil destila um robusto Stoner Rock com passagens Doom e muito Heavy Metal anos 80. A grande referência da banda é Black Sabbath. Uma particularidade do EP é o uso de pequenos discursos sampleados, um de Charles Manson (na abertura do disco), e outro de Alester Crowley, na inédita “Burn like hell”.

Outro EP está previsto ainda para 2020. Segundo Cavichiolli, a ideia era lançar um full álbum com 10 músicas, mas, por conta da pandemia, o material foi segregado. É apenas questão de tempo para os fãs de Stoner/Doom ter mais um registro da Weedevil, que surgiu na cena com força de vontade e criatividade ímpar.

Weedevil é formado por:
Fabrina Valverde – Vocal
Caio Caraski – Guitarra
Dani Plothow – Baixo
Flávio Cavichioli – Bateria
 
Mais informações:

Mábura: grupo lança live session da inédita e atmosférica “Kayshara”

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Single, lançado pela Abraxas Records no streaming,
tem influências do Heavy Psych e Stoner

Gravada no extinto estúdio Barbatana, no Rio de Janeiro, o novo single “Kayshara” da banda Mábura acaba de sair nas principais plataformas de streaming pela Abraxas Records. Densa, atmosférica e com riffs monumentais, “Kayshara” (Barbatana Sessions) pode ser ouvida aqui: https://song.link/4j0XbC9nFNmnD.

Ouça “Kayshara” pelo streaming:

“Kayshara” (Barbatana Sessions) é uma faixa instrumental, com influências de Heavy Psych e Stoner, com uma sonoridade mais progressiva, sem perder o peso, se comparada a produção da banda no registro de estreia, “Felix” (2019).

Mabura

Enquanto enfrenta o período de isolamento social, a banda está focada na produção do EP, já intitulado “Heni”. A previsão é de lançar o material nos próximos meses, também via Abraxas Records.

Em atividade desde meados de 2017 e integrada pelo carioca Francisco Patetucho (guitarra, pads e FX) e pelos niteroienses Lucas Ferraro (Bateria) e Glauber Nogueira (Baixo), a Mábura se concebeu pela interação entre uma cozinha pesada e intensa influenciada especialmente pelo Doom metal, com melodias, atmosferas e riffs densos e psicodélicos influenciados pelo Stoner Rock, Blues e Heavy Psych.

O ponto em comum entre todo o power trio são os expurgos pessoais nas músicas, jams e improvisos gerados por rotinas excruciantes de uma cidade completamente caótica e periclitante.

Mais informações:
instagram.com/mabura_doom
facebook.com/maburadoom
https://mabura.bandcamp.com/
twitter.com/Mabura_Doom

 

Wolf Among Us: grupo fecha ciclo de EP com lançamento do clipe de “Hardcore”

wolf

Duo lança material com imagens de turnê

Após o excelente lançamento do seu primeiro EP “Soul Shard” pelos selos Abraxas e Dinamite Records, a banda Wolf Among Us, liberou no dia 18 de Março o Clipe oficial da musica “Hardcore”. Todas as imagens foram capitadas nos últimos 10 dias da tour, quando a banda fez sua passagem nos estados do Paraná e de Santa Catarina. O clipe fecha o ciclo dos trabalhos em torno ao EP “Soul Shard”, que contou com 4 singles, 30 shows, 21 cidades e 4 estados durante o ano de 2019. 
 
Intitulado “Soul Shard”, o trabalho traz como tema central conflitos existenciais, onde cada música representa um questionamento comportamental da sociedade moderna. Além do conhecimento tácito, o trabalho também se inspira em séries televisivas como Rick Morty e Black Mirror, trazendo conceitos niilistas e existencialistas nas músicas, que parecem sempre cair na dualidade entre procurar significado ou aceitar todo ou qualquer destino por entender que nada tem propósito, se entregando aos prazeres carnais.   
 
O power-duo se prepara para entrar em estúdio e focar em um novo material, prometendo 3 novos singles para o final do primeiro semestre de 2020. 
 
Assista ao videoclipe de “Hardcore”:

Ouça o EP “Soul Shard”, pelo Spotyfy:

 

Mais informações:

Superchiadeira: grupo lança lyric vídeo e anuncia novo EP

Superchiadeira

A banda paulistana Superchiadeira traz duas novidades: o lyric vídeo da música “Máquina”, faixa do EP homônimo (2015, o primeiro registro), e o anúncio do lançamento do próximo registro, “Elétrica”, que chega às plataformas de streaming em abril pela Abraxas Records.

A produção audiovisual de “Máquina” é dinâmica e com a aura roqueira da canção, um tributo à energia que emana da guitarra e como o músico se relaciona com o instrumento, quando tocado à exaustão.

A produção é de Marcelo Kaskadura. O lyric vídeo também traz outros elementos ligados ao ofício do Rock, como carros, libido e máquinas.

“É o músico quem toca mas é o instrumento que o domina. Conforme o guitarrista vai tocando, sua energia aumenta e ele ‘acelera’ na intensidade. Ele também ‘acelera’ no pedal de wah wah, como se fosse o acelerador de um carro”, afirma o Superchiadeira.

Confira o lyric vídeo de “Máquina”:

O EP “Elétrica” conta com cinco musicais, o novo registro do Superchiadeira chegará em abril nas plataformas de streaming. O EP foi gravado em São Paulo no estúdio Mr. Som, captado e mixado pelos lendários Pompeu e Heros da banda Korzus.

Superchiadeira é uma banda de Rock Pesado de São Paulo/SP, com um som criado a partir do Blues, Rock Psicodélico setentista e uma pitada moderna de Stoner Rock, o trio formado por Akira (guitarra e vocal), Guima (baixo) e Rico (bateria) apresenta sua musica energética e pesada com composições guiadas pela guitarra e pelo groove.

As influências começam com Blues Rock de Hendrix, Black Sabbath até o Stoner Rock mais moderno do The Atomic Bitchwax, Nebula e Fu Manchu.

Links relacionados:
www.facebook.com/SuperchiadeiraFuzz
www.instagram.com/superchiadeira
https://twitter.com/superchiadeira

 

Electric Goat Combo: grupo lança ousado EP com referências de toda a carreira

electricgoat

O Electric Goat Combo, com 10 anos de atividades, lança mais um registro criativo e potente via Abraxas Records. O EP homônimo, que combina referências musicais exploradas ao longo da carreira, do Stoner ao Post Pock, já está nas plataformas de streaming. Confira: https://bit.ly/2Kkzmjg.

O EP contém músicas que o Electric Goat Combo experimentava desde 2016 e que seguem a caminhada natural da pesquisa e do método de composição inerente ao momento da banda, que é sair um pouco da principal característica do Stoner Rock (riffs e solos).

Nesse tempo, Zeh Antunes decidiu deixar o Brasil em 2017 e o material ficou parado. “Até que agora, em 2019, decidimos que deveríamos dar vida a isso. Optamos então por lançar o EP que marca mais uma mutação na banda: a minha saída e a entrada do Jonas que agora, soma à banda para seguir o mesmo caminho: continuar mudando”, conta Antunes.

O que já estava presente no EP Vertigo Blues (2010), ganhou mais espaço nesse novo EP. A presença dos tempos compostos, o uso do metalofone, a escolha dos timbres e os arranjos que tendem a mudar o clima da música, muitas vezes, de modo abrupto. Indo de algo melodioso para uma pegada esquizofrênica, por exemplo.

A música “Ed Gein Beats Philippe Stark”, por exemplo, sintetiza muito bem o que é o Electric Goat e o caminho que está trilhando. Nela encontram-se todos esses elementos que falamos: as mudanças abruptas, os tempos compostos, os climas distintos, o uso do metalofone… enfim, há elementos de Stoner, Prog, Post Rock”, comenta Zeh Antunes, que hoje vive em Portugal.

