Belvedere: a lenda canadense do Skate-Punk, lança o tão aguardado 6º álbum de estúdio

“Hindsight Is The Sixth Sense” é composto por 13 novas faixas

O tão aguardado 6º álbum da banda, Belvedere, “Hindsight Is The Sixth Sense” apresenta uma mistura furiosa do antigo e do novo. Fãs mais antigos da banda vão sentir a nostalgia de “Angels Live in my Town” e “‘Twas hell Said Former Child”, enquanto desfrutam de uma nova direção na composição das músicas com o adição de Dan Wollach na guitarra e Ryan Mumby no baixo. A velocidade, os riffs, as letras perspicazes e harmonias cantadas ainda estão lá graças a o baterista Casey Lewis e ao vocalista e fundador Steve Rawles.

2020 marca o 25º ano de história da banda. Grande parte das viagens de 2020 na Europa, Canadá e México foram transferidas para 2021. A conexão com os fãs combinados com a ética de trabalho da banda fornecem a oportunidade para eles fazerem turnê por mais de 35 países e 1500 shows. Belvedere já fez turnê com quase todos que são conhecidos no circuito de punk, das menores às maiores bandas e também foram incluídos em várias edições de festivais na Europa, Canadá, EUA e América do Sul. A banda continua a construir sua base de fãs tocando em casas pequenas, médias e grandes, incluindo uma série de shows no porão americano do final dos anos 90 de 30 participantes para apresentações em festivais ao ar livre, e ao palco principal de até 20.000 + pessoas.

A lenda canadense do Skate-Punk Belvedere mal precisa de uma introdução. Eles são heróis do Punk rápido, furioso e melódico, que nunca perderam de vista suas raízes. 2020 marcou o 25º ano da história da banda, que sentiu a necessidade de escrever e gravar seu sexto álbum de estúdio. O disco apresenta uma mistura furiosa do antigo e do novo. Formado em 1995 e originalmente nem mesmo pretendia fazer um show ao vivo, o banda pioneira de Calgary – Alberta, cresceu rapidamente a reputação na cena punk underground por sua velocidade  e vocais melódicos.

“Hindsight Is The Sixth Sense” é composto por 13 novas faixas lançadas em 14 de maio pela Thousand Islands Records na América do Norte e Lockjaw Records na Europa e no Reino Unido. Fique atento para datas de turnê remarcadas em 2021.

Tracklist:
1- Happily Never After
2- Elephant March
3- The Ides
4- Camera Obscura
5- Retina
6- Chromatic
7- Good Grief Retreat
8- Comrade (feat. Roger Lima)
9- 2 Fast 2 Furious
10- Momento Mori (feat. Dylan Toews)
11- Automate (feat. Rody Walker)
12- Heartbreaker
13- Peace in Our Time

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Please Use Right Excuses: banda lança “Pure Quarantine”, EP mergulha fundo no Rock dos anos 90 e 00

Please Use Right Excuses é uma banda influenciada pelos anos 90 e 00, com bandas como Nirvana, Pixies e The Vines. O power-trio acaba de lançar o EP intitulado “Pure Quarantine” em todas as plataformas de streaming. 

A Please Use Right Excuses transmite em suas composições um “desabafo e pureza” que remete ao nome do grupo,  suas músicas ao mesmo tempo que fazem críticas políticas em algumas letras, em outras procura encontrar luz e sair da melancolia depressiva.

Confira o EP “Pure Quarantine”: https://album.link/s/0dI6k1aFBET5zTDAeiQ0gG

As gravações foram totalmente “do it yourself”, com exceção dos backing vocals que foram gravados em estúdio. Rodrigo Leite da banda Rocket Bugs ficou a cargo da mixagem e masterização das faixas. 

O nome do disco já fala por si só, pura quarentena, aliás 2020 que ano não é? Algumas composições foram feitas por  Bruno Leite (voz e guitarra)  durante a pandemia, enquanto outras já eram músicas “antigas” mas que se encaixam com o momento.

O EP como um todo representa um pedacinho do que cada pessoa neste mundo passou ( e ainda está passando) durante essa pandemia. As músicas falam de vários pontos como ansiedade, a solidão em tempos de pandemia e a perda do senso de liberdade. O disco finaliza com uma música mais sonhadora que representa aqueles que sonham que dias melhores virão e que acreditam que ainda existem pessoas boas nessa vida.

Please Use Right Excuses é formado por:
Bruno – Vocal/Guitarra
Aracelli – vocal/Baixo
Júnior – Bateria

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Violência Cega: mescla Crossover e Horror Punk em disco repleto de críticas às instituições religiosas e governamentais do país

A Violência Cega acaba de lançar seu segundo álbum intitulado “Vida Suja Insana”, gravado em Esplanada na Bahia produzido e mixado por Raed e distribuído pela K.G.C Selo Digital. A banda pioneira no Horror Punk baiano, foi formada em 2006, na cidade de Esplanada-BA pelos atuais membros: Chris (vocal) e Ruebster (bateria), e teve várias modificações na formação, chegando à atual com Raed (guitarra), Vitor (baixo) e os fundadores já citados.

O quarteto busca expressar com personalidade e originalidade nas suas canções todos os horrores reais e fictícios que rondam a humanidade, agregando estilos diferentes de sonoridades ao Punk.

O disco conta com nove faixas que apresentam uma nova fase da banda, com letras que abordam temas que se misturam entre críticas com doses de terror.

Mesclando um Crossover visceral, Horror Punk e Punk Rock, Violência Cega, chega com um disco insano é repleto de críticas às instituições religiosas do país, o mau uso das redes digitais, a banalização da vida, tudo em  um som cadenciado é pesado na medida certa.

Confira “Vida Suja Insana”:

Violência Cega é formado por:
Chris – Vocal
Raed – Guitarra
Vitor – Baixo
Ruebster – Bateria

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Guttroll: banda dá um grito de revolta contra as mazelas sociais causadas pelo estado no clipe de “Hate of the State”

Guttrol, banda de Thrash/Death Metal formada pelos integrantes Rafael Ojeriza (voz e guitarra), Alex Melo (bateria) e Tulio Lobo (baixo) promove o clipe do seu primeiro single lançado e intitulado “Hate of the State”. A faixa foi gravada no estúdio Forestlab em Petrópolis de forma totalmente analógica, produzida por Rafael Ojeriza e Alex Melo, gravada, masterizada e mixada por Lisciel Franco.  Clipe ficou a cargo de Phillip Dutra e Joy Produções.

“Hate of the state” trata-se de um grito de revolta contra as mazelas sociais causadas pelo estado e pelo roubo de impostos feito pelos políticos em todas as instâncias. Além disso a música mostra o quanto somos robotizados para viver de cabeça baixa aceitando comandos alheios e infelizmente o capitalismo como a única forma de viver em sociedade.

Guttroll acaba de gravar seu primeiro full álbum com nove faixas intitulado “Invalid Leaders”, e lançará seu primeiro single “Rules” no dia 27 de março nas principais plataformas de streaming, além de já estarem trabalhando em novo clipe para lançamento ainda no primeiro semestre de 2021.

Confira “Hate of the State”: 

Guttroll é formado por:
Rafael Ojetiza – Vocal/Baixo
Luciano Vieira – Guitarra
Alex Melo – Bateria

Contatos:
E-mail: guttroll@outlook.com
Telefone: +55 024-9.8838-3457

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Facebook: https://www.facebook.com/pg/Guttrollm…​
Instagram: @guttrollband

Hard Point: grupo lança EP de estreia com influências do Stoner Rock ao Metal Alternativo

A banda carioca Hard Point, segue promovendo seu EP de estreia intitulado “Can You Hear It?”.

As composições da banda transitam por vários estilos, destacando-se a influência do Stoner Rock, do Metal Alternativo e do Grunge.  A mensagem que a Hard Point propaga se encontra dentro do “mal-estar” da modernidade que o próprio nome da banda já anuncia.

O título “Can you heart it?” se apresenta como um trocadilho: você consegue ouvir isso? O “isso” ou “it”, em inglês, pode se referir tanto ao EP, às músicas, à banda, quanto a algo mais… como as vozes da cabeça de todos nós. Ainda nessa temática encontramos na capa do EP (produzida pelo artista Rodrigo Efez) a imagem de uma figura atordoada, com os braços cruzados, dando a impressão de incômodo. A cidade ao fundo da capa faz também parte da estética da banda que se assume dentro dessa perspectiva mais urbana.

A música “The Reckoning”, com uma pegada Stoner inspirada em “Queens of Stone Age”, é um verdadeiro acerto de contas do eu-lírico com as expectativas que o sistema que vivemos estabelece sobre nós.

A segunda música, com uma cara de Funk-Rock que transita entre o Limp Biskit e Rage Against The Machine, traz para o EP uma mensagem de indignação com o que as outras pessoas querem conosco. Essa letra fala muito das expectativas que o próprio indivíduo traz para si. Afinal, “quantas vezes ele precisa repetir a mesma coisa” para ele mesmo entender o que está dizendo?

A terceira música do EP, “No Blood”, escolhida para lançamento do clipe da banda, apresenta uma atmosfera mais “dark” com um som que remete a um stoner mais arrastado e, a partir do backing vocal numa terça menor, relembra os melhores momentos de “Alice in Chains”. A mensagem dessa música fala sobre um eu-lírico que procura emoções reais e que , de alguma maneira, está atordoado e não consegue distinguir o que é ou não real. Não há “sangue” que possa me ajudar ou me curar. É um pedido de socorro.

Por fim, a banda apresenta uma versão mais pesada da banda “Depeche Mode” com a música “Wrong”. Nesse caso, a escolha da banda e da música falam por si só. Já que querem apresentar questões complicadas e que de alguma maneira incomodam as pessoas, nada melhor do que escolher uma música que tem como tema pessoas que estão sempre erradas.

A produção do cd foi feita por Rodrigo Miguez, do estúdio Mira, que faz uma participação nos backing-vocals de “Wrong”.

Confira o EP “Can You Hear It?”: https://album.link/s/3ZgLckpTOPqsclPHCqMw1k

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Virtvs: lança disco com uma pitada de crítica social e na pegada Punk Rock dos anos 90

Virtvs acaba de lançar seu primeiro disco em todas as plataformas de streamings pelo selo latino americano Electric Funeral Records. 

Com influências do Punk dos anos noventa, uma pitada de crítica social e com melodias viscerais, a banda apresenta ao cenário nacional o velho e bom Rock n Roll que dominou as casas undergrounds do início dos anos noventa até início da década de dois mil. O disco, de nome homônimo da banda, traz na sua essência músicas que trazem de volta o caos musical e comportamental que faz do Punk/Hardcore muito mais que um estilo musical, um estilo de vida.

O disco traz em suas primeiras cinco músicas o Punk/Hardcore cru que faz a cabeça da banda, com letras bem críticas que trazem à tona o atual cenário comportamental do mundo. O disco abre com a música “O Circo”, que é uma crítica direta ao atual governo do Brasil. A segunda metade do disco traz canções mais viscerais, com melodias e letras poéticas, mexendo com o imaginário de quem escuta. O material também tem em suas composições músicas com temáticas Rock Pop, buscando atingir um público mais novo. 

A Virtvs surgiu em 2019, e tem suas influências ligadas ao Punk Rock Hardcore dos anos 90, passando pelo Rock Alternativo e Pós-Punk. Formada por Juan Lima (Guitarra e Voz), Luiz André (Baixo e Voz), Guga Rock Salles (Guitarra e Voz) e Rafael Coelho (Bateria), a banda aborda em suas composições assuntos como violência contra mulheres, transtorno depressivo, política e amores, tudo bem colocado como uma forma de crítica ou enaltecendo sempre as dúvidas que norteiam os pensamentos humanos.

Confira “Virtvs”: https://album.link/s/2iFwH0HwS1WXBFClnVJUGz

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Surt: lança “Inside”, EP representa novo momento criativo e de sonoridade ampliada da banda

A banda de de Rock recifense, Surt, acaba de lançar seu novo EP intitulado “Inside” em todas as plataformas de streaming pelo selo latino americano Electric Funeral Records. 

O novo trabalho é um manifesto que aborda temas e inquietações relacionados a um desejo de liberdade, de quebra das amarras sociais e também a ânsia de expressar sentimentos e pensamentos destemidamente. O single “Insecure”, lançado em Novembro de 2020, traz na letra o relato de uma experiência de “gaslighting”, termo em inglês utilizado para designar uma forma de abuso psicológico sofrido por mulheres, no qual o homem distorce, omite ou cria informações, fazendo com que a mulher duvide de si mesma, de seus sentimentos, da sua capacidade e às vezes até da sua sanidade. Aliado às temáticas das músicas, o instrumental do novo EP torna nítido a presença de novas influências na sonoridade da banda. Elementos como guitarras oitavadas, riffs dançantes, synths e backing vocals expressivos são alguns dos destaques que representam o novo momento criativo. A Surt expressa através do seu novo lançamento uma busca pela versatilidade dentro do seu estilo, e pretende continuar expandindo as possibilidades criativas e sonoras em seus próximos trabalhos.

O grupo formado por Dimitria Lins (vocal), Matheus Araújo (guitarra), Alisson Dênis (baixo), André Coelho (guitarra) e Raone Ferreira (bateria) é moldado por diferentes vertentes do Rock, como Stoner e Garage Rock.

O segundo EP da banda foi gravado no Estúdio Pólvora (Recife), com produção de Matheus Araújo (Surt) e Mathias Severien (Desalma), gravação e mixagem feita também por Mathias. 

Confira “Inside”: https://ps.onerpm.com/2351537787 

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Carranza: mostra seus 21 anos de história em novo disco e segue forte como uma das grandes bandas do underground brasileiro

Banda lançou um compilado de música inéditas no streaming pelo selo Electric Funeral Records

O Carranza lançou recentemente o disco “Sendra Exordial”, que contém músicas que fizeram parte de demos e eps lançados entre 1999 e 2003 (Liberdade, Ultraseven Nordestino e Corpo Fechado), e que nunca haviam sido lançadas em plataformas digitais e aplicativos de música. As faixas demonstram a essência da primeira fase da banda no início de seu fervor criativo e contestador.

A banda formada por Cláudio Bastos e Harrysson Moura nos vocais; Rafael Mariano na guitarra, Chico Tchê no baixo; e Willson Durand na bateria e efeitos, teve a ideia de lançar o compilado que contém músicas que foram regravadas após a volta em 2015 como “Samba do Caos”, mas trazendo também músicas do início do grupo, tais como, “Sem Paz” e “Pânico”, faixas carregadas de críticas sociais e reflexões humanas que já fervilhavam na cabeça do letrista Claudio Bastos lá no início do século.

Além destas também fazem parte da coletânea “Sina” e “Engrenado” que mostram os primeiros flertes da banda com outros ritmos mais regionais, “Tradição” que traz em seus versos um tratado sobre o respeito entre os povos do mundo e “Contramão”, que era a alegria das rodas de pogo em Pernambuco no início dos anos 2000.

O compilado que foi lançado pelo selo Electric Funeral Records é só uma prévia do que estar por vir no ano de 2021. Carranza em breve lançará novo material e segue forte como uma das grandes bandas do underground brasileiro, tendo uma história marcante dentro da cena alternativa. Conversamos com a banda sobre sua trajetória, influências musicais, processo de composição, entre outras curiosidades. Confira a entrevista abaixo.

De onde surgiu esse nome “Carranza”?

A banda se chamava Los Miguelitos, e tinha uma pegada mais punk rock, só que com o tempo estávamos fazendo um som cada vez mais pesado e com cada vez mais conteúdo social, o nome da banda não estava mais combinando com o tipo de som, então fomos na biblioteca da escola técnica onde estudávamos e formamos a banda e pegamos uma enciclopédia sobre a história do México, queríamos manter essa estética hermana e lá vimos esse nome que era o sobrenome dopresidente do México que instituiu a primeira constituição livre do país”.

Como e quando a banda surgiu?

A banda surgiu na Escola Técnica Federal de Pernambuco em 1996, que tinha um movimento musical e de cultura muito forte, tinham muitas calouradas, festivais e começamos tocando bastante lá, logo depois fomos saindo e conseguindo espaço em bares e festivais fora da escola”.

A banda acaba de lançar uma super compilação com músicas inéditas gravadas ao longo dos 21 anos de carreira que não estavam disponíveis para audição nas plataformas de streaming. Como foi o processo de composição e gravação dessas faixas quando foram lançadas em mídia física a alguns anos atrás?Essas músicas foram compostas e gravadas entre 1999 e 2003, com diversas formações, mas a base alí era eu (Cláudio) na voz, Roberto II na guitarra, Paulo Duarte no baixo e Daniel Barkokebas na bateria. Mas tem uma versão de Samba do Caos com Pompi cantando, numa fase em que eu tinha saído da banda. São basicamente de 3 eps Liberdade, Ultra Seven Nordestino e Corpo Fechado.

O disco foi muito bem recebido nos de sites de música especializada do país. Como a banda está vendo esse feedback tão positivo do material lançado?

“Para nós, qualquer feedback é importante, uma pergunta, um elogia, um conselho, todo esse tipo de interação com público e crítica é muito importante, somos uma banda de verdade que gosta de verdade nas coisas que faz, independente de mercado, agradar b ou c com coisas forçadas e que não façam parte de nossa essência, que é de passar mensagens positivas pras pessoas, fazer com que elas pensem, se sintam capazes de vencer as dificuldades por mais que seja difícil”.

Suas músicas demonstram muita intensidade e entrega por parte da banda. Existe alguma composição que seja mais especial para vocês?  

Toda música tem o seu porque, tem uma história por trás, por isso até fizemos um Faixa a Faixa, falando delas, que tá disponível em nosso canal no youtube, mas eu particularmente tenho um carinho grande por algumas delas por entender, que naquele momento eu fui feliz em conseguir expressar de maneira entendível o que eu estava sentindo e buscando dizer. Um grande exemplo delas é o Tempo Cego, que fala de vitórias, das nossas pequenas vitórias no dia a dia que nos fazem ter forças para seguir em frente, em busca de nossos objetivos”.

Quais as bandas e fontes artísticas que inspiram o som do Carranza?

A respeito de música, é bem amplo e a cada dia fica mais, hehehe. Eu escuto de tudo mas fora o Hardcore meu ritmo favorito é o samba, ainda sonho em gravar um disco de samba, tem até uma homenagem a Dona Ivone Lara que fiz na música Salve! Harryson ouve muito hip hop, Rafael, nossa guitarra é meio metaleiro; Chico o baixista curte muito reggae e dub e Willson, o batera é o doido da hard core curte Pense, Dead Fish e outras bandas gringas.”

Como vocês estão lidando com a pandemia de covid 19? Que tipo de interação a banda está tendo com o público nesse momento de pandemia?

Tá sendo bem difícil esse período sem ensaios, sem compor, tá foda. Em 2020, fiz um programa semanal no nosso instagram o Trocando Ideia Live Livre onde em dez programas conversei com alguns amigos como Rhossi do Pavilhão 9, Cannibal da Devotos, China, Lê do Gritando HC entre outros, depois disso fizemos o Faixa a Faixa no Youtube, e no final do ano lançamos a coletânea, a Sendra Exordial, tipo foi o que deu pra fazer. Não podemos vacilar com esse vírus desgraçado, não dá pra fazer piada, levar na brincadeira como muitos levam. Buscamos nesse período diversas maneiras de criar de se renovar, mas é muito difícil, porém tamo aqui com o mais importante nesse momento que é nossa saúde”.

Podemos esperar material inédito em breve?

Estamos tentando compor algo via internet, uma batida aqui, to fazendo umas letras, mas é bem difícil se adaptar a isso, somos todos ratos de estúdio, lá dentro que a coisa funciona.”

Quais os planos para 2021?

Aprovamos no edital um orçamento para produzirmos uma live agora em janeiro, tem material novo chegando de merchan, camisa, boné e o jersey que lançamos em homenagem aos 20 anos, e nossa maior aposta é na parceria com a Eletric Funeral que vai relançar o A Lenda do Homem que engoliu o Sol, nosso último disco e trabalhar ele de maneira mais efetiva e profissional.Fora isso acho que nosso maior plano é nos vacinarmos e voltarmos a tocar o mais rápido possível”.

Confira “Sendra Exordial”:

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White Death: grupo lança o visceral e pesado “Beyond Good and Evil”

Single apresenta guitarras pesadas, letras reflexivas e vocais marcantes

A banda do noroeste fluminense, White Death, acaba de lançar novo single intitulado “Beyond Good and Evil” em todas as plataformas de streaming.

Formada por Aldo Velasco no baixo, Alan “Jhonny”, Flávio Lempresley na bateria, Priscylla Morena nos vocais e Caio Monteiro na guitarra, a banda traz em seu nome a influência das histórias de Simo Häyhä, um fazendeiro finlandês que participou da guerra de Inverno entre a Finlândia e a União Soviética em 1939, que foi considerado, em seu país, um herói nacional por conta de seus feitos na guerra. 

“Esqueço a sensatez e vou abusando da imaginação, como a água que transborda e não sedimenta mais”, com esta sentença codificando o refrão, a música “Beyond Good and Evil” é o silêncio mais reflexivo que a banda White Death já traduziu. A canção traz logo de cara as várias influências que vêm moldando a sonoridade da banda: guitarras pesadas, letras reflexivas e vocais marcantes. A tradução deste novo momento da banda está neste single que foi produzido, gravado e masterizado na Loud Factory Estúdios em São Paulo, sob a direção de Wagner Meirinha e Thiago Assolini.

A concepção da arte do novo single da White Death, tem como referência os textos do filósofo Nietzsche. O desenhista Fábio Vargas, que ficou a cargo desta empreitada, procurou construir pontes entre os vários referenciais que compõem no universo da banda e o niilismo de Nietzsche. Esse desenho é a síntese que infere todo o conceito norteador desta obra.

Em sua base, é possível observar a forte influência de outras bandas como Iron Maiden, DIO, Black Sabbath, Slayer, Metallica, Nightwish, dentre outros. 

A proposta da banda sempre foi focar em canções autorais e com foco no diferencial ao mesclar estilos musicais. 

Confira “Beyond Good and Evil”:

White Death é formado por:
Priscylla Moreno – Vocal
Alan Jhony – Guitarra
Caio Monteiro – Guitarra
Aldo Velasco – Baixo
Flavio Lempresley – Bateria

Mais informações:
Site: www.whitedeath.com.br
Facebook: https://www.facebook.com/WHITEDEATHOFICIAL
Instagram: https://www.instagram.com/whitedeathoficial/

Concreto Armado: grupo lança single e clipe de “Não Seja Um Lambe Botas”, música aborda o retrocesso e fascismo que vivemos em nosso país

Portando palavras e munida do velho Rock’n Roll como atitude, a Concreto Armado é uma banda autoral e independente de São Gonçalo-RJ. Influenciada pelo flow do rap, distorção do metal e a levada do funk, a Concreto Armado busca se comunicar com letras que abordam o cotidiano sensível, minado de opressões e contradições. 

O quinteto formado por Julius Brito (voz), Luiz Augusto (guitarra), Mayco Barroso (guitarra), Felipe Gonçalves (Baixo) e Raphael Teixeira (bateria), acaba de lançar o clipe e single “Não Seja Um Lambe Botas” em todas as plataformas de streaming. 

Ouça o single “Não Seja Um Lambe Botas” pelo Spotify: https://spoti.fi/36yrQM7

A faixa e clipe retratam uma briga antiga. As forças do retrocesso se manifestam e por vezes se põem em relevo. O medo da transformação radical que pode pôr fim à exploração do sistema capitalista toma diversas formas. Nesse contexto emerge a covardia e toda sorte de expurgos saem dos bueiros fétidos. O fascismo é isso, seu cheiro impregna o tecido social de tal forma que o ar se torna tóxico. É nessas horas que é preciso gritar e se impor perante esses espíritos vis. Em 2018 um idiota travestido de “líder” autoritário deu voz a um pensamento que condensa o retrocesso em seu grau máximo. No entanto, a força dos que não se calam perante qualquer forma de covardia tem muito mais potência que os amedrontados gritadores da desgraça, do preconceito, da ignorância, do desespero. É neste contexto que a Concreto Armado lança o single “Não Seja Um Lambe Botas”. Estamos atentos e somos mais fortes do que a ignorância dos canalhas odiosos e covardes, que transformam a insegurança em agressividade, mas quando olham no espelho sentem medo. 

Assista ao videoclipe de “Não Seja Um Lambe Botas”:

Ficha Técnica:
Produção Geral: Em rede Produções
Direção: Hellen Assis
Direção de Fotografia: Bruno César
Produção Executiva: Humberto Netto
Cenografia: Flávia Moacir
Iluminação: Bruno Morpheo
Gravação, mixagem e masterização: Diogo Nascimento

Concreto Armado é formado por:
Julius Brito – Vocal
Luiz Augusto – Guitarra
Mayco Barroso – Guitarra
Felipe Gonçalves – Baixo
Raphael Teixeira – Bateria

Mais informações:
Site: https://www.concretoarmadooficial.com.br
Facebook: https://www.facebook.com/bandaconcretoarmado/
Instagram: https://www.instagram.com/concretoarmadooficial/
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