Facing Fear: álbum “Ana Jansen” em lista de Melhores de 2019

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O blog Esteriltipo publicou nesta quinta-feira (19), sua lista de “Melhores de 2019 (nacional)”, dentre lançamentos como “Ablaze” do NervoChaos e “Bleeding for Thrash” do Andralls, a relação contempla o álbum “Ana Jansen” da carioca Facing Fear que, na faixa título, narra uma das lendas mais populares do Maranhão.

Confira no link todos os destaques: https://esteriltipo.wordpress.com/2019/12/19/melhores-2019-nacional/

Ouça “Ana Jansen” pelas plataformas de streaming:
 
Mais informações:
 
Para contratar a “Carriage of Hell Tour 2020”:
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Mortal Ways: conheça o projeto com integrantes das bandas War Eternal e Kingdom of Maggots

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Em 2019, com o intuito de criar um novo projeto, Gustavo Camargo, guitarrista da banda War Eternal (Death Metal de Rio Claro-SP) começou a compor riffs na linha Death Metal. Munido de um bom material, convidou Flávio Diniz (vocalista da banda Kingdom of Maggots, Death Metal de Leme-SP) para participar do projeto. Com o convite prontamente aceito, a dupla se alinhou para criar a identidade da banda. A fim de fugir de temas batidos no metal extremo, além da intenção de não soar como suas bandas já consolidadas, a dupla chega a um consenso e decide abordar em suas letras, histórias envolvendo alienígenas. Baseando-se em filmes, séries, relatos de testemunhas em casos conhecidos, além de uma pitada de ciência, mencionando famosos paradoxos, descobertas de Galileu e fatos sobre Júpiter, por exemplo, em um período de pouco mais de um mês um álbum autoral com oito músicas é finalizado, evidenciando a clara empolgação e comprometimento com o projeto vindo de ambos. Gustavo realiza toda a parte instrumental, gravando as guitarras, baixo e executando também a bateria programada, além de realizar a produção do álbum, mixando e masterizando as faixas. Flávio compõe as letras e grava as vozes do projeto.

Ronaldo Alves (ex-guitarrista da banda Suffer, Death Metal de Araraquara) é convidado para gravar os solos de 4 das músicas e será membro efetivo para o próximo trabalho.

A sonoridade segue uma linha Death Metal pesado, com timbres graves e intensos de guitarra e baixo, alternando momentos cadenciados e velozes em uma boa dose. Composições que devem agradar fãs de Morbid Angel, Hypocrisy, Deicide, etc. Não por acaso, algumas das influências de Gustavo e Flávio.

Mortal Ways batiza a banda, o álbum e uma das faixas presentes no trabalho e pode ser interpretada dentre outras maneiras, como caminhos mortais que poderiam levar a humanidade à destruição em um embate extraterrestre.

Confira o lyric vídeo da faixa “Death From The Sky”, presente no álbum de estreia do grupo e assinado por de Afonso Venâncio:

O full length segue a temática alienígena, ficção científica e um pouco de ciência também.

Mais informações:

 

Basttardos: lançado o novo álbum “Nós Somos O Bando”

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O Basttardos lançou, no dia 18 de Outubro de 2019, seu mais recente álbum intitulado “Nós Somos O Bando”. Produzido por Alex Campos – também autor de todas as canções -, o disco foi gravado, mixado e masterizado no estúdio “Fil Buc Productions”, Rio de Janeiro. Quem assina a capa é Aurélio Lara.

O trabalho ainda conta com as Participações Especiais de Breno & Theo Campos, filhos de Alex Campos; além do guitarrista Luciano Granja, conhecido músico no cenário nacional por integrar diversos grupos de sucesso, entre eles, os Engenheiros do Hawaii.

Em Setembro deste ano, foi divulgado como prévia o lyric video do single “Livrai-nos do Mal”, que pode ser visto através deste link:

Sucessor do disco “O Último Expresso”, de 2015, “Nós Somos O Bando” é o terceiro registro de estúdio do “Basttardos”, e faz parte de uma trilogia, iniciada em 2013 pelo debut “Dois Contra O Mundo”. O álbum já está disponível em CD Físico e nas plataformas digitais.

Tracklist:
01 – Nós Somos O Bando
02 – Livrai-nos do Mal Part. Breno & Theo Campos
03 – O Coveiro
04 – Ela é Junkie
05 – Fuck Off!
06 – Silêncio Após A Morte Part. Luciano Granja
07 – Homem do Campo

 

Ouça Nós Somos o Bando via Spotify: 

 

Mais informações:
+55 21 99202-1922 (Whatsapp)

 

Cigana: grupo se entrega à psicodelia no clipe “Existem Coisas Que Não Dá Pra Explicar”

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Faixa integra o álbum “Todos Os Nós”, lançado em 2019 pela Sagitta Records

Uma gama de sensações guia a sonoridade plural de “Todos Os Nós”, álbum de estreia que a banda paulista Cigana lançou em 2019 pela Sagitta Records. A faixa “Existem Coisas Que Não Dá Pra Explicar” é uma das mais intensas do trabalho, calcada em uma psicodelia ao mesmo tempo vibrante e melancólica, e acaba de ganhar um clipe que traduz esses diferentes espectros. Sob direção de Rafael Souza (Lavanderia Estúdio), o vídeo já está disponível no canal de YouTube da banda.lançamento

Assista a “Existem Coisas Que Não Dá Pra Explicar”:

Cigana mergulha no desconhecido neste clipe. O roteiro mescla momentos de introspecção, de cenários bucólicos acompanhando o quinteto, passando por fases da composição protagonizados pela vocalista e multi instrumentista Victoria Groppo, até desembocar na força de uma apresentação ao vivo, onde a canção ganha forma na coletividade. Tudo isso é guiado por uma música quase totalmente instrumental, com os vocais surgindo apenas no minuto final.

“Essa faixa ganhou um clipe por demonstrar um sentimento muito importante pra gente,  que é o êxtase. Aquela sensação que preenche o corpo, faz sentir a vida, de uma intensidade gradual, até se tornar gigantesca. E o pouco da letra que tem nela é uma reflexão, sob o efeito desse êxtase intenso e de como existem sentimentos inexplicáveis. Em resumo, acredito que essa música, pra todos nós da banda, carrega paz”, reflete Caique Redondano, autor da letra.

“Existem Coisas Que Não Dá Pra Explicar” aparece no álbum “Todos Os Nós” após o também single “Maldita, pt. 2”. Se a faixa anterior percorre um caminho de pedras, aqui se chega ao vazio. Da turbulência ao silêncio, a música entrega um olhar interior alheio ao que acontece do lado de fora, buscando calar o que aflige.

Ouça o álbum“Todos Os Nós”:

http://smarturl.it/CiganaTodosOsNos

“Essa música vem pra mostrar o lado introspectivo do álbum, um lado reflexivo e o êxtase quando se consegue expressar um sentimento em forma de arte. Ela foi durante muito tempo apenas instrumental, até que o Caique chegou com uma letra que, apesar de curta, falava o que precisava ser dito, como uma conclusão de toda a introspecção que antecede”, finaliza Victoria. Completam a formação da Cigana Matheus Pinheiro, Pedro Baptistella e Felipe Santos. O quinteto assina coletivamente a autoria de “Existem Coisas Que Não Dá Pra Explicar”.

Formada em 2014 em Limeira (SP), a banda tem em sua discografia os EPs “Sinestesia” (2014) e “A Torre” (2015). Eles lançaram também o single “Natureza”, pela Laboratório Fantasma dentro do projeto “Original’s Studio”, e trabalharam no álbum “Todos Os Nós” ao longo de três anos ao lado do produtor Cosmo Curiz. As canções vão do indie ao jazz passando pelo post-rock e pela MPB como uma viagem interna profunda e de autoconhecimento. O disco já está disponível nas principais plataformas de música pela Sagitta Records.

Ficha técnica:
Dirigido por: Rafael Souza do Lavanderia Estúdio
Compositores:
Victoria Groppo, Matheus Pinheiro, Caique Redondano, Pedro Baptistella e Felipe Santos
Intérprete: Cigana
Produzido por: Cosmo Curiz
Mixado por: Hugo Silva
Masterizado por: Rodrigo Deltoro
Gravado entre 2016 e 2019 em Limeira/SP nos estúdios DSTN Garage, CatPee Records e no home studio da banda
 
Letra:
Quando a paúra bate
Não é fácil de esconder
Existem coisas que não dá pra explicar
Olhar a volta para fora
Logo agora que eu fui perceber
Que eu me alterei
Esqueci de avisar
Que eu não durmo em casa hoje
Vou entre as ruas me achar
Só não me lembro se senti saudade alguma vez
Prefiro não pensar
 
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Dirty Rats: grupo australiano apresenta nome e data de lançamento do novo disco “End in Tears”

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O grupo de Rock australiano Dirty Rats, está pronto para lançar o seu segundo álbum, “End in Tears”, e a data marcada para o lançamento foi a sexta-feira 13 de dezembro deste ano.

“End in Tears” apresenta 13 novas composições de puro Rock and Roll, os compositores Beovich/Rich, variam entre os hinos de Rock, canções para encher a cara de bebida e até alguns Blues da velha escola, apenas para agitar um pouco as coisas. Então, não tenha medo de Freddy, e comemore com 13 músicas de Hard Rock australiano nas veias.

O álbum será lançado apenas um ano após o incrível primeiro álbum “Rock N Roll. O Rock N Roll”, que recebeu ótimas críticas da imprensa especializada de todo o mundo. Confira algumas delas abaixo:

“Com o jogo de abertura ‘Not Alone’, tudo está claro, inevitavelmente se pensa no início do ROSE TATTOO. Mas AC / DC e THE ANGELS vêm no decorrer da temporada várias vezes em mente”  PowerMetal.de

“Tomando suas pistas da pátria óbvia pedras de toque de Rose Tattoo e AC / DC, eles misturam essas influências e outras em uma explosão brutal e sem barreiras, que abrange 9 faixas de hard rock de primeira linha.De frente aos vocais poderosos de Wayne Rich, o backup vem na forma de uma formação clássica de guitarra-baixo-bateria, com riffs sujos de Chooka, baixo de quatro cordas de Jamie Beovich e bateria chocante, cortesia de Andy ”  Rock And Roll Traffic

Dirty Rats é uma banda de Rock australiana muito ativa na cena desde os pubs de Melbourne, nos meados e final dos anos 80. Tocando em celeiros de cerveja e clubes da capital do país Victoria. Nos últimos 30 anos, a banda desenvolveu um som tipicamente Hard Rock australiano, pense no AC/DC, Rose Tattoo. Mas ouça atentamente influências de MC5, Motorhead e até mesmo algum Punk Rock podem ser notadas. Desenvolveram uma base de fãs leais na Austrália e no exterior, com base em seu primeiro álbum aclamado pela crítica, “Rock n Roll”, e shows de alta energia, pouco dinheiro, pouco reconhecimento da indústria, mas puramente pelo prazer de tocar “bolas ao som”. parede ” Rock.

Após numerosas mudanças na formação, o grupo segue estável e com uma peça mais enxuto, Jamie Beovich (baixo) Wayne (Richie Rat) Rich (vocal), Anthony (Chooka) Chapple (guitarra) e Andy Thomson na bateria. O Dirty Rats é uma banda magra e explosiva de 4 peças, lançando algumas das melhores novas guitarras de Rock, com um sabor único dos anos 80, que você ouvirá hoje.

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Beltane: ouça agora a entrevista para o Programa Sangue Frio Produções

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Os paranaenses do Beltane nos presentearam com um dos principais trabalhos de Heavy Metal lançados em 2019, o “The Tales Of Pantheon”.

E para divulga-lo ainda mais, a edição de número #41 do Programa Sangue Frio Produções trouxe como destaque uma entrevista com a banda, onde o baterista Marcelo Ferrasa falou um pouco mais sobre sua história, discografia, atual momento, nova formação além de ter o álbum supracitado sendo executado na íntegra. Ouça agora:

Assista ao videoclipe de “The King Of The Seas”, faixa destaque deste lançamento:

Encontre “The Tales Of Pantheon” nas principais plataformas de streaming:

Spotify: https://open.spotify.com/album/7MLzRS5WbTYFKivUtsl1lm
Deezer: https://www.deezer.com/br/album/95063432
iTunes: https://music.apple.com/br/album/tales-of-pantheon/1461536265
Napster: https://us.napster.com/artist/beltane/album/the-tales-of-pantheon
Amazon Music: https://music.amazon.com/albums/B07RTK52RK
Tidal: https://listen.tidal.com/album/108898226

Produtores interessados em levar o Beltane para seus eventos escrevam para bandabeltane@gmail.com ou no WhatsApp/Telegram em (46) 98838-7204 – Sangue Frio Produções – e solicitem mais informações.

Links relacionados:
https://www.facebook.com/beltanebrazil
https://www.youtube.com/channel/UCdFp3jVcJLhHy2-hOIK0xEw
https://www.instagram.com/beltanebrazil/
http://beltane.com.br/
https://sanguefrioproducoes.com/artistas/BELTANE/71

Scalped: banda anuncia título e capa de seu novo álbum

Scalped

A banda mineira de Death Metal Scalped, anuncia o título e apresenta a capa de seu novo álbum. “Manufactured Existence Obsolescence” é um trabalho que tratará sobre a falsa ilusão de liberdade da qual a ‘sociedade’ vive em meio a uma dominação de grandes corporações e governos dominantes. O disco será lançado via Songs Fo Satan.

“A vida se tornou a moeda de troca mais abusada, explorada e descartável. O que foi feito ao meio ambiente e aos animais não é nem uma partícula do plano maquiavélico e voraz que nos espera. As pessoas acham que quem está adoecendo o planeta não liga para o futuro, para o que restará para a humanidade, e o mundo que deixará para seus filhos. Mas a verdade é que nós rumamos calmamente para a maior extinção em massa que se tem conhecimento. Os recursos serão mais que suficientes, quando o objetivo for conquistado. Nossa sociedade possui lideranças além de democracias, ditaduras e monarquias. O voto e vontade da maioria não passam de mera ilusão! Vivemos em “propinocracia global”

Onde um organograma que nos guia desde a concepção até o túmulo numa matriz, tudo é monitorado, nada é descontrole. Pensamos ter liberdade de escolhas, acreditamos estarmos vendo conflitos sem solução. Mas tudo não passa da mais bela e arquitetada fraude!

Onde nos enclausuramos em prazeres banais, cada vez mais lobotômicos. A lavagem cerebral acontece de forma harmoniosa, onde tudo se transforma em conformidade, distúrbios psicológicos, suicídios, obesidade, comida envenenada, drogas, vícios cibernéticos, sintetizando uma nova eugenia auto exterminadora, enquanto nós nos transformamos em energia para concretizar a vontade decretada pelos mestres da humanidade. Somos apenas o hospedeiro de um poder invisível”. Explica, o vocalista Fernando Campos.

O álbum sucede, o antecessor “Synchronicity of Autophagic Hedonism” de 2017, que consagrou a visceralidade da banda e com a enorme repercussão em nível nacional, o Scalped passou por palcos de toda a região sudeste, além de dividir palco com nomes importantes do underground nacional (Ratos de Porão, Rebaelliun, Krisiun, dentre outros) e internacional (Pestilence, Vital Remains, Carnation). O que também lhes redeu um ótimo contrato com um dos selos mais atuantes e conceituados do underground nacional, a Songs For Satan.

Em “Manufactured Existence Obsolescence” o grupo vai apresentar 10 faixas conceituais, demonstrando toda sua brutalidade como já de costume, trazendo o caos à terra com muito ódio e técnica. O projeto de arte gráfico da capa do disco ficou a cargo do artista Pablo MP da “PMP art work prodution”. Em breve serão disponibilizado mais detalhes sobre o lançamento!

Formação:
Fernando Campos (Vocal)
Thiago Macedo (Guitarra)
Bruno Mota (Baixo)
Marcelo Augusto (Bateria)

Links relacionados: 
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