Yamasasi: grupo destila Noise, Surf Rock e Alternativo noventista no primeiro álbum, “Colorblind”

Yamasasi

Quarteto lança sucessor do EP “Hungry/Pace”, que levou a banda a festivais pelo país

Após circular por festivais como Bananada (Goiânia), Locomotiva (Piracicaba) e Do Sol (Natal) com seu  EP de estreia, “Hungry/Pace”, o quarteto Yamasasi amadurece sua sonoridade inspirada pelo noise e Surf Rock em seu primeiro álbum cheio. “Colorblind” reúne 10 faixas que refletem sobre distâncias, frustrações, isolamento e questões existenciais sobre as dores de crescer. O trabalho já está disponível para audição e download nas principais plataformas de streaming e lojas de música online.

Ouça “Colorblind”: http://smarturl.it/ColorblindAlbum

Fundada em 2017 na cidade de Piracicaba (SP), Yamasasi é formada por João Pedro Matos (voz e baixo), João Fernando Vieira (guitarra), Benetton (guitarra) e Gustavo Ferrari (bateria). O projeto surgiu de modo descompromissado pensando em criar letras e riffs fáceis e diretos. O nome da banda, único, também traz esse espírito no DNA. Yamasasi é uma palavra inventada compartilhada com Matos por um amigo venezuelano. Os jovens inserem o termo nas conversas onde gostariam de incluir um palavrão, do tipo “do caramba” e “hell yeah”. Mais que a ideia por trás da palavra, Yamasasi soava também com um nome de banda.

Com o EP “Hungry/Pace”, eles mostraram o primeiro gostinho de seu Rock de inspiração noventista, bebendo de fontes como o Emo,  o Alternativo, o Garage e o Punk sob influências que vão de Wavves e Bass Drum of Death a Best Coast, Fidlar e The Growlers.

Ouça o EP “Hungry/Pace”: https://youtu.be/gIZHXXc0N28

Assista ao clipe “Pace”:

Assista ao clipe “Hungry”:

As canções já traziam uma mescla de arranjos enérgicos e letras repletas de angústia jovem que viria a ser ampliada em “Colorblind”. “Pode se dizer que o álbum está bem mais complexo que o EP ‘Hungry/Pace’. As músicas do primeiro EP são muito mais simples em termos de sonoridade, devido às novas influências que adquirimos ao longo da caminhada da banda. Nosso interesse por Math Rock acabou fazendo com que incluíssemos mudanças rítmicas típicas desse estilo em algumas faixas do disco, sem perder a pegada suja do Garage Rock e Surf Punk”, reflete o baixista e vocalista João Pedro Matos.

“Colorblind” foi antecipado com o single “Pancho”, uma canção dedicada aos questionamentos sobre como a vida seria caso fossem tomadas decisões diferentes. O pensamento sobre outras possibilidades também norteia “Tell Me What To Do”, faixa inspirada pela série Girlboss que imagina uma tentativa de recuperar um relacionamento após uma traição. As aparências superficiais dão o tom de “Breathe In/Out”, cuja letra reflete sobre mascarar os problemas e usar a diversão como escape. Outras temáticas sobre amadurecimento, como o ócio (“Lost Boy”), despedidas (“Song #1’’) e fracassos (“Clever”) permeiam todo o disco.

Além das letras, todas compostas por João Fernando Vieira (Magrão) e João Pedro Matos (JP), Yamasasi assina coletivamente os arranjos de “Colorblind”. O álbum foi gravado por Franco Torrezan no Casarão Music Studio, mixado e masterizado por Torrezan e Fabiano Benetton e já está disponível em todas as principais plataformas.

yamasasi-colorblind

 

Faixa-a-faixa, por João Pedro Matos:
 
Song #1:
A música que abre o álbum foi a primeira da banda a ser escrita, foi no início de 2017 pelo Magrão. Ele me mandou logo depois de me perguntar se eu sabia como escrever uma letra de noise/surf rock, e já tinha essa praticamente pronta. Segundo ele, é sobre deixar de gostar de alguém.
 
Breathe In/Out:
Essa é a mais nova, eu escrevi ano passado, mas só começamos a trabalhar nela depois de ter gravado todas as outras. É basicamente sobre o hábito de descontar as frustrações da vida amorosa/social/profissional no álcool, esconder seus problemas dos amigos e sair pra se sentir melhor.
 
Clever:
Essa foi a primeira que eu escrevi. Em 2016 tinha acabado de me mudar de Manaus, onde morava com meu pai, e não tinha muitos amigos até conhecer os meninos da banda e uma galera muito massa que vai sempre morar no meu coração (awn). No ano seguinte muitos deles foram fazer faculdade em outras cidades, começaram a trabalhar e tal, enquanto eu lidava com a frustração de não ter passado na faculdade e a sensação de todo o resto da minha vida estar dando errado. É sobre estar cansado de fracassar.
 
Pancho:
Eu passo bastante tempo pensando nas coisas que eu poderia ter feito ou deixado de fazer e como minha vida poderia estar melhor do que está agora se as tivesse feito… ou não feito. Também tenho saudade de ser criança e não ter nenhuma preocupação. Quem não tem, né?
 
Miles Away:
Minha ex-namorada estava no México, a gente já tinha terminado mas tava com saudade e tesão acumulado.
 
Tell Me What To Do:
Assistindo uma série de TV (Girlboss, perdoa o spoiler) eu pensei no que eu escreveria se eu tivesse traído alguém e quisesse a pessoa de volta. Se eu fosse a pessoa, não voltava, a letra não me convenceria muito, mas fiquei satisfeito com o resultado da música.
 
Cigarro:
A gente gosta muito de fumar cigarro.
 
Lost Boy:
Foi uma das primeiras a serem escritas também. Em 2017 era mais comum o Magrão me chamar pra ir na casa dele em dias de ócio pra tentar escrever, e essa foi uma das melhores composições nossas, eu acho. É um retrato do adolescente perdido que gasta maior parte do seu dinheiro em bebida e cigarro e não faz ideia do que fazer/pra onde ir.
 
Socks:
Numa dessas tardes ociosas eu levei esse refrão e fomos
escrevendo o resto juntos. É sobre esse cara que teve uma transa muito boa e ficou apaixonadinho, não que realmente tenha acontecido.
 
She Screams:
A gente juntou um verso do Magrão com um refrão meu
e ficou assim. Até dá pra tentar imaginar alguma relação entre as duas partes, só não foi proposital. Mas soa bem, é o que importa.
 
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Mayaen: grupo moderniza Rock Alternativo com “Down on Me”

 

mayaen - down

Duo experimenta e solta uma música que transita entre o Rock Garage, Stoner e Grunge

O duo Mayaen solta neste início de julho/2019 o single “Down on Me”, que assim como o EP de estreia, “Mudlord”, chega às plataformas de streaming com a chancela da Abraxas Records. Confira: https://sl.onerpm.com/1903136813.

Fábio Mazzeu (guitarra e vocais, Nove Zero Nove) e André Leal (bateria, Stone House on Fire e Carbo) novamente mostram criatividade e técnica, numa sonoridade que transita entre o Rock Garage, Stoner e Rock Alternativo. O single evidencia a experiência de ambos tanto de instrumentistas como de produtores.

“Down On Me” é impactante, e apesar de referências de bandas como Soundgarden ou Fu Manchu, são quase 4 minutos de um Rock único, com um esperto jogo de guitarras e bateria, que dão a sensação de movimento constante – sem bases. O peso explode no refrão e na enxurrada de riffs criados pelo Mayaen.

