Beaten To Death: banda da Noruega, mostra criatividade Grindcore em série de EPs

“Não importa, parte um: me mudei para Mastbos” é o esdrúxulo título – traduzido do holandês ao português – do primeiro, da série de quatro EPS, lançado no final de 2020 pelo Beaten to Death, banda de Grindcore Melódico da Noruega. 

Apesar de toda a complexidade que ronda o do nome dos registros e a conexão entre os materiais, é uma formação contemporânea de música pesada avessa às extensas e não raramente massantes biografias, e que pede atenção à sonoridade – avassaladora, carregada de blastbeats, riffs e até mesmo melodias.

Cada EP faz referência a uma floresta e Mastobs é uma delas, localizada no sul da cidade holandesa Breda. Segundo a banda, o conceito “leva o ouvinte às paisagens etéreas construídas pela musicalidade do Beaten to Death”. Não espere nada menos do que uma massa sonora agressiva, barulhenta e feroz.

“Laat maar, deel een: ik verhuis naar Mastbos”, o título original, foi originalmente lançado em novembro de 2020, mas gravado entre 26 e 30 de dezembro de 2019, exceto os vocais, registrados entre janeiro e março do ano passado.

A IDL Press tem a exclusividade na divulgação do Beaten to Death na América Latina e, ao longo de janeiro e fevereiro, vai promover todos os quatro Eps deste sexteto norueguês, baseado em Oslo.

Assista ao videoclipe oficial de “Flatulence Of Emotions”: 

Destaques:

Disco anterior, “Agronomicon, foi indicado ao Grammy norueguês, o Spellemannprisen 2018.

A Decibel Magazine escolheu o álbum “Unplugged” (já fora de catálogo) como o sexto melhor álbum de Grindcore da última década.

Citações da imprensa:

“Um registro único de música extrema, Agronomicon congrega muita agressão” (Metal Hammer)

“São pesados, intransigentes, divertidos e realmente nunca jogam com regras” (Metal Injection)

“É uma verdadeira tolice comparar este grupo a qualquer outro. Cada elemento sobre essa banda é incrivelmente único” (Decibel Magazine).

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Napalm Death: grupo anuncia data de lançamento do seu novo álbum

Os pioneiros do Grindcore no Reino Unido, Napalm Death, anunciaram que seu próximo álbum de estúdio intitulado “Throes of Joy in the Jaws of Defeatism”, será lançado em 18 de setembro de 2020 pela Century Media Records.

“Throes of Joy in the Jaws of Defeatism” é o sucessor de “Apex Predator – Easy Meat”, lançado há 5 anos. A produção do álbum ficou novamente por conta do aclamado produtor Russ Russell. A arte da capa é de Frode Sylthe.

O vocalista Mark ‘Barney’ Greenway, fez o seguinte comentário sobre o próximo álbum e seu tema:

“A frase que me veio à cabeça quando comecei a pensar na direção lírica desse álbum era“ o outro ”. Você podia reconhecer na época que havia um medo e paranóia crescendo rapidamente sobre todo mundo, da migração de pessoas para pessoas com sexualidade fluida, e isso estava começando a se manifestar em reações muito antagônicas que você achava estar quase à beira da violência. É claro que nem todo mundo recorre a essas reações, mas mesmo a falta básica de entendimento pode se tornar tóxica ao longo do tempo. Não estou dizendo que esse é um fenômeno inteiramente novo, mas que foi atiçado na história recente por pessoas particularmente preocupadas em ataques em círculos mais políticos e, como sempre, senti que seria o antídoto natural para apoiar a humanidade básica e solidariedade com todos”.

“A capa usa especificamente uma pomba branca como peça central, que obviamente é um símbolo comum de paz e cooperação. A pomba foi atacada com muita violência por uma mão esterilizante e na morte parece particularmente quebrada e ensanguentada. No entanto, através da violência, você pode ver um símbolo de igualdade no sangue no peito da pomba, o que talvez demonstre – pelo menos visualmente – que a igualdade diminui no final. Um ponto positivo em meio a muitos negativos, então, com o próprio título do álbum sendo um pouco paradoxo – a celebração da humanidade, mesmo nas mandíbulas mutilantes da negatividade“, conclui.

Tracklist:
1 – Fuck the Factoid
2 – Backlash Just Because
3 – That Curse of Being in Thrall
4 – Contagion
5 – Joie De Ne Pas Vivre
6 – Invigorating Clutch
7 – Zero Gravitas Chamber
8 – Fluxing of the Muscle
9 – Amoral
10 – Throes of Joy in the Jaws of Defeatism
11 – Acting in Gouged Faith
12 – A Bellyful of Salt and Spleen

O primeiro single de “Throes of Joy in the Jaws of Defeatism” será lançado em 24 de julho de 2020, juntamente com o início da pré-venda do álbum. Procure mais detalhes e os vários formatos de álbum que serão revelados em breve…

O grupo lançou recentemente um EP de 7 ”/ Digital rapidamente esgotado, intitulado “Logic Ravaged By Brute Force” para aprimorar sua mais recente e extremamente bem-sucedida campanha de turnê européia.

Confira “Logic Ravaged By Brute Force” pelo Spotify:

Antes desse EP, o grupo havia lançado “Coded Smears And More Uncommon Slurs” (2018), coletânea dupla com 31 músicas e 90 minutos de duração, com gravações raras, b-sides e faixas antes disponíveis apenas em lançamentos raros, como bônus tracks em determinados splits e territórios.

Mais informações:
www.napalmdeath.org
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twitter.com/officialND
www.instagram.com/theofficialnapalmdeath

Quilombo: “Itankale” – EP (2019)

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Quilombo, grupo formado em 2018, na cidade de São Paulo-SP, por Allan Kallid (guitarra e baixo) e Panda Reis (bateria e vocal),  ambos integrantes do grupo de Death Metal Oligarquia.

Lançaram em 2019 o seu primeiro registro, o EP intitulado “Itankale”, que teve boa aceitação tanto do público quanto da mídia especializada, sendo citado em diversas listas entre os melhores do ano. Quilombo traz em “Intakale”, um som visceral, sujo e cru. Um Death Metal que flerta com o Grindcore e tem severas pitadas de Hardcore.

“Death Metal Contra o Racismo”, isso mesmo, “Intankale”, contém 6 faixas cantadas em português, que questionam e contam a história de bravura e luta dos negros africanos escravizados com a veracidade dos fatos, pela visão de quem apanhou, foi acorrentado, tirado do seu povo e de seu país, açoitados, torturados e mortos em senzalas e troncos mundo afora. E que mesmo depois deste passado sombrio ainda lutam por seu lugar na sociedade até os dias atuais.

“Itankale”, não segue uma linha reta e especifica de uma música para a outra, sendo umas mais cadenciadas e arrastadas e outras mais rápidas. Tem letras expressivas e uma sonoridade monstro, que não tem meio termo; é Death Metal lotado de influências Grindcore, cru, bruto, carregado de agressividade e cheio de mudanças de ritmo. Que na minha opinião é um dos pontos fortes de toda obra, o uso evidente de percussões da música afro com elementos tribais é executado com maestria. O EP já começa a envolver pela inovação e concepção da arte de capa, cheia de personalidades negras de diferentes épocas. Introduções belíssimas que nos conduz musicalmente do Blues ao Reggae, completam a obra. Tendo como destaque “Melanina”, que abre o EP, com seu linguajar africano, “Treze Nações”, com seus berimbaus e percussões e “Diáspora” que abre com um puta reggae, que precede os vocais gritados e urrados que alicerçam uma base instrumental e brutal.

Emfim “Itankale” é um registro que certamente arrancará elogios de headbangers e de quem curte metal extremo de qualidade, que peca somente por ser muito curto, deixando aquele gostinho de quero mais… É um registro para constar não só nas coleções de quem curte metal extremo, mas é uma obra pra quem curte, ancestralidade, história e arte.

Ouça o EP “Itankale” nos links abaixo:
YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=q0zv1mGUS7M&feature=emb_title
Bandcamp: https://quilombo.bandcamp.com/album/itankale

Tracklist:
1 – Melanina
2 – Ancestralidade
3 – Treze Nações
4 – Descendentes de Reis
5 – Semideusas
6 – Diáspora D.C

Quilombo é formado por:
Allan Kallid – Guitarra/Baixo
Panda Reis – Bateria/Vocal

Links relacionados:
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Sangue de Bode: lança single com potente discurso político e social

Novo material acaba de ser lançado via Electric Funeral Records 

Em meio à situação mais que delicada que todos estamos enfrentando nos últimos tempos, o Sangue de Bode, impedido de tocar para divulgar seu mais recente trabalho de estúdio assim como todos os artistas, buscou um meio de se expressar e produzir algo que pudesse ser absorvido no meio de todo esse caos generalizado que assola tantas vidas, direta ou indiretamente, ao redor do mundo. O resultado dessa busca foi o seu mais novo single, “A Missa da Guilhotina”, que chega com a intenção de alertar os bons, e protestar contra os fascistas e os canalhas que ainda conseguem transformar esse quadro Pandêmico desgastante, em algo ainda pior.

A Faixa foi Gravada com os recursos disponíveis de cada integrante em suas respectivas casas, sem a quebra das orientações que vem salvando tanta gente, e chega também com um vídeo, produzido pela própria banda da mesma forma. A finalização e os últimos retoques do trabalho ficaram por conta de Marcos Pirata, nos estúdios Zonanoise. O novo material acaba de ser lançado em todas as plataformas de streaming via Electric Funeral Records e tem como maior objetivo deixar uma marca útil no ano que não existiu.

Sangue de Bode é uma banda de metal extremo fundada na região serrana do Rio de Janeiro no final de 2017. Sem rédeas na língua e indo estritamente ao ponto, o trio se consagra como uma das revelações da nova safra do metal extremo nacional ao lançar músicas potentes e com discurso político e social.

Confira “A Missa da Guilhotina”, pelo Spotify:

Mais informações:
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Phone: +55 21 996292220

Anguere: banda confirma lançamento para final do mês.

A banda Anguere está preparando algumas novidades para seus fãs e é oficialmente confirmada a preparação de novo trabalho audiovisual para o final do mês.

Após lançamento do EP, “Castigo” registro contendo 04 faixas lançado em Fevereiro desse ano, se encontra em reta final de preparação para novo vídeo oficial em cima de uma das faixas. O primeiro detalhe apresentado pela banda deste material, que devido à pandemia corrente que se referem ao covid-19, as filmagens foram feitas em casa (Home Estúdio). O vídeo será disponibilizado no final do mês de Junho exclusivamente no canal de YouTube da banda. Após esse lançamento, a banda Anguere vai revelar outro lançamento e data oficial que o mesmo estará disponível para o público.

Fique ligado nas redes sociais da banda e se inscreva no canal oficial de YouTube, ativando o sininho, para que você seja o primeiro a ser informado do lançamento.

Mais informações:
Site: www.anguerehc.wix.com/banda
Facebook: https://www.facebook.com/anguere?ref=br_rs
Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCEMsKxdt0gzw–J4zlJ04eg
Twitter: https://twitter.com/anguere
Bandcamp: https://anguerehardcore.bandcamp.com/
Instagram: @anguere_hc

Quilombo: Panda Reis participará de live do site Cultura em Peso, saiba como assistir!

No dia 29/05 (sexta-feira), a partir das 20 horas, acontecerá a live do site Cultura em Peso, que terá como convidado especial, o baterista e vocalista Panda Reis, do Quilombo.

O músico falará um pouco mais sobre seus projetos, o EP “Itankale”, atual momento político brasileiro, planos para este segundo semestre de 2020 e muito mais.

Para conferir este bate-papo na íntegra, inscreva-se no canal oficial do Cultura em Peso no YouTube, não se esqueça de ativar o sininho para obter todas as notificações: https://www.youtube.com/user/culturaempesobr

“Itankale” é o EP de estreia do Quilombo, que ganhou inúmeras críticas positivas da imprensa especializada, não só pelo seu som agressivo, mas também pela sua temática extremamente contestadora. Este trabalho está disponível para audição gratuita nas plataformas YouTube, SoundCloud e Bandcamp, porém pode ser adquirido em seu formato físico por apenas 10,00 (+ frete) entrando em contato pelo e-mail pandadrums@hotmail.com ou no Facebook em www.facebook.com/quilombometal.

Ouça:

SoundCloud: https://soundcloud.com/user-359701071-623657729/sets/itankele
Bandcamp: https://quilombo.bandcamp.com/album/itankale

Contato para assessoria de imprensa: www.sanguefrioproducoes.com/contato

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Cangaço Rádio Rock: disponibiliza coletânea para audição na íntegra

Cangaço Rock - Vol I - Capa

A web radio cearense Cangaço Rádio Rock que a quase 07 anos vem proporcionando um apoio massivo para com a cena underground do Brasil em diversas formas, acaba de disponibilizar para audição nas plataformas de streaming YouTube e Bandcamp sua recém-lançada coletânea que a priori teve o seu lançamento concretizado no formato físico em box acrílico em meados do mês de fevereiro.

A primeira edição da coletânea da Cangaço Rádio Rock, é o resultado de uma aliança maldita entre 17 bandas de metal extremo, oriundas de vários estados do Brasil, e parceiros que nos apoiam no lançamento. São bandas que estão ativas e que contribuem diariamente para o fortalecimento da cena nacional.

O material apresenta 17 sons que vai desde tradicionais nomes do cenário underground do Brasil à ótimas revelações que vem surpreendendo bastante o público, confira a lista de bandas: Aberratio (MG), Ancestor (SP), Cadaverizer (MG), Carcinosi (RS) Disruption Path (SP), Fulminante (PE), Hierarchical Punishment (SP), Leviaethan (RS), Martyrdom (BA), Melencoliam (MG), Platoon (AM), Tenebrario (SP), Razor Project (PR), Rotting Flesh (PA), StillDeath (ES), StinKupuS (ES) e War Machiine (SP).

A coletânea está sendo comercializado por apenas 10 R$ mais frete, com envio para qualquer localidade do Brasil. E-mail para contato: cangacoradiorock@gmail.com

Visualização da imagem

Tracklist:
1. Aberratio – Assyrians
2. Ancestor – Inner Beast
3. Cadaverizer – Necroforia
4. Carcinosi – Hyperdimension
5. Disruption Path – Insane And Sick
6. Fulminante – Possuído Pelo Álcool
7. Hierarchical Punishment – Mandness
8. Leviaethan – Visions Of A Distorted Path
9. Martyrdom – Sóter Lux Occvlta
10. Melencoliam – Marques de Sade
11. Platoon – Máquina de Extermínio
12. Razor Project – Backstabber
13. Rotting Flesh – Abomination Of Horned God
14. StillDeath – Shame
15. StinKupus – Paralyzing Faith
16. Tenebrario – God Symphony
17. War Machiine – War Machiine

Ouça a coletânea:
YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=mHOZGqS8tjg&list=PLuerNcLeyhw4hhTKVpx37VAoxVY2IckSw
Bandcamp: https://cangaordiorock.bandcamp.com/album/colet-nea-canga-o-r-dio-rock-vol-01-2020

Links Relacionados:
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Chaotic System: a incansável máquina carioca de Crust lança full lenght

Chaotic System

Duo apresenta um som visceral e de técnica impecável

Depois do lançamento dos aclamados EPs “Baixada Morta” (2018), “Help Brasil” e “Human Decay” (ambos de 2019), a incansável máquina carioca de Crust Chaotic System lança seu primeiro “full lenght”, o álbum “Rise” em todas as plataformas de streaming via Electric Funeral Records.

Criado na cidade de Duque de Caxias/RJ, a banda sempre tendo a frente seu fundador, o guitarrista/vocalista Magno Vieira, e após várias formações conta agora com a presença de Eduardo Martins (baixo/vocais, ex-Vox Mortem) no line up.

Os integrantes já adiantam: a proposta segue a mesma, som bruto indicado a fãs de Extreme Noise Terror, Disrupt, Napalm Death. O baixista/vocalista Eduardo “Dudu” Martins alerta: “quem acompanha a gente vai perceber que terão alguns elementos diferentes porém eles estão sempre a serviço da agressão sonora”. O que não há de surpresas são as letras contundentes recheadas de crítica político/social contra o sistema.

O disco contém 14 faixas entre inéditas e regravações de músicas presentes nas primeiras demos no início da carreira do Chaotic System. Segundo Magno Vieira, guitarrista/vocalista e fundador do grupo, “já era hora daquelas faixas receberem o tratamento correto. Seria injusto deixá-las no passado sem uma produção bacana. Agora elas estão do jeito certo”.

A banda segue a parceria dos EPS anteriores, já que o disco foi gravado no mesmo HCS Estúdios no Rio de Janeiro e teve a produção de Marco Anvito, do Hicsos. Mantendo o espírito “do it yourself”, a arte do disco ficou mais uma vez a cargo de Eduardo Martins.

Confira “Rise” pelo Spotify:

 

Mais informações:
Phone: +55 21 996292220

Sangue de Bode: grupo segue inovando na cena extrema com sua pegada experimental

sangue de bode

Sangue de Bode é uma banda de Metal extremo fundada na região serrana do Rio de Janeiro, no final de 2017, por João (Baixo e Voz), Fontes (Guitarra) e Gabriel (Bateria). Sem rédeas na língua e indo estritamente ao ponto, o trio aborda relatos, angústias, e uma realidade tão crua que até o melhor dos estômagos se esforça para digerir, apresentando uma atmosfera obscura e densa, sem perder a pegada experimental que o Sangue de Bode aborda em seu universo.
 
O power-trio lançou recentemente o disco “A sombra que me acompanhava era a mesma do Diabo”, através do selo Electric Funeral Records, material que contém 12 faixas bem resolvidas, que tratam desde dias conturbados à críticas sociais e revolta.
 
Confira aqui “A sombra que me acompanhava era a mesma do Diabo”: https://bit.ly/2vKa1es
 
A banda segue inovando na cena extrema com sua pegada experimental e letras agressivas em português, conquistando ouvintes e marcando seu nome no mercado musical brasileiro. Conversamos com a banda sobre influências, sua história, processo de composição do disco e planos futuros.
 
De onde vem o nome “Sangue de Bode”? O que levou a banda a esse nome?
 
SDB: Bom. Primeiramente um salve aí pra quem tá lendo, e acreditamos que a busca e intenção da banda é sempre explorar palavras e/ou conceitos que consigam soar agressivos e chocantes na língua portuguesa. Fora o fato de ser uma expressão bem sonora e já íntima nos ouvidos da maioria das pessoas, justamente por conta da sua ligação com temáticas ocultas, magia negra, e todo esse universo que todos na banda acham interessante. Vale dizer que também achamos Sangue de Bode um nome que nos ajuda a escapar de rótulos, assim como tentamos no som. Podemos ir do Black ao Punk sem ficar fora de contexto.
 
Como se deu o surgimento dela?
 
SDB: Nos apresentando pra quem não tá ligado, Somos Fontes, João e Gabriel. A amizade e relação musical já vem de longa data. Eu (João), conheço o Gabriel desde a época da escola e já participamos de bandas juntos. O Fontes eu já tinha contato por conta de gigs que dividimos o palco com nossos projetos antigos, isso algumas boas vezes. Em 2017 a ideia da banda surgiu, já com o nome e com alguns rascunhos do que seriam algumas músicas, mas ainda sem formação, só uma ideia minha e do Gabriel. Por acaso o Gabriel se mudou pro Rio em 2018 e sem nenhum intermédio meu, que era o único que conhecia bem os dois simultaneamente, ele acabou fazendo amizade com o Fontes. Quando eles perceberam que estavam na pilha real de agitar um projeto, cogitou-se meu nome, a gente resgatou aquelas idéias, obviamente mais bem alimentadas ainda com a soma do Fontes e estamos ai. A conexão dos amigos!
 
A banda acaba de lançar material novo. Como foi o processo de composição das faixas?
 
SDB: Foi bem espontâneo eu acredito. Todo mundo pescou a vibe do tipo de som que saía naturalmente das nossas idéias e execuções, como cabeças individuais que contribuem para a existência de uma banda. A gente se entende bem quanto a deixar a banda com a cara que cada um quer, é basicamente a mesma coisa haha. Rolou até bem rápido, a maioria dos riffs que eu escrevi foram feitos num violão qualquer, ou numa guitarra fudida e desligada 3h da manhã. Os riffs do Fontes nem sequer foram modificados, curtimos tanto que já viraram naturalmente músicas, acho que a gente se entende como guitarrista. E a bateria também é sem restrições. O Gabriel pega as guias e faz o que ele quer com os riffs, o que de praxe já causa aquela satisfação geral de quem tá ouvindo o conjunto de tudo exatamente como gostaria que fosse. A maioria das músicas são escritas e formuladas online, até por que não moramos tão perto. Quando a gente se junta pra ensaiar, aquele quebra cabeça acontece e pelo menos pra nós é muito satisfatório e natural. Acredito que é o tipo de som que cada um ali gostaria de estar tocando naquele momento mesmo.
 
O último disco lançado foi muito bem recebido. Podemos esperar clipe ou Tour em Breve?
 
SDB: Ficamos muito felizes com a recepção da galera que ouviu. Tantos os amigos que já tínhamos, quanto com a dos novos amigos que ainda estão sendo feitos por conta do som. A gente deu uma ralada pra concretizar o trabalho e não tem como não ficar satisfeito de ver como o pessoal tem curtido. Recebemos muitas mensagens maneiras e apoio de gente que até então não conhecíamos, e isso tem sido bem legal. Certamente temos planos pra jogar nossa ideia aí na pista, e nossa apresentação de estréia já ta com data marcada. Vai ser um rolê massa, então fiquem antenados que muito em breve vamos começar a divulgação. Recebemos propostas de parceria de uns amigos muito fodas pra fazer um clipe, que conheceram a gente através do Instagram, então vai rolar algo certamente, mas no momento estamos focados e animados mesmo pra tocar por aí. Já temos um clipe no YouTube, do nosso primeiro single, nós mesmos produzimos, então se quiser dar uma moral, saca lá.
 
Suas letras passam uma mensagem muito forte, de onde vêm as ideias para as composições? Existe alguma composição que é mais especial pra vocês?
 
SDB: Bom, respondendo essa pergunta de forma mais pessoal, fui eu (João) quem, pelo menos até agora, escrevi as letras da banda. Obviamente não faz sentido ter uma banda extrema sem se posicionar e criticar da forma mais escrota possível esse sistema de merda que engole a sociedade. É impossível fugir desse tema principalmente enquanto vivemos esses tempos sombrios ao redor do mundo, e pra nós, claro, especialmente no Brasil, nessa zona. Mas o álbum também passa por momentos que são muito pessoais pra mim. Rolaram coisas na minha trajetória nessa vida aí até hoje, que ninguém tá preparado pra lidar sabe, mas podem acontecer, tem que ver qual é, e infelizmente eu vi. Se você ler algumas letras acho que dá pra sacar que não foi muito legal o que eu vi né haha. Essas letras tem muito do meu pai, da forma brutal que o perdi, e de tudo que se passou até que a perda ocorresse de fato. Perder um pai já não é algo que se supera por inteiro, pra ninguém, de forma brutal, menos ainda. No início do processo de formação da banda, ainda com essa ferida aberta e muito recente, recebi a notícia do suicídio de um dos meus melhores amigos, e isso foi muita barra também. Eu procuro ser um cara de boa no dia a dia, mas acredito que encontrei finalmente uma maneira agressiva o suficiente pra berrar as minhas merdas volta e meia e aliviar a mente nos momentos que ela quer ser minha inimiga. Escrever essas merdas acho que tem sido o melhor tratamento contra minha depressão nos últimos anos. O Gabriel me ajudou com algumas edições em palavras e frases, pra que a gente sempre conseguisse passar a mensagem espremendo o que de mais agressivo pudesse ser tirado do português. Acho que é isso. Ah, e quanto às músicas preferidas, eu gosto muito de Chafariz de Sangue. É a música mais pessoal do álbum pra mim, foi a mais difícil de cantar na gravação por conta de lembranças, mas depois de pronta pra mim é a mais verdadeira. Não posso falar pelos mulekes, mas pelas reações deles quando ouvimos o álbum pela primeira vez, eu acredito que seja Messias de Merda ou Filho de um Manequim.
 
Quais as bandas e fontes artísticas que inspiram o som da banda?
 
SDB: Algumas referências são unânimes e claramente nítidas no nosso som. Mayhem, Napalm Death, Nasum, Ratos e Morbid Angel são bandas por exemplo que certamente estão na escola de todos nós. Isso pra não ficar aqui 3 dias falando da galera toda né. Mas existe muito influência pessoal de cada um nisso também, quanto à ser uma banda. Eu e o Fontes talvez sejamos mais da escola do Thrash do que o Gabriel por exemplo, mas O Fontes já traz uma influência de Doom, mesmo que em melodias de riffs rápidos, que já tem mais intimidade com o Gabriel, e eu já não sou tão familiarizado. O Gabriel já é um cara que escuta coisas muito extremas, me apresenta várias bandas de black fodas, e ele também é muito ligado nas coisas modernas, mas também compartilha gostos comigo como Deftones, Smiths. Eu já sou um cara muito influenciado pela obra do Max Cavalera, curto pra caralho, então acho que tudo isso no fim das contas faz acontecer.
 
Quais os planos para 2020?
 
SDB: Agora que estamos com esse material lançado a intenção é caçar os roles e tocar por aí. Essa é a meta. Já temos mais sons escritos, pelo visto não vamos parar tão cedo com esse lado, mas O foco agora é tocar e disseminar essa desgraçeira por aí. No meio das merdas que a gente posta lá nas redes tem tudo. Caso alguém queira só conferir lá.
 
Mais informações:
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Roadie Metal: coletânea Vol. 14 tem data de lançamento e tracklist oficial reveladas ao público

Roadie Metal Vol.14

A Roadie Metal é uma das maiores fomentadoras e apoiadoras da cena Metal brasileira. A empresa que atua no ramo de imprensa, assessoria, comunicação, distribuição digital e eventos, confirma detalhes acerca de sua renomada coletânea, que chega a edição de nº 14.

A Coletânea Roadie Metal Vol.14, será a maior já lançada, onde 36 bandas, sendo 39 faixas, estarão sendo lançadas oficialmente no dia 20 de março de 2020 em todas as plataformas digitais.

Nessa edição termos grandes nomes envolvidos e artistas que buscam uma forma de distribuir e divulgar suas músicas em todas as plataformas sob os cuidados da Roadie Metal.

Com a confirmação da data de lançamento, apresentamos a tracklist oficial dessa nova edição da coletânea Roadie Metal, que será lançada em dois discos, sendo o primeiro com bandas extremas de estilos como, Death, Black, Thrash, Hardcore, Grind e outros e o disco dois, com artistas voltados a linhas mais tradicionais como, Heavy, Hard Rock, Classic, Rock and Roll, Doom e Stoner.

O registro será disponibilizado em todas as plataformas digitais. Usuários de Spotify, YouTube, Deezer, Apple Music, Tidal, Amazon, Music Amazon, Google Play, Napster, Akazoo e várias outras, poderão conferir dia 20 de março, a coletânea Roadie Metal Vol.14.

Confira a ordem exata da Roadie Metal Vol. 14:
Disco 01:
01 – Miasthenia – 13 Ahau Katún
02 – Plano D – Struggle
03 – Último Sopro – Contra o Tempo
04 – Feios Sujos e Malvados – Abissal
05 – Wild Hunt – Savage Rebel
06 – Distimia Felt – Natureza Humana
07 – Razor Project – Backstabber
08 – Drastyca – Lake of Blood
09 – Distimia Felt – Futuro Incerto
10 – Guttroll – Hate of the State
11 – Scraper Head – Dark Domain
12 – M67 – Paraíso dos Corruptos e Assassinos
13 – Arcana Mea – Worm
14 – Kaos Horror – Compaj Sitiado
15 – Distimia Felt – Sem Nomes
16 – Scumbag – Scumbag Revenge
17 – M67 – Conspiraçãophobia
18 – Revolta – Granada
19 – Skravus – Sombras
 
Disco 02:
01 – Angelique – The Seven Principles of Kybalion
02 – As The Palaces Burn – Arcanum
03 – Vocifer – Hummingbird
04 – Steewild – C’mon, Babe
05 – Nefeliband – Babilônia Rock
06 – Hollywood Suicide – My Way
07 – Dogma Blue – Disorder
08 – Mercic – Corrosion Invades
09 – Noiva de Preto – Brinquedo Assassino
10 – Head Voice – The Speed of Light With Guns
11 – Anjos da Sombra – Falso Amigo
12 – Hexwyfe – Final Hour
13 – Sumerian Project – Humannaki
14 – Tommarock – Vozes Ocultas
15 – Nequician – Castelo de Areia
16 – Ultrasomcwb – Rock N’ Roll Favela
17 – Ritualist – Darkenss
18 – Backchain – Honor
19 – Templars – War
20 – Legacy of the Dead – Spaceship of Doom
 
Mais informações:
Roadie Metal Assessoria: http://roadie-metal.com/press