Carranza: mostra seus 21 anos de história em novo disco e segue forte como uma das grandes bandas do underground brasileiro

Banda lançou um compilado de música inéditas no streaming pelo selo Electric Funeral Records

O Carranza lançou recentemente o disco “Sendra Exordial”, que contém músicas que fizeram parte de demos e eps lançados entre 1999 e 2003 (Liberdade, Ultraseven Nordestino e Corpo Fechado), e que nunca haviam sido lançadas em plataformas digitais e aplicativos de música. As faixas demonstram a essência da primeira fase da banda no início de seu fervor criativo e contestador.

A banda formada por Cláudio Bastos e Harrysson Moura nos vocais; Rafael Mariano na guitarra, Chico Tchê no baixo; e Willson Durand na bateria e efeitos, teve a ideia de lançar o compilado que contém músicas que foram regravadas após a volta em 2015 como “Samba do Caos”, mas trazendo também músicas do início do grupo, tais como, “Sem Paz” e “Pânico”, faixas carregadas de críticas sociais e reflexões humanas que já fervilhavam na cabeça do letrista Claudio Bastos lá no início do século.

Além destas também fazem parte da coletânea “Sina” e “Engrenado” que mostram os primeiros flertes da banda com outros ritmos mais regionais, “Tradição” que traz em seus versos um tratado sobre o respeito entre os povos do mundo e “Contramão”, que era a alegria das rodas de pogo em Pernambuco no início dos anos 2000.

O compilado que foi lançado pelo selo Electric Funeral Records é só uma prévia do que estar por vir no ano de 2021. Carranza em breve lançará novo material e segue forte como uma das grandes bandas do underground brasileiro, tendo uma história marcante dentro da cena alternativa. Conversamos com a banda sobre sua trajetória, influências musicais, processo de composição, entre outras curiosidades. Confira a entrevista abaixo.

De onde surgiu esse nome “Carranza”?

A banda se chamava Los Miguelitos, e tinha uma pegada mais punk rock, só que com o tempo estávamos fazendo um som cada vez mais pesado e com cada vez mais conteúdo social, o nome da banda não estava mais combinando com o tipo de som, então fomos na biblioteca da escola técnica onde estudávamos e formamos a banda e pegamos uma enciclopédia sobre a história do México, queríamos manter essa estética hermana e lá vimos esse nome que era o sobrenome dopresidente do México que instituiu a primeira constituição livre do país”.

Como e quando a banda surgiu?

A banda surgiu na Escola Técnica Federal de Pernambuco em 1996, que tinha um movimento musical e de cultura muito forte, tinham muitas calouradas, festivais e começamos tocando bastante lá, logo depois fomos saindo e conseguindo espaço em bares e festivais fora da escola”.

A banda acaba de lançar uma super compilação com músicas inéditas gravadas ao longo dos 21 anos de carreira que não estavam disponíveis para audição nas plataformas de streaming. Como foi o processo de composição e gravação dessas faixas quando foram lançadas em mídia física a alguns anos atrás?Essas músicas foram compostas e gravadas entre 1999 e 2003, com diversas formações, mas a base alí era eu (Cláudio) na voz, Roberto II na guitarra, Paulo Duarte no baixo e Daniel Barkokebas na bateria. Mas tem uma versão de Samba do Caos com Pompi cantando, numa fase em que eu tinha saído da banda. São basicamente de 3 eps Liberdade, Ultra Seven Nordestino e Corpo Fechado.

O disco foi muito bem recebido nos de sites de música especializada do país. Como a banda está vendo esse feedback tão positivo do material lançado?

“Para nós, qualquer feedback é importante, uma pergunta, um elogia, um conselho, todo esse tipo de interação com público e crítica é muito importante, somos uma banda de verdade que gosta de verdade nas coisas que faz, independente de mercado, agradar b ou c com coisas forçadas e que não façam parte de nossa essência, que é de passar mensagens positivas pras pessoas, fazer com que elas pensem, se sintam capazes de vencer as dificuldades por mais que seja difícil”.

Suas músicas demonstram muita intensidade e entrega por parte da banda. Existe alguma composição que seja mais especial para vocês?  

Toda música tem o seu porque, tem uma história por trás, por isso até fizemos um Faixa a Faixa, falando delas, que tá disponível em nosso canal no youtube, mas eu particularmente tenho um carinho grande por algumas delas por entender, que naquele momento eu fui feliz em conseguir expressar de maneira entendível o que eu estava sentindo e buscando dizer. Um grande exemplo delas é o Tempo Cego, que fala de vitórias, das nossas pequenas vitórias no dia a dia que nos fazem ter forças para seguir em frente, em busca de nossos objetivos”.

Quais as bandas e fontes artísticas que inspiram o som do Carranza?

A respeito de música, é bem amplo e a cada dia fica mais, hehehe. Eu escuto de tudo mas fora o Hardcore meu ritmo favorito é o samba, ainda sonho em gravar um disco de samba, tem até uma homenagem a Dona Ivone Lara que fiz na música Salve! Harryson ouve muito hip hop, Rafael, nossa guitarra é meio metaleiro; Chico o baixista curte muito reggae e dub e Willson, o batera é o doido da hard core curte Pense, Dead Fish e outras bandas gringas.”

Como vocês estão lidando com a pandemia de covid 19? Que tipo de interação a banda está tendo com o público nesse momento de pandemia?

Tá sendo bem difícil esse período sem ensaios, sem compor, tá foda. Em 2020, fiz um programa semanal no nosso instagram o Trocando Ideia Live Livre onde em dez programas conversei com alguns amigos como Rhossi do Pavilhão 9, Cannibal da Devotos, China, Lê do Gritando HC entre outros, depois disso fizemos o Faixa a Faixa no Youtube, e no final do ano lançamos a coletânea, a Sendra Exordial, tipo foi o que deu pra fazer. Não podemos vacilar com esse vírus desgraçado, não dá pra fazer piada, levar na brincadeira como muitos levam. Buscamos nesse período diversas maneiras de criar de se renovar, mas é muito difícil, porém tamo aqui com o mais importante nesse momento que é nossa saúde”.

Podemos esperar material inédito em breve?

Estamos tentando compor algo via internet, uma batida aqui, to fazendo umas letras, mas é bem difícil se adaptar a isso, somos todos ratos de estúdio, lá dentro que a coisa funciona.”

Quais os planos para 2021?

Aprovamos no edital um orçamento para produzirmos uma live agora em janeiro, tem material novo chegando de merchan, camisa, boné e o jersey que lançamos em homenagem aos 20 anos, e nossa maior aposta é na parceria com a Eletric Funeral que vai relançar o A Lenda do Homem que engoliu o Sol, nosso último disco e trabalhar ele de maneira mais efetiva e profissional.Fora isso acho que nosso maior plano é nos vacinarmos e voltarmos a tocar o mais rápido possível”.

Confira “Sendra Exordial”:

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White Death: grupo lança o visceral e pesado “Beyond Good and Evil”

Single apresenta guitarras pesadas, letras reflexivas e vocais marcantes

A banda do noroeste fluminense, White Death, acaba de lançar novo single intitulado “Beyond Good and Evil” em todas as plataformas de streaming.

Formada por Aldo Velasco no baixo, Alan “Jhonny”, Flávio Lempresley na bateria, Priscylla Morena nos vocais e Caio Monteiro na guitarra, a banda traz em seu nome a influência das histórias de Simo Häyhä, um fazendeiro finlandês que participou da guerra de Inverno entre a Finlândia e a União Soviética em 1939, que foi considerado, em seu país, um herói nacional por conta de seus feitos na guerra. 

“Esqueço a sensatez e vou abusando da imaginação, como a água que transborda e não sedimenta mais”, com esta sentença codificando o refrão, a música “Beyond Good and Evil” é o silêncio mais reflexivo que a banda White Death já traduziu. A canção traz logo de cara as várias influências que vêm moldando a sonoridade da banda: guitarras pesadas, letras reflexivas e vocais marcantes. A tradução deste novo momento da banda está neste single que foi produzido, gravado e masterizado na Loud Factory Estúdios em São Paulo, sob a direção de Wagner Meirinha e Thiago Assolini.

A concepção da arte do novo single da White Death, tem como referência os textos do filósofo Nietzsche. O desenhista Fábio Vargas, que ficou a cargo desta empreitada, procurou construir pontes entre os vários referenciais que compõem no universo da banda e o niilismo de Nietzsche. Esse desenho é a síntese que infere todo o conceito norteador desta obra.

Em sua base, é possível observar a forte influência de outras bandas como Iron Maiden, DIO, Black Sabbath, Slayer, Metallica, Nightwish, dentre outros. 

A proposta da banda sempre foi focar em canções autorais e com foco no diferencial ao mesclar estilos musicais. 

Confira “Beyond Good and Evil”:

White Death é formado por:
Priscylla Moreno – Vocal
Alan Jhony – Guitarra
Caio Monteiro – Guitarra
Aldo Velasco – Baixo
Flavio Lempresley – Bateria

Mais informações:
Site: www.whitedeath.com.br
Facebook: https://www.facebook.com/WHITEDEATHOFICIAL
Instagram: https://www.instagram.com/whitedeathoficial/

Concreto Armado: grupo lança single e clipe de “Não Seja Um Lambe Botas”, música aborda o retrocesso e fascismo que vivemos em nosso país

Portando palavras e munida do velho Rock’n Roll como atitude, a Concreto Armado é uma banda autoral e independente de São Gonçalo-RJ. Influenciada pelo flow do rap, distorção do metal e a levada do funk, a Concreto Armado busca se comunicar com letras que abordam o cotidiano sensível, minado de opressões e contradições. 

O quinteto formado por Julius Brito (voz), Luiz Augusto (guitarra), Mayco Barroso (guitarra), Felipe Gonçalves (Baixo) e Raphael Teixeira (bateria), acaba de lançar o clipe e single “Não Seja Um Lambe Botas” em todas as plataformas de streaming. 

Ouça o single “Não Seja Um Lambe Botas” pelo Spotify: https://spoti.fi/36yrQM7

A faixa e clipe retratam uma briga antiga. As forças do retrocesso se manifestam e por vezes se põem em relevo. O medo da transformação radical que pode pôr fim à exploração do sistema capitalista toma diversas formas. Nesse contexto emerge a covardia e toda sorte de expurgos saem dos bueiros fétidos. O fascismo é isso, seu cheiro impregna o tecido social de tal forma que o ar se torna tóxico. É nessas horas que é preciso gritar e se impor perante esses espíritos vis. Em 2018 um idiota travestido de “líder” autoritário deu voz a um pensamento que condensa o retrocesso em seu grau máximo. No entanto, a força dos que não se calam perante qualquer forma de covardia tem muito mais potência que os amedrontados gritadores da desgraça, do preconceito, da ignorância, do desespero. É neste contexto que a Concreto Armado lança o single “Não Seja Um Lambe Botas”. Estamos atentos e somos mais fortes do que a ignorância dos canalhas odiosos e covardes, que transformam a insegurança em agressividade, mas quando olham no espelho sentem medo. 

Assista ao videoclipe de “Não Seja Um Lambe Botas”:

Ficha Técnica:
Produção Geral: Em rede Produções
Direção: Hellen Assis
Direção de Fotografia: Bruno César
Produção Executiva: Humberto Netto
Cenografia: Flávia Moacir
Iluminação: Bruno Morpheo
Gravação, mixagem e masterização: Diogo Nascimento

Concreto Armado é formado por:
Julius Brito – Vocal
Luiz Augusto – Guitarra
Mayco Barroso – Guitarra
Felipe Gonçalves – Baixo
Raphael Teixeira – Bateria

Mais informações:
Site: https://www.concretoarmadooficial.com.br
Facebook: https://www.facebook.com/bandaconcretoarmado/
Instagram: https://www.instagram.com/concretoarmadooficial/
Spotify: https://spoti.fi/2xJ9DNR
Deezer: https://bit.ly/2LkTboI
Play Store: https://bit.ly/2xVdjfB
Youtube: https://bit.ly/2M4KPCK

Rematte: grupo lança “A Cerca”, single com musicalidade pesada e reflexões sobre as desigualdades sociais

Novo trabalho do grupo foi gravado no período da pandemia

O quarteto cearense Rematte disponibilizou hoje, dia 3, em todas as plataformas de streaming, e em formato de videoclipe, seu novo single: “A Cerca”. A música é o segundo lançamento do grupo este ano, e desta vez conta com a parceria do selo Electric Funeral Records.

Se no trabalho anterior, “Sob o Luar”, o Rematte falava sobre inquietações internas e apresentava um som quase etéreo em certos momentos; em “A Cerca”, o grupo formado por Daniel Gadelha (vocal), Álvaro Abreu (bateria), Jonas Monte (baixo) e Thiago Barbosa (guitarra) põe toda a sua raiva para fora, apresentando uma musicalidade mais pesada, com riffs frenéticos e dissonantes, além de uma letra que fala sobre as desigualdades sociais cada vez mais gritantes em nosso país, como conta Daniel: “O texto é uma costura de reflexões e críticas sobre a nossa sociedade, que está metaforicamente (ou não) recortada por “cercas invisíveis”, que não enxergamos, mas que são tão sólidas quanto o ódio de quem as cria e de quem as vivencia. Cercas sociais, raciais, econômicas, religiosas, e todas aquelas que subtraem da humanidade a capacidade de perceber a existência do outro, do coletivo, da diversidade, e o prejuízo impagável que isso imprime em uma visão de mundo mais justa”.

Devido à pandemia, a banda acabou tendo que buscar uma alternativa para viabilizar a produção do single. A solução foi a gravação remota, onde cada integrante gravou separadamente, em um local diferente, sob a orientação de Matheus Brasil (Matt B), produtor parceiro do Rematte desde os trabalhos anteriores. No final, a música foi gravada em dois estúdios (Esconderijo e Top Studio, ambos em Fortaleza), nas casas dos membros, e até contou com a participação do produtor Zeca Leme, do BTG Studio (SP), fazendo o trabalho de timbragem das guitarras. Sobre esse processo totalmente novo para os músicos, Jonas comenta: “Gravar a distância foi um mix de medo e euforia. Medo pela pandemia, e euforia por voltar a produzir e querer que o trabalho ficasse logo pronto. A cada elemento que era gravado, uma comemoração era feita! Apesar de toda a preocupação de como iria ficar, já que cada um estava gravando de um jeito diferente, a certeza de que ficaria bom era sempre presente, pois confiamos demais no Matheus”.

Confira “A Cerca” pelo streaming: https://song.link/s/6Nvo3wXwla9Y7iPNW9rEBI

Para o clipe, a banda teve uma ideia de recorte mais pontual: mostrar o impacto da desigualdade social territorial em Fortaleza, cidade onde vivem, e de como obras do governo e de empreendimentos imobiliários separam uma parcela mais pobre da população de forma cruel e muitas vezes violenta. Para isso, a banda contou com a parceria do coletivo Nigéria Filmes, que cedeu trechos de seu acervo, entre eles a série documental “Cartas Urbanas”, que aborda justamente a reflexão territorial urbana. “Gostaríamos de falar sobre nossa cidade e inserir imagens fortes, que dialogassem com a densidade do que a letra da música diz. Não demorou em pensarmos na Nigéria, que já é conhecida por suas obras de impacto e apelo social. Trocamos uma ideia com os caras, e eles toparam! O ‘Cartas’ caiu como uma luva para o clipe, pois mostra exatamente o que essas ‘cercas’ de desigualdades sociais podem causar aos mais desfavorecidos”, conta Álvaro. A captação das imagens da banda, direção e edição ficaram a cargo de Vicente Ferreira, da Vomor Produções.

Assista ao video clipe de “A Cerca”:

O Rematte é uma banda de Rock de Fortaleza fundada em 2017. Com influências que vão desde bandas alternativas como Deftones, Incubus e Audioslave, até a poesia engajada e contestadora de Chico Science, Marcelo Yuka e Chico Buarque, o grupo apresenta um som vigoroso, que intercala climas atmosféricos com distorções agressivas. Em seu discurso, temas como reflexões individuais, engajamento social e a energia das relações em um contexto urbano e tecnológico são abordados de maneira muito particular, graças às composições do vocalista Daniel Gadelha. Com um EP e dois singles na bagagem, o Rematte segue expandindo o alcance da sua música de forma digital, enquanto a pandemia ainda não dá trégua.

Rematte é formado por:
Daniel Gadelha – Vocal
Thiago Barbosa – Guitarra
Jonas Monte – Baixo
Álvaro Abreu – Bateria

Mais informações:
Facebook: https://www.facebook.com/remattebanda/
Instagram: https://www.instagram.com/remattebanda/
YouTube: https://www.youtube.com/c/RematteBanda/featured

Incêndio: com pegada Post-Hardcore, grupo lança clipe/single de contraste melancólico e visceral

Incêndio acaba de lançar novo single e clipe de  “Novas Sensações” em todas as plataformas de streaming. 

“Novas Sensações” é o novo trabalho trabalho da banda Incêndio.  O clipe conta com influências do filme Avatar, Rituais com medicinas Xamânicas, e até mesmo o clipe “Bang do Tiago Iorc”. A luz negra e a tinta neon fazem o trabalho da atmosfera da narrativa, enquanto projeções são usadas para quebrar o contraste melancólico da peça audiovisual nas partes altas do clipe. A temática do vídeo introduz o relacionamento de um casal de forma artística e visceral, tudo ilustrado apenas com as emoções dos dois, boas e ruins. A narrativa da letra composta com as cenas do casal trazem outro sentido a música.

“Novas Sensações”, foi gravado por Adriano Ferreira no Boomer Studio. Assista o clipe aqui:

O que antes era o foco de organizar festivais e trocas de shows com outras bandas, agora é totalmente conteúdo digital. O quarteto segue fazendo nome e se mantendo em destaque dentro da cena alternativa com suas iniciativas e lançamentos.   

Há três anos a Incêndio roda pelo estado de São Paulo trazendo uma mensagem de união e energia no palco que faz jus ao nome que tem.

Com um EP. 2 Singles, mais 80 shows realizados, uma live no Youtube e mais de 20 lives com convidados no instagram para atender a demanda frente a quarentena. A banda tem se mantido firme em tempos de pandemia , chegando a levantar uma campanha de patrocínio com empresas para arcar com o custeio da Live no youtube, que manteve 300 pessoas ao vivo.

Escute “Novas Sensações” pelo Spotify:

Mais informações:
Facebook: https://www.facebook.com/incendioficial/?ref=page_internal
Instagram: https://www.instagram.com/incendioficial/

Little Quake: lança EP acústico em meio a odisseia de se fazer música em tempos de pandemia

Material acaba de ser lançado pelo selo Dinamite Records

2020 tem sido um ano extraordinário. A pandemia impactou vidas diretamente ao redor do globo. Para aqueles que atuam no setor artístico não foi diferente. Com a impossibilidade de encontros presenciais e aglomerações inviabilizou-se a execução de eventos, espetáculos, shows, amostras, ou seja, acabou momentaneamente com boa parte das atividades geradoras de renda dentro do segmento. 

Artistas tiveram de se habituar à nova realidade, mesmo que passageira (assim esperamos), resultando em uma enxurrada de material digital, sendo esta uma das poucas alternativas de manterem contato com seu público através de sua arte. Em meados de julho, aproximadamente quatro meses após o estado de São Paulo ter anunciado a chegada da pandemia e reconhecido seus impactos, a Little Quake resolveu desengavetar um projeto adormecido e colocá-lo em prática. O plano era revisitar canções presentes nos dois lançamentos prévios da banda e regravá-los em arranjos acústicos, em casa, sem grande estrutura e sem muita produção.  

“Após um ano em São Paulo, conhecendo muitos músicos e profissionais da área, bares e casas de shows, eventos de rua e tudo mais que acontece nessa cidade doida, eis que um vírus corta de súbito qualquer possibilidade das pessoas se aglomeraram. Para não enlouquecer resolvemos fazer algumas versões acústicas de músicas antes muito barulhentas.” – Wysrah Moraes (baixo/b. vocal).

Uma semana em casa, com violões, duas câmeras e um gravador de dois canais teve como resultado “Another Half”, um EP acústico composto por quatro faixas (“Black sea”, “Stone Lucid”, “You” e “Tube life”) em novos arranjos e com uma roupagem totalmente diferente se comparadas às versões de estúdio. 

