Morrissey: reverencia a superação dos fracassos no lyric video “Knockabout World”

Morrissey - Knockabout World 2

Faixa está no novo álbum “I Am Not a Dog on a Chain”

“Parabéns, você sobreviveu! Parabéns, você está vivo ainda!” É assim que começa “Knockabout World”, single do lendário cantor e compositor inglês Morrissey que ganha um lyric vídeo trazendo a superação dos fracassos do dia-a-dia. A música faz parte do recém-lançado  “I Am Not a Dog on a Chain”.

A faixa traz a dramaticidade lírica que marca a carreira do artista com tons eletrônicos e orquestrais. Essa é uma das características do novo trabalho do eterno vocalista do The Smiths – décimo terceiro de sua carreira solo – que traz ambiências até então desconhecidas pelo público dentro da obra do inglês.

Veja “Knockabout World”:

O disco tem produção do vencedor do Grammy Joe Chiccarelli (Beck, Tori Amos, The Strokes, The Killers, The White Stripes, The Raconteurs) e foi gravado no Studio La Fabrique (Saint-Rémy-de-Provence, na França) e no Sunset Sound (Hollywood, nos Estados Unidos). Lançado no Brasil pela BMG, “I Am Not a Dog on a Chain” está disponível em todas as plataformas de música digital.

Ouça “I Am Not a Dog on a Chain”:
 
Links relacionados:

 

 

Sound Bullet: grupo lança “I was in Lisbon, you were in Paris”, segundo single do novo álbum

Sound Bullet_Crédito Pedro Guarilha 8

Single antecipa disco pela Sony previsto para o primeiro semestre

A crise de um relacionamento de muitos anos marca “I was in Lisbon, you were in Paris”, novo single da banda carioca Sound Bullet. Prosseguindo a parceria com a Sony Music Brasil, a música é o segunda revelada do disco novo, onde o grupo vai ampliar sua sonoridade inspirada pelo Math Rock, Post-Punk revival, Alternativo e Indie. A faixa chega com um lyric vídeo produzido por André Bapp que mostra linhas se entrecruzando e a letra da canção se revelando aos poucos. O single está disponível nos principais serviços de streaming de música.

Confira o lyric vídeo de “I was in Lisbon, you were in Paris”:

O existir dentro da sociedade, ao lado dos relacionamentos com o mundo e a busca por uma paz interna dão a tônica do novo lançamento do conjunto carioca. O disco é um passo além nos temas explorados no disco “Terreno”, de 2017. Com este trabalho, a Sound Bullet circulou por diversas regiões do Brasil e venceu o concurso EDP Live Bands, que garantiu uma apresentação no festival português NOS Alive, além de um contrato com a Sony Music. A gravadora lançará os dois próximos álbuns da banda – um em inglês e outro em português.

O primeiro dele se chamará “Home Ghosts” e será lançado ainda no primeiro semestre. “I was in Lisbon, You were in Paris” se une a “Shabby” e ao sucesso “When It Goes Wrong”, que já soma cerca de 1 milhão de audições, apenas no Spotify, como faixas reveladas do disco.

“Esse novo single tem uma mensagem pessoal, um questionamento. No caso, sobre um relacionamento. Ainda que você possa tirar este contexto, ela traz a mensagem de: ‘O que fazer quando nada está dando certo pra nós?’. Jogamos fora o que construímos? Ou reconstruímos? E se tudo for um castelo de areia que vai cair de novo? Não se aplica a uma só relação, é uma leitura de várias, então, é um grito no vazio de olhar como as coisas são e, às vezes, não se tem o que fazer”, explica o vocalista e guitarrista Guilherme Gonzalez. Além dele, fazem parte da banda Fred Mattos (baixo), Rodrigo Tak-ming (guitarra), Henrique Wuensch (guitarra e synth) e Pedro Mesquita (bateria).

Segundo Fred, a banda pôde ousar um pouco mais nesse disco dentro de musicalidade e letras: “Ela me lembra quase um country algumas horas. Acho legal que pudemos colocar isso sem nos restringir. Ela veio de uma batida bem simples no violão que trabalhamos e virou essa música que eu acho muito bonita. Aliás, até o fato de citarmos outra pessoa na música é interessante, tentamos não ficar muito presos em como uma letra de indie rock deve ser ou algo do gênero”

Os discos lançados pela Sony integrarão uma discografia que inclui também o EP de estreia, “Ninguém Está Sozinho”, produzido por Diogo Strausz e o single “Mineirinho”, uma releitura Indie do sucesso do Só Pra Contrariar lançada em 2019.

O lyric vídeo é o início da parceria com Bapp, motion designer responsável por videos de grupos como Scatolove e Dolphinkids, porém, a produção do single e disco está novamente a cargo de Patrick Laplan, responsável por “Terreno”. O novo single está disponível em todas as plataformas de música digital.

Ouça “I was in Lisbon, You were in Paris”: https://SMB.lnk.to/IWasInLisbon

Sound Bullet é formado por:
Guilherme Gonzalez – Vocal/Guitarra
Rodrigo Tak-ming – Guitarra
Fred Mattos – Baixo
Henrique Wuensch – Synth
Pedro Mesquita – Bateria
 
Links relacionados:

 

 

Montanee: grupo lança intenso clipe “Weak Like a Needle”

Montanee_Crédito Artur Medina_Rafael Hansen

Faixa integrará o primeiro EP da banda carioca

Após chamar atenção com as intensas “Burning Man” e “Keep Falling”, a banda Montanee entrega mais um gostinho de seu EP de estreia com o single e clipe “Weak Like a Needle”. Ao contrário do que o nome sugere, a faixa entrega a potência do quarteto carioca em uma performance pesada. A canção está disponível para streaming e o clipe já está no canal de YouTube oficial do grupo.

Assista a “Weak Like a Needle”:

Ouça “Weak Like a Needle”:

http://smarturl.it/WeakLikeANeedle

A Montanee traz em seu DNA vertentes do Rock Alternativo com tons de Indie, Stoner e Post-Punk revival. Enquanto os primeiros singles revelados potencializavam essas influências, o novo clipe foca na força da presença de palco dos músicos, com uma câmera nervosa acompanhando cada acorde e batida em movimentos que simulam a energia do público nos shows. Pela primeira vez, a banda foge à estética do preto e branco estabelecido nos vídeos anteriores para se entregar às cores de “Weak Like a Needle”.

“O clipe é um exemplo visual de como é tocar e ouvir essa música, a câmera e o público pulsando junto. ‘Weak Like A Needle’ é, simplesmente, rock n’ roll”, avalia o baterista Teo Kligerman. Além dele, completam a banda Felipe Areias (vocal e guitarra), Raphael Cardoso (baixo) e Pedro Domicio (guitarra).

O grupo retornou recentemente de uma mini turnê americana, onde apresentou versões minimalistas para suas canções com shows pela costa oeste dos EUA. Agora, a Montanee foca em concluir seu primeiro EP, a ser lançado em breve, e outras surpresas para o público.

Assista a “Burning Man”:

Assista a “Keep Falling”:

Ficha técnica vídeo:
Direção e Edição: Felipe Areias
Direção de Fotografia: João Rocha e Artur Medina
Produção: Anna Maués e Felipe Areias
Assistente de Produção: Lucas Cardoso
Tratamento de Cor: Pedro Erthal
 
Música:
Felipe Areias – Voz e Guitarra
Raphael Cardoso – Baixo
Teo Kligerman – Bateria e Voz
Pedro Domicio – Guitarra
Gravado por – Raphael Stolnicki, Alexandre Griva, Pedro Domicio e Diogo Panico
Mixado e Masterizado por – Raphael Stolnicki
 
Mais informações:

TTNG: britânicos pioneiros do Math Rock, estreiam no Brasil em 2020

TTNG_1

Entre o Rock Alternativo, Progressivo e o Emo, TTNG faz única apresentação em São Paulo, dia 16 de janeiro de 2020

A banda britânica de Math Rock TTNG, considerada uma das pioneiras do gênero que funde progressivo ao rock alternativo, estreia no Brasil com show único em São Paulo, dia 16 de janeiro de 2020, no Fabrique Club. A banda de abertura é o fenômeno do Post-Rock nacional, E a Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante. A realização é da Onstage Agência em companhia da MGB Entertainment.

Ao lado do American Football, o TTNG é pioneiro na fusão do Math Rock com Emo, que resulta em uma sonoridade repleta de melodias, focada em riffs virtuosos e andamentos envolventes de músicas, vide o que apresentam no cultuado disco de estreia, “Animals”.

Ouça pelo Spotify o cultuado álbum “Animals” do TTNG: 

 

O disco, lançado em 2008, é até hoje considerado emblemático no que diz respeito a math rock, e inclusive foi mote de una turnê requisitada comemorativa em 2010, além de ganhar uma versão acústica pela gravadora Sargent House.

Atualmente, o TTNG (que já atendeu pelo nome polêmico de This Town Need Guns) divulga o terceiro disco, “Disappointment Island”, o primeiro como um trio (Tim Collis na guitarra, seu irmão Chris Collis na bateria e Henry Tremain nos vocais e baixo). É um registro refinado e que mostra um Math Rock ainda mais autêntico e até mesmo flertando com estruturas do pop, mas sem nunca abrir mão da intensidade e da busca por sonoridades intrincadas do passado.

Altamente indicada para fãs de The World Is a Beautiful Place & I Am No Longer Afraid to Die, Battles e a saudosa Minus The Bear, TTNG conquistou mundo afora um público fiel e devoto, principalmente devido à ao instrumental e as linhas vocais expressivas. Nestes últimos anos, a banda britânica excursionou – com diversos shows sold outs – pela Austrália, Japão e Estados Unidos.

Não à toa a estreia do TTNG no Brasil é tão aguardada: um show que carrega uma experiência única, à frente de ótimos instrumentistas que evoluem a cada lançamento, donos de músicas que despertam emoções diversas, ainda mais sensitivas ao vivo.

cartaz TTNG

Serviço:
TTNG pela 1ª vez no Brasil – show único em São Paulo
Evento: https://www.facebook.com/events/423042898408311/
Data: 16 de janeiro de 2020
Horário: a partir das 18 horas
Local: Fabrique Club (rua Barra Funda, 1071, Barra Funda – São Paulo/SP)
Classificação etária: 18 anos
Ingresso: R$ 90 (Pista, meia entrada estudante, promocional – mediante doação de um quilo de alimento, 1º lote); R$ 180 (Pista, inteira, 1º lote)
Venda online: https://ticketbrasil.com.br/show/7380-ttng-saopaulo-sp/

Cigana: grupo se entrega à psicodelia no clipe “Existem Coisas Que Não Dá Pra Explicar”

Cigana-ECQNDPE 3

Faixa integra o álbum “Todos Os Nós”, lançado em 2019 pela Sagitta Records

Uma gama de sensações guia a sonoridade plural de “Todos Os Nós”, álbum de estreia que a banda paulista Cigana lançou em 2019 pela Sagitta Records. A faixa “Existem Coisas Que Não Dá Pra Explicar” é uma das mais intensas do trabalho, calcada em uma psicodelia ao mesmo tempo vibrante e melancólica, e acaba de ganhar um clipe que traduz esses diferentes espectros. Sob direção de Rafael Souza (Lavanderia Estúdio), o vídeo já está disponível no canal de YouTube da banda.lançamento

Assista a “Existem Coisas Que Não Dá Pra Explicar”:

Cigana mergulha no desconhecido neste clipe. O roteiro mescla momentos de introspecção, de cenários bucólicos acompanhando o quinteto, passando por fases da composição protagonizados pela vocalista e multi instrumentista Victoria Groppo, até desembocar na força de uma apresentação ao vivo, onde a canção ganha forma na coletividade. Tudo isso é guiado por uma música quase totalmente instrumental, com os vocais surgindo apenas no minuto final.

