Little Quake: o Rock sujo e sem frescura em lançamento do novo EP

Litle quack

Power-duo lança material via Dinamite Records

O power duo Little Quake lançou nesta semana seu primeiro EP em todas as plataformas de streaming via Dinamite Records.

O material que conta com três faixas, apresenta um som único, Sujo, denso, afrontoso, irreverente e barulhento, são esses os adjetivos que ajudam a explicar o som feito por Wysrah Moraes (baixo e vocais) e Dudu Machado (bateria e vocais).

O EP foi gravado no estúdio Costella (SP) sob a direção de Chuck Hipolitho (Forgotten Boys, Vespas Mandarinas, Hit Rock Billy Pops) e assistência de Caio Cruz.

Posteriormente foram acrescentados os vocais no Evil Heart Studios (SP) sob o comando do icônico Paulo Ratkiewicz (Devilish, Baixa Fidelidade, Montanha) o qual inclusive participou como segunda voz em algumas faixas. A mixagem das músicas foi feita pelo produtor gaúcho, Lucas Roma e a masterização ficou por conta do consagrado Jander “Cavalo” Antunes. Já o clipe de “Stone Lucid” foi escrito, produzido e filmado com a produtora De La Mídia (RS) e dirigido por Leonardo Kleinowski e Luiz Klever, junto à banda, em menos de uma semana na cidade natal dos músicos gaúchos durante uma mini tour em setembro deste ano.

Confira Vol I:

 

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Laudany: grupo retoma processo criativo e anuncia novo EP

Laudany_Capa Now

“Trials And Punishments”, disco de estreia da banda lançado em 2006, agora também foi disponibilizado para as plataformas digitais

Originalmente formada no interior de São Paulo em 2002, a Laudany é uma banda de metal autoral que sempre logrou êxito enquanto esteve ativa. Tanto em termos de shows como em estúdio.

O grupo estreou nos palcos fazendo logo uma apresentação no Music Hall durante a “Expomusic 2003”. Também fez shows de abertura para respeitadas bandas como Shaman, Moonspell e participou de alguns dos principais eventos de arte gótica do país na época, como a Thorns Gothic Rave, Gótico SP Fest, entre outros.

Depois do single “Invisible”, o grupo lançou em 2006 seu disco de estreia, “Trials And Punishments”. Produzido por Aldo D’Isep (Endrah, Queiron, Threat), o álbum reuniu 10 faixas e foi muito bem recebido pela imprensa na época. “Um ótimo trabalho, com alto nível musical e sonoro” (Revista Roadie Crew); “Heavy rock bem trabalhado, com nuances góticas e progressivas que surpreendem positivamente” (Revista Shopping Music); “Sentimos orgulho pelo fato de uma banda nacional, e de maneira independente, chegar a um nível tão alto quanto o apresentado aqui.” (Whiplash); “Pinta de banda experiente, com boa técnica, ótimas composições que grudam na cabeça.” (With Every Tear A Dream). “O profissionalismo dos caras salta aos ouvidos, com músicas muito bem elaboradas, arranjos que passam a sensação de terem sido muito bem pensados e discutidos, execução impecável e uma produção excelente.” (MetalSplash). Essas foram algumas resenhas publicadas na época sobre “Trials And Punishments” que também chegou a ser indicado ao Prêmio Toddy de Música Independente de 2007 na categoria “Melhor Álbum de Heavy Metal”, onde também concorreram Sepultura, Angra, Krisiun, Violator, Witchhammer, entre outros.

Embora nunca tenha anunciado seu fim, a Laudany permaneceu inativa entre 2009 e 2018, até que neste ano de 2019 anunciou a retomada de seu processo criativo.

Formada atualmente por Moyses Prado (vocal), Hooligan (guitarra), Netto Carvalho (bateria) e Eliton Tomasi (baixo), a banda está em estúdio gravando um novo EP. Intitulado “Now”, o trabalho vai reunir quatro composições inéditas; “Now”, “Holy Wisdom”, “Timeless”, “Evolution” e uma versão para “Strength To Endure” dos Ramones.

“Now pretende continuar de onde a Laudany parou e disponibilizar a banda ao futuro”, conta o guitarrista Hooligan. “Nesse hiato, sempre que compunha algo – e depois de algum tempo parava para ouvir -, tudo soava como se tivesse sido feito para a Laudany. É como se eu nunca tivesse parado de produzir conteúdo para a banda! As músicas desse novo EP preservam a nossa essência, mas trazem certo ar de renovação. Estamos mais abertos e amadurecidos para absorver influências e incorporar vários elementos artísticos no conceito geral da banda”.

De autoria da artista visual Vera Araújo, para a capa de “Now” o grupo decidiu usar uma pintura a óleo sob tela.

“A capa do EP está num quadro na parede aqui da minha casa”, conta Eliton Tomasi que desde o início do grupo exercia o papel de manager e agora passa a ser o baixista da banda. “A opção por uma pintura a óleo sob tela reflete um desejo da banda de se expressar artisticamente em cada detalhe. Isso não significa que subestimamos as artes digitais, muito pelo contrário – o disco de estreia da Laudany traz uma arte incrível desenvolvida nessa linguagem -, mas é que nesse momento queremos buscar novos significados para alguns aspectos da produção criativa de uma banda, e para a capa achamos legítimo resgatar a técnica da pintura sob tela. A ausência do logotipo da banda e título do EP é um ato de desobediência diante dos padrões de mercantilização de trabalhos artísticos. Por fim, a Vera Araújo conseguiu traduzir muito bem a ideia conceitual desse EP como um todo que sugere ao observador, e ouvinte, uma total imersão no momento presente.”

O novo EP “Now” da Laudany deve ser lançado no início do primeiro semestre de 2020. Enquanto o novo trabalho não fica pronto, o grupo convida o público a conferir seu álbum de estreia, “Trials And Punishments”, que agora também está disponível em todas as plataformas digitais de música.

Unabomber: nome histórico do underground carioca, retrata convulsões sociais em novo clipe

Unabomber 1_Crédito Marcos Hermes

“A Celebração da Peleja entre o Molotov e a Máquina” tem performance explosiva

O caos social do Rio de Janeiro ganha força nas canções do Unabomber. Tradicional banda do underground no estado, eles continuam a surpreender após muitos anos de estrada. Em “A Celebração da Peleja entre o Molotov e a Máquina”, o grupo canta a relação distópica entre modernidade e natureza cada vez mais atual. O vídeo já está disponível no canal oficial de YouTube e a faixa integra o EP “O Mal da Máquina Morre”, lançado em 2019.

Assista a “A Celebração da Peleja entre o Molotov e a Máquina”:

Ouça o EP “O Mal da Máquina Morre”: https://album.link/br/i/1449042045

Contrastando imagens de arquivo da internet com a banda ao vivo, o registro busca demonstrar os atuais conflitos entre o mercado, a produtividade e meio ambiente presentes na letra, composta por Ayam Ubrais Barcos.

“É uma poesia política com metáforas. A máquina representa o sistema e o molotov é a consciência, de repente iluminada. O saber que se está dentro desse sistema e como ele funciona. A consciência, antes nas trevas, está incendiada, iluminada”, reflete o compositor.

No início da história do Unabomber, se reuniram para tocar despretensiosamente o baterista Paulo Stocco (com passagens por Jason, Mandril e Perdidos na Selva), os irmãos Sandro Luz (guitarra) e André Luz (vocais) e o baixista Alan Vieira, responsável pela produção do novo vídeo. Após alguns shows, resolveram recrutar mais um guitarrista e Jeff Barata assumiu a posição.

A estreia da banda foi em 1995 com uma demotape auto-produzida homônima. A repercussão foi grande, chegando a todos os zines especializados da época. A segunda tape, “R”, teve produção de Rafael Ramos (Pitty, Titãs, Dead Fish) e foi lançada em 1998. No ano seguinte, o Unabomber encerrou suas atividades.

18 anos depois eles voltaram com o EP “Massas & Manobras S/A”, com produção musical de Celo Oliveira, além de projeto visual do fotógrafo Marcos Hermes. E em meio ao xadrez sócio político vivido no presente, a banda compôs e gravou “Silêncio”, também produzida por Celo Oliveira e lançada no final de 2017, como primeira faixa inédita após o retorno. Jeff, o segundo guitarrista, deixou a banda pouco após esse single.

Voltando às origens em sua formação de quarteto, o Unabomber lançou uma versão de “Pesadelo”, composta por Paulo César Pinheiro e Maurício Tapajós, gravada originalmente pelo MPB4 em 1972. A letra é atual e passeia por velhas preocupações ressurgidas e a necessidade de novas perspectivas, em meio à maior polarização política, social e ideológica jamais vista no país.

Isso se reflete em “O Mal da Máquina Morre”, EP lançado esse ano e que conta com “A Celebração da Peleja entre o Molotov e a Máquina”. O lançamento vem para somar a uma história que se estende por quase um quarto de século de arte e luta.

Unabomber é formado por:
André Luz – Vocal
Sandro Luz – Guitarra
Alan Vieira – Baixo
PC Stocco – Bateria
 
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Electric Goat Combo: grupo lança ousado EP com referências de toda a carreira

electricgoat

O Electric Goat Combo, com 10 anos de atividades, lança mais um registro criativo e potente via Abraxas Records. O EP homônimo, que combina referências musicais exploradas ao longo da carreira, do Stoner ao Post Pock, já está nas plataformas de streaming. Confira: https://bit.ly/2Kkzmjg.

O EP contém músicas que o Electric Goat Combo experimentava desde 2016 e que seguem a caminhada natural da pesquisa e do método de composição inerente ao momento da banda, que é sair um pouco da principal característica do Stoner Rock (riffs e solos).

Nesse tempo, Zeh Antunes decidiu deixar o Brasil em 2017 e o material ficou parado. “Até que agora, em 2019, decidimos que deveríamos dar vida a isso. Optamos então por lançar o EP que marca mais uma mutação na banda: a minha saída e a entrada do Jonas que agora, soma à banda para seguir o mesmo caminho: continuar mudando”, conta Antunes.

O que já estava presente no EP Vertigo Blues (2010), ganhou mais espaço nesse novo EP. A presença dos tempos compostos, o uso do metalofone, a escolha dos timbres e os arranjos que tendem a mudar o clima da música, muitas vezes, de modo abrupto. Indo de algo melodioso para uma pegada esquizofrênica, por exemplo.

A música “Ed Gein Beats Philippe Stark”, por exemplo, sintetiza muito bem o que é o Electric Goat e o caminho que está trilhando. Nela encontram-se todos esses elementos que falamos: as mudanças abruptas, os tempos compostos, os climas distintos, o uso do metalofone… enfim, há elementos de Stoner, Prog, Post Rock”, comenta Zeh Antunes, que hoje vive em Portugal.

A maioria das músicas tem oito minutos, algumas são instrumentais e, mesmo as com vocais, o instrumental prevalece.

Electric Goat Combo – Surgido em 2009 no Rio de Janeiro, o Electric Goat Combo faz o que autodenomina Post-Stoner (mistura de Stoner Rock, Post-Rock e Jazz). Em suas composições, mantem sempre uma deriva psicodélica capaz de seguir em direção a outras paisagens, seja incorporando outros instrumentos, seja na prática do improviso ou mesmo acrescentando outros músicos à sua formação.

 

Devilish Impressions: grupo polonês revela o primeiro single do seu novo EP “Postmortem Whispering Crows”

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A banda polonesa de Melodic Black/Death Metal Devilish Impressions, anunciou recentemente a assinatura de contrato com a gravadora Non Serviam Records.

E hoje o grupo revela “Interregnvm” o primeiro single retirado do seu novo EP “Postmortem Whispering Crows”, que é uma continuação do seu mais recente e aclamado álbum “The I”. Confira!

O EP “Postmortem Whispering Crows”, será lançado em 13 de setembro de 2019 pela Non Serviam Records. As pré-encomendas já estão disponíveis através dos links abaixo:

Webshop: https://bit.ly/2YKSb4D
Bandcamp: https://non-serviam-records.bandcamp.com/album/postmortem-whispering-crows

“Postmortem Whispering Crows” simplesmente continua onde “The I” parou. Mesmo tendo sido introduzido alguns solos Rock-like no seu mais recente full-length, estas faixas inéditas parecem ser caracterizadas por uma abordagem ainda mais aberta ao gênero.

“Postmortem Whispering Crows” é uma jornada épica através do Black Death Metal com um toque próprio e único da banda.

O vocalista e guitarrista Quazarre comentou:

“Uma das maiores inspirações de todos os tempos sempre foi a literatura de The Young Poland (um período modernista na literatura polonesa, cobrindo aproximadamente os anos entre 1890 e 1918). O movimento promoveu tendências de decadência, neo-romantismo, simbolismo, catastrofismo e impressionismo. Tendo citado “Dzieci Szatana” (Satans Kinder) por um dos visionários do período, Stanisław Przybyszewski, nas letras do nosso EP “Adventvs”, tem sido uma forma lógica de imergir tanto o EP “The I” como o “Postmortem Whispering Crows”. mais fundo no mundo decadente de outras figuras assombradas associadas à filosofia de seu líder. Os autores citados seguindo o conceito do período acreditavam na decadência, no fim de toda a cultura, no conflito entre os humanos e sua civilização, e no conceito de arte como o valor mais alto ”.

Tracklist:
01 – Dvma
02 – Cingvlvm Diaboli
03 – Interregnvm

Produzido, mixado e masterizado no: Impressive Art Studio.
Obra de arte, design e layout por: Infected Minds.
Foto da banda: Robert Zembrzycki
 
Devilish Impressions é formado por:
Quazarre – Vocal/Guitarra
Isemal – Guitarra
MT – Baixo
Avernatvs – Bateria
 
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Darkhaos: definidas as músicas do EP “Shouting at Your Grave” e álbum conceitual pode estar a caminho

Darkhaos - capa

Já estão definidas as músicas que farão parte do EP “Shouting At Your Grave” da cearense Darkhaos. A banda que se prepara para gravar o disco com o novo vocalista Macedo “Darkness” comunica que suas músicas são: “Shadows in My Soul”, “Out of the Door”, “Is Hell Here”, Shouting at Your Grave’ e “Execution”.

Além das músicas que já são conhecidas pelo público em festivais, a banda completada por Erickson Oliveira (guitarras), Eriel Andrade (baixo) e Kallil van Derick (bateria) trabalha em outras composições como “Empty Places”, que é a última de uma série de cinco músicas que ficaram de fora do EP. “Começamos a trabalhar nessa música já com o Macedo na banda. Ela tem uma pegada Heavy bem marcante, com riff de guitarra na veia Anthrax, Metallica e Megadeth. Então, há muito Thrash nela”, compara Kallil.

A banda que tem uma pegada Heavy/Thrash, introduz ao máximo nas composições influências de seus músicos, mas a visão individual dos membros nem sempre converge. “Já acho ‘Empty Places’ um híbrido de Power Metal e Hard Rock, como uma mistura de Shaman e Dr.Sin”, opina Erickson. Em conformidade aos demais colegas, Macedo valoriza os dois lados: “A música tem suas melodias em alguns momentos, mas a sujeira do Thrash Metal está nela também”.

Outras composições que saíram do papel e ganharam vida no estúdio são “Holding Devil’s Hand”, “He Who Shall Not Be Named”, “The Priest Dressed in the Night” e “The Sands”, instrumental que abre os shows da banda. As duas primeiras mais ‘Empty Places’ têm o mesmo tema e, a priori, isso pode significar que o primeiro full-length da Darkhaos, que chegará depois do lançamento do EP, poderá ser conceitual.

Há possibilidade de ainda incluirmos ‘Empty Places’ no EP, mas por outro lado eu a queria junto de ‘Holding Devil’s Hand’ e ‘He Who Shall Not Be Named’ no ‘full’ porque as letras são complementares. Bom, quer saber? No final das contas todas as músicas contam a mesma história”, confessa Kallil.

“Shouting at Your Grave” tem previsão de lançamento para este segundo semestre, mas o “debut”, que ainda está em fase de composição e que ainda não dispõe de nome, pode ser lançado em 2020. Até lá a banda segue com a agenda aberta para shows em todo Brasil.

Para conferir o single “Shouting at Your Grave” pelo YouTube, clique no link:

Confira o single “Shouting at Your Grave” pelo streaming:
 
Spotify
Deezer
iTunes / Apple Music
E em muitas outras plataformas digitais.
 
Contato para shows:
(85) 9 9690.7536
 
Mais informações:
Se inscreva no canal do YouTube
 
Assessoria Brauna Music Press:

100 Dogmas: “..Tem bandas que já nos conquistam na primeira audição”.. – Underground Extremo

100 Dogmas Capa

O excelente site do Underground Extremo realizou mais uma escrita sob sua coluna de “Dissecando EP’s” onde esta matéria consiste em sugar tudo apresentado pelas bandas em seus respectivos EP’s, nos contemplando com uma análise precisa de cada música e suas características.

“Tem bandas que já nos conquistam na primeira audição. A fórmula da 100 Dogmas, me soou bem interessante afinal de contas a banda de Blumenau – SC, apresenta uma sonoridade, com elementos de Groove,  Stoner e Thrash com letras em Português uma proposta bem original que também pode ser perigosa, caso não seja feita com devido cuidado. Depois do EP auto intitulado, eles chegam agora com “Amaldiçoado Seja”, confira o que achamos deste registro no nosso Dissecando EP’s #12″ – Underground Extremo.

A 100 Dogmas apresentou recentemente o EP “Amaldiçoado Seja” que recebeu apenas críticas positivas até o momento e muitos elogios das suas faixas. As características apresentadas pela 100 Dogmas neste EP são diversas, desde as influências de Pantera até uma sonoridade mais moderna, em momento algum a banda se limitou apresentar algo padrão e isso só torna o trabalho incrível.

Você pode ler o Dissecando EP’s #12 no link: 

http://www.undergroundextremo.com/2019/07/dissecando-eps-12-amaldicoado-seja-100.html

Links relacionados:
https://www.facebook.com/100dogmas/
https://www.youtube.com/channel/UCAzfx40QKW7YrT2_hSSaMQw
https://100dogmas.bandcamp.com/
https://www.instagram.com/100dogmas