“Uma vez que boa parte das composições da banda surgiu em um violão antes de serem desenvolvidas até chegarem ao que a galera conhece, achamos que seria justo apresentar este formato pra quem curte nosso som e contar um pouco mais sobre quem somos e como enxergamos nossa música e processo criativo.”  – Dudu Machado (bateria/vocal).

Confira “Another Half”:

As filmagens, que ficaram por conta dos integrantes da banda e de Marina Scripilliti, mostram a atmosfera de descontração, quase despretensiosa, na qual o projeto se desenvolveu. A mixagem e masterização ficaram à cargo de Lucas Roma, produtor gaúcho parceiro de longa data da banda, o qual elevou o áudio para um outro nível e ao mesmo tempo manteve o aspecto lo-fi característico da captação do EP. Por fim, a edição do vídeo foi trabalho de Felipe Yurgel, que conseguiu transmitir através de uma linha narrativa sólida, de uma estética visual bem definida e de detalhes pontuais, exatamente a mesma sensação vivida durante o processo de gravação. 

O material, está disponível nas principais plataformas de streaming via Dinamite Records e também em formato de vídeo no canal do YouTube oficial da banda e em seu perfil do Instagram.

Mais informações:
https://www.facebook.com/littlequake/

Regulares: banda lança single marcante e com melodias distorcidas via Dinamite Records

Regulares lança single marcante e com melodias distorcidas via Dinamite Records

A Dinamite Records e a Regulares acabam de anunciar o lançamento do novo single, “Diving With You”, em todas as plataformas digitais.

“Diving With Your” é o segundo single do novo disco da banda, “Float”. Mergulhando de cabeça na sinestesia e peso, o novo single fala sobre lutar contra as adversidades e mergulhar de cabeça sem olhar para trás. Vindos da classe trabalhadora, a banda nada contra a maré para produzir seu disco e conseguir mostrar a que veio. Foram meses de preparação, noites mal dormidas e chefes ingratos respirando no seu cangote para assim conseguirem realizar essa obra. 

Gravado no estúdio Sonzeria e com orçamento limitado, o disco foi captado praticamente ao vivo, com exceção dos vocais. Entre turnos longos de trabalho e noites mal dormidas, nasce o segundo single que anuncia uma nova fase da banda que após anos batalhando no underground consolidou a nova formação e prepara muitas novidades para o ano que vem. Todo o trabalho gráfico foi feito por Vítor Graf (Bizibeize).

Com melodias marcantes e guitarras simples, pesadas e distorcidas, bateria marcada e um baixo flutuante, o single é uma carta de amor aos anos 90, trazendo e a revolta e fúria de uma geração frustrada e constantemente explorada que faz jus aos dias escuros em que vivemos.

Ouça a música “Diving With Your”: 

https://bit.ly/divingwithyou

Mais informações:
Facebook: https://www.facebook.com/bandaregulares/

Imperial Pilots: grupo assina com selo e anuncia lançamento de álbum em agosto

Banda lança projeto de inéditas via Electric Funeral Rercords

Imperial Pilots é uma banda de Rock Alternativo formada em Guarulhos, São Paulo, em 2017. O nome vem dos Kamikazes Japoneses, pilotos imperiais do império japonês, o qual dedicaram suas vidas ao ideal em que acreditam no maior limite do ser humano. Seus integrantes Joey Manzano (vocalista, guitarrista), Javi Bonfil (baterista) e Pedro Roquini (baixista) integram a atual formação em trio.

A banda lança no dia 14 de agosto em todas as plataformas de streaming via Electric Funeral Records o álbum homônimo, com 7 músicas, gravado e mixado no PSP Estúdio por Paulo Pollon, em Guarulhos, SP.

O grupo que lançou seu primeiro single “Not Alone” em 2018 e um EP com faixas live session em 2019, com dois democlipes de “Burn” e “Bringing Revolutions”, e que tem um  pouco mais de 40 shows de 2018 a 2019, em 5 cidades diferentes, trouxe exposição no meio baixo do Underground paulista, participando de coletâneas e entrevistas em pequenos blogs, do edital Fun Cultura, pela CLAM Discos e Prefeitura Municipal de Guarulhos. Indicados ao Prêmio Gabriel Thomaz 2018, a banda chegou a seis mil ouvintes no Spotify, em várias cidades dos Estados Unidos e Brasil, com live demos gravadas no estúdio de Rodrigo O’reilly.

Imperial Pilots é formado por:
Joey Manzano – Vocal/Guitarra
Pedro Roquini – Baixo
Javi Bonfil – Bateria

Mais informações:
https://www.imperialpilots.com/
https://www.facebook.com/imperialpilotsband/

Cervical: grupo lança single sobre o conceito de violência simbólica

Novo material acaba de ser lançado via Electric Funeral Records

Uma das maiores referências do Hardcore/Metal brasileiro, o Cervical, apresenta uma proposta de sonoridade mais pesada e agressiva que as bandas do gênero, navegando entre Hardcore, Metal e Crossover.

Suas músicas refletem a atitude e estilo de vida da banda, visando sempre manter como base, valores como o respeito e amizade, buscando difundir uma melhor consciência da vida, do nosso dia a dia e de nós mesmos.

Formada por Pascoal Mello (Vocal), Bruno Gomes (Guitarra), Júnior Nascimento (Bateria) e Moises Lima (Baixo), a banda acaba de lançar o single “Fábrica” em todas as plataformas de streaming via Electric Funeral Records.

O single “Fábrica” fala sobre o conceito de violência simbólica, essa violência que se dá justamente pela falta de equivalência de capitais econômico, social, cultural entre as pessoas ou instituições, vindo da propagação de ideias e moldes estabelecidos na maioria das vezes pelas camadas dominantes (ou de maior influência ou maior capital econômico) para as camadas minoritárias, a fim de que um padrão social se mantenha. Assim como uma Fábrica, que produz milhares e milhares de produtos iguais de acordo com o consumo estabelecido pelo mercado, a violência simbólica faz o mesmo com as pessoas, produzindo pensamentos, comportamentos, culturas de uma forma pre-estabelecida para que a sociedade permaneça do mesmo jeito, nas mãos das mesmas pessoas.

Confira o single “Fábrica” pelo Spotify:

Mais informações:
https://www.facebook.com/cervicalrj/

Backdrop Falls: grupo participa de compilação do selo italiano Duff Records

Grupo cearense é uma das 22 bandas do projeto que será distribuído na Itália

Fortemente influenciada pelo Punk Rock e pelo Rock Alternativo e com letras reflexivas e com elementos um tanto quanto sombrios em determinados momentos, a Backdrop Falls aborda em suas músicas temas de cunho mais pessoal/introspectivo e narra experiências e sentimentos relacionados à vida cotidiana na sociedade atual.

A banda, que começou em 2016 como um projeto de estúdio iniciado pelo vocalista Matheus Collyer, e é atualmente formada por Matheus (voz/guitarra), Rafael Neutral (guitarra), Roger Capone (bateria) e Ilton Tiger (baixo), lançou seu primeiro álbum, “There’s no Such Place as Home”, no dia 22 de maio via Electric Funeral Records.

Junto ao projeto de lançamento do seu primeiro full, a banda se uniu ao selo brasileiro e a agência Collapse Agency para fazer a distribuição internacional do disco físico, fechando a distro com onze selos ao redor do mundo; Electric Funeral Records (Brazil), Geenger Records (Croatia), DUFF Records (Italy), 20 Chords Records (Spain), Infected Records (Portugal), Bomber Music (UK), Razor Records (Argentina), Audioslam (Chile), Mevzu Records (Turkey) e Dinamite Records (USA).

A convite do selo italiano Duff Records, no qual a banda faz parte do casting, a Backdrop Falls íntegra a nova compilação “Duff Records VOL 2”, projeto que conta com 22 bandas. A compilação será vendida em formato de CD na Itália e para envio fora do país é necessário entrar em contato direto com o selo.

Link para venda “Duff Records VOL 2”: http://duffrecords.it/drv2 ou através do email: info@duffrecords.it

Mais informações:
http://www.backdropfalls.com/
https://www.facebook.com/backdropfalls/
https://www.instagram.com/backdropfalls/