“Essa faixa ganhou um clipe por demonstrar um sentimento muito importante pra gente,  que é o êxtase. Aquela sensação que preenche o corpo, faz sentir a vida, de uma intensidade gradual, até se tornar gigantesca. E o pouco da letra que tem nela é uma reflexão, sob o efeito desse êxtase intenso e de como existem sentimentos inexplicáveis. Em resumo, acredito que essa música, pra todos nós da banda, carrega paz”, reflete Caique Redondano, autor da letra.

“Existem Coisas Que Não Dá Pra Explicar” aparece no álbum “Todos Os Nós” após o também single “Maldita, pt. 2”. Se a faixa anterior percorre um caminho de pedras, aqui se chega ao vazio. Da turbulência ao silêncio, a música entrega um olhar interior alheio ao que acontece do lado de fora, buscando calar o que aflige.

Ouça o álbum“Todos Os Nós”:

http://smarturl.it/CiganaTodosOsNos

“Essa música vem pra mostrar o lado introspectivo do álbum, um lado reflexivo e o êxtase quando se consegue expressar um sentimento em forma de arte. Ela foi durante muito tempo apenas instrumental, até que o Caique chegou com uma letra que, apesar de curta, falava o que precisava ser dito, como uma conclusão de toda a introspecção que antecede”, finaliza Victoria. Completam a formação da Cigana Matheus Pinheiro, Pedro Baptistella e Felipe Santos. O quinteto assina coletivamente a autoria de “Existem Coisas Que Não Dá Pra Explicar”.

Formada em 2014 em Limeira (SP), a banda tem em sua discografia os EPs “Sinestesia” (2014) e “A Torre” (2015). Eles lançaram também o single “Natureza”, pela Laboratório Fantasma dentro do projeto “Original’s Studio”, e trabalharam no álbum “Todos Os Nós” ao longo de três anos ao lado do produtor Cosmo Curiz. As canções vão do indie ao jazz passando pelo post-rock e pela MPB como uma viagem interna profunda e de autoconhecimento. O disco já está disponível nas principais plataformas de música pela Sagitta Records.

Ficha técnica:
Dirigido por: Rafael Souza do Lavanderia Estúdio
Compositores:
Victoria Groppo, Matheus Pinheiro, Caique Redondano, Pedro Baptistella e Felipe Santos
Intérprete: Cigana
Produzido por: Cosmo Curiz
Mixado por: Hugo Silva
Masterizado por: Rodrigo Deltoro
Gravado entre 2016 e 2019 em Limeira/SP nos estúdios DSTN Garage, CatPee Records e no home studio da banda
 
Letra:
Quando a paúra bate
Não é fácil de esconder
Existem coisas que não dá pra explicar
Olhar a volta para fora
Logo agora que eu fui perceber
Que eu me alterei
Esqueci de avisar
Que eu não durmo em casa hoje
Vou entre as ruas me achar
Só não me lembro se senti saudade alguma vez
Prefiro não pensar
 
Links relacionados:

Red Light DC: grupo mete o pé na porta com novo single “Fly Away”

Red Light DC - Credito de Marcia Oliveira (2)

O primeiro single da nova fase da Red Light DC é “Fly Away”. Com mais peso nos vocais e na guitarra, a música nasceu da vontade de extravasar. As influências de Alice in Chains e Soundgarden são latentes na música que sucede o álbum “Love, Alcohol And Other Drugs” (2018), com produção de Celo Oliveira.

“Esse novo trabalho traz influências mais pesadas, liberando toda energia, como uma aula de luta após um dia estressante”, define Renalvo Junior, guitarrista da Red Light DC. Enquanto a música busca a libertação, o lyric vídeo evoca a tensão e a dor da depressão.

Red Light DC - Fly Away.JPG

Ouça o single “Fly Away” no streaming: https://song.link/s/3jarXjcLs3k4M7EGNoOiFy

“A depressão é uma doença que atinge uma grande quantidade de pessoas. E os motivos podem ser estresse, relacionamentos destrutivos, pressão relacionadas ao dia a dia ou algum trauma. A depressão é algo tenso e cinzento. Na banda temos pessoas próximas com depressão, casos que já chegaram ao suicídio, e queríamos falar sobre esse assunto”, lamenta Ricardo Bruno, baixista.

Assista o lyric video “Fly Away”:

Para desestressar, para curtir, para pensar. O Rock da Red Light DC é sem rótulos, sem seguir nenhuma vertente.  Duas guitarras, uma bateria, um baixo e uma voz potente. Assim foi criada a Red Light DC, banda paulista que traz no currículo o disco “Love, Alcohol And Other Drugs” (2018). O trabalho de estreia também contou com o single “Scream”, lançado como lyric video e o videoclipe do single “Burn”.

“A Red Light DC traz canções que retratam o mundo visto pelo amor e pelo ódio, pelas ressacas e por pessoas que vivem na margem das grandes cidades”, explica Regis Lima, guitarrista.

A Red Light DC é formada por Ton Araujo (voz) e Alex Oliveira (bateria), além de Renalvo, Regis e Ricardo. A ficha técnica do single “Fly Away”, traz Jean Michel Designations Artwork (capa); Regis Lima (produção, mixagem e masterização); e Maria Catia (lyric video).

Mais informações:

Mineral: grupo precursor do Emocore, se apresenta em agosto no Rio de Janeiro

mineral

Banda do Textas (EUA) comemora 25 anos em 2019 com inédita e aguardada turnê pela América do Sul

A MGB Entertainment orgulhosamente traz ao Rio de Janeiro no dia 23 de agosto a influente banda norte-americana de Emocore Mineral, que na segunda metade da década de 1990 revolucionou o Rock Alternativo com uma sonoridade completamente diferente e empolgante, entre guitarras distorcidas repletas de reverbs.

Nesta inédita turnê pela América do Sul, justamente no ano em que comemoram 25 anos de história, os texanos prometem tocar todos os clássicos dos discos “The Power Of Failing” e “endserenading”, além das duas novas recém lançadas.

Ouça a nova música “Aurora” do Mineral:

O show do Mineral na capital fluminense será no Teatro Odisseia e os ingressos já estão à venda no Clube do Ingresso. A carioca CineDisco será a banda convidada neste evento que tem tudo para ser antológico! O Real Emo é eterno!

Mineral-PostInstagram.png

Serviço: 
Mineral dia 23 de agosto no Teatro Odisseia (RJ)
Evento: https://www.facebook.com/events/604916499943355
Data: 23 de agosto de 2019
Horário: 19 horas (abertura da casa)
Local: Teatro Odisseia
Endereço: avenida Mem de Sá, 66 – Lapa/RJ
Ingresso: https://www2.clubedoingresso.com/evento/mineral-rj 
1º Lote – R$ 100,00 (Meia entrada promocional)
2º Lote – R$ 110,00 (Meia entrada estudante e promocional)
1º Lote Pista – R$ 200,00 (Inteira)
2º Lote Pista – R$ 220,00 (Inteira)

[Ingresso meia-entrada – quem tem direito?] 
Válido para estudantes, doadores de sangue, acompanhantes de cadeirantes, funcionários da rede pública, maiores de 60 anos

[Ingresso promocional – quem tem direito?] 
Qualquer pessoa mediante a doação de 1kg de alimento não-perecível na entrada do evento.