July Talk: banda canadense anuncia disco com clipes “Pay for It”, “Governess Shadow” e “Identical Love”

July Talk_130 by Lyle Bell

O disco “Pray For It” chega ao Brasil via BMG

Diretamente de Toronto, a July Talk é uma banda de Indie Rock com tons de Blues que dialoga com temas contemporâneos de desesperança e desencontros urbanos em suas canções. Prestes a lançar seu novo disco, “Pray For It”, o grupo antecipa o lançamento com os singles e clipes “Governess Shadow”, “Identical Love” e “Pay for it”.

O novo disco vai falar sobre como as pessoas estão somente reagindo ao que acontece ao redor e não agindo em si, seja nos desequilíbrios de poder, riqueza e autenticidade (“Governess Shadow”), a solidão (“Pay for It”) ou na busca por um amor de verdade (“Identical Love”).

Assista aos videoclipes abaixo:

“Governess Shadow”:

“Identical Love”:

“Pay for It:

Formada em 2012, July Talk se prepara para lançar seu terceiro disco. No álbum homônimo lançado no ano de sua fundação, a banda apresentou um som pop radiofônico e evoluiu em canções sobre intimidade e tensões sociais em “Touch” (2016). Agora, eles buscam encontrar um novo equilíbrio com “Pray For It”. Com canções viscerais, os músicos querem reconhecer o poder da vulnerabilidade como uma maneira de começar de novo.

O disco, que vai ser lançado no dia 10/07, foi produzido por Burke Reid (Courtney Barnett), Graham Walsh (Holy Fuck, Metz), David Plowman (Brendan Canning, Young Clancy), Milan Sarkadi (Mute Choir, Said The Whale) e pelo compositor de trilhas sonoras Ben Fox. A mixagem é assinada por Rob Schnapf (Beck, Cat Power) e esse é um lançamento no Brasil da BMG.

Mais informações:

Morrissey: reverencia a superação dos fracassos no lyric video “Knockabout World”

Morrissey - Knockabout World 2

Faixa está no novo álbum “I Am Not a Dog on a Chain”

“Parabéns, você sobreviveu! Parabéns, você está vivo ainda!” É assim que começa “Knockabout World”, single do lendário cantor e compositor inglês Morrissey que ganha um lyric vídeo trazendo a superação dos fracassos do dia-a-dia. A música faz parte do recém-lançado  “I Am Not a Dog on a Chain”.

A faixa traz a dramaticidade lírica que marca a carreira do artista com tons eletrônicos e orquestrais. Essa é uma das características do novo trabalho do eterno vocalista do The Smiths – décimo terceiro de sua carreira solo – que traz ambiências até então desconhecidas pelo público dentro da obra do inglês.

Veja “Knockabout World”:

O disco tem produção do vencedor do Grammy Joe Chiccarelli (Beck, Tori Amos, The Strokes, The Killers, The White Stripes, The Raconteurs) e foi gravado no Studio La Fabrique (Saint-Rémy-de-Provence, na França) e no Sunset Sound (Hollywood, nos Estados Unidos). Lançado no Brasil pela BMG, “I Am Not a Dog on a Chain” está disponível em todas as plataformas de música digital.

Ouça “I Am Not a Dog on a Chain”:
 
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Oceania: grupo antecipa novo disco com intensa “Looking For The Exit”

Oceania por Luciano Viana

Faixa estará em “Dark Matter” e ganha clipe

Prestes a lançar seu segundo disco, a banda mineira de Rock Alternativo Oceania amplia sua sonoridade em “Looking for the Exit”. A faixa, que chega com um clipe, é uma das mais pesadas da discografia da banda e está disponível em todas as plataformas de música digital.

A banda é formada por Gustavo Drummond (vocal e guitarra), Daniel Debarry (baixo) e Tulio Braga (bateria). O projeto surgiu em 2016 com Drummond decidindo retomar sua vocação original para a música e compor uma coleção de novas canções, novamente em inglês, reconciliando a vertente visceral dos tempos de Diesel – com quem tocou no Rock in Rio –  e a sofisticação harmônica do Udora – que o levou para turnês pelo mundo -, com letras que expressam, à sua maneira, as idiossincrasias e peculiaridades da experiência humana.

Trazendo essa busca por imensidão desde o nome, a Oceania lançou em 2017 o disco “Beneath The Surface”, com grande aceitação entre público e crítica especializada e desde o ano passado eles estão focados na produção de seu segundo álbum.

Previsto ainda para o primeiro semestre, “Dark Matter” trará oito canções com a ideia de consolidar a química da banda. A Oceania passou os últimos anos elaborando o repertório do álbum, com Drummond chegando a compor mais de 60 canções até selecionarem as que estariam no disco. As influências foram definitivamente as mais pesadas até então, tais como Black Sabbath e Lamb of God, aliadas com o histórico pregresso dos integrantes do Oceania em outros projetos musicais.

“O grande desafio na concepção deste álbum esteve relacionado ao atingimento da unanimidade dos três integrantes em relação a todas as etapas do processo criativo, que também contou com a participação de do produtor Marcelo Mercedo, André Damien e Alan Wallace, que são os engenheiros de som, e responsáveis por mix e master”, conta Gustavo.

“Looking For The Exit”, que teve seu videoclipe dirigido por Digo Gazzinelli, está disponível em todos os serviços de streaming de música.

Assista ao videoclipe de “Looking For The Exit”:

Ouça “Looking For the Exit”: https://smarturl.it/LookingForTheExit

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The Pretenders: “Juro que essa música não é sobre Trump ou Bolsonaro”, diz Chrissie Hynde sobre novo single do grupo

Pretenders por Matt Holyoak

“Hate for Sale” dá nome ao novo disco da lendária banda

Membros do Hall da Fama do Rock n’ Roll e com mais de quatro décadas de estrada, a lendária banda anglo-americana The Pretenders volta ao Punk em  “Hate For Sale”, faixa que dá nome ao primeiro disco do grupo em quatro anos e que será lançado no dia 17 de julho. O novo single está disponível em todas as plataformas de streaming de música via BMG Brasil.

Apesar do nome da faixa, a banda garante que a inspiração não foi política. “Juro que essa música não é sobre Donald Trump, Boris Johnson ou Bolsonaro. Nenhuma das minhas músicas fala diretamente de política, em geral elas falam sobre ex-relacionamentos mesmo”, se diverte a guitarrista e vocalista Chrissie Hynde sobre o single.

Pretenders - Hate For Sale

Ouça o single “Hate for Sale”:

https://pretenders.lnk.to/saleIN

Produzido pelo premiado Stephen Street (The Smiths, Blur, The Cranberries e responsável por clássicos do Pretenders), “Hate For Sale” é o décimo primeiro álbum da banda e o primeiro a ser escrito em colaboração de Hynde com o guitarrista James Walbourne.

“Nós amamos punk e a faixa ‘Hate For Sale’ surgiu como um tributo para uma das bandas do gênero que mais nos inspiraram, o The Damned”, completa Hynde.

Primeiro álbum com a formação ao vivo do grupo, “Hate For Sale” já está disponível em pré-venda em https://pretenders.lnk.to/HateForSalePR. O single da faixa-título, além da já revelada “The Buzz” estão em todos os serviços de música digital.

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Sound Bullet: grupo lança “I was in Lisbon, you were in Paris”, segundo single do novo álbum

Sound Bullet_Crédito Pedro Guarilha 8

Single antecipa disco pela Sony previsto para o primeiro semestre

A crise de um relacionamento de muitos anos marca “I was in Lisbon, you were in Paris”, novo single da banda carioca Sound Bullet. Prosseguindo a parceria com a Sony Music Brasil, a música é o segunda revelada do disco novo, onde o grupo vai ampliar sua sonoridade inspirada pelo Math Rock, Post-Punk revival, Alternativo e Indie. A faixa chega com um lyric vídeo produzido por André Bapp que mostra linhas se entrecruzando e a letra da canção se revelando aos poucos. O single está disponível nos principais serviços de streaming de música.

Confira o lyric vídeo de “I was in Lisbon, you were in Paris”:

O existir dentro da sociedade, ao lado dos relacionamentos com o mundo e a busca por uma paz interna dão a tônica do novo lançamento do conjunto carioca. O disco é um passo além nos temas explorados no disco “Terreno”, de 2017. Com este trabalho, a Sound Bullet circulou por diversas regiões do Brasil e venceu o concurso EDP Live Bands, que garantiu uma apresentação no festival português NOS Alive, além de um contrato com a Sony Music. A gravadora lançará os dois próximos álbuns da banda – um em inglês e outro em português.

