Pile Of Priests: grupo lança novo single e revela detalhes do novo álbum auto-intitulado

piles

O grupo de Progressive Death Metal, de Denver , EUA, Pile of Priests, acaba de assinar com a Extreme Metal Music uma subsidiária da Rockshots Records da Itália para o lançamento de seu álbum auto-intitulado. Atualmente, o álbum está disponível para pré-encomenda, juntamente com o seu primeiro single “Exile Unto Divination”, que serviu de aperitivo para os ouvintes em todo o mundo.

Sombrio e melódico, o álbum Progressivo de Death Metal é um grande marco para a banda. A banda reconhece que abrange o estilo que eles têm se esforçado para retratar por um longo tempo. O álbum conceitual acontece séculos atrás em um universo fictício não muito diferente do nosso. A história é sobre um príncipe exilado que busca acabar com o reinado de seu pai enlouquecido.

A banda comentou sobre álbum:

“Acreditamos que os fãs ficarão surpresos com certos elementos deste álbum, mas, no final das contas, muito satisfeitos. Há algo para todos: vocais poderosos, riffs sinistros, solos sedosos, harmonias para deixar seu cabelo em pé e algumas passagens melódicas bonitas”. 

Era para ser ouvido de trás para frente, cada música leva para a próxima e o single “Exile Unto Divination” é uma faixa forte e melódica de Death Metal, contendo uma ponte sólida para esmagar incontrolavelmente os músculos do rosto com aprovação perversa.

Confira o single “Exile Unto Divination”:

“Pile of Priests” estará disponível em 22 de maio de 2020.

A imagem pode conter: área interna

Tracklist:
01 – Intro
02 – The Aversion
03 – Death of The Paragon
04 – Exile Unto Divination
05 – Conjunction of Souls
06 – The Threshold
07 – Deus Delenda Est
08 – Bloodstained Citadel
09 – The Restitution

Mais informações:

 

Between the Buried and Me: grupo vem pela primeira vez ao Brasil em março de 2020

BTBM_foto

São Paulo, no dia 15/3, recebe o último show da extensa turnê latino-americana com 9 datas; banda norte-americana tocará dois sets numa mesma noite

A banda norte-americana Between the Buried and Me, mundialmente consagrada há duas décadas devido à inusitada mistura de Progressivo com elementos de diversas vertentes do Heavy Metal (do Rock ao Death Metal), além de jazz e até de música eletrônica, enfim anuncia a estreia no Brasil. Com show único dia 15 de março de 2020 em São Paulo, o Fabrique Club receberá a sexteto com sua turnê especial em que executam, numa mesma noite, dois diferentes sets. A realização é da Powerline.

Moderno, pesado, às vezes introspectivo, mas sempre extremamente virtuoso e criativo, o Between the Buried and Me nunca se repete e propõe uma viagem sonora a cada música, por meio de brilhantes e bem encaixados dualismos: da calmaria ao caos, da tensão à redenção, e da vagarosidade a velocidades incríveis – as mudanças rítmicas e compassos são constantes. Tem guitarras distorcidas, melodia, agressividade, mas tem guitarras limpas, dedilhados e sutis, uso constante de teclados, junto a vocais limpos e passagens com guturais.

Apresentar dois diferentes sets numa mesma noite pode soar excêntrico, mas não para uma banda como Between the Buried and Me, que sempre fugiu de padrões e abusou de experimentações e misturas ao longo dos 20 anos de história. Trata-se de uma ótima solução para, numa primeira vez no Brasil, tocar músicas de distintas fases da excepcional e diversificada discografia – são 10 discos de estúdio, três ao vivo e um EP (com 30 minutos de música!). As músicas são tocadas em ordem cronológica.

Conheça Between the Buried & Me:

 

Em entrevista a uma mídia europeia no começo deste ano, sobre a turnê mundial com dois sets, o baixista Dan Briggs explica que optar por uma apresentação mais extensa justamente neste momento da carreira é uma forma da banda explicar a própria evolução ao longo dos anos. “Às vezes, entender a dinâmica do Between the Buried and Me reside em respirar nova música e exalar material antigo”.

O baixista ainda assegura aos fãs que esta é a oportunidade experimentar a imersão sonora da banda: existe uma coesão ímpar na forma como constroem o repertório duplo com músicas de 2002 a 2019, em alusão ao primeiro disco, homônimo, e ao último lançamento “Automata II”, passando pelo conceitual e inspirado “Coma Ecliptic”, o monumental e cultuado “The Great Misdirect” e o intrincado “Alaska”.

Não resta dúvida de que uma apresentação ao vivo do Between the Buried and Me dia 15/3/2020 é, especialmente, para fãs de música complexa e reflexiva, feita por músicos talentosos e minuciosos. Um deleite para fãs de Dillinger Escape Plan, TesseracT, Opeth e Devin Townsend Project.

WhatsApp Image 2019-10-10 at 3.48.34 PM 1

Serviço:
Between the Buried and Me em São Paulo
Evento: https://www.facebook.com/events/1010476025966484/
Data: 15 de março de 2020
Horário: 18 horas (portas)
Local: Fabrique Club (rua Barra Funda, 1071 – Barra Funda, São Paulo/SP)
Ingresso: R$ 110,00 (1º Lote, meia promocional, mediante entrega de 1 quilo de alimento no dia do evento, e estudante)
Venda online: https://pixelticket.com.br/eventos/4500/between-the-buried-me
Venda física: Locomotiva Discos – sem taxa, somente em dinheiro (rua Barão de Itapetininga, 37 – SP/SP)
Classificação etária: 16 anos

Agony Voices: confira agora a música “Labirynth” disponível no YouTube da banda

Agony - labirynth

A música “Labirynth” possuí algumas peculiaridades que a diferenciam de todas as outras faixas do álbum “Mankind’s Glory” (2015) do Agony Voices. Uma delas é que a faixa é a mais extensa de todo o disco com seus quase 06 minutos de duração, outro ponto distinto, é que em sua vocalização, Jonathan Feltz explora guturais, melódicos e vocais agudos durante todo o andamento da faixa, concedendo uma leveza e brutalidade que criam uma junção harmônica perfeita.

A música que pode ser conferida em todas as plataformas de Streaming através do disco “Mankind’s Glory”, agora também poderá ser conferida pelos fãs no canal oficial da banda no YouTube. O Agony Voices acaba de disponibilizar a faixa para audição completa e de quebra com a letra para que você possa acompanhar cada estrofe sem perder nenhuma parte lírica.

Confira:

Em “Labirynth”, o Agony Voices explora adversidades de nosso cotidiano, comparando a vida com um labirinto, cheio de opções e de saídas, mas tudo tem uma consequência e somos os reflexos de nossas escolhas. Confira o que disse o vocalista Jonathan Feltz sobre essa música: “Vivemos o presente pensando no futuro. O labirinto é uma armadilha para aprisionar nossas almas, nossas vidas, confundir nossas mentes, causar uma demência”.

Agony Voices é formado por:
Jonathan – (Vocal)
Barasko – (Guitarra)
Silvia – (Guitarra)
Valda – (Baixo)
Luiz – (Bateria)
 
Mais informações:

Agony Voices: faixa “Nocturnal Minds” é disponibilizada para audição completa no YouTube

agony

O Agony Voices liberou mais uma faixa do álbum “Mankind’s Glory” em seu canal oficial no YouTube, para que seu público possa ter a oportunidade de consumir as músicas individualmente e de acordo com sua preferência.

Dessa vez, a faixa escolhida foi “Nocturnal Minds”, segunda música de “Mankind’s Glory” e uma das mais importantes dentro de todo o processo construtivo do álbum. A faixa em questão, é considerada como o pontapé inicial do Agony Voices na reformulação em seu processo de criação e em como a banda fugiu de uma rotina para compor, que ficou caracterizado no álbum anterior “The Sin”.

Naturalmente com a maturidade e entrosamento entre os músicos da banda, esse novo processo de criações e composições, foram fundamentais para um evolução natural entre instrumental, vocalizações e a inclusão de elementos mais progressivos nos arranjos harmônicos propostos pela Agony Voices.

A letra de “Nocturnal Minds” apresenta os sentimentos de medo sobre a morte e o desejo infindável de nos mantermos em vida nesse plano. O vocalista Jonathan Feltz elucida isso nas palavras abaixo:

Estamos vivendo num mundo onde a morte tornou-se um meio de vida, e todos os dias esperamos por ela. Não pedimos para nascer e a nossa única certeza em vida é a morte , a agonia acaba quando deixamos de existir. Pra que tanto cuidado? Numa noite de raios podemos ser atingidos como alvos

Será destino”!

Confira “Nocturnal Minds”:

Agony Voices é formado por:
Jonathan – (Vocal)
Barasko – (Guitarra)
Silvia – (Guitarra)
Valda – (Baixo)
Luiz – (Bateria)
 
Mais informações:

 

Agony Voices: banda libera música “Mankind’s Glory” em seu canal oficial do YouTube

agoni

O Agony Voices comunica que nesse início de 2019 uma nova ação será mobilizada pelo grupo, a intensão é liberar gradativamente em seu canal oficial do YouTube, as músicas individualizadas de seus dois registros de estúdio.

Para efetivar essa ação, acaba de seu liberado a música que leva o nome do álbum “Mankind’s Glory” lançado oficialmente em 2015. O disco, segundo da carreira, é uma obra prima do Progressive Death/Doom Metal brasileiro, abrindo portas para que o grupo conquistasse um contrato de licenciamento e lançamento do álbum no México através do selo “Sun Empire Prods”.

Além de apresentar as músicas individualmente, o Agony Voices apresenta o conceito e temática de cada uma das letras para que os fãs possam compreender melhor, o que cada uma das músicas do álbum quer transmitir em sua temática.

O vocalista da banda, Jonathan, explica o que a faixa “Mankind’s Glory” aborda em sua temática e o quanto o assunto é pertinente nos dias de hoje: “Mankind’s Glory Retrata a realidade do ser humano, sua busca incansável pelo poder, seu egoísmo, ganância, luxúria. Todo o mal que causamos, tanto para nós humanos quanto para o nosso meio, a natureza. A desigualdade. Enquanto pessoas nascem no luxo, outras não tem o que comer. Unimos desastres naturais, que não deixam de ser castigos do mundo, que muitas vezes quando ocorrem, as pessoas ao invés de se unirem apenas pensam em si mesmas piorando a situação. Claro que sempre tem um suspiro de esperança, por isso intercalamos com imagens de pessoas unidas, culturas unidas, equilíbrio”.

Confira a música na integra:

Após a liberação de todas as faixas de “Mankind’s Glory”, o Agony Voices estará disponibilizando as músicas do álbum “The Sin” (2011) para os fãs se deleitarem com um dos trabalhos mais importantes do estilo no país.

Agony Voices é formado por:
Jonathan – (Vocal)
Barasko – (Guitarra)
Silvia – (Guitarra)
Valda – (Baixo)
Luiz – (Bateria)
 
Mais informações:

Agony Voices: álbum “Mankind’s Glory” disponível para audição completo no YouTube

agony

Em seus 13 anos de existência, o Agony Voices se consolidou como um dos nomes mais impactantes e importantes do Brasil em se tratando de Progressive Death/Doom Metal. Com dois álbuns lançados na carreira, sendo ambos disponibilizados fisicamente, “The Sin” (2011) e Mankind’s Glory (2015), a banda informa que ambos estão também disponíveis em seu canal oficial do YouTube.

O mais recente álbum lançado, “Mankind’s Glory”, considerado como um divisor de águas na história do Agony Voices, é também o disco mais aclamado, maduro e que proporcionou a banda, que o material fosse lançado por um selo mexicano com distribuição à nível mundial.

Aproveitando esse momento de divulgação ativa e novidades surgindo, o Agony Voices, informa aos fãs que o álbum “Mankind’s Glory” pode ser conferido na integra no canal oficial da banda no YouTube. O grupo também informa que interessados podem conferir o registro no Spotify, Deezer, Itunes, Google Play, Amazon, Music.Amazon, Tidal e várias outras plataformas do mundo.

Confira “Mankind’s Glory” no YouTube:

TrackList:
01 – Mankind’s Glory
02 – Nocturnal Minds
03 – A New Beginning
04 – No Traces
05 – World of Devastation
06 – Desire for Pain
07 – Mysteries of Fear
08 – Labirynth
09 – Delusions of Death
10 – Abyss of Despair
 
Agony Voices é formado por:
Jonathan – (Vocal)
Barasko – (Guitarra)
Silvia – (Guitarra)
Luiz – (Bateria)
Valda – (Baixo)
 
Mais informações:

Psychotic Eyes: “Olhos Vermelhos”, disco acústico de Death Metal do grupo será lançado no aniversário de morte de Chuck Schuldiner

Psychotic Eyes - Olhos Vermelhos_Capa

Esse será o primeiro disco acústico de Death Metal da história

Violões e vocais guturais! Essa é a receita minimalista, porém ousada, de “Olhos Vermelhos”, o primeiro disco acústico de Death Metal da história que o Psychotic Eyes lança no próximo dia 13 de Dezembro, aniversário de 17 anos da morte de Chuck Schuldiner.

“Olhos Vermelhos” foi gravado, mixado e masterizado no estúdio HBC Records em Guarulhos/SP por Humberto Belozupko. O trabalho reunirá a faixa inédita “Olhos Vermelhos” – baseado num poema de Luiz Carlos Barata Cichetto – e também farão parte do álbum, em novos arranjos, “The Hand of Fate” – música presente no álbum de estreia – além de “Life” e “Dying Grief”, ambas de  “I Only Smile Behind The Mask” (2011). A capa de “Olhos Vermelhos” é assinada pela artista plástica gaúcha Nua Estrela.

“Finalmente “Olhos Vermelhos” ficou pronto! Foram anos de trabalho, desde a concepção da ideia de um disco de Death Metal acústico, passando pela composição, arranjos, gravação, mixagem e masterização. Nesse período, as vidas dos integrantes sofreram todas as reviravoltas possíveis, paternidade, mudanças de emprego e de endereço. Ao mesmo tempo, descobrimos que a tarefa de gravar Death Metal de maneira acústica é algo assustadoramente difícil. Mas conseguimos! A agressividade e a violência do estilo estão lá, mesmo que não haja guitarras distorcidas, baixo pulsante ou uma bateria tocada em alta velocidade. Os vocais guturais e as melodias macabras dão conta do recado e mostram a riqueza do estilo, mesmo que a sonoridade esteja mais suave pelo uso de violões. Creio que conseguimos produzir uma música inédita, ousada e original, sem precedentes no estilo. Exatamente como foi a obra de Chuck Schuldiner, que queremos homenagear lançando o disco na data de sua morte. Um dos dias mais tristes da minha vida, quando o mundo perdeu um dos artistas mais geniais de todos os tempos. Um cara cuja falta sinto até hoje. Tenho certeza que ele apreciaria nossa ousadia em dar uma roupagem acústica e mais delicada ao estilo musical que ele ajudou a criar, a moldar e a definir, sempre expandindo fronteiras, rompendo parâmetros e preconceitos, usando de elementos inusitados, inovadores e, porque não, filosóficos.”, declarou Dimitri Brandi, vocalista/guitarrista/violonista do Psychotic Eyes. Completa a atual formação da banda o baixista/violonista/vocalista Douglas Gatuso.

“Olhos Vermelhos” será lançado apenas no formato digital e estará disponível nas principais plataformas de música.

Um vídeo com trecho das gravações de “Olhos Vermelhos” foi divulgado pelo grupo: