Psychotic Eyes: banda interpreta Chico Buarque pela perspectiva do Metal da Morte

Psychotic Eyes_Acoustic Death Metal 1

“The Girl”, versão de “Geni e o Zepelim”, presente no segundo álbum do grupo, é relançada com a letra original de Chico Buarque

“Joga pedra na Geni. Joga bosta na Geni. Ela é feita para apanhar, ela é boa de cuspir. Ela dá pra qualquer um, maldita Geni”.

A letra de “Geni e o Zepelim”, de Chico Buarque, tem algo de Death Metal. Talvez muito mais do que qualquer letra sobre corpos humanos em putrefação ou sobre um culto de adoração a satã.

O Psychotic Eyes percebeu isso lá em 2011, na ocasião do lançamento de seu segundo álbum, “I Only Smile Behind The Mask”. No tracklist do disco havia “The Girl”, uma versão Death Metal para a citada música de Chico Buarque, porém com letra diferente, em inglês.

Mas durante as sessões de gravação do álbum, o grupo, hoje capitaneado pelo vocalista/guitarrista Dimitri Brandi e pelo baixista Douglas Gatuso, também registrou uma segunda versão, com a letra original, em português. Guardada a sete chaves durante sete anos, essa versão está agora disponível nas plataformas digitais e foi lançada como faixa bônus de “I Only Smile Behind The Mask”.

Para ouvir, acesse:
Spotify: https://spoti.fi/2pmF0Xh
Deezer: http://bit.ly/2pnG0dS
Google Play: http://bit.ly/2DebbSN

Escrita por Chico Buarque em 1978 para o musical “Opera do Malandro”, Geni, no musical, é Genivaldo, um travesti hostilizado pela sociedade de sua época. Embora a letra não faça menção a orientação sexual do personagem, podendo, Geni, representar uma mulher. De claro e forte cunho crítico-social, “Geni e o Zepelim” é um manifesto político em favor das minorias, não só em defesa da diversidade sexual ou de enxovalhamento ao pensamento patriarcal, mas é um lançar de luz sob as angustias daqueles que vivem sob a escuridão social: deficientes, pessoas da terceira idade, imigrantes, presidiários, etc. Portanto, uma letra absolutamente relevante para a contemporaneidade política do país.

Entre outras novidades, “Olhos Vermelhos”, o disco acústico de Death Metal do Psychotic Eyes, está em fase final de masterização. Gravado no estúdio HBC Records em Guarulhos/SP sob produção de Humberto Belozupko, o trabalho reunirá duas faixas inéditas, “Memento Mori” e “Olhos Vermelhos” – baseado num poema de Luiz Carlos Barata Cichetto – além de novos arranjos para “The Hand of Fate” – música presente no álbum de estreia – além de “Life” e “Dying Grief”, ambas de  “I Only Smile Behind The Mask” (2011).

Mais Informações:

Pestilence: traz brutalidade técnica ao Rio de Janeiro

pestilence - bandpicture 9 (andrea beckers).jpg

Banda holandesa pioneira do Death Metal Progressivo toca dia 8 de abril no La Esquina, com Carnation (Bélgica)

Mais do que uma banda cultuada no cenário mundial do Death Metal, a holandesa Pestilence é vanguardista devido à mistura de brutalidade com elementos progressivos de técnicas complexas, e por isso ostenta o título de lenda da música pesada e pioneiros do Death Metal Progressivo. Em abril, a América do Sul presenciará a selvageria do Pestilence na turnê do recém lançado “Hadeon, que apesar de diversos registros anteriores com chancela de ‘clássico’ e ‘petardo’ do estilo, é poderoso o bastante para figurar em listas de melhores de 2018.

No Rio de Janeiro, o ensandecido show é dia 8 de abril, no La Esquina, e ainda tem como bandas convidadas a belga Carnation e a nacional Dark Tower. A produção local é da Headbanger Produções, com suporte da Abraxas, que em parceria realizaram a concorrida e vitoriosa turnê dos alemães do Kadavar pelo Brasil de 27 de fevereiro a 4 de março.

A inédita passagem pelo Rio de Janeiro acontece num momento iluminado dos holandeses, sempre comandado pelo vocalista/guitarrista Patrick Mameli, o único remanescente da formação original que iniciou atividades no final da década de 1980. Desde o último retorno, em 2016, reforçaram os laços com a gravadora Hammerheart Records, tocam em diversos países e festivais e se consagram como uma banda capaz de reunir fãs antigos e atrair a nova geração interessada em death metal contemporâneo, sem perder a essência devastadora.

O lançamento de “Hadeon” após 32 anos de carreira, mostra que os hiatos – 1986-1994, 2008-2014, 2016-hoje – foram cruciais para inspirar o Pestilence e reafirmar a reputação como  umas das bandas mais influentes quando se trata de Death Metal Técnico, vide as obras-primas lançadas no passado, como  “Consuming Impulse”, de 1989, “Testimony of the Ancients”, de 1991, e “Resurrection Macabre”, de 2009, além de “Spheres”, de 1993, que traz uma inusitada, porém certeira, mistura de peso com jazz e fusion.

Pestilence Rio

Serviço:
Pestilence dia 8 de abril no Rio de Janeiro
Bandas de abertura: Carnation (Bélgica) e Dark Tower (Brasil)
Data: 8 de abril de 2018 (domingo)
Horário: a partir das 18h30
Local: La Esquina
Endereço: Avenida Mem de Sá, 61 – Lapa/RJ
Ingresso: R$ 70 (+ R$ 7 de taxa) – 2º lote promocional online: http://bit.ly/Pestilence-RJ
Venda de ingresso físico, R$ 70 (sem taxa), 2º lote:
Catete – Sempre Música Discos: rua Correira Dutra, 99 – sobreloja 216 (somente dinheiro)
Niterói – Kasamata: rua da Conceição, 101, SL 55 (somente dinheiro)
Méier – Inside Rock: avenida Amaro Cavalcanti, 157 (dinheiro e cartão)
Loja Rock n Roll: Via Parque shopping (somente dinheiro)
Na hora: R$ 90 meia, com entrega de 1 quilo de alimento não perecível, e R$ 180 a inteira
Classificação: 18 anos
 
Mais informações:
55 (19) 99616-2999 (cel e whatsapp)
 
 
 

Psychotic Eyes: artista-plástica Nua Estrela assina capa de disco acústico de Death Metal

Psychotic Eyes - Olhos Vermelhos_Capa

Violões e vocais guturais! Essa é a receita minimalista, porém ousada, de “Olhos Vermelhos”, o primeiro disco acústico de Death Metal da história que o Psychotic Eyes lança ainda no primeiro semestre de 2017.

“Olhos Vermelhos” já está todo gravado e segue em processo de mixagem no estúdio HBC Records em Guarulhos/SP sob produção de Humberto Belozupko. O trabalho reunirá duas faixas inéditas, “Memento Mori” e “Olhos Vermelhos” – baseado num poema de Luiz Carlos Barata Cichetto. Também farão parte do álbum, em novos arranjos, “The Hand of Fate” – música presente no álbum de estreia – além de “Life” e “Dying Grief”, ambas de  “I Only Smile Behind The Mask” (2011).

Se gravar um disco acústico de Death Metal já não fosse subversivo demais para a ala dos conservadores da comunidade metal, o que dizer sobre a capa de “Olhos Vermelhos”, uma obra assinada pela artista plástica gaúcha Nua Estrela.

“Conheci o trabalho da Nua Estrela no mesmo dia em que fizemos o primeiro show acústico de Death Metal da história”, conta o vocalista e guitarrista/violonista, Dimitri Brandi. “Era o evento de lançamento da revista “Gatos & Alfaces”, que vinha acompanhada de um CD chamado “Ainda Respira”, que trazia bandas que mostravam que o rock brasileiro ainda estava vivo. O Psychotic Eyes era uma delas, aparecíamos na coletânea com a faixa “Life”. O organizador do evento e editor da revista era o Barata Chichetto, poeta com quem temos uma amizade e admiração de longa data. Ele armou um evento sensacional, que misturava música, poesia, literatura e artes plásticas. Havia uma exposição de trabalhos da Nua Estrela, que me chamaram muita atenção. Depois reparei que a capa da revista também era dela. O trabalho impressionava pela agressividade e sensualidade das imagens, sempre retratando o corpo feminino de uma maneira muito real e particular. Algo que realmente emociona. Vi o trabalho dela no Facebook e deparei com a arte que vai ilustrar nosso EP “Olhos Vermelhos”. Era perfeita, parecia que tinha sido feita pensando na música, que aliás tem letra do Barata, em português. Entrei em contato com ela e perguntei se ela gostaria e poderia ceder a imagem para ser capa do disco. Ela adorou a ideia, nunca tinha trabalhado com uma banda antes.”

A capa de “Olhos Vermelhos”, enquanto pintura, é uma retórica muda. Ela transmite aos olhos do observador tudo o que o Psychotic Eyes se propõe com esse trabalho. De forma que sua concepção original será mantida, o Psychotic Eyes não incluiu logotipo e nem título do trabalho na imagem. Além de preservar a subjetividade e concepção original da obra de Nua Estrela, “Olhos Vermelhos”, enquanto obra de arte, passa a ser uma “unidade pluralista”, ao colocar em diálogo a música extrema e as artes plástica. Não obstante, a ausência de um logotipo evita a mercantilização de uma obra de arte.

“Eu achei sensacional usar, como capa de um disco, um quadro que não foi pintado com essa finalidade”, acrescenta Dimitri. “A imagem fala por si, mas não tem nada a ver com capas de discos de rock. Ao meu ver, tanto a pintura como todo essa ideia e concepção, representa algo diferente, inusitado e inovador.”

Datas de lançamento, formatos e plataformas de distribuição de “Olhos Vermelhos” serão divulgados em breve.

Um vídeo com trecho das gravações de “Olhos Vermelhos” já havia sido divulgado pelo grupo:

Deadpan: Baixe agora! Banda disponibiliza “In Aliens We Trust” para download

Daedpan

Mais uma vez os catarinenses do Deadpan pegaram todos de surpresa, e desta vez disponibilizando o seu primeiro trabalho na íntegra e de forma totalmente gratuita para download.

Para receber o link é fácil, basta acessar o endereço a seguir, se cadastrar e pronto, logo receberá em seu e-mail o álbum “In Aliens We Trust” para fazer o download: http://www.deadpanofficial.com/inalienswetrust

Contato para shows e assessoria: www.sanguefrioproducoes.com/contato

Links relacionados:

Psychotic Eyes: assista vídeo das gravações de disco acústico de death metal

psychotic-eyes_dimitri-brandi

Embora a ortodoxia prevaleça entre a maioria das bandas brasileiras de Death Metal, o Psychotic Eyes sempre foi um personagem antagônico a qualquer padrão pré-estabelecido. Seja através do disco de estreia autointitulado, ou do elogiado “I Only Smile Behind The Mask” – indicado entre os melhores de 2011 pelos leitores da Roadie Crew -, o Psychotic Eyes nunca se limitou artisticamente. Buscou referencias em estilos musicais como o jazz e a música brasileira, fez uma releitura extrema para uma música do Chico Buarque, gravou uma balada Death Metal… Fizeram mesmo de tudo, menos o óbvio.

E quando se tem em jogo mentes brilhantes como a dos músicos do Psychotic Eyes, é melhor não subestimar sua capacidade criativa. Afinal, quem antes imaginou ser possível gravar e lançar um disco inteiramente acústico de Death Metal?

Violões e vocais guturais! Essa é a receita minimalista, e por isso mesmo ousada, de “Olhos Vermelhos”, o primeiro disco acústico de Death Metal da história que o Psychotic Eyes lança no início de 2017.

“Olhos Vermelhos” está sendo gravado no estúdio HBC Records em Guarulhos/SP com produção de Humberto Belozupko. O disco reunirá duas faixas inéditas, “Olhos Vermelhos” – baseado num poema de Luiz Carlos Barata Cichetto – e “Memento Mori”. Também farão parte do álbum, em novos arranjos, “The Hand of Fate” – música presente no álbum de estreia – além de “Life” e “Dying Grief”, ambas de  “I Only Smile Behind The Mask” (2011). 

O grupo disponibilizou um vídeo das gravações da faixa-títulohttps://youtu.be/V-6xJIGFA8M

Datas de lançamento, formatos e plataformas de distribuição de “Olhos Vermelhos” serão divulgados em breve.

Links relacionados: