Mellotrons: o álbum da banda pernambucana, um dos melhores registros do Indie Rock nacional nos últimos 20 anos, finalmente chega aos streamings!

A Mellotrons foi uma banda pernambucana formada no ano de 1997 que tinha forte influência do Indie Rock e Shoegaze. Inicialmente como um trio e depois como um quarteto, o grupo foi um dos destaques da cena independente do Recife na primeira década dos anos 2000, tendo se apresentado em todos os grandes eventos da cidade e do estado como Festival No Ar Coquetel Molotov, Abril Pro Rock e Festival de Inverno de Garanhuns, e ido além da fronteira com apresentações em outros estados do Nordeste.

No ano de 2006, o grupo lançou de forma independente seu primeiro e único álbum homônimo, que contou com 10 faixas do mais puro Indie Rock. Um registro com as principais canções da primeira fase da banda. Nas palavras do Hugo Montarroyos em resenha no Recife Rock: “O álbum  beira a perfeição. Bem tocado, gravado e arranjado, traz o grupo apostando nas microfonias e distorções como instrumentos a mais em sua formação. E as influências de outrora estão todas ali: My Bloody Valentine, Radiohead, Smiths e Nada Surf”.

Mas além das influências sonoras da banda, o álbum se tornou referência na história do Rock e Indie pernambucano dos últimos 20 anos. Todas as faixas foram maturadas ao longo de anos e diversos shows. Canções como “Evening”, “Dreams” e “You And I” eram cantadas a plenos pulmões nos inferninhos e festas da cidade. É possível dizer que as 10 faixas deste álbum são hits por quem acompanhava as movimentações da banda em meio a uma cena que ocupava espaços para pró-guitarras distorcidas em todo o Recife. Gravado no estúdio Mister Mouse, com produção de Zé Guilherme Allen, que hoje em dia integra a Mombojó. O álbum também chamou atenção pela capa minimalista com projeto gráfico de Flávio Pessoa.

A Mellotrons era: Haymone (guitarras, vocais, escaleta), Enio Damasceno (guitarras, vocais, sintetizador), Marcos Müller (baixo) e Augusto César Ferreira (bateria). A banda existiu até meados de 2013, quando entrou no limbo comum de projetos que não conseguem decolar para voos mais altos, não por falta de qualidade, talvez por falta de sorte ou o famoso problema geográfico. Quase 15 anos depois, o álbum chega a todos os streamings, em mais um resgate do Hominis Canidae REC. Para aquecer os corações de quem viveu o momento e mostrar para as novas gerações uma das pérolas do Indie Rock nacional, até então esquecida.

O álbum está disponível pra download no blog do Hominis Canidae (www.hominiscanidae.org) e também no Bandcamp do selo (https://hominiscanidaerec.bandcamp.com/album/mellotrons).

Ouça Mellotrons no seu serviço de streaming favorito:

Spotify: https://open.spotify.com/album/5Zulq0coaf3Nckve6vI0ci
Apple Music: https://music.apple.com/us/album/mellotrons/1535716708
Deezer: https://www.deezer.com/br/album/179709252
Amazon Music: https://www.amazon.com/gp/product/B08L8DTJBR/
Tidal: https://tidal.com/browse/album/158694200
YouTube Music: https://music.youtube.com/playlist?list=OLAK5uy_ke2xMm1eGkOsQpU1Gq-mSno2tMVK-BkL0
YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=_eUVs3j1zj0

Sound Bullet: grupo recria faixa de novo disco em formato minimalista com participação de Monollogo

Foto: Pedro Guarilha

A banda carioca Sound Bullet dá prosseguimento à sua série de lançamentos “(de casa.)”, onde recria faixas de seu novo disco, “Home Ghosts”, divulgado este ano pela Sony Music Brasil. A mescla de influências do Indie e Math Rock do grupo dá lugar a interpretações mais minimalistas para algumas canções do trabalho. É o caso deDance Tak Dance”, onde os músicos recebem a participação de Monollogo, trabalho solo de Caio Weber (vocalista da banda Cefa). A nova versão do single já está disponível nas principais plataformas de streaming.

A estética do projeto traz a realidade atual de distanciamento social, mas isso não impediu que a Sound Bullet buscasse em Curitiba um complemento para essa nova versão da música. A série “(de casa.)” é uma oportunidade para incluir instrumentos e sons antes não associados ao estilo da banda. Se no primeiro single, Home”, o ukulele barítono aparece pela primeira vez nos arranjos, agora é a vez de um violino dar um novo tom e identidade a “Dance Tak Dance”.

Ouça “Dance Tak Dance” (de casa.): http://soundbullet.lnk.to/DanceTakDance

“Nós já conhecíamos e gostávamos da Cefa, e o Caio também já nos conhecia. Inclusive, ele foi ao nosso primeiro show em Curitiba, mas ainda não nos conhecíamos pessoalmente. Até que um dia, em 2019, a Cefa estavam fazendo uma tour por Rio e Espírito Santo, e o produtor da tour nos convidou para tocar nesses shows. A partir desse encontro, ficamos amigos”, relembra o vocalista e guitarrista Guilherme Gonzalez.

Além dele, fazem parte da banda Fred Mattos (baixo), Rodrigo Tak-ming (guitarra), Henrique Wuensch (guitarra e synth) e Pedro Mesquita (bateria). A produção do single foi feita coletivamente e a finalização foi realizada no Home Studio de Henrique. 

“Home Ghosts” veio para ampliar a sonoridade que a Sound Bullet construiu com o EP “Ninguém Está Sozinho” (produzido por Diogo Strausz) e “Terreno” (com produção de Patrick Laplan), em tons de Math Rock, Post-Punk revival, Alternativo e Indie. “Dance Tak Dance” é uma de suas faixas mais divertidas, relatando o momento em que o narrador se rebela contra amarras do passado. Na nova interpretação, a canção ganha contornos mais melancólicos. O novo single está disponível em todas as plataformas de música digital.

Ouça “Home Ghosts”:
https://soundbullet.lnk.to/homeghostsDC

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Sound Bullet: grupo lança versão de quarentena do single “Hope”

Crédito: Pedro Guarilha

Faixa abre uma série de músicas gravadas à distância

Ampliando o universo do recente disco “Home Ghosts”, a banda carioca Sound Bullet lança uma versão de quarentena de “Hope”. O single traz uma necessária mensagem positiva e está disponível nos principais serviços de streaming de música via Sony Music e ganha um vídeo.

Se o disco, segundo de estúdio da banda, foi composto com calma e reunindo memórias de turnês e viagens, esse single que abre a série “(decasa.)”, vai trazer as interpretações que não serão vistas ao vivo devido à pandemia.

“Essa versão surgiu nos ensaios com a ideia de tocar a música ao vivo durante os shows. Originalmente, ela conta como elementos diferentes dos nossos como, por exemplo, o ukulele barítono. Este lançamento prepara o caminho para outras versões que devem sair esse ano ainda, incluindo até uma música inédita”, explica o vocalista e guitarrista Guilherme Gonzalez.

 Assista ao videoclipe de “Hope” :

Além do vocalista e guitarrista Guilherme Gonzalez, fazem parte da banda Fred Mattos (baixo), Rodrigo Tak-ming (guitarra), Henrique Wuensch (guitarra e synth) e Pedro Mesquita (bateria). A produção do single foi feita coletivamente e a finalização foi realizada no Home Studio de Henrique. O novo single está disponível em todas as plataformas de música digital.

Ouça “Hope (decasa.)”: https://soundbullet.lnk.to/Hope

Ouça o álbum “Home Ghosts”: https://soundbullet.lnk.to/homeghostsDC

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Taboo: grupo reflete sobre invisibilidade social e privilégios no single e clipe “Meia-vida”

Crédito: Mariana Ati

Lançada durante o Setembro Azul, faixa ganha vídeo em Libras

Enquanto revela canções que integrarão seu primeiro disco de estúdio, a banda Taboo convida a refletir sobre a vulnerabilidade social e a cegueira opcional de muitos diante da miséria alheia. Em “Meia-vida”, seu novo clipe e single, o grupo mineiro propõe um diálogo entre privilegiado e sem-privilégios sobre o que nos torna iguais e, ao mesmo tempo, tão diferentes. O vídeo já está disponível em seu canal de YouTube e a faixa, nas principais plataformas de música.

Após abordar a insegurança diante das incertezas do mundo em “Manhã” – faixa onde recebe o convidado Doca Rolim (Skank) – e celebrar o congado norte-mineiro em “Agosto”, Taboo expande o escopo de sua lírica em “Meia-vida”. Mesclando a poética já característica de suas composições com o tema áspero da desigualdade social, a canção traz um tom político e crítico a um trabalho já ancorado nas mais profundas questões humanas.

“‘Meia-vida’ é um dos momentos críticos do nosso álbum. Ela apresenta o olhar de um indivíduo privilegiado sobre um outro não privilegiado, no momento em que o primeiro descobre as suas semelhanças e diferenças. A música é uma crítica a nós mesmos, à nossa indiferença em relação à sociedade e como ela trata diferentes grupos de pessoas. A capa do single, criada pelo artista Igor José, é quase um tapa na nossa cara. Ela representa como vivemos nossas vidas ao passo que evitamos olhar ao nosso redor e enxergar a realidade de quem não tem as nossas oportunidades”, reflete o baterista Matheus Leite. Além dele, a Taboo conta com Lucas Nobre (vocal e guitarra); Michelle Marques (guitarra) e Max Dias (baixo). Matheus é responsável pela concepção e produção do clipe, além da co-direção ao lado de Tomás Gomes.

Assista ao videoclipe de “Meia-vida”:

Veja versão em libras:

Ouça “Meia-vida” pelo streaming:
https://smarturl.it/TabooMeiaVida

Decididos a não fechar os olhos diante das demandas sociais, os músicos fizeram de “Meia-vida” seu primeiro clipe em duas versões – uma delas com acessibilidade em Libras e participação de seis pessoas, metade delas surdas. O lançamento coincide com o Dia Nacional do Surdo e com toda a campanha do Setembro Azul, que visa a maior visibilidade para esta questão.

Baseada em Montes Claros, Taboo faz um Rock Alternativo com influências de diversas vertentes da música brasileira. O quarteto traz na discografia o single “A sua cor”, com o qual foi finalista do Troféu Imprensa do Norte de Minas, e o EP “Valência”, produzido por Leonardo Marques (Maglore, Moons, Young Lights). 

Agora, os músicos se preparam para iniciar a jornada de seu primeiro álbum, viabilizado por uma bem-sucedida campanha de financiamento coletivo. Enquanto isso, é possível ouvir “Meia-vida” nas principais plataformas de streaming e conferir o clipe no YouTube.

Arte de capa por Igor José

Assista ao videoclipe de “Agosto”:

Assista ao videoclipe de “Manhã”:

Taboo é formado por:
Lucas Oliveira – Vocal/Guitarra
Michelle Marques – Guitarra
John Edward – Baixo/Voz
Matheus Leite – Voz/Bateria

Mais informações:
Assessoria de imprensa: http://www.buildupmedia.com.br/
Facebook: https://www.facebook.com/taboobanda/
Instagram: https://www.instagram.com/bandataboo/
YouTube: https://www.youtube.com/channel/UC03WwBRU3RLm0vIBTwk2Uig

Imperial Pilots: grupo assina com selo e anuncia lançamento de álbum em agosto

Banda lança projeto de inéditas via Electric Funeral Rercords

Imperial Pilots é uma banda de Rock Alternativo formada em Guarulhos, São Paulo, em 2017. O nome vem dos Kamikazes Japoneses, pilotos imperiais do império japonês, o qual dedicaram suas vidas ao ideal em que acreditam no maior limite do ser humano. Seus integrantes Joey Manzano (vocalista, guitarrista), Javi Bonfil (baterista) e Pedro Roquini (baixista) integram a atual formação em trio.

A banda lança no dia 14 de agosto em todas as plataformas de streaming via Electric Funeral Records o álbum homônimo, com 7 músicas, gravado e mixado no PSP Estúdio por Paulo Pollon, em Guarulhos, SP.

O grupo que lançou seu primeiro single “Not Alone” em 2018 e um EP com faixas live session em 2019, com dois democlipes de “Burn” e “Bringing Revolutions”, e que tem um  pouco mais de 40 shows de 2018 a 2019, em 5 cidades diferentes, trouxe exposição no meio baixo do Underground paulista, participando de coletâneas e entrevistas em pequenos blogs, do edital Fun Cultura, pela CLAM Discos e Prefeitura Municipal de Guarulhos. Indicados ao Prêmio Gabriel Thomaz 2018, a banda chegou a seis mil ouvintes no Spotify, em várias cidades dos Estados Unidos e Brasil, com live demos gravadas no estúdio de Rodrigo O’reilly.

Imperial Pilots é formado por:
Joey Manzano – Vocal/Guitarra
Pedro Roquini – Baixo
Javi Bonfil – Bateria

Mais informações:
https://www.imperialpilots.com/
https://www.facebook.com/imperialpilotsband/

July Talk: banda canadense anuncia disco com clipes “Pay for It”, “Governess Shadow” e “Identical Love”

July Talk_130 by Lyle Bell

O disco “Pray For It” chega ao Brasil via BMG

Diretamente de Toronto, a July Talk é uma banda de Indie Rock com tons de Blues que dialoga com temas contemporâneos de desesperança e desencontros urbanos em suas canções. Prestes a lançar seu novo disco, “Pray For It”, o grupo antecipa o lançamento com os singles e clipes “Governess Shadow”, “Identical Love” e “Pay for it”.

O novo disco vai falar sobre como as pessoas estão somente reagindo ao que acontece ao redor e não agindo em si, seja nos desequilíbrios de poder, riqueza e autenticidade (“Governess Shadow”), a solidão (“Pay for It”) ou na busca por um amor de verdade (“Identical Love”).

Assista aos videoclipes abaixo:

“Governess Shadow”:

“Identical Love”:

“Pay for It:

Formada em 2012, July Talk se prepara para lançar seu terceiro disco. No álbum homônimo lançado no ano de sua fundação, a banda apresentou um som pop radiofônico e evoluiu em canções sobre intimidade e tensões sociais em “Touch” (2016). Agora, eles buscam encontrar um novo equilíbrio com “Pray For It”. Com canções viscerais, os músicos querem reconhecer o poder da vulnerabilidade como uma maneira de começar de novo.

O disco, que vai ser lançado no dia 10/07, foi produzido por Burke Reid (Courtney Barnett), Graham Walsh (Holy Fuck, Metz), David Plowman (Brendan Canning, Young Clancy), Milan Sarkadi (Mute Choir, Said The Whale) e pelo compositor de trilhas sonoras Ben Fox. A mixagem é assinada por Rob Schnapf (Beck, Cat Power) e esse é um lançamento no Brasil da BMG.

Mais informações:

Morrissey: reverencia a superação dos fracassos no lyric video “Knockabout World”

Morrissey - Knockabout World 2

Faixa está no novo álbum “I Am Not a Dog on a Chain”

“Parabéns, você sobreviveu! Parabéns, você está vivo ainda!” É assim que começa “Knockabout World”, single do lendário cantor e compositor inglês Morrissey que ganha um lyric vídeo trazendo a superação dos fracassos do dia-a-dia. A música faz parte do recém-lançado  “I Am Not a Dog on a Chain”.

A faixa traz a dramaticidade lírica que marca a carreira do artista com tons eletrônicos e orquestrais. Essa é uma das características do novo trabalho do eterno vocalista do The Smiths – décimo terceiro de sua carreira solo – que traz ambiências até então desconhecidas pelo público dentro da obra do inglês.

Veja “Knockabout World”:

O disco tem produção do vencedor do Grammy Joe Chiccarelli (Beck, Tori Amos, The Strokes, The Killers, The White Stripes, The Raconteurs) e foi gravado no Studio La Fabrique (Saint-Rémy-de-Provence, na França) e no Sunset Sound (Hollywood, nos Estados Unidos). Lançado no Brasil pela BMG, “I Am Not a Dog on a Chain” está disponível em todas as plataformas de música digital.

Ouça “I Am Not a Dog on a Chain”:
 
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Radical Karma: grupo lança single “Em Colapso”

Radical_Karma_foto

Música é a prévia do novo EP, “Sintomas”, que chega ao streaming no dia 29 de maio

Viver em 2020, ao menos para gerações de pais e filhos, tem uma carga emocional cujo peso e responsabilidade não tem sido fácil de carregar. A música, então, é uma daquelas válvulas de escape que sugere o abraço, a palavra amiga e pede o sorriso no rosto. É disso que se trata “Em Colapso”, o novo single do quarteto paulistano de Rock Alternativo Radical Karma, que, no fundo, sugere: não entre em colapso! A música, disponível no streaming pela Flecha Discos e OneRpm, pode ser conferida aqui: https://ONErpm.lnk.to/EmColapso.

“Em Colapso” é última faixa do EP “Sintomas”, o sucessor do elogiadíssimo registro de estreia do Radical Karma, “Entre o Fim e o Começo” (2019). O novo EP terá novamente quatro músicas e chega às plataformas online no dia 29 de maio, também mais uma vez com arte gráfica da artista Camila Rosa.

O single reforça a verve noventista tão adorada pelos experientes e conhecidos integrantes do Radical Karma, Gabriel Zander, Fausto Oi, Mateus Brandão e Fernando Martins. A produção é de Phil Fargnoli.

Tem riffs e levadas que remetem ao Grunge, Emo e Indie Rock dos anos 90, sonoridades que os músicos da Radical Karma ouvem até hoje e os inspiram para criar, mas claro, com a personalidade de cada integrante. “Em Colapso” deixa isso evidente e, apenas como referência, é uma música que agradará em cheio fãs de Dashboard Confessional, Seaweed e Basement.

A letra, escrita por Zander, dialoga com a inusitada e complexa realidade mundial. Surgiu numa reunião de banda, de uma conversa sobre ansiedade, cobranças, sobrecarga no dia a dia, culpas. “A música é um ombro amigo, uma forma de incentivar as pessoas a contar com quem está próximo, a não desistir; enxergar o problema e falar sobre isso para tanto se ajudar e ser ajudado”, ele conta.

Radical Karma é formado por:
Gabriel Zander – Vocal
Mateus Brandão – Guitarra
Fausto Oi – Baixo
Fernando Martins – Bateria
 
Mais informações:

 

Növa: banda piauiense comemora 15 anos! Veja registros do show no Palácio da Música…

Növa - Foto de Diego Iglesias (1)

Növa é um quarteto de Rock Alternativo formado por Rubens Lerneh e João José em 2004 no cidade de Teresina, capital do Piauí. A banda mistura o barulho das guitarras cheias de noise com a melodia de canções em inglês, bebendo na fonte do guitar rock tão presente no indie brasileiro daquela época, com pitadas de shoegaze. Logo na primeira demo lançada no mesmo ano da formação do projeto, a canção “Surfhoney” figurou de forma despretensiosa em uma coletânea do selo potiguar Solaris Records.

Desde então, o grupo tocou nos principais eventos de Teresina e parte do nordeste do Brasil. Alternando pouco na formação, a Növa lançou quatros trabalhos entre EPs, demos e álbum. São eles: o EP “Al Dente” (2008), um “SMD Növa” em 2013, o EP “Keep The Tracks” (2018). Em 2019 a banda soltou o single “Symetry”, que foi bem recebido pelo público local.

No final de 2019, a banda comemorou 15 anos de vida se apresentando no projeto Terça Maior, evento da prefeitura de Teresina e que acontece no Palácio da Música. Desta apresentação, o grupo lançou o álbum “Ao Vivo no Palácio da Música” no mês de janeiro deste ano. Com 10 faixas, a apresentação passeia por toda a história da Növa, além de apresentar algumas canções inéditas.

Você pode ouvir o álbum ao vivo nos streamings, clicando no link e escolhendo seu player favorito: https://sl.onerpm.com/9283694042

Agora, o quarteto solta três vídeos. O primeiro com uma música da primeira demo da banda, de 2004. Os outros dois com canções ainda não gravadas em estúdio, apresentadas em primeira mão neste registro ao vivo no Palácio da Música. Os vídeos foram gravados e editados por Cleiton Santos (@eumudo). O áudio foi gravado pela equipe técnica do Palácio da Música e mixado e masterizado no Dombily Records. Rubens, guitarrista e frontman da banda, fala um pouco das canções dos vídeos, confira:

“The Real Life” foi uma das primeiras composições da banda. Está na primeira demo e foi escolhida para ganhar uma nova roupagem nesse show de 15 anos.

“Dracula’s Song” é uma música nova. Já tínhamos todo conceito dela, como o riff do início e o uso de uma afinação diferente. Mas nunca chegamos a um formato definitivo. Com a chegada da Raylanne na banda, ela ganhou corpo com as ideias para a segunda guitarra, e o solo no final.

“Abstinence” é novíssima! Ela nunca havia sido ensaiada antes. Foi uma das últimas a entrar no set. Achamos que ela ficou uma música “forte” e perfeita para encerrar o show.

Para esse ano de 2020, a banda pretende lançar um novo álbum, com seis versões de estúdio de faixas presentes neste registro ao vivo, mais quatro canções inéditas. Eles também estão na coletânea “Snoozing All This Time”, com a música “Bubblegum Voice”, do grupo alagoano Snooze.

A Növa atualmente é formada por Rubens Lerneh (guitarra e voz), Fernando Castelo Branco (baixo), Raylanne Leal (guitarra) e Lucas Di Matos (bateria). Quinze anos se passaram e a banda segue entortando as guitarras com muito fuzz e noise!

Conheça a discografia da banda: https://noovaband.bandcamp.com/

Instagram: @noovanoise

contato: noovaband@gmail.com

 

Sound Bullet: grupo lança “I was in Lisbon, you were in Paris”, segundo single do novo álbum

Sound Bullet_Crédito Pedro Guarilha 8

Single antecipa disco pela Sony previsto para o primeiro semestre

A crise de um relacionamento de muitos anos marca “I was in Lisbon, you were in Paris”, novo single da banda carioca Sound Bullet. Prosseguindo a parceria com a Sony Music Brasil, a música é o segunda revelada do disco novo, onde o grupo vai ampliar sua sonoridade inspirada pelo Math Rock, Post-Punk revival, Alternativo e Indie. A faixa chega com um lyric vídeo produzido por André Bapp que mostra linhas se entrecruzando e a letra da canção se revelando aos poucos. O single está disponível nos principais serviços de streaming de música.

Confira o lyric vídeo de “I was in Lisbon, you were in Paris”:

O existir dentro da sociedade, ao lado dos relacionamentos com o mundo e a busca por uma paz interna dão a tônica do novo lançamento do conjunto carioca. O disco é um passo além nos temas explorados no disco “Terreno”, de 2017. Com este trabalho, a Sound Bullet circulou por diversas regiões do Brasil e venceu o concurso EDP Live Bands, que garantiu uma apresentação no festival português NOS Alive, além de um contrato com a Sony Music. A gravadora lançará os dois próximos álbuns da banda – um em inglês e outro em português.

O primeiro dele se chamará “Home Ghosts” e será lançado ainda no primeiro semestre. “I was in Lisbon, You were in Paris” se une a “Shabby” e ao sucesso “When It Goes Wrong”, que já soma cerca de 1 milhão de audições, apenas no Spotify, como faixas reveladas do disco.

“Esse novo single tem uma mensagem pessoal, um questionamento. No caso, sobre um relacionamento. Ainda que você possa tirar este contexto, ela traz a mensagem de: ‘O que fazer quando nada está dando certo pra nós?’. Jogamos fora o que construímos? Ou reconstruímos? E se tudo for um castelo de areia que vai cair de novo? Não se aplica a uma só relação, é uma leitura de várias, então, é um grito no vazio de olhar como as coisas são e, às vezes, não se tem o que fazer”, explica o vocalista e guitarrista Guilherme Gonzalez. Além dele, fazem parte da banda Fred Mattos (baixo), Rodrigo Tak-ming (guitarra), Henrique Wuensch (guitarra e synth) e Pedro Mesquita (bateria).

Segundo Fred, a banda pôde ousar um pouco mais nesse disco dentro de musicalidade e letras: “Ela me lembra quase um country algumas horas. Acho legal que pudemos colocar isso sem nos restringir. Ela veio de uma batida bem simples no violão que trabalhamos e virou essa música que eu acho muito bonita. Aliás, até o fato de citarmos outra pessoa na música é interessante, tentamos não ficar muito presos em como uma letra de indie rock deve ser ou algo do gênero”

Os discos lançados pela Sony integrarão uma discografia que inclui também o EP de estreia, “Ninguém Está Sozinho”, produzido por Diogo Strausz e o single “Mineirinho”, uma releitura Indie do sucesso do Só Pra Contrariar lançada em 2019.

O lyric vídeo é o início da parceria com Bapp, motion designer responsável por videos de grupos como Scatolove e Dolphinkids, porém, a produção do single e disco está novamente a cargo de Patrick Laplan, responsável por “Terreno”. O novo single está disponível em todas as plataformas de música digital.

Ouça “I was in Lisbon, You were in Paris”: https://SMB.lnk.to/IWasInLisbon

Sound Bullet é formado por:
Guilherme Gonzalez – Vocal/Guitarra
Rodrigo Tak-ming – Guitarra
Fred Mattos – Baixo
Henrique Wuensch – Synth
Pedro Mesquita – Bateria
 
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