O primeiro dele se chamará “Home Ghosts” e será lançado ainda no primeiro semestre. “I was in Lisbon, You were in Paris” se une a “Shabby” e ao sucesso “When It Goes Wrong”, que já soma cerca de 1 milhão de audições, apenas no Spotify, como faixas reveladas do disco.

“Esse novo single tem uma mensagem pessoal, um questionamento. No caso, sobre um relacionamento. Ainda que você possa tirar este contexto, ela traz a mensagem de: ‘O que fazer quando nada está dando certo pra nós?’. Jogamos fora o que construímos? Ou reconstruímos? E se tudo for um castelo de areia que vai cair de novo? Não se aplica a uma só relação, é uma leitura de várias, então, é um grito no vazio de olhar como as coisas são e, às vezes, não se tem o que fazer”, explica o vocalista e guitarrista Guilherme Gonzalez. Além dele, fazem parte da banda Fred Mattos (baixo), Rodrigo Tak-ming (guitarra), Henrique Wuensch (guitarra e synth) e Pedro Mesquita (bateria).

Segundo Fred, a banda pôde ousar um pouco mais nesse disco dentro de musicalidade e letras: “Ela me lembra quase um country algumas horas. Acho legal que pudemos colocar isso sem nos restringir. Ela veio de uma batida bem simples no violão que trabalhamos e virou essa música que eu acho muito bonita. Aliás, até o fato de citarmos outra pessoa na música é interessante, tentamos não ficar muito presos em como uma letra de indie rock deve ser ou algo do gênero”

Os discos lançados pela Sony integrarão uma discografia que inclui também o EP de estreia, “Ninguém Está Sozinho”, produzido por Diogo Strausz e o single “Mineirinho”, uma releitura Indie do sucesso do Só Pra Contrariar lançada em 2019.

O lyric vídeo é o início da parceria com Bapp, motion designer responsável por videos de grupos como Scatolove e Dolphinkids, porém, a produção do single e disco está novamente a cargo de Patrick Laplan, responsável por “Terreno”. O novo single está disponível em todas as plataformas de música digital.

Ouça “I was in Lisbon, You were in Paris”: https://SMB.lnk.to/IWasInLisbon

Sound Bullet é formado por:
Guilherme Gonzalez – Vocal/Guitarra
Rodrigo Tak-ming – Guitarra
Fred Mattos – Baixo
Henrique Wuensch – Synth
Pedro Mesquita – Bateria
 
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Yamasasi: grupo destila Noise, Surf Rock e Alternativo noventista no primeiro álbum, “Colorblind”

Yamasasi

Quarteto lança sucessor do EP “Hungry/Pace”, que levou a banda a festivais pelo país

Após circular por festivais como Bananada (Goiânia), Locomotiva (Piracicaba) e Do Sol (Natal) com seu  EP de estreia, “Hungry/Pace”, o quarteto Yamasasi amadurece sua sonoridade inspirada pelo noise e Surf Rock em seu primeiro álbum cheio. “Colorblind” reúne 10 faixas que refletem sobre distâncias, frustrações, isolamento e questões existenciais sobre as dores de crescer. O trabalho já está disponível para audição e download nas principais plataformas de streaming e lojas de música online.

Ouça “Colorblind”: http://smarturl.it/ColorblindAlbum

Fundada em 2017 na cidade de Piracicaba (SP), Yamasasi é formada por João Pedro Matos (voz e baixo), João Fernando Vieira (guitarra), Benetton (guitarra) e Gustavo Ferrari (bateria). O projeto surgiu de modo descompromissado pensando em criar letras e riffs fáceis e diretos. O nome da banda, único, também traz esse espírito no DNA. Yamasasi é uma palavra inventada compartilhada com Matos por um amigo venezuelano. Os jovens inserem o termo nas conversas onde gostariam de incluir um palavrão, do tipo “do caramba” e “hell yeah”. Mais que a ideia por trás da palavra, Yamasasi soava também com um nome de banda.

Com o EP “Hungry/Pace”, eles mostraram o primeiro gostinho de seu Rock de inspiração noventista, bebendo de fontes como o Emo,  o Alternativo, o Garage e o Punk sob influências que vão de Wavves e Bass Drum of Death a Best Coast, Fidlar e The Growlers.

Ouça o EP “Hungry/Pace”: https://youtu.be/gIZHXXc0N28

Assista ao clipe “Pace”:

Assista ao clipe “Hungry”:

As canções já traziam uma mescla de arranjos enérgicos e letras repletas de angústia jovem que viria a ser ampliada em “Colorblind”. “Pode se dizer que o álbum está bem mais complexo que o EP ‘Hungry/Pace’. As músicas do primeiro EP são muito mais simples em termos de sonoridade, devido às novas influências que adquirimos ao longo da caminhada da banda. Nosso interesse por Math Rock acabou fazendo com que incluíssemos mudanças rítmicas típicas desse estilo em algumas faixas do disco, sem perder a pegada suja do Garage Rock e Surf Punk”, reflete o baixista e vocalista João Pedro Matos.

“Colorblind” foi antecipado com o single “Pancho”, uma canção dedicada aos questionamentos sobre como a vida seria caso fossem tomadas decisões diferentes. O pensamento sobre outras possibilidades também norteia “Tell Me What To Do”, faixa inspirada pela série Girlboss que imagina uma tentativa de recuperar um relacionamento após uma traição. As aparências superficiais dão o tom de “Breathe In/Out”, cuja letra reflete sobre mascarar os problemas e usar a diversão como escape. Outras temáticas sobre amadurecimento, como o ócio (“Lost Boy”), despedidas (“Song #1’’) e fracassos (“Clever”) permeiam todo o disco.

Além das letras, todas compostas por João Fernando Vieira (Magrão) e João Pedro Matos (JP), Yamasasi assina coletivamente os arranjos de “Colorblind”. O álbum foi gravado por Franco Torrezan no Casarão Music Studio, mixado e masterizado por Torrezan e Fabiano Benetton e já está disponível em todas as principais plataformas.

yamasasi-colorblind

 

Faixa-a-faixa, por João Pedro Matos:
 
Song #1:
A música que abre o álbum foi a primeira da banda a ser escrita, foi no início de 2017 pelo Magrão. Ele me mandou logo depois de me perguntar se eu sabia como escrever uma letra de noise/surf rock, e já tinha essa praticamente pronta. Segundo ele, é sobre deixar de gostar de alguém.
 
Breathe In/Out:
Essa é a mais nova, eu escrevi ano passado, mas só começamos a trabalhar nela depois de ter gravado todas as outras. É basicamente sobre o hábito de descontar as frustrações da vida amorosa/social/profissional no álcool, esconder seus problemas dos amigos e sair pra se sentir melhor.
 
Clever:
Essa foi a primeira que eu escrevi. Em 2016 tinha acabado de me mudar de Manaus, onde morava com meu pai, e não tinha muitos amigos até conhecer os meninos da banda e uma galera muito massa que vai sempre morar no meu coração (awn). No ano seguinte muitos deles foram fazer faculdade em outras cidades, começaram a trabalhar e tal, enquanto eu lidava com a frustração de não ter passado na faculdade e a sensação de todo o resto da minha vida estar dando errado. É sobre estar cansado de fracassar.
 
Pancho:
Eu passo bastante tempo pensando nas coisas que eu poderia ter feito ou deixado de fazer e como minha vida poderia estar melhor do que está agora se as tivesse feito… ou não feito. Também tenho saudade de ser criança e não ter nenhuma preocupação. Quem não tem, né?
 
Miles Away:
Minha ex-namorada estava no México, a gente já tinha terminado mas tava com saudade e tesão acumulado.
 
Tell Me What To Do:
Assistindo uma série de TV (Girlboss, perdoa o spoiler) eu pensei no que eu escreveria se eu tivesse traído alguém e quisesse a pessoa de volta. Se eu fosse a pessoa, não voltava, a letra não me convenceria muito, mas fiquei satisfeito com o resultado da música.
 
Cigarro:
A gente gosta muito de fumar cigarro.
 
Lost Boy:
Foi uma das primeiras a serem escritas também. Em 2017 era mais comum o Magrão me chamar pra ir na casa dele em dias de ócio pra tentar escrever, e essa foi uma das melhores composições nossas, eu acho. É um retrato do adolescente perdido que gasta maior parte do seu dinheiro em bebida e cigarro e não faz ideia do que fazer/pra onde ir.
 
Socks:
Numa dessas tardes ociosas eu levei esse refrão e fomos
escrevendo o resto juntos. É sobre esse cara que teve uma transa muito boa e ficou apaixonadinho, não que realmente tenha acontecido.
 
She Screams:
A gente juntou um verso do Magrão com um refrão meu
e ficou assim. Até dá pra tentar imaginar alguma relação entre as duas partes, só não foi proposital. Mas soa bem, é o que importa.
 
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