A maioria das músicas tem oito minutos, algumas são instrumentais e, mesmo as com vocais, o instrumental prevalece.

Electric Goat Combo – Surgido em 2009 no Rio de Janeiro, o Electric Goat Combo faz o que autodenomina Post-Stoner (mistura de Stoner Rock, Post-Rock e Jazz). Em suas composições, mantem sempre uma deriva psicodélica capaz de seguir em direção a outras paisagens, seja incorporando outros instrumentos, seja na prática do improviso ou mesmo acrescentando outros músicos à sua formação.

 

Mayaen: grupo moderniza Rock Alternativo com “Down on Me”

 

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Duo experimenta e solta uma música que transita entre o Rock Garage, Stoner e Grunge

O duo Mayaen solta neste início de julho/2019 o single “Down on Me”, que assim como o EP de estreia, “Mudlord”, chega às plataformas de streaming com a chancela da Abraxas Records. Confira: https://sl.onerpm.com/1903136813.

Fábio Mazzeu (guitarra e vocais, Nove Zero Nove) e André Leal (bateria, Stone House on Fire e Carbo) novamente mostram criatividade e técnica, numa sonoridade que transita entre o Rock Garage, Stoner e Rock Alternativo. O single evidencia a experiência de ambos tanto de instrumentistas como de produtores.

“Down On Me” é impactante, e apesar de referências de bandas como Soundgarden ou Fu Manchu, são quase 4 minutos de um Rock único, com um esperto jogo de guitarras e bateria, que dão a sensação de movimento constante – sem bases. O peso explode no refrão e na enxurrada de riffs criados pelo Mayaen.

O single é apenas o primeiro de uma série de lançamentos de novas músicas ao longo do segundo semestre do ano. Álbum completo, mesmo, só em 2020. Já quanto ao próximo single, uma surpresa: terá a participação da Poliana Marques (ex-Duna, Brisa e Chama), vocalista da Polly Terror, cujo EP de estreia (abril/2019), o experimental e sombrio Speciel Fiend, também saiu pela Abraxas.

Mais informações:

Lâmmia: grupo homenageia Layne Staley em novo single

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My Layne mostra o quarteto ainda mais afinado numa sonoridade única com melodias densas

A rouquidão inigualável e pegajosa da voz de Layne Staley, o ex-vocalista do Alice in Chains que morreu em 2002, é até hoje tão marcante ao Rock que inspira bandas ao redor do globo, como a Lâmmia e seu novo single “My Layne”. A música, lançada nas plataformas de streaming pela Abraxas Records, é uma potente e densa homenagem ao músico, mas é, além de tudo, mais um firme passo na carreira deste quarteto carioca e sua ímpar sonoridade pesada e melodiosa. Ouça aqui: https://sl.onerpm.com/8452822779.

“My Layne” tem riffs marcantes, desafiadores, entre batidas secas, com um refrão explosivo. A voz de Carmen Cunha atingiu a maturidade: é rasgada, precisa; versátil sem nunca perder a verve roqueira.

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A música foi gravada, mixada e masterizada por Davi Baeta (que também toca nas bandas Fataar e Solstício), em Cabo Frio. É a primeira experiência com um novo produtor – o EP de estreia e o single “Pulling Chain”, ambos os registros lançados pela Abraxas Records, tiveram o toque de Jorge Guerreiro (Pitty, Nação Zumbi e Titãs). “Dois dias chuvosos e intensos, trancados no estúdio, enquanto lá fora o mundo se acabava em água. O resultado é o nosso novo single My Layne”, conta o guitarrista Dony Escobar.

“My Layne”, acaba de ser lançado no formato videoclipe, com imagens ao vivo da gravação e do show em Cabo Frio, um dia após a produção deste single.

Assista: 

O Lâmmia é formado por:
Carmen Cunha – (Vocal)
Dony Escobar – (Guitarra)
Luiz Gustavo – (Baixo)
Jonas Caffaro – (Bateria)
 
Mais informações: