Explain Away: grupo fecha com selo e anuncia lançamento de disco

Explain Away

Power-trio acaba de assinar com a Electric Funeral Records

Trio formado em 2014, mistura Punk, Grunge e Alternativo dos anos 90 com uma pegada própria e visceral. Letras realistas e reflexivas sobre as consequências do nada fácil cotidiano das grandes cidades e saúde mental, com um instrumental agressivo que correspondem aos temas tratados.
 
A banda lança o disco de estúdio intitulado, “Collective Loneliness”, com 9 faixas que demonstram isso do começo ao fim, e apresentações potentes e altas, resgatam o espírito do bom e velho underground independente com uma equação diferenciada de boas referências em cada acorde.
 
O lançamento do disco está previsto para o dia 6 de abril em todas as plataformas digitais via Electric Funeral Records.
 
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Concrete Monkey: grupo assina com selo e anuncia data de lançamento de disco

Concrete Monkey

Power-trio irá distribuir material via Electric Funeral Records

A banda composta por Vinícius Rodrigues (bateria), Henrique Stella (baixo, vocal) e Felipe Falci, acaba de anunciar o lançamento de seu full album no fim do mês de março.

O álbum, que leva o nome do single “High in Blue”, lançado em setembro do ano passado, edifica um marco de passagem para uma fase mais profunda e psicodélica da banda, com levadas mais pesadas e técnicas, que buscam uma forte introspecção e questionamento do lifestyle contemporâneo. O álbum mergulha em diversos estilos e subgêneros, transitando pelos movimentos dos anos 90, mas permeando no Progressivo e lisérgico Rock dos anos 70.
 
Composto por 11 faixas, sendo 7 músicas e 4 transições/interlúdios, o trabalho foi captado, editado e mixado no Studio Papiris, em São Paulo, tendo sido produzido pela própria banda e pelo Engenheiro de Som Caio Monfort, que foi o responsável também por todo o trabalho técnico, a masterização no entanto, ficou por conta da Absolute Master, tida como referência em todo território nacional.
 
O novo material será lançado dia 27 de março em todas as plataformas de streaming via Electric Funeral Records.
 
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Sangue de Bode: grupo segue inovando na cena extrema com sua pegada experimental

sangue de bode

Sangue de Bode é uma banda de Metal extremo fundada na região serrana do Rio de Janeiro, no final de 2017, por João (Baixo e Voz), Fontes (Guitarra) e Gabriel (Bateria). Sem rédeas na língua e indo estritamente ao ponto, o trio aborda relatos, angústias, e uma realidade tão crua que até o melhor dos estômagos se esforça para digerir, apresentando uma atmosfera obscura e densa, sem perder a pegada experimental que o Sangue de Bode aborda em seu universo.
 
O power-trio lançou recentemente o disco “A sombra que me acompanhava era a mesma do Diabo”, através do selo Electric Funeral Records, material que contém 12 faixas bem resolvidas, que tratam desde dias conturbados à críticas sociais e revolta.
 
Confira aqui “A sombra que me acompanhava era a mesma do Diabo”: https://bit.ly/2vKa1es
 
A banda segue inovando na cena extrema com sua pegada experimental e letras agressivas em português, conquistando ouvintes e marcando seu nome no mercado musical brasileiro. Conversamos com a banda sobre influências, sua história, processo de composição do disco e planos futuros.
 
De onde vem o nome “Sangue de Bode”? O que levou a banda a esse nome?
 
SDB: Bom. Primeiramente um salve aí pra quem tá lendo, e acreditamos que a busca e intenção da banda é sempre explorar palavras e/ou conceitos que consigam soar agressivos e chocantes na língua portuguesa. Fora o fato de ser uma expressão bem sonora e já íntima nos ouvidos da maioria das pessoas, justamente por conta da sua ligação com temáticas ocultas, magia negra, e todo esse universo que todos na banda acham interessante. Vale dizer que também achamos Sangue de Bode um nome que nos ajuda a escapar de rótulos, assim como tentamos no som. Podemos ir do Black ao Punk sem ficar fora de contexto.
 
Como se deu o surgimento dela?
 
