Clutch: ícone mundial do Hard Rock/Stoner, volta ao Brasil em abril de 2020

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Cultuada banda norte-americana faz show único em São Paulo, dia 26/4, para divulgar o aclamado disco “Book of Bad Decisions”

O Clutch é cult. Desde a década de 1990 na estrada e com 12 discos lançados, é nome recorrente da cena Hard Rock/Stoner mundial – do alto escalão! É o tipo de banda que está sempre em voga na grande mídia especializada, que recebe altas notas e coleciona elogios nas resenhas de álbuns e apresentações ao vivo, além de andar no mesmo hall dos figurões do Kyuss, Truckfigters, Red Fang e Monster Magnet, sempre com suporte de produtores requisitados em estúdio. E está de volta ao Brasil, dia 26 de abril de 2020, para show único em São Paulo, no Fabrique Club. A realização é da Powerline Music & Books junto à Abraxas.

O retorno do Clutch ao Brasil acontece seis anos após a apresentação em chamas da banda – em 2014 – no festival Converse Rubber Tracks, em São Paulo, junto à também norte-americana The Sword. À época, o Stoner ganhava espaço no país e este evento ajudou a consolidar o cenário ao estilo. Não à toa aquele show do Clutch é ainda comentado pelos fãs. A espera, enfim, terminou.

A nova passagem pela capital paulista é anunciada em boa hora, com o Clutch com mesmo o brio e peso dos velhos tempos. É a turnê do 12º disco, “Book of Bad Decisions”, lançado em 2018 e que, somente na primeira semana disponível no mercado, vendeu mais de 26 mil cópias nos Estados Unidos, o que rendeu à banda o terceiro Top 20 consecutivo na Billboard 200.

Book of Bad Decisions, tão sólido e impactante quanto o já clássico Earth Rocker (de 2013, eleito pela Metal Hammer como o melhor disco daquele ano), foi gravado no famoso Sputnik Sound, em Nashville (Tennessee), com o premiado produtor Vance Powell, o homem que carrega consigo seis Grammys e a mente criativa por trás de disco de Jack White, The Raconteurs e Arctic Monkeys.

O Clutch chega ao ano de 2020 como potência do Rock. Começou em 1990, em Maryland (EUA), e chegou a lançar o primeiro EP – Pitchfork – pela primeira gravadora do Metallica, a Megaforce Records; desde então, se mantém na ativa com composições bombásticas, que mistura Stoner Rock, Blues, Hard, Rock n’ Roll a la Mortorhëad (um dos hits, “One Eye Dollar”, já foi considerada o “Ace of Spades” do Clutch pelo lendário e saudoso Lemmy Kilmister, do Motörhead) e tem até mesmo uma pitada de country. O groove é marcante, seja no instrumental refinado como no vocal enérgico de Neil Fallon.

Nem mesmo começou e a agenda de shows internacionais de 2020 no Brasil já está repleta de atrações imperdíveis e lendárias, como Black Flag dia 8/3 e Converge dia 21/3 (ambos no Carioca Club, em São Paulo), e certamente o do Clutch também merece destaque e um grande público para prestigiar este aguardado retorno do quarteto à capital paulista.

Além de São Paulo, a turnê sul-americana do Clutch passa pela Argentina dia 28/4 (Uniclub, em Buenos Aires) e dia 30/4 no Chile (Club Chocolate, em Santiago).

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Serviço:
Clutch em São Paulo dia 26/4 no Fabrique Club
Evento: https://www.facebook.com/events/2935176716501026/
Data: 26 de abril de 2020
Local: Fabrique Club (rua Barra Funda 1071, Barra Funda/SP)
Ingresso: R$ 110 (1º lote | meia promocional e estudante)
Venda online: https://pixelticket.com.br/eventos/4981/clutch-em-sao-paulo-sp
Venda física: Locomotiva Discos (rua Barão de Itapetininga, 37 – SP/SP)
Classificação etária: 16 anos

Between the Buried and Me: grupo vem pela primeira vez ao Brasil em março de 2020

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São Paulo, no dia 15/3, recebe o último show da extensa turnê latino-americana com 9 datas; banda norte-americana tocará dois sets numa mesma noite

A banda norte-americana Between the Buried and Me, mundialmente consagrada há duas décadas devido à inusitada mistura de Progressivo com elementos de diversas vertentes do Heavy Metal (do Rock ao Death Metal), além de jazz e até de música eletrônica, enfim anuncia a estreia no Brasil. Com show único dia 15 de março de 2020 em São Paulo, o Fabrique Club receberá a sexteto com sua turnê especial em que executam, numa mesma noite, dois diferentes sets. A realização é da Powerline.

Moderno, pesado, às vezes introspectivo, mas sempre extremamente virtuoso e criativo, o Between the Buried and Me nunca se repete e propõe uma viagem sonora a cada música, por meio de brilhantes e bem encaixados dualismos: da calmaria ao caos, da tensão à redenção, e da vagarosidade a velocidades incríveis – as mudanças rítmicas e compassos são constantes. Tem guitarras distorcidas, melodia, agressividade, mas tem guitarras limpas, dedilhados e sutis, uso constante de teclados, junto a vocais limpos e passagens com guturais.

Apresentar dois diferentes sets numa mesma noite pode soar excêntrico, mas não para uma banda como Between the Buried and Me, que sempre fugiu de padrões e abusou de experimentações e misturas ao longo dos 20 anos de história. Trata-se de uma ótima solução para, numa primeira vez no Brasil, tocar músicas de distintas fases da excepcional e diversificada discografia – são 10 discos de estúdio, três ao vivo e um EP (com 30 minutos de música!). As músicas são tocadas em ordem cronológica.

Conheça Between the Buried & Me:

 

Em entrevista a uma mídia europeia no começo deste ano, sobre a turnê mundial com dois sets, o baixista Dan Briggs explica que optar por uma apresentação mais extensa justamente neste momento da carreira é uma forma da banda explicar a própria evolução ao longo dos anos. “Às vezes, entender a dinâmica do Between the Buried and Me reside em respirar nova música e exalar material antigo”.

O baixista ainda assegura aos fãs que esta é a oportunidade experimentar a imersão sonora da banda: existe uma coesão ímpar na forma como constroem o repertório duplo com músicas de 2002 a 2019, em alusão ao primeiro disco, homônimo, e ao último lançamento “Automata II”, passando pelo conceitual e inspirado “Coma Ecliptic”, o monumental e cultuado “The Great Misdirect” e o intrincado “Alaska”.

Não resta dúvida de que uma apresentação ao vivo do Between the Buried and Me dia 15/3/2020 é, especialmente, para fãs de música complexa e reflexiva, feita por músicos talentosos e minuciosos. Um deleite para fãs de Dillinger Escape Plan, TesseracT, Opeth e Devin Townsend Project.

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Serviço:
Between the Buried and Me em São Paulo
Evento: https://www.facebook.com/events/1010476025966484/
Data: 15 de março de 2020
Horário: 18 horas (portas)
Local: Fabrique Club (rua Barra Funda, 1071 – Barra Funda, São Paulo/SP)
Ingresso: R$ 110,00 (1º Lote, meia promocional, mediante entrega de 1 quilo de alimento no dia do evento, e estudante)
Venda online: https://pixelticket.com.br/eventos/4500/between-the-buried-me
Venda física: Locomotiva Discos – sem taxa, somente em dinheiro (rua Barão de Itapetininga, 37 – SP/SP)
Classificação etária: 16 anos

TTNG: britânicos pioneiros do Math Rock, estreiam no Brasil em 2020

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Entre o Rock Alternativo, Progressivo e o Emo, TTNG faz única apresentação em São Paulo, dia 16 de janeiro de 2020

A banda britânica de Math Rock TTNG, considerada uma das pioneiras do gênero que funde progressivo ao rock alternativo, estreia no Brasil com show único em São Paulo, dia 16 de janeiro de 2020, no Fabrique Club. A banda de abertura é o fenômeno do Post-Rock nacional, E a Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante. A realização é da Onstage Agência em companhia da MGB Entertainment.

Ao lado do American Football, o TTNG é pioneiro na fusão do Math Rock com Emo, que resulta em uma sonoridade repleta de melodias, focada em riffs virtuosos e andamentos envolventes de músicas, vide o que apresentam no cultuado disco de estreia, “Animals”.

Ouça pelo Spotify o cultuado álbum “Animals” do TTNG: 

 

O disco, lançado em 2008, é até hoje considerado emblemático no que diz respeito a math rock, e inclusive foi mote de una turnê requisitada comemorativa em 2010, além de ganhar uma versão acústica pela gravadora Sargent House.

Atualmente, o TTNG (que já atendeu pelo nome polêmico de This Town Need Guns) divulga o terceiro disco, “Disappointment Island”, o primeiro como um trio (Tim Collis na guitarra, seu irmão Chris Collis na bateria e Henry Tremain nos vocais e baixo). É um registro refinado e que mostra um Math Rock ainda mais autêntico e até mesmo flertando com estruturas do pop, mas sem nunca abrir mão da intensidade e da busca por sonoridades intrincadas do passado.

Altamente indicada para fãs de The World Is a Beautiful Place & I Am No Longer Afraid to Die, Battles e a saudosa Minus The Bear, TTNG conquistou mundo afora um público fiel e devoto, principalmente devido à ao instrumental e as linhas vocais expressivas. Nestes últimos anos, a banda britânica excursionou – com diversos shows sold outs – pela Austrália, Japão e Estados Unidos.

Não à toa a estreia do TTNG no Brasil é tão aguardada: um show que carrega uma experiência única, à frente de ótimos instrumentistas que evoluem a cada lançamento, donos de músicas que despertam emoções diversas, ainda mais sensitivas ao vivo.

cartaz TTNG

Serviço:
TTNG pela 1ª vez no Brasil – show único em São Paulo
Evento: https://www.facebook.com/events/423042898408311/
Data: 16 de janeiro de 2020
Horário: a partir das 18 horas
Local: Fabrique Club (rua Barra Funda, 1071, Barra Funda – São Paulo/SP)
Classificação etária: 18 anos
Ingresso: R$ 90 (Pista, meia entrada estudante, promocional – mediante doação de um quilo de alimento, 1º lote); R$ 180 (Pista, inteira, 1º lote)
Venda online: https://ticketbrasil.com.br/show/7380-ttng-saopaulo-sp/

Garotos Podres, Flicts e Faca Preta: três gerações do Punk se encontram em 06 de outubro em São Paulo

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Garotos Podres, Flicts e Faca Preta apresentarão sets especiais no primeiro fim de semana de outubro, no Fabrique Club

Dia 6 de outubro, três gerações do Punk nacional se reúnem no Fabrique Club (São Paulo) para um show especial. Garotos Podres, Flicts e Faca Preta formam uma trinca interessante de sonoridade e temática de mensagens, sugerindo uma continuação da cena Punk paulista com grande importância e influência sobre os fãs e outras bandas do gênero.

O evento, com realização da Powerline, começa às 18 horas e os ingressos em 2º lote custam apenas R$ 40 online (http://bit.ly/2mNZ5bc).

Formada em 82 no ABC paulista, o Garotos Podres foi diretamente influenciado pelas bandas Punks do final dos anos 70 e começo dos anos 80. O sucesso do primeiro disco, “Mais Podres do que Nunca”, lançado em plena ditadura militar, popularizou a banda e a cena Punk no Brasil e, mesmo com letras modificadas e censuradas, resultou em shows por todo o país e abriu as portas do mainstream para outras bandas da cena. Em 1993 o quarto trabalho dos Garotos, “Canções para Ninar”, consolidou a banda internacionalmente, com shows na Europa e nos Estados Unidos.

O Flicts, formado em 1996, ou seja, 14 anos depois da fundação do Garotos Podres, levanta as mesmas bandeiras e com uma sonoridade parecida, passeando entre o StreetPunk, oi! e Punk. Em 2019, a banda completa 23 anos com alguns álbuns emblemáticos na bagagem e músicas que já se tornaram hinos na cena Punk nacional, como “Desmascarar Sua Bandeira”, “Latino America” e “Pauliceia”.

O Faca Preta, por sua vez, foi formado 17 anos depois do Flicts, em 2013. Trazendo um fôlego StreetPunk para a cena, o quinteto lançou um EP 7’ pela HBB, que tem a já clássica “Lutando de Braços Cruzados”, e prepara seu primeiro disco completo para ser lançado ainda em 2019.

Serviço:
Garotos Podres, Flicts e Faca Preta dia 6/10 no Fabrique
Evento: https://www.facebook.com/events/2366802466971474/
Data: 6 de outubro de 2019
Horário: a partir das 18 horas
Local: Fabrique Club (rua Barra Funda, 1071, Barra Funda – SP/SP)
Ingresso: R$ 40 (meia/promocional, 2º lote)
Venda online: http://bit.ly/2mNZ5bc
Venda física na Locomotiva Discos, somente em dinheiro e sem taxa
Classificação etária: 16 anos
Realização: Powerline Music & Books