Broken Gate: Rock Duo, Riff e pouco pragmatismo em álbum de estreia lançado pela Dinamite Records

São Paulo, 3 de março de 2021. A Broken Gate acabou de lançar seu primeiro álbum “Fake North”, via Dinamite Records. Diretamente de Juiz de Fora, a Broken Gate é mais um duo que entra para o catálogo do Dinamite Records, que já conta com grandes duos como Little Quake, Color For Shane, Sleeping Sapiens e Blizterin Sun’.

Guitarras cheias de fuzz, riffs marcantes e andamentos dinâmicos dão o tom do novo trabalho da banda, “Fake North”, onde João Vicente Novaes (guitarra/voz) e Leandro Lim a (bateria) mostram a que vieram, saindo do senso comum e apresentando um Rock a sua maneira. Com dez faixas que falam sobre conflitos internos e interpessoais, o álbum traz letras que tratam de aspectos críticos da vida que fazem a pessoa alternar entre se encontrar e se perder ao longo de sua história.

Com influências de bandas como The Black Keys, The White Stripes, Royal Blood, Jack White, Queens of the Stone Age e Black Pistol Fire, a banda vai do Delta Blues ao Stoner Rock em um álbum que se mantém no Rock mas sai do comum e que promete ser um dos grandes trabalhos de 2021.

Gravado antes da pandemia de COVID-19, o álbum teve três singles lançados em 2020. Em 2021, com a estreia de seu primeiro álbum, o rumo da Broken Gate aponta para o “Fake North”, com a confiança de que essa direção pode levá-los ao caminho que desejam trilhar.

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Green Morton: grupo aposta na energia do Stoner Rock em “Piccoli Vermi”

Foto: Saulo Ferrari

Riffs Stoner, nuances progressivas, ganchos do Grunge e cadência do Hard setentista, essa é a fórmula do quarteto mineiro Green Morton para fazer música desde 2011 e que, após um curto hiato devido à pandemia, retorna com o dinâmico e enérgico single “Piccoli Vermi”.

O single é o elo entre o material antigo e a nova fase. “Piccoli Vermi” foi composta e gravada em um momento de transição. A produção (mixagem e masterização) é da própria banda no Última