Heretic: assista ao novo lyric vídeo da faixa “Jihad”

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O projeto Heretic formado originalmente em Goiânia pelo músico Guilherme Aguiar, acaba de revelar uma parte importante do próximo álbum que será lançado ainda em 2018 e que carrega o nome de “Barbarism”, esse é o sexto disco de estúdio da banda.

Anteriormente criado como um projeto solo, o Heretic, com as entradas do vocalista Erich Martins e a permanência do baixista Laysson Mesquita, incrementou em sua sonoridade letras inteligentes que abrangem assuntos diversos e vocalização nas novas músicos do grupo. A banda acaba de disponibilizar em seu canal oficial o novo single “Jihad” que estará presente no álbum “Barbarism”.

Buscando influências na cultura indiana, as imagens apresentam como tema principal, Lord Ganesha que representa o mundo dos homens em estado de caos e barbárie. O artista responsável pela criação da arte foi Romulo Dias, renomado artista de São Paulo, que na criação do teaser sintetizou toda a ideia buscada pelo Heretic. Ao assistir o vídeo, é possível notar um céu cortado por raios, fumaça e fogo saindo por trás de um templo, juntamente com dois guerreiros indianos lutando a kalaripayattu, tudo sendo comandado e observado pelo senhor das tropas, “Lord Ganesha”.

Confira o lyric vídeo de “Jihad”:

Além de contar com os músicos mencionados acima o novo registro terá a participação de grandes nomes e referências da música pesada, uma delas é o baterista do Megadeth, Dirk, que gravou as bateras da faixa Holy Dystopia, outras ilustres participações já foram confirmadas por Guilherme Leal, são elas, Nym Rosilir (França), Ayman Mokdad (França), Luís Maldonalle (Brasil) e a cantora Disha (Turquia).

A banda atualmente é formada por:
Erich Martins – (Vocal)
Guilherme Aguiar – (Guitarra/Sintetizadores)
Laysson Mesquita – (Baixo Freetless)
Luiz Maldonalle – (Guitarra Solo – Part. Especial)
Aymann Mokdadd – (Guitarra Solo – Part. Especial)
Nym Rosilir – (Guitarra Solo – Part. Especial)
Dirk Verbeuren – (Bateria – Part. Música: Holy Dystopia)
 
Mais informações:

 

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Living Louder: banda lança clip da música “My Private Wallowtown”. Confira!

Living Louder 2018

O Living Louder acaba de lançar o clip da música “My Private Wallowtown”, segundo single do segundo álbum da banda, a ser lançado ainda em 2018.

Cheia de riffs vintage e um refrão cativante, a música certamente agradará aos fãs do verdadeiro Heavy Rock!

Confira o clip de “My Private Wallowtown”:

O vídeo gravado por Anderson Soares, foi produzido e mixado por Gustavo Gomes no Monkey Hut Studios.

Formação:
Ricardo Cagliari – (Guitarra/Vocal)
Eduardo Assef – (Baixo)
Gustavo Gomes – (Bateria)
 
 
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Gagged: prepara álbum com alto teor político

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Sobre Nós será lançado ainda em 2018, junto a um livro com reflexões sobre música, arte e política

O videoclipe do single “Cidade Sem Lugar”, lançado no último mês de abril, reafirmou o Hardcore politizado do Gagged, que coincide com Brasil despedaçado e à beira do colapso. As críticas à desenfreada impessoalidade das cidades, no convívio diário e nas reações primitivas a este contexto são apenas os primeiros de tantos temas político-sociais que a banda paulista articula nas letras das demais canções do álbum “Sobre Nós”, o sucessor do elogiado “Silent”, previsto para ser lançado ainda em 2018.

A sonoridade do próximo disco segue a proposta de “Cidade Sem Lugar”, isto é, músicas recheadas de riffs rápidos, com o peso Hardcore, a partir de estruturas que remetem principalmente ao Punk californiano, ou Hardcore melódico, mas também a outras referências dentro do Rock.

A diversidade e a pegada característica da Gagged se fundem, por exemplo, em uma faixa intitulada “Caleidoscópio”, que deve ser o próximo single. Como comenta o vocalista Zeca, tem levada Rock n’ Roll, com riffs mais clássicos que abrem espaço à letra e para melodias de voz mais agressivas.

Confira o videoclipe de “Cidade Sem Lugar:

“A prosódia da música é muito legal, porque a intensidade vai aumentando e vai ficando claro que as tendências, no som e na temática, só podem conduzir ao caos. A música acaba num desarranjo intenso, cheio de dissonâncias e insanidades”, ele ressalta. Construída em metáforas, a letra é, mais uma vez, pontual: como o debate partidário polarizou nosso país, “de maneira burra”, aponta Zeca.

Mais do que música, o novo álbum do Gagged será lançado – inicialmente – nas plataformas de streaming e virá junto a um livro, uma espécie de ensaio que organiza as ideias propostas nas letras e que convoca à reflexão sobre música, arte e política.

“Quando todas as letras ficaram prontas a gente percebeu que existia uma unidade em torno delas. Estávamos o tempo todo falando sobre os problemas de nossa geração, do caos do nosso tempo histórico, mas sob perspectivas diferentes. Em alguns momentos falamos sobre uma lógica maior, sobre nossas relações humanas e sobre a sociabilidade contemporânea. Outras vezes, falamos sobre o ponto de vista do indivíduo e sua progressiva mecanização, num processo carregado de falibilidades, culpa, angústia e raiva. Por outras, falávamos de maneira concreta, sobre peculiaridades nosso país. E tudo sempre remetia para aquela mesma grande lógica como integração das ideias”.

Para Zeca, o contexto do novo disco, cujo single “Cidade Sem Lugar” é o embrião, será uma experiência diferente no cenário Hardcore nacional. “Aqueles que se propuserem a ler de cabeça aberta sairão com perguntas novas na cabeça”. E completa: “A gente simplesmente não consegue ficar fora do debate. A gente vive intensamente nosso tempo histórico e quer entender, discutir e compartilhar sobre o que a gente vê e sente. Não temos a pretensão de fazer algo como uma grande revolução, mas a gente tem certeza que algumas pessoas se identificarão com nossas ideias e perceberão que elas influenciam na forma em que nossa sonoridade é construída”.

Política

O Gagged não esconde, é politizada e assume um posicionamento progressista. Sobre isso, faz questão de enfatizar que o conteúdo das letras é construído a partir de um posicionamento político, mas não partidário.

“A gente tem uma visão de mundo que construímos ao longo da vida. A gente debate e estuda sobre isso, faz parte do nosso dia a dia. A gente entende a arte como uma visão de mundo. Pra nós é inevitável falar sobre política. Mas nossa linguagem musical não é panfletária. Inclusive por que essa abordagem vem sendo utilizada como instrumento de manobra”, explica Zeca.

Junto ao posicionamento político, o vocalista é enfático ao assumir, enquanto Gagged, a função social do Punk Rock, a de contestação do sistema. “Portanto, a despeito de algumas letras de bandas do Punk e Hardcore flertarem com a intolerância e com o uso quase fascista da violência, o berço do estilo é a denúncia social, é uma visão de transformação do mundo, de ideias que permeiam, grosso modo, o ideário progressista, da esquerda”.

Cidade sem Lugar

Sobre a repercussão do videoclipe de “Cidade Sem Lugar”, Zeca revela que os feedbacks foram construtivos. “Alguns perceberam as referências de Pennywise, outros lembraram Propagandhi, o que obviamente nos deixou muito orgulhosos. Neste disco a gente primou muito pelo detalhe de composição. Todas as músicas têm aqueles pequenos detalhes e variações de arranjo que você vai percebendo conforme escuta”.

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Red Fever: novo single “Doin’ Wrong” disponibilizado para audição nas principais plataformas de Streaming

Red Fever

Um dos novos grupos do Classic/Rock do país, o Red Fever, acaba de disponibilizar em todas as plataformas de Streaming do mundo seu novo single. A música “Doin’ Wrong” é um novo marco na carreira da banda que vem preparando vários lançamentos e novidades para 2018.

O vocalista Lucas Castro comenta sobre o que a canção realmente se trata: Com o tempo você começa a se flagrar impressionado com como parece que o número de pessoas mal-intencionadas excede o número de pessoas bem-intencionadas, e é sempre a mesma história, os mesmos vícios e as mesmas ameaças. Doin’ Wrong é um reflexo de defesa contra essa cultura da má intenção e da índole suja”.

O Red Fever confirma que dia 18 de junho estará disponibilizando em seu canal oficial no YouTube, o lyric vídeo da faixa “Doin’ Wrong”. A música também está disponível em outras plataformas de Streaming. Usuários de Deezer, ITunes, Google Play, Napster e Tidal, podem escutar a nova faixa do Red Fever por esses canais.

Escute agora com exclusividade pelo Spotify a música “Doin’ Wrong”:

 

Formação:
Lucas Castro – (Vocal)
Hermes Castro – (Guitarra)
Bruno Shimabukuro – (Guitarra)
Paulo Barillari – (Baixo)
Igor Sacconi – (Bateria)
 
Mais informações:

Ophicina de Sonhos: de Alagoas vem o novo Progressivo do Brasil

Ophicina dos Sonhos

A Ophicina de Sonhos é uma banda de Rock Progressivo, formada em 2008, na capital das Alagoas (Maceió). Seu som é uma mistura de ritmos ancestrais, com muito Rock N´Roll e Metal.

Em 10 anos de existência a banda carrega com muita firmeza a bandeira da música autoral e nesse tempo a O.D.S vem se apresentando em importantes shows e festivais de Alagoas.

Formada como um power trio, atualmente tem em sua formação os músicos: Thiago Franja (Baixo, vocal e sintetizadores), Thiago Trindade (Guitarra e violão) e Théo Oliveira (bateria e percussão) musicistas experientes que atuam acompanham diversos artistas em shows, gravações e apresentações.

Em janeiro de 2018 a banda lançou o single “Caos sem fim, parte-1” de forma independente nas principais plataformas digitais (Deezer, Spotify, Googleplay, Itunes, aplemusic, amazon music, bandcamp, Soundcloud) e com isso vem aflorando a curiosidade da imprensa especializada, de rádios e webrádios de Rock e Metal.

Ophina de Sonhos - capa_single

Pronta para invadir o Brasil e o mundo com sua musicalidade e diversidade musical, o power trio alagoano está preparando um novo single, para em seguida começar uma agenda de apresentações pelo país.

Ophicina de Sonhos é:
Thiago Franja (Baixo/Vocal/Sintetizadores)
Théo Oliveira (Bateria/Voz/Efeitos)
Thiago Trindade(Guitarra)
 
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Escombro: lança videoclipe de “Entre Lobos”

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Banda da Artico Music lança clipe com tomadas de drone e é protagonizada pelo ator Heitor Shewchenko

Entre Lobos, o primeiro single do futuro EP do Escombro a ser lançado pela Artico Music, também ganha videoclipe. A produção está disponível no Youtube, assista pelo link:

O peso e a tensão da música também pautam a versão audiovisual de “Entre Lobos”, produzida por Alexandre Rodrigues e com roteiro de Tom Bernhard, que retrata a visceral corrupção impregnada no dia a dia do brasileiro.

No clipe, o ator Heitor Shewchenko (ex-baterista do Carro Bomba) interpreta um corrupto executivo do mundo corporativo, oprimido pela ganância, que convive e se dilacera com os próprios demônios.

A ideia do vídeo, comenta o vocalista Jota, é mostrar que o mal da corrupção vai além do ambiente político. “Quando falamos em corrupção ela não está só em Brasília, está encrustada no DNA do brasileiro, no dia a dia. O cara, se puder, suborna o guarda, pula a catraca do ônibus, sai do estabelecimento sem pagar, enfim, está em tudo”.

Com tomadas feitas a partir de um drone e takes em locações na capital São Paulo, como o restaurante Cão Véio, no Itaim Bibi, e compartimentos do prédio da Dissenso, “Entre Lobos” foi gravado em apenas um dia, em 16 horas seguidas de trabalho. “Um corre underground”, destaca Jota.

Este já é o segundo videoclipe do Escombro com a Artico Music – em fevereiro foi lançado um para “Maldita Herança”, música do debut lançado de forma independente no ano passado. “É uma nova linguagem para o público do Hardcore, mas nossa alma esta lá”, afirma o vocalista.

A Banda – Uma das formações mais robustas e ácidas do estilo dentro da cena nacional, o Escombro foi formado em 2015 e preza pelas letras em português que abordam temas sociais, além do peso que remete ao Hardcore consagrado por Madball e Terror, ao mesmo tempo em que conversa com a proposta da nacional Oitão (o vocalista Henrique Fogaça é amigo da banda). 
 
Para o primeiro trabalho em parceria da Artico Music, o Escombro gravou o sucessor do elogiado álbum homônimo (julho/2017) no estúdio Dual Noise (o mesmo utilizado pela Paura no ‘Slowly Dying of Survival’, de 2017) e o resultado é nada menos do que um colossal hardcore, direto e reto, que convoca o ouvinte ao moshpit.   
 
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Imagery: assista o vídeo de “The Ordeal”, novo single do power-trio progressivo

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Joceir Bertoni (vocal/guitarra), Ricardo Fanucchi (baixo) e Bruno Pamplona (bateria/vocal) são coletivamente conhecidos como Imagery. Quando surgiu, o grupo surpreendeu as mais otimistas previsões. Afinal, quem esperaria que um power trio do interior do país que toca rock progressivo misturado com heavy metal e jazz iria colher tantos frutos em tão pouco tempo de carreira e apenas um disco lançado?
 
Tudo começou com o show de lançamento de “The Inner Journey”, seu disco de estreia, que se deu durante a abertura para o Focus, lenda do rock progressivo mundial, em 2012. Depois, a repercussão do álbum na imprensa nacional não poderia ter sido melhor. Em várias resenhas o disco recebeu nota máxima, entre eles o Rock On Stage que chegou a dizer que o Imagery “não deve nada para bandas como Dream Theater”.  “The Inner Journey” chegou ainda a ser indicado para o Prêmio Dynamite como um dos “Melhores Álbuns de Heavy Metal” de 2012. 

No ano seguinte, o Imagery assinou um contrato de distribuição com a gravadora americana Cleopatra Records  (Motörhead, Yes, Asia) que disponibilizou o álbum “The Inner Journey” para a América do Norte, Europa e Ásia. Não demorou para que resenhas super positivas começassem a ser publicadas na imprensa internacional. O site estadunidense Critical Jazz declarou que o Imagery “é uma das poucas bandas trabalhando no campo do rock progressivo com a capacidade de manter a música fresca e revigorante”.

Em 2014 os caminhos de Imagery e Focus se cruzaram novamente. O Imagery fez a abertura de mais dois shows dos gigantes holandeses, em Curitiba e Florianópolis. A turnê de divulgação de “The Inner Journey” ainda passou por várias partes do país.  

Desde então o grupo tem se concentrado no processo de composição e gravação de seu segundo álbum, ainda sem título definido. Depois de três singles lançados, “Blinded Nation”, “People Say” e “End Of The Line”, o power-trio apresenta “The Ordeal”.

“Assim como “Start The War” do nosso disco de estreia, “The Ordeal” é uma nova versão para uma canção antiga – Depois do álbum “I” da banda Revoult, embrião do Imagery”, explica o baterista Bruno Pamplona, autor da letra e música. “The Ordeal aborda de forma abrangente, e em retrospecto, a tribulação humana. É quase um “olhar para trás” em situações extenuantes e tempos difíceis na trajetória de vida de qualquer pessoa”.

Música e vídeo foram gravadas no Plugue Estudio em Londrina/PR com produção de Júlio Anizelli e do próprio Pamplona. A produção do vídeo ficou a cargo da Usina de Ideias.

Para assistir o vídeo de “The Ordeal”, basta acessar o link no canal oficial da banda no Youtube:

Todos os singles lançados pelo Imagery até aqui, “Blinded Nation”, “People Say”, “End Of The Line” e agora “The Ordeal” farão parte do próximo álbum cheio da banda a ser lançado no primeiro semestre de 2019. Mais informações sobre o disco serão divulgadas em breve.

Links relacionados:
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Gagged: lança clipe de “Cidade sem lugar” com críticas ao caos político

Gagged 2017

Das ruas às manchetes de jornais, o cotidiano nas grandes cidades ao redor do Brasil e do mundo constroem paradoxos. Do amável ao desagradável, do prazeroso ao perigoso, trata-se de um lugar que pulsa como a vida e cujas demandas são perfeitos dilemas da contemporaneidade. Este é o diálogo proposto na música e na inteligente letra de cunho sócio-política de “Cidade sem lugar”, novo single da banda de Hardcore Melódico Gagged que agora também estreia em forma de videoclipe. Assista:

Dirigido e produzido por Deivide Leme, da Couraça Filmes, o clipe de “Cidade sem Lugar” mostra a banda tocando em uma caixa forrada por papel jornal, do chão ao teto. A estética está diretamente conectada à mensagem da música, que aborda os absurdos naturalizados e a desumanização cotidiana em São Paulo. Apesar da referência à capital paulista, é sobre a realidade de grandes metrópoles, mas a mensagem é facilmente aplicada ao Rio de Janeiro, Curitiba, Buenos Aires ou qualquer grande centro do mundo subdesenvolvido latino americano.

Junto ao videoclipe, a banda também disponibiliza o making of da produção, que pode ser conferido aqui:

A produção do clipe durou um dia inteiro para a colagem dos jornais na estrutura em forma de cubo, realizada pela própria Gagged junto ao diretor. No decorrer do vídeo, manchetes saltam à tela para apontar injustiças sociais e o caos promovido pela insensibilidade de políticos. Os jornais, que apresentam uma visão fragmentada, por vezes distorcida, da vida cotidiana são justapostos como numa tentativa de reconstrução da realidade.

“É uma das consequências das relações permeadas predominantemente pela lógica do dinheiro. Tudo aquilo que foge da lógica da eficiência, tudo aquilo que apresenta a imperfeição humana, tudo aquilo que contesta – ou emperra – o ritmo da ‘máquina’ é rechaçado, rebaixado, marginalizado”, aponta o vocalista Zeca.

Da agressividade do punk à velocidade do Hardcore e a complexidade dos arranjos e da composição do Rock, “Cidade sem lugar” é a síntese da nova fase da Gagged. Em 2018, a banda do interior de São Paulo chega madura para o lançamento do novo álbum, que será anunciado em breve, junto a um livro que conecta o Punk Rock a uma análise política da realidade contemporânea.

Cidade Sem Lugar (letra)
Ilha Bandeirante das conquistas mais infames,
Sujo e vil… seu caminhar hostil.
As vias que nos levam à praça e aos reaças e me afastar de mim,
A cimentar minha alma
Procurei mas não encontrava
Um traço humano em ti.
 
Construiu em si uma muralha.
Bem vindo a ti São Paulo!
Me perdi de mim, nesta Cidade sem Lugar.
 
Das marquises, das fraturas, dos mesmos vícios e estruturas
E das senzalas e pelourinhos que sobrevivem ao grito do Ipiranga.
Dos sobrenomes… e a distância do que há de vivo aqui.
 
Construiu em si uma muralha.
Bem vindo a ti São Paulo!
Me perdi de mim, nesta Cidade sem Lugar.
 
Ficha Técnica da música:
Primeiro single do disco “Sobre Nós”, com lançamento em 2018.
Letra: Zeca Ruas/Ali Zaher Jr.
Música: Gagged
Gravado e Mixado em abril de 2016 por Ali Zaher Jr. no estúdio Sunrise Music – Araraquara/SP
Masterizado por Nick Townsend no estúdio Townsend Mastering – Los Angeles/CA (EUA)
Produzido por Ali Zaher Jr.
 
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The Gard: novo arranjo para “Immigrant Song”, do Led Zeppelin, é o primeiro single do álbum de estreia

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Intitulado “Madhouse”, o álbum será lançado no dia 26 de Abril e vai reunir oito faixas. Assista teaser do videoclipe de “Immigrant Song”

Formada em 2010 por Allan Oliveira (guitarra), Beck Norder (vocal) e Lucas Mandelo (bateria), a The Gard desde o princípio teve como objetivo a música autoral, embora tenham ganhado bastante relevância na região metropolitana de Campinas, de onde é originária, com seu show “Tributo ao Led Zeppelin”. Em meio ao setlist das músicas do Led, a The Gard sempre apresentou suas composições próprias. Com o tempo o interesse do público pelas canções autorais foi crescendo e o espaço para elas, no setlist, aumentando.

“Madhouse”, disco de estreia da The Gard, foi então uma consequência natural. Em oito faixas, o power trio paulista transcende suas referências musicais ao oferecer ao público uma experiência musical onde o rock clássico e o contemporâneo convergem, como numa coalização sonora que disponibiliza-se para o futuro, para o desconhecido.

Produzido pelos próprios músicos em parceria com André Diniz do Estúdio 260 de Indaiatuba/SP, “Madhouse” reúne as faixas “Play Of Gods”, “Music Box”, “The Gard Song”, “Back To Rock”, “Kaiser Of The Sea”, “Madhouse” e “Panem at Circenses”. E como não poderia deixar de ser, além das sete composições autorais, “Madhouse” também vai trazer um novo arranjo para “Immigrant Song” do Led Zeppelin, a banda que, para o The Gard, sempre representou a terra de neve e gelo de onde eles vêm com seu barco rumo às novas terras desconhecidas.

“Immigrant Song” foi inclusive escolhida para ser o primeiro single de “Madhouse” e será lançada em videoclipe no próximo dia 12 de Abril. Um teaser já está disponível: https://youtu.be/e7HliIPTI6o

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“A releitura de Immigrant Song pela The Gard vem com uma cara moderna, atual”, explica o vocalista Beck Norder. “O novo arranjo tem peso e não cai nos clichês do metal. Valorizamos alguns elementos da música original, e das versões ao vivo tocadas pelo Led, e colocamos a identidade da The Gard na música: a batida é outra, acrescentamos um violão tocado ao estilo fingerstyle, gravamos um baixo com whammy e distorção, deixamos a harmonia mais densa e étnica/tribal e o próprio riff sofreu alterações”.

Ainda de acordo com Norder, mesmo sendo uma releitura, “Immigrant Song” se adapta perfeitamente ao conceito e estética sonora de “Madhouse”.

“Acredito que esse arranjo é uma boa síntese da proposta sonora da banda, onde o clássico e o contemporâneo convergem. Escolhemos gravar a Immigrant Song porque nos identificamos muito com ela, com o clima, o tema. Sempre prazeroso tocar ela nos shows, e os fãs adoram! Achamos que tínhamos uma maneira diferente de tocá-la, e resolvemos gravá-la.”

 “Madhouse” vai ser lançado nas plataformas digitais e também em formato físico em Cd no dia 26 de Abril.

Mais Informações:

Amaduscias: banda é atração confirmada no “Santa Maria Rock City 2018”

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O Brutal Death Metal do Amaduscias estará retornando à cidade de Santa Maria, Rio Grande do Sul, em maio deste ano.

O grupo foi confirmado no “Santa Maria Rock City 2018”, evento que acontecerá no dia 19/05, e dividirá palco com as bandas Krisiun, Symphony Draconis, Postmortem e Fúria Rockpaulera. A organização ainda não divulgou o cartaz completo do festival, porém todas as informações podem ser obtidas pelos links abaixo:

Página oficial: https://www.facebook.com/smrockcity/
Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/1972480283071815/

Em outras notícias, o Amaduscias divulgou recentemente seu novo single, intitulado “Triumph And War”, que integrará o próximo álbum “Conceived Annihilation”. A faixa foi divulgada em formato de vídeo além de já integrar as principais plataformas de streaming, confira:

Spotify: https://open.spotify.com/album/3NBTNh7WS70m6Jlcxu8kL5
Deezer: https://www.deezer.com/br/album/58545182
iTunes/Apple Music: https://itunes.apple.com/br/album/triumph-and-war-single/1357105570
Napster: https://br.napster.com/artist/amaduscias/album/triumph-and-war

Contato para shows: conceived_guitar@hotmail.com

Contato para assessoria de imprensa: www.sanguefrioproducoes.com/contato

Links relacionados:
https://www.facebook.com/amadusciasofficial/
https://www.sanguefrioproducoes.com/bandas/Amaduscias/48