Rammstein: o vocalista Till Lindemann é liberado do hospital após testar negativo para coronavírus.

Till Lindemann

Foi relatado pelo tablóide alemão Bild que Till Lindemann, vocalista do Rammstein, havia testado positivo para coronavírus e estava em terapia intensiva. Horas depois a notícia se espalhou e o grupo finalmente divulgou um comunicado afirmando que Lindemann testou negativo para o vírus.

O tablóide informou hoje (27 de março) que o líder do Rammstein havia contraído coronavírus logo após se apresentar com seu projeto solo, em Moscou no dia 15 de março. E ao retornar para Berlim, teria sido levado ao hospital por conselho do médico da banda, devido a uma febre extremamente alta e diagnostico de pneumonia.

Veja abaixo a declaração oficial da banda:

“Ontem à noite, Till Lindemann foi internado em um hospital, a conselho do médico da banda. Ele passou a noite em terapia intensiva, mas ficou emocionado ao se sentir melhor. Até testou negativo para o coronavírus.”

Mais informações:

Rammstein: vídeo de divulgação do novo álbum do grupo causa desconforto e revolta na Alemanha

Rammstein

A banda alemã de Metal Industrial, Rammstein, causou um certo desconforto e revolta em grupos de judeus e políticos, com a divulgação de um teaser do seu novo álbum, no qual integrantes da banda vestem-se como prisioneiros de um campo de concentração.

O breve vídeo disponível na internet, que mostra integrantes da banda vestidos como prisioneiros de um campo de concentração com nós de forca em volta do pescoço.

Confira o vídeo abaixo:

 

Assista o videoclipe oficial que acabou de ser disponibilizado na integra do single “Deutschland”:

Desde que surgiu em Berlim, na Alemanha em 1995, o grupo coleciona controvérsias em seus álbuns, assuntos que trazem temas polêmicos como: sadomasoquismo, homossexualidade, incesto, abuso, necrofilia, piromania, canibalismo e violência sexual.

Em 2009, o governo proibiu a exibição pública do disco de grande sucesso “Liebe ist Fuer Alle Da”, por causa de suas imagens sadomasoquistas.

Charlotte Knobloch, sobrevivente do Holocausto e ex-presidente do Conselho Central de Judeus da Alemanha, disse ao jornal Bild:
“Com este vídeo, a banda passou dos limites. A instrumentalização e a banalização do Holocausto, como mostradas nas imagens, é irresponsável”.