O single é apenas o primeiro de uma série de lançamentos de novas músicas ao longo do segundo semestre do ano. Álbum completo, mesmo, só em 2020. Já quanto ao próximo single, uma surpresa: terá a participação da Poliana Marques (ex-Duna, Brisa e Chama), vocalista da Polly Terror, cujo EP de estreia (abril/2019), o experimental e sombrio Speciel Fiend, também saiu pela Abraxas.

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Akasha Rock Fest: festival reúne novos nomes da cena independente na Lapa

Codinome Winchester por Sarah Outeiro 3

Codinome Winchester (MS), Little Room, Radio Front e EMET se apresentarão no La Esquina

A edição de abril do Akasha Rock Fest ocupa o La Esquina, na Lapa, no dia 14/04 (domingo) a partir das 17h30. As bandas Codinome Winchester (MS), Little Room, Radio Front e EMET se apresentarão no evento que contará também com exposições, flash tatoo e body piercing. Os ingressos variam entre R$ 10 e R$ 15.

A sul-matogrossense Codinome Winchester é sucesso nas plataformas de música digital com seu Rock Lisérgico e Psicodélico. O repertório do show trará canções do novo álbum “Reunião Entre Céu e Inferno”. A banda é Fillipe Saldanha (voz), Arthur Maximilliano (guitarra e teremim), Guilherme Napa (bateria), Luciano Armstrong (guitarra, backing vocal e sintetizador) e Thiago Souto (baixo).

Formada pelos irmãos Ana Júlia e Gabriel Braga, a banda de Indie Pop e Garage Rock Little Room vai apresentar as faixas do seu homônimo EP de estreia e composições inéditas que formarão um futuro lançamento do grupo.

A Radio Front sobe ao palco com Felipe Nova (voz), Bruno Moreira (guitarra), Yuri Correa (guitarra) e Leonardo Bourseau (bateria) e as canções de vibe Grunge e Stoner. A banda mostra o primeiro disco de inéditas, “Into the Rain”, que mistura diversos elementos do Rock Alternativo noventista. Com um estilo que mescla o Hard Rock e o Grunge, o quinteto carioca EMET (que significa “verdade”, em hebraico) apresenta canções autorais, como o single recém-lançado “Look In Your Eyes”.

Alaska

Serviço:
Akasha Rock Fest
Data: 14/04/2018 (domingo)
Horário: 17h30h
Local: La Esquina
Endereço: Avenida Mem de Sá, 61 – Rio de Janeiro/RJ
Ingressos: R$ 10 | R$ 15
Classificação etária: 18 anos (acima de 16, acompanhado de responsável)

Lo Fi: grupo precursor do Rock Regressivo, lança duas músicas inéditas em fevereiro

lo fi

Single, que antecede o próximo disco, é um  tributo ao Rock underground dos anos 60 e 70

O 12º registro fonográfico do Lo Fi, que será lançado em 2019, agregará o passado, presente e futuro do power trio de Rock Regressivo de São José dos Campos (SP). O olhar atento às raízes e o cuidado por onde pisarão daqui pra frente é uma dinâmica corriqueira nas duas músicas que serão lançadas em formato de single virtual no próximo dia 8 de fevereiro, em parceria com o selos Abraxas, Laja Records e a Karasu Killer.

“Trouble” e “Magic Boy”, apesar de distintas, mostram a Lo Fi cada vez mais engajada no rótulo criado pela própria banda, o Rock Regressivo. Tem as partes psicodélicas em camadas, como ditam o manual do Rock Progressivo clássico, mas também tem a pulsação do Punk, a sujeira do Rock Garage e até mesmo a aura da cultura interiorana paulista, como uma espécie de referência indireta nesta sonoridade bastante autêntica.

A capa do single também remete ao contexto do gênero moldado pelo trio. Como conta o baixista Rogério, é uma homenagem a bandas das décadas de 1960 e 1970 “de um álbum só”, como Clear Blue Sky e Caravan. “A foto representa a banda conversando sobre bandas nada mainstream, lado C, D e E destas décadas, que são a nossa pira e responsáveis pela invenção do Rock Regressivo. Tinham o formato de jam banda, mas o virtuosismo era um Progressivo bem mais cru”.

O single é o primeiro lançamento da banda após as comemorações – em 2018 – de uma década de intensas atividades, seja devido à incrível marca de 11 álbuns em 10 anos ou pelos incontáveis shows, inclusive três turnês pelos Estados Unidos.

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Psycho Carnival: chega à 19ª edição com 26 bandas em 5 dias

Psycho Carnival cartaz oficial

Com bandas de sete países, entre atrações inéditas, nomes de peso e revelações do psychobilly e subgêneros, a edição 2018 do Psycho Carnival, em Curitiba (Paraná), é onde o rock dita as regras durante o período do carnaval. De 8 a 12 de fevereiro, o festival – que é o maior do estilo na América do Sul e um dos mais estabelecidos dentro do Brasil – levará 26 bandas ao Jokers Pub, divididas num pré-esquenta na quinta-feira, 8, na Festa de Esquenta da sexta, 9, e nas três noites seguintes, de sábado a segunda-feira. A realização é da Psychobilly Corporation.
 
O Psycho Carnival chega à 19ª edição e celebra 19 anos de festival, realizado de forma ininterrupta e que tornou Curitiba a capital sul-americana da cena Psychobilly, traz gente de diversas partes do mundo especialmente para este evento, além de palco obrigatório para qualquer banda do gênero. Nestas quase duas décadas, diversos nomes nasceram e celebraram o fim das atividades no Psycho Carnival.
 
Os paulistanos Flicts, apesar de veteranos, estralam as rédeas do seu altivo punk rock pela primeira vez no Psycho Carnival. Tocam na sexta-feira, 9, um show antes dos locais Sick Sick Sinners, o nome mais conhecido do psychobilly nacional e em constante turnês mundiais. Na mesma noite ainda tem a Crazy Horses (Londrina), o rei do rock garage O Lendário Chucrobilly Man (Curitiba), Skullbillies (Curitiba) e a Nausea Bomb, direto da França, outra estreante no fest.
 
Duas bandas debutam no Psycho Carnival no sábado, 10: Salidos de La Cripta, da Colômbia, referência do gênero no seu país e que já fez o show de abertura para nomes como Misfits e Voodoo Zombie; e, também internacional, o 13Bats, direto da Espanha cuja poderosa mistura de punk com psychobilly reverbera pelo mundo desde 2007. Nesta mesma noite tem o show de retorno do Frenetic Trio (Londrina), um dos principais nomes do psychobilly brasileiro, depois de 11 anos. Ainda tocam Klax (EUA), Mongo (Curitiba) e Footstep Surf Combo (Campinas).
 
A segunda banda colombiana desta edição se apresenta no domingo, 11: Psychopath Billy, com 10 anos de estrada e habilidosos músicos que buscam renovar o estilo. Também vai ter a estreia nos palcos do trio Spitfire Demons (São Paulo), o experiente Kingargoolas (Guarapuava) e Brown Vampire Catz (Londrina), além dos estreantes Cursed Bastards (EUA) e do aguardado retorno ao Psycho Carnival dos Catalépticos. Os curitibanos são vanguardistas da cena, iniciaram atividades lá em 1996, pararam por um tempo e retornaram com voracidade em 2017 com quatro shows sold-outs (um no Brasil e três nos Estados Unidos).
 
Da Suécia, Wild Rooster é a última entre as estreantes a se apresentar no 19ª Psycho Carnival, na segunda, 12, numa noite quente com, no mínimo, três nomes consagrados em nível mundial: The Mullet Monster Mafia – e o inigualável power surf music – de Piracicaba (SP) e os selvagens do Hillbilly Rawhide (Curitiba). Completam o lineup Tampa de Caixão (Joinville), Luisonz (Paraguai) e Voodoo Brothers (São Paulo).
 
“O grande diferencial do Psycho Carnival 2018 é a quantidade de bandas latinas, principalmente as duas colombianas que vem esse ano, Salidos de Lá Cripta e Psychopath Billy. O estilo está se desenvolvendo em todo o continente, Argentina tem uma cena, Chile, Paraguai e agora essa ótima surpresa da Colômbia”, comenta Vlad Urban, guitarrista e vocalista da banda Sick Sick Sinners e um dos organizadores do evento. Ele destaca que o Psycho Carnival tem uma atmosfera de encontro dos admiradores e bandas de todo mundo, que além das formações sulamericanas, terá as europeias e americanas.
 
Serviço:
Psycho Carnival 2018 em Curitiba
Data: de 8 a 12 de fevereiro de 2018
Local: Jokers Pub
Horário: a casa abre a partir das 20 horas
Endereço: Rua São Francisco, 164 – Centro, Curitiba/Pr
Valores de Ingressos*:
Pacote 4 noites: R$ 260,00
Pacote 3 noites: R$ 230,00
Ingresso Individual para 09/Fev/2018 (Noite do Esquenta): R$ 40,00
Ingresso Individual para 10/Fev/2018: R$ 75,00
Ingresso Individual para 11/Fev/2018: R$ 95,00
Ingresso Individual para 12/Fev/2018: R$ 75,00
 
*Ingressos Promocionais. É necessário que se leve 1 kg de alimento não perecível no dia/local do show
 
Por depósito bancário:
Conta Banco do Brasil
Titular: Juliana Ribeiro
Agência: 0056-6
Conta Poupança: 83970-1
Operação: 51
CPF: 224.119.648 70
 
Métodos de pagamento:
• Depósito em dinheiro por envelope nos caixas eletrônicos
• Depósito direto no caixa
• Transferência entre contas do Banco do Brasil
 
Enviar todos os dados para zombiesunion@gmail.com no corpo do e-mail, seguindo o seguinte formato:
• Nome completo:
• Data e hora do depósito:
• Valor do depósito:
• Nome completo dos acompanhantes, especificando o tipo e dia do ingresso:
• Tipo de depósito e dados do comprovante, que poderão ser:
 
Número do envelope
(depósito no caixa eletrônico)
 
Número do documento
(depósito direto no caixa)
 
Número da agência e conta de origem, e nome completo do titular da conta (transferência entre contas)
 
Obs: É obrigatório o envio de uma foto legível ou scanner do comprovante de deposito anexado ao e-mail.
 
Programação:
 
Quinta, 08/02, Pré-Esquenta
Luiz FireballI & The Goog Lookin’ Guys (Cwb)
Barbatanas (Cwb)
 
Sexta, 09/02, Festa do Esquenta
Sick Sick Sinners (Cwb)
Flicts (Sp)
Crazy Horses (Ldna)
Nausea Bomb (França)
O Lendário Chucrobilly Man (Cwb)
Skullbillies (Cwb)
 
Sábado, 10/02
Frenetic Trio (Londrina)
Klax (Usa)
Salidos de La Cripta (Colômbia)
13Bats (Espanha)
Mongo (Cwb)
Footstep Surf Combo (Campinas)
 
Domingo, 11/02
Os Catalépticos (Cwb)
Brown Vampire Catz (Ldna)
Cursed Bastards (Usa)
Kingargoolas (Guarapuava)
Psychopath Billy (Colombia)
Spitfire Demons (Sp)
 
Segunda, 12/02
Hillbilly Rawhide (Cwb)
The Mullet Monster Mafia (Piracicaba)
Wild Rooster (Suécia)
Tampa do Caixão (Joinville)
Luisonz (Paraguai)
Voodoo Brothers (Sp)
 
Mais informações:
55 (19) 99616-2999 (cel e whatsapp)