Quilombo: Panda Reis participará de live do site Cultura em Peso, saiba como assistir!

No dia 29/05 (sexta-feira), a partir das 20 horas, acontecerá a live do site Cultura em Peso, que terá como convidado especial, o baterista e vocalista Panda Reis, do Quilombo.

O músico falará um pouco mais sobre seus projetos, o EP “Itankale”, atual momento político brasileiro, planos para este segundo semestre de 2020 e muito mais.

Para conferir este bate-papo na íntegra, inscreva-se no canal oficial do Cultura em Peso no YouTube, não se esqueça de ativar o sininho para obter todas as notificações: https://www.youtube.com/user/culturaempesobr

“Itankale” é o EP de estreia do Quilombo, que ganhou inúmeras críticas positivas da imprensa especializada, não só pelo seu som agressivo, mas também pela sua temática extremamente contestadora. Este trabalho está disponível para audição gratuita nas plataformas YouTube, SoundCloud e Bandcamp, porém pode ser adquirido em seu formato físico por apenas 10,00 (+ frete) entrando em contato pelo e-mail pandadrums@hotmail.com ou no Facebook em www.facebook.com/quilombometal.

Ouça:

SoundCloud: https://soundcloud.com/user-359701071-623657729/sets/itankele
Bandcamp: https://quilombo.bandcamp.com/album/itankale

Contato para assessoria de imprensa: www.sanguefrioproducoes.com/contato

Links relacionados:
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Cangaço Rádio Rock: disponibiliza coletânea para audição na íntegra

Cangaço Rock - Vol I - Capa

A web radio cearense Cangaço Rádio Rock que a quase 07 anos vem proporcionando um apoio massivo para com a cena underground do Brasil em diversas formas, acaba de disponibilizar para audição nas plataformas de streaming YouTube e Bandcamp sua recém-lançada coletânea que a priori teve o seu lançamento concretizado no formato físico em box acrílico em meados do mês de fevereiro.

A primeira edição da coletânea da Cangaço Rádio Rock, é o resultado de uma aliança maldita entre 17 bandas de metal extremo, oriundas de vários estados do Brasil, e parceiros que nos apoiam no lançamento. São bandas que estão ativas e que contribuem diariamente para o fortalecimento da cena nacional.

O material apresenta 17 sons que vai desde tradicionais nomes do cenário underground do Brasil à ótimas revelações que vem surpreendendo bastante o público, confira a lista de bandas: Aberratio (MG), Ancestor (SP), Cadaverizer (MG), Carcinosi (RS) Disruption Path (SP), Fulminante (PE), Hierarchical Punishment (SP), Leviaethan (RS), Martyrdom (BA), Melencoliam (MG), Platoon (AM), Tenebrario (SP), Razor Project (PR), Rotting Flesh (PA), StillDeath (ES), StinKupuS (ES) e War Machiine (SP).

A coletânea está sendo comercializado por apenas 10 R$ mais frete, com envio para qualquer localidade do Brasil. E-mail para contato: cangacoradiorock@gmail.com

Visualização da imagem

Tracklist:
1. Aberratio – Assyrians
2. Ancestor – Inner Beast
3. Cadaverizer – Necroforia
4. Carcinosi – Hyperdimension
5. Disruption Path – Insane And Sick
6. Fulminante – Possuído Pelo Álcool
7. Hierarchical Punishment – Mandness
8. Leviaethan – Visions Of A Distorted Path
9. Martyrdom – Sóter Lux Occvlta
10. Melencoliam – Marques de Sade
11. Platoon – Máquina de Extermínio
12. Razor Project – Backstabber
13. Rotting Flesh – Abomination Of Horned God
14. StillDeath – Shame
15. StinKupus – Paralyzing Faith
16. Tenebrario – God Symphony
17. War Machiine – War Machiine

Ouça a coletânea:
YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=mHOZGqS8tjg&list=PLuerNcLeyhw4hhTKVpx37VAoxVY2IckSw
Bandcamp: https://cangaordiorock.bandcamp.com/album/colet-nea-canga-o-r-dio-rock-vol-01-2020

Links Relacionados:
Bandcamp: https://cangaordiorock.bandcamp.com/
Instagram: https://www.instagram.com/cangacoradio/
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YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCcBR9XGl92dG9U4mNVwPl1A

Chaotic System: a incansável máquina carioca de Crust lança full lenght

Chaotic System

Duo apresenta um som visceral e de técnica impecável

Depois do lançamento dos aclamados EPs “Baixada Morta” (2018), “Help Brasil” e “Human Decay” (ambos de 2019), a incansável máquina carioca de Crust Chaotic System lança seu primeiro “full lenght”, o álbum “Rise” em todas as plataformas de streaming via Electric Funeral Records.

Criado na cidade de Duque de Caxias/RJ, a banda sempre tendo a frente seu fundador, o guitarrista/vocalista Magno Vieira, e após várias formações conta agora com a presença de Eduardo Martins (baixo/vocais, ex-Vox Mortem) no line up.

Os integrantes já adiantam: a proposta segue a mesma, som bruto indicado a fãs de Extreme Noise Terror, Disrupt, Napalm Death. O baixista/vocalista Eduardo “Dudu” Martins alerta: “quem acompanha a gente vai perceber que terão alguns elementos diferentes porém eles estão sempre a serviço da agressão sonora”. O que não há de surpresas são as letras contundentes recheadas de crítica político/social contra o sistema.

O disco contém 14 faixas entre inéditas e regravações de músicas presentes nas primeiras demos no início da carreira do Chaotic System. Segundo Magno Vieira, guitarrista/vocalista e fundador do grupo, “já era hora daquelas faixas receberem o tratamento correto. Seria injusto deixá-las no passado sem uma produção bacana. Agora elas estão do jeito certo”.

A banda segue a parceria dos EPS anteriores, já que o disco foi gravado no mesmo HCS Estúdios no Rio de Janeiro e teve a produção de Marco Anvito, do Hicsos. Mantendo o espírito “do it yourself”, a arte do disco ficou mais uma vez a cargo de Eduardo Martins.

Confira “Rise” pelo Spotify:

 

Mais informações:
Phone: +55 21 996292220

Sangue de Bode: grupo segue inovando na cena extrema com sua pegada experimental

sangue de bode

Sangue de Bode é uma banda de Metal extremo fundada na região serrana do Rio de Janeiro, no final de 2017, por João (Baixo e Voz), Fontes (Guitarra) e Gabriel (Bateria). Sem rédeas na língua e indo estritamente ao ponto, o trio aborda relatos, angústias, e uma realidade tão crua que até o melhor dos estômagos se esforça para digerir, apresentando uma atmosfera obscura e densa, sem perder a pegada experimental que o Sangue de Bode aborda em seu universo.
 
O power-trio lançou recentemente o disco “A sombra que me acompanhava era a mesma do Diabo”, através do selo Electric Funeral Records, material que contém 12 faixas bem resolvidas, que tratam desde dias conturbados à críticas sociais e revolta.
 
Confira aqui “A sombra que me acompanhava era a mesma do Diabo”: https://bit.ly/2vKa1es
 
A banda segue inovando na cena extrema com sua pegada experimental e letras agressivas em português, conquistando ouvintes e marcando seu nome no mercado musical brasileiro. Conversamos com a banda sobre influências, sua história, processo de composição do disco e planos futuros.
 
De onde vem o nome “Sangue de Bode”? O que levou a banda a esse nome?
 
SDB: Bom. Primeiramente um salve aí pra quem tá lendo, e acreditamos que a busca e intenção da banda é sempre explorar palavras e/ou conceitos que consigam soar agressivos e chocantes na língua portuguesa. Fora o fato de ser uma expressão bem sonora e já íntima nos ouvidos da maioria das pessoas, justamente por conta da sua ligação com temáticas ocultas, magia negra, e todo esse universo que todos na banda acham interessante. Vale dizer que também achamos Sangue de Bode um nome que nos ajuda a escapar de rótulos, assim como tentamos no som. Podemos ir do Black ao Punk sem ficar fora de contexto.
 
Como se deu o surgimento dela?
 
SDB: Nos apresentando pra quem não tá ligado, Somos Fontes, João e Gabriel. A amizade e relação musical já vem de longa data. Eu (João), conheço o Gabriel desde a época da escola e já participamos de bandas juntos. O Fontes eu já tinha contato por conta de gigs que dividimos o palco com nossos projetos antigos, isso algumas boas vezes. Em 2017 a ideia da banda surgiu, já com o nome e com alguns rascunhos do que seriam algumas músicas, mas ainda sem formação, só uma ideia minha e do Gabriel. Por acaso o Gabriel se mudou pro Rio em 2018 e sem nenhum intermédio meu, que era o único que conhecia bem os dois simultaneamente, ele acabou fazendo amizade com o Fontes. Quando eles perceberam que estavam na pilha real de agitar um projeto, cogitou-se meu nome, a gente resgatou aquelas idéias, obviamente mais bem alimentadas ainda com a soma do Fontes e estamos ai. A conexão dos amigos!
 
A banda acaba de lançar material novo. Como foi o processo de composição das faixas?
 
SDB: Foi bem espontâneo eu acredito. Todo mundo pescou a vibe do tipo de som que saía naturalmente das nossas idéias e execuções, como cabeças individuais que contribuem para a existência de uma banda. A gente se entende bem quanto a deixar a banda com a cara que cada um quer, é basicamente a mesma coisa haha. Rolou até bem rápido, a maioria dos riffs que eu escrevi foram feitos num violão qualquer, ou numa guitarra fudida e desligada 3h da manhã. Os riffs do Fontes nem sequer foram modificados, curtimos tanto que já viraram naturalmente músicas, acho que a gente se entende como guitarrista. E a bateria também é sem restrições. O Gabriel pega as guias e faz o que ele quer com os riffs, o que de praxe já causa aquela satisfação geral de quem tá ouvindo o conjunto de tudo exatamente como gostaria que fosse. A maioria das músicas são escritas e formuladas online, até por que não moramos tão perto. Quando a gente se junta pra ensaiar, aquele quebra cabeça acontece e pelo menos pra nós é muito satisfatório e natural. Acredito que é o tipo de som que cada um ali gostaria de estar tocando naquele momento mesmo.
 
O último disco lançado foi muito bem recebido. Podemos esperar clipe ou Tour em Breve?
 
SDB: Ficamos muito felizes com a recepção da galera que ouviu. Tantos os amigos que já tínhamos, quanto com a dos novos amigos que ainda estão sendo feitos por conta do som. A gente deu uma ralada pra concretizar o trabalho e não tem como não ficar satisfeito de ver como o pessoal tem curtido. Recebemos muitas mensagens maneiras e apoio de gente que até então não conhecíamos, e isso tem sido bem legal. Certamente temos planos pra jogar nossa ideia aí na pista, e nossa apresentação de estréia já ta com data marcada. Vai ser um rolê massa, então fiquem antenados que muito em breve vamos começar a divulgação. Recebemos propostas de parceria de uns amigos muito fodas pra fazer um clipe, que conheceram a gente através do Instagram, então vai rolar algo certamente, mas no momento estamos focados e animados mesmo pra tocar por aí. Já temos um clipe no YouTube, do nosso primeiro single, nós mesmos produzimos, então se quiser dar uma moral, saca lá.
 
Suas letras passam uma mensagem muito forte, de onde vêm as ideias para as composições? Existe alguma composição que é mais especial pra vocês?
 
SDB: Bom, respondendo essa pergunta de forma mais pessoal, fui eu (João) quem, pelo menos até agora, escrevi as letras da banda. Obviamente não faz sentido ter uma banda extrema sem se posicionar e criticar da forma mais escrota possível esse sistema de merda que engole a sociedade. É impossível fugir desse tema principalmente enquanto vivemos esses tempos sombrios ao redor do mundo, e pra nós, claro, especialmente no Brasil, nessa zona. Mas o álbum também passa por momentos que são muito pessoais pra mim. Rolaram coisas na minha trajetória nessa vida aí até hoje, que ninguém tá preparado pra lidar sabe, mas podem acontecer, tem que ver qual é, e infelizmente eu vi. Se você ler algumas letras acho que dá pra sacar que não foi muito legal o que eu vi né haha. Essas letras tem muito do meu pai, da forma brutal que o perdi, e de tudo que se passou até que a perda ocorresse de fato. Perder um pai já não é algo que se supera por inteiro, pra ninguém, de forma brutal, menos ainda. No início do processo de formação da banda, ainda com essa ferida aberta e muito recente, recebi a notícia do suicídio de um dos meus melhores amigos, e isso foi muita barra também. Eu procuro ser um cara de boa no dia a dia, mas acredito que encontrei finalmente uma maneira agressiva o suficiente pra berrar as minhas merdas volta e meia e aliviar a mente nos momentos que ela quer ser minha inimiga. Escrever essas merdas acho que tem sido o melhor tratamento contra minha depressão nos últimos anos. O Gabriel me ajudou com algumas edições em palavras e frases, pra que a gente sempre conseguisse passar a mensagem espremendo o que de mais agressivo pudesse ser tirado do português. Acho que é isso. Ah, e quanto às músicas preferidas, eu gosto muito de Chafariz de Sangue. É a música mais pessoal do álbum pra mim, foi a mais difícil de cantar na gravação por conta de lembranças, mas depois de pronta pra mim é a mais verdadeira. Não posso falar pelos mulekes, mas pelas reações deles quando ouvimos o álbum pela primeira vez, eu acredito que seja Messias de Merda ou Filho de um Manequim.
 
Quais as bandas e fontes artísticas que inspiram o som da banda?
 
SDB: Algumas referências são unânimes e claramente nítidas no nosso som. Mayhem, Napalm Death, Nasum, Ratos e Morbid Angel são bandas por exemplo que certamente estão na escola de todos nós. Isso pra não ficar aqui 3 dias falando da galera toda né. Mas existe muito influência pessoal de cada um nisso também, quanto à ser uma banda. Eu e o Fontes talvez sejamos mais da escola do Thrash do que o Gabriel por exemplo, mas O Fontes já traz uma influência de Doom, mesmo que em melodias de riffs rápidos, que já tem mais intimidade com o Gabriel, e eu já não sou tão familiarizado. O Gabriel já é um cara que escuta coisas muito extremas, me apresenta várias bandas de black fodas, e ele também é muito ligado nas coisas modernas, mas também compartilha gostos comigo como Deftones, Smiths. Eu já sou um cara muito influenciado pela obra do Max Cavalera, curto pra caralho, então acho que tudo isso no fim das contas faz acontecer.
 
Quais os planos para 2020?
 
SDB: Agora que estamos com esse material lançado a intenção é caçar os roles e tocar por aí. Essa é a meta. Já temos mais sons escritos, pelo visto não vamos parar tão cedo com esse lado, mas O foco agora é tocar e disseminar essa desgraçeira por aí. No meio das merdas que a gente posta lá nas redes tem tudo. Caso alguém queira só conferir lá.
 
Mais informações:
Phone: +55 21 996292220

Roadie Metal: coletânea Vol. 14 tem data de lançamento e tracklist oficial reveladas ao público

Roadie Metal Vol.14

A Roadie Metal é uma das maiores fomentadoras e apoiadoras da cena Metal brasileira. A empresa que atua no ramo de imprensa, assessoria, comunicação, distribuição digital e eventos, confirma detalhes acerca de sua renomada coletânea, que chega a edição de nº 14.

A Coletânea Roadie Metal Vol.14, será a maior já lançada, onde 36 bandas, sendo 39 faixas, estarão sendo lançadas oficialmente no dia 20 de março de 2020 em todas as plataformas digitais.

Nessa edição termos grandes nomes envolvidos e artistas que buscam uma forma de distribuir e divulgar suas músicas em todas as plataformas sob os cuidados da Roadie Metal.

Com a confirmação da data de lançamento, apresentamos a tracklist oficial dessa nova edição da coletânea Roadie Metal, que será lançada em dois discos, sendo o primeiro com bandas extremas de estilos como, Death, Black, Thrash, Hardcore, Grind e outros e o disco dois, com artistas voltados a linhas mais tradicionais como, Heavy, Hard Rock, Classic, Rock and Roll, Doom e Stoner.

O registro será disponibilizado em todas as plataformas digitais. Usuários de Spotify, YouTube, Deezer, Apple Music, Tidal, Amazon, Music Amazon, Google Play, Napster, Akazoo e várias outras, poderão conferir dia 20 de março, a coletânea Roadie Metal Vol.14.

Confira a ordem exata da Roadie Metal Vol. 14:
Disco 01:
01 – Miasthenia – 13 Ahau Katún
02 – Plano D – Struggle
03 – Último Sopro – Contra o Tempo
04 – Feios Sujos e Malvados – Abissal
05 – Wild Hunt – Savage Rebel
06 – Distimia Felt – Natureza Humana
07 – Razor Project – Backstabber
08 – Drastyca – Lake of Blood
09 – Distimia Felt – Futuro Incerto
10 – Guttroll – Hate of the State
11 – Scraper Head – Dark Domain
12 – M67 – Paraíso dos Corruptos e Assassinos
13 – Arcana Mea – Worm
14 – Kaos Horror – Compaj Sitiado
15 – Distimia Felt – Sem Nomes
16 – Scumbag – Scumbag Revenge
17 – M67 – Conspiraçãophobia
18 – Revolta – Granada
19 – Skravus – Sombras
 
Disco 02:
01 – Angelique – The Seven Principles of Kybalion
02 – As The Palaces Burn – Arcanum
03 – Vocifer – Hummingbird
04 – Steewild – C’mon, Babe
05 – Nefeliband – Babilônia Rock
06 – Hollywood Suicide – My Way
07 – Dogma Blue – Disorder
08 – Mercic – Corrosion Invades
09 – Noiva de Preto – Brinquedo Assassino
10 – Head Voice – The Speed of Light With Guns
11 – Anjos da Sombra – Falso Amigo
12 – Hexwyfe – Final Hour
13 – Sumerian Project – Humannaki
14 – Tommarock – Vozes Ocultas
15 – Nequician – Castelo de Areia
16 – Ultrasomcwb – Rock N’ Roll Favela
17 – Ritualist – Darkenss
18 – Backchain – Honor
19 – Templars – War
20 – Legacy of the Dead – Spaceship of Doom
 
Mais informações:
Roadie Metal Assessoria: http://roadie-metal.com/press
 
 
 

Sangue de Bode: a morbidez sonora do grupo, em lançamento de disco

Sangue de Bode

Sangue de Bode é uma banda de Metal extremo fundada na região serrana do Rio de Janeiro, no final de 2017, por João (Baixo e Voz), Fontes (Guitarra) e Gabriel (Bateria). Sem rédeas na língua e indo estritamente ao ponto, o trio aborda relatos, angústias, e uma realidade tão crua que até o melhor dos estômagos se esforça para digerir, apresentando uma atmosfera obscura e densa, sem perder a pegada experimental que o Sangue de Bode aborda em seu universo. 
 
Começando 2020 surtado, Sangue de Bode lança seu primeiro álbum. O full conta com 12 faixas bem resolvidas, que tratam desde dias conturbados à críticas sociais e revolta. Sobre traumas pessoais, e problemas de todo mundo. “A sombra que me acompanhava era a mesma do Diabo”, foi o nome dado ao trabalho, que acaba de ser lançado em todas as plataformas de streaming via Electric Funeral Records.

 

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, pessoas em pé e texto

Confira aqui “A sombra que me acompanhava era a mesma do Diabo”:
 
Mais informações:
Phone: +55 21 996292220

 

Sangue de Bode: grupo anuncia lançamento de disco inédito em fevereiro via Electric Funeral Records

Sangue de Bode

Power Trio lança primeiro full álbum

Começando 2020 surtado, Sangue de Bode lança seu primeiro Álbum. O full conta com 12 faixas bem resolvidas, que tratam desde dias conturbados à críticas sociais e revolta. Sobre traumas pessoais, e problemas de todo mundo. “A sombra que me acompanhava era a mesma do Diabo”, foi o nome dado ao trabalho, e seu lançamento está previsto para o dia 17 de fevereiro de 2020 em todas as plataformas de streaming via Electric Funeral Records.

Sangue de Bode é uma banda de Metal extremo fundada na região serrana do Rio de Janeiro, no final de 2017, por João (Baixo e Voz), Fontes (Guitarra) e Gabriel (Bateria). Sem rédeas na língua e indo estritamente ao ponto, o trio aborda relatos, angústias, e uma realidade tão crua que até o melhor dos estômagos se esforça para digerir, apresentando uma atmosfera obscura e densa, sem perder a pegada experimental que o Sangue de Bode aborda em seu universo.
 
Confira o último trabalho lançado pela banda:
“Comendo Lixo”: https://youtu.be/-POmOoaDk_8
 
Mais informações:
Phone: +55 21 996292220