SDB: Nos apresentando pra quem não tá ligado, Somos Fontes, João e Gabriel. A amizade e relação musical já vem de longa data. Eu (João), conheço o Gabriel desde a época da escola e já participamos de bandas juntos. O Fontes eu já tinha contato por conta de gigs que dividimos o palco com nossos projetos antigos, isso algumas boas vezes. Em 2017 a ideia da banda surgiu, já com o nome e com alguns rascunhos do que seriam algumas músicas, mas ainda sem formação, só uma ideia minha e do Gabriel. Por acaso o Gabriel se mudou pro Rio em 2018 e sem nenhum intermédio meu, que era o único que conhecia bem os dois simultaneamente, ele acabou fazendo amizade com o Fontes. Quando eles perceberam que estavam na pilha real de agitar um projeto, cogitou-se meu nome, a gente resgatou aquelas idéias, obviamente mais bem alimentadas ainda com a soma do Fontes e estamos ai. A conexão dos amigos!
 
A banda acaba de lançar material novo. Como foi o processo de composição das faixas?
 
SDB: Foi bem espontâneo eu acredito. Todo mundo pescou a vibe do tipo de som que saía naturalmente das nossas idéias e execuções, como cabeças individuais que contribuem para a existência de uma banda. A gente se entende bem quanto a deixar a banda com a cara que cada um quer, é basicamente a mesma coisa haha. Rolou até bem rápido, a maioria dos riffs que eu escrevi foram feitos num violão qualquer, ou numa guitarra fudida e desligada 3h da manhã. Os riffs do Fontes nem sequer foram modificados, curtimos tanto que já viraram naturalmente músicas, acho que a gente se entende como guitarrista. E a bateria também é sem restrições. O Gabriel pega as guias e faz o que ele quer com os riffs, o que de praxe já causa aquela satisfação geral de quem tá ouvindo o conjunto de tudo exatamente como gostaria que fosse. A maioria das músicas são escritas e formuladas online, até por que não moramos tão perto. Quando a gente se junta pra ensaiar, aquele quebra cabeça acontece e pelo menos pra nós é muito satisfatório e natural. Acredito que é o tipo de som que cada um ali gostaria de estar tocando naquele momento mesmo.
 
O último disco lançado foi muito bem recebido. Podemos esperar clipe ou Tour em Breve?
 
SDB: Ficamos muito felizes com a recepção da galera que ouviu. Tantos os amigos que já tínhamos, quanto com a dos novos amigos que ainda estão sendo feitos por conta do som. A gente deu uma ralada pra concretizar o trabalho e não tem como não ficar satisfeito de ver como o pessoal tem curtido. Recebemos muitas mensagens maneiras e apoio de gente que até então não conhecíamos, e isso tem sido bem legal. Certamente temos planos pra jogar nossa ideia aí na pista, e nossa apresentação de estréia já ta com data marcada. Vai ser um rolê massa, então fiquem antenados que muito em breve vamos começar a divulgação. Recebemos propostas de parceria de uns amigos muito fodas pra fazer um clipe, que conheceram a gente através do Instagram, então vai rolar algo certamente, mas no momento estamos focados e animados mesmo pra tocar por aí. Já temos um clipe no YouTube, do nosso primeiro single, nós mesmos produzimos, então se quiser dar uma moral, saca lá.
 
Suas letras passam uma mensagem muito forte, de onde vêm as ideias para as composições? Existe alguma composição que é mais especial pra vocês?
 
SDB: Bom, respondendo essa pergunta de forma mais pessoal, fui eu (João) quem, pelo menos até agora, escrevi as letras da banda. Obviamente não faz sentido ter uma banda extrema sem se posicionar e criticar da forma mais escrota possível esse sistema de merda que engole a sociedade. É impossível fugir desse tema principalmente enquanto vivemos esses tempos sombrios ao redor do mundo, e pra nós, claro, especialmente no Brasil, nessa zona. Mas o álbum também passa por momentos que são muito pessoais pra mim. Rolaram coisas na minha trajetória nessa vida aí até hoje, que ninguém tá preparado pra lidar sabe, mas podem acontecer, tem que ver qual é, e infelizmente eu vi. Se você ler algumas letras acho que dá pra sacar que não foi muito legal o que eu vi né haha. Essas letras tem muito do meu pai, da forma brutal que o perdi, e de tudo que se passou até que a perda ocorresse de fato. Perder um pai já não é algo que se supera por inteiro, pra ninguém, de forma brutal, menos ainda. No início do processo de formação da banda, ainda com essa ferida aberta e muito recente, recebi a notícia do suicídio de um dos meus melhores amigos, e isso foi muita barra também. Eu procuro ser um cara de boa no dia a dia, mas acredito que encontrei finalmente uma maneira agressiva o suficiente pra berrar as minhas merdas volta e meia e aliviar a mente nos momentos que ela quer ser minha inimiga. Escrever essas merdas acho que tem sido o melhor tratamento contra minha depressão nos últimos anos. O Gabriel me ajudou com algumas edições em palavras e frases, pra que a gente sempre conseguisse passar a mensagem espremendo o que de mais agressivo pudesse ser tirado do português. Acho que é isso. Ah, e quanto às músicas preferidas, eu gosto muito de Chafariz de Sangue. É a música mais pessoal do álbum pra mim, foi a mais difícil de cantar na gravação por conta de lembranças, mas depois de pronta pra mim é a mais verdadeira. Não posso falar pelos mulekes, mas pelas reações deles quando ouvimos o álbum pela primeira vez, eu acredito que seja Messias de Merda ou Filho de um Manequim.
 
Quais as bandas e fontes artísticas que inspiram o som da banda?
 
SDB: Algumas referências são unânimes e claramente nítidas no nosso som. Mayhem, Napalm Death, Nasum, Ratos e Morbid Angel são bandas por exemplo que certamente estão na escola de todos nós. Isso pra não ficar aqui 3 dias falando da galera toda né. Mas existe muito influência pessoal de cada um nisso também, quanto à ser uma banda. Eu e o Fontes talvez sejamos mais da escola do Thrash do que o Gabriel por exemplo, mas O Fontes já traz uma influência de Doom, mesmo que em melodias de riffs rápidos, que já tem mais intimidade com o Gabriel, e eu já não sou tão familiarizado. O Gabriel já é um cara que escuta coisas muito extremas, me apresenta várias bandas de black fodas, e ele também é muito ligado nas coisas modernas, mas também compartilha gostos comigo como Deftones, Smiths. Eu já sou um cara muito influenciado pela obra do Max Cavalera, curto pra caralho, então acho que tudo isso no fim das contas faz acontecer.
 
Quais os planos para 2020?
 
SDB: Agora que estamos com esse material lançado a intenção é caçar os roles e tocar por aí. Essa é a meta. Já temos mais sons escritos, pelo visto não vamos parar tão cedo com esse lado, mas O foco agora é tocar e disseminar essa desgraçeira por aí. No meio das merdas que a gente posta lá nas redes tem tudo. Caso alguém queira só conferir lá.
 
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2Crazy: duo assina com selo e anuncia lançamento de EP com inéditas

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Duo sergipano lança material inédito

O duo formado em Aracaju por Yhuri (baixo e vocal) e Rodrigo (bateria), apresentam diversas influências que vão desde o Rock Clássico, ao Metal, Punk e Grunge.

A banda se prepara para lançar seu segundo EP “The War Inside”, no dia 25 de março em todas as plataformas de streaming via Electric Funeral Records.

Diariamente notícias, vídeos e fotos são veiculadas na mídia tradicional e na rede mundial de computadores, mostrando uma guerra no campo político e social, diante dos nossos olhos. Essa guerra exterior adentra em nosso ser e nos joga em uma épica batalha interna com nós mesmos.

O novo trabalho tem uma abordagem mais introspectiva, onde as letras e todo o conceito do EP, tratam da luta interior do ser humano. Contendo 3 faixas; “You Lose”, “Dangerous Game” e “Kill the False Power”, o 2Crazy libera tudo que está guardado e que nos consume por dentro.

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Backdrop Falls: grupo lança documentário de sua turnê pela Argentina

Backdrop Falls

Série documenta a experiência da banda em sua primeira tour internacional

Após um excelente ano de 2019 com o lançamento do full album  “There’s no such place as home”, o Backdrop Falls, embarcou em sua primeira tour internacional pela Argentina, para promover não só o disco, mas também o slipt lançando em conjunto com as bandas Forward, Otrá Vision e Malvina, material esse que foi distribuído pelos selos Electric Funeral Records (BRA) e Razor Records (ARG).

O Backdrop Falls está lançando nesta quarta-feira (04), seu primeiro documentário que compartilhar fotos e vídeos de bastidores, shows e passeios realizados na Argentina durante a Electric Razor Tour no final do ano passado. 
 
A série de documentário/reality da banda, chamada Backstage Falls, mostra registros em vídeo de momentos importantes. Dessa vez a série documenta a experiência da banda em sua primeira tour internacional, que passou pelas cidades de Ramos Mejía, Quilmes, Avellaneda e Buenos Aires, na Argentina, mostrando um pouco do dia-a-dia em turnê, como a banda se relaciona entre si e como lida com um público diferente do que está habituado, um pouco além da música.  
 
2020 promete ser um ano bastante intenso para o quarteto que toca ao lado dos suecos do The Hellacopters no festival Ponto.CE XIII em Fortaleza, no dia 15 de março no Órbita Bar.
 
A banda ainda promete para esse semestre lançamento de cerveja, dvd ao vivo do show no Centro Cultural Dragão do Mar e música nova. 

 

Confira o documentário Backstage Falls – Electric Razor Tour 2019:

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Pulso de Marte: grupo assina com selo e anuncia lançamento de EP

Pulso de Marte (9)

Banda lança material inédito via Electric Funeral Records

2014 foi o ano em que Nathália Rebouças e Leticia Monteiro uniram-se em nome da música e se tornaram a linha de frente deste projeto, que chamaram de Pulso de Marte. Dos sonhos de Nathália Rebouças para o mundo real, a Pulso de Marte procura ter uma música com muita personalidade misturando Indie, Pop Rock, MPB, Hardcore até a música alternativa.

A banda esteve em diversos palcos importantes da cena de fortaleza, como na Órbita Bar e Centro Cultural Banco no Nordeste. Participou de Festivais importantes como Maloca Dragão, Feira da Música e ganhou o primeiro lugar no Festival de Música da Juventude em 2017.

Em 2019 a dupla estava construindo o ano de 2020 dentro do laboratório de Música do Porto Iracema das Artes, com a tutoria de Raquel Virginia (As Bahias e a Cozinha Mineira), a primeira mulher trans indicada ao Grammy Latino. O resultado disso é o lançamento de “Marte é Mulher” o mais novo EP da banda que será lançado em todas as plataformas de streaming via Electric Funeral Records dia 13 de março.

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Sangue de Bode: a morbidez sonora do grupo, em lançamento de disco

Sangue de Bode

Sangue de Bode é uma banda de Metal extremo fundada na região serrana do Rio de Janeiro, no final de 2017, por João (Baixo e Voz), Fontes (Guitarra) e Gabriel (Bateria). Sem rédeas na língua e indo estritamente ao ponto, o trio aborda relatos, angústias, e uma realidade tão crua que até o melhor dos estômagos se esforça para digerir, apresentando uma atmosfera obscura e densa, sem perder a pegada experimental que o Sangue de Bode aborda em seu universo. 
 
Começando 2020 surtado, Sangue de Bode lança seu primeiro álbum. O full conta com 12 faixas bem resolvidas, que tratam desde dias conturbados à críticas sociais e revolta. Sobre traumas pessoais, e problemas de todo mundo. “A sombra que me acompanhava era a mesma do Diabo”, foi o nome dado ao trabalho, que acaba de ser lançado em todas as plataformas de streaming via Electric Funeral Records.

 

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, pessoas em pé e texto

Confira aqui “A sombra que me acompanhava era a mesma do Diabo”:
 
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Tigersharks: grupo apresentará seu Skate Punk no “Descarrego Festival”

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Power-trio faz o 1º show do ano no Rio Grande do Sul

Nascido em Porto Alegre, o power-trio Tigersharks, formado por Leonardo Schmittt (bateria), Filipi Barbosa (baixo) e Rodrigo Neves (Voz e Guitarra) apresenta um Skate Punk Rock avassalador, com riffs pesados e rápidos podendo notar as influências que formam o som da banda, que navega desde do Punk Rock ao Stoner e não deixa de passar pelo Hardcore em sua pegada. 
 
A banda que lançou no fim de 2019 o single e lyric vídeo da faixa  “Smoking Kills“ em todas as plataformas de streaming via Electric Funeral Records, promove seu primeiro show de 2020, que acontecerá no Descarrego Festival em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul. 

 

O festival acontece no Bar & Hamburgueria Maximos dia 22 de fevereiro ás 16h30, e conta também com os shows das bandas Timore, Arkhaik e Outra Providência.

 

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Sangue de Bode: grupo anuncia lançamento de disco inédito em fevereiro via Electric Funeral Records

Sangue de Bode

Power Trio lança primeiro full álbum

Começando 2020 surtado, Sangue de Bode lança seu primeiro Álbum. O full conta com 12 faixas bem resolvidas, que tratam desde dias conturbados à críticas sociais e revolta. Sobre traumas pessoais, e problemas de todo mundo. “A sombra que me acompanhava era a mesma do Diabo”, foi o nome dado ao trabalho, e seu lançamento está previsto para o dia 17 de fevereiro de 2020 em todas as plataformas de streaming via Electric Funeral Records.

Sangue de Bode é uma banda de Metal extremo fundada na região serrana do Rio de Janeiro, no final de 2017, por João (Baixo e Voz), Fontes (Guitarra) e Gabriel (Bateria). Sem rédeas na língua e indo estritamente ao ponto, o trio aborda relatos, angústias, e uma realidade tão crua que até o melhor dos estômagos se esforça para digerir, apresentando uma atmosfera obscura e densa, sem perder a pegada experimental que o Sangue de Bode aborda em seu universo.
 
Confira o último trabalho lançado pela banda:
“Comendo Lixo”: https://youtu.be/-POmOoaDk_8
 
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Headhunter D.C.: grupo finaliza versão de “To Tame a Land” para tributo ao Iron Maiden

Headhunterdc

O Headhunter D.C. escolheu uma das músicas menos usuais do Iron Maiden em turnês. No detalhe, Sérgio ‘Baloff’ nas sessões de gravação no Massa Sonora Studio, em Salvador (BA) | Foto: Richard Meyer

Após participar da “Sabbath Brazil Sabbath – The Brazilian Tribute To Black Sabbath” (2018), da Secret Service Records com a canção “Electric Funeral”, o Headhunter D.C. mais uma vez participará de uma coletânea da gravadora. Dessa vez será lançada a “Somewhere in Brazil… The Brazilian Tribute to Iron Maiden”, e a banda baiana apresentará sua versão para “To Tame a Land” do álbum “Piece of Mind” (1983). “Eu já tinha essa versão na cabeça há vários anos, sempre quis gravá-la, então o convite para o tributo ajudou a colocar os planos em prática”, revelou o vocalista Sérgio “Baloff” à Brauna Music Press.

Sérgio também comentou como foi fazer uma versão extrema para uma música tão detalhista. “É uma música supercomplexa e seria um tanto complicado reproduzi-la em nossa afinação, mas como eu já tinha essa versão Death Metal na cabeça, incluindo os arranjos em nosso estilo, tudo correu bem naturalmente em todo o desenvolvimento e concepção da releitura”. Para a parte vocal, Baloff teve que trabalhar mais para se adequar ao instrumental. “Sim, criar uma vocalização gutural pra ela também foi outro aspecto complicado, pois não mexemos em sua estrutura original, todas as melodias do instrumental foram mantidas intactas”, disse.

Fã confesso de Iron Maiden, o vocalista do Headhunter D.C. ficou muito entusiasmado em participar de mais um projeto da Secret Service, sobretudo regravar um de seus hinos preferidos da “Donzela”. “Acabou sendo também uma realização pessoal para mim, pois sou fã dos primeiros álbuns do Maiden e ‘Piece of Mind’ é o melhor deles para mim. Sempre pensei que, se for para um dia gravar uma música dos mestres, que seja logo a melhor ‘lado B’ do mundo (risos), além de que, gostamos de desafios, então por que ser mais uma banda a gravar versões para ‘Aces High’ ou ‘The Trooper’?”, questiona.

A versão do Headhunter D.C. para “To Tame a Land” teve a participação de Fernando Costa do Insaintfication no baixo e foi finalizada em novembro de 2019. A Brauna Music Press teve acesso ao áudio da releitura e constatou que a versão Death Metal que a banda fez prima pela qualidade, respeito e dignidade de fazer tributo a um dos maiores nomes do Heavy Metal mundial. Em breve a Secret Service publicará o dia do lançamento.

Atualmente Headhunter DC é formada por:
Sérgio “Baloff” Borges – Vocal
George Lessa – Guitarra
Tony Assis – Guitarra
Zulbert Buery – Baixo
Daniel Brandão – Bateria
 
Acompanhe a banda pelo streaming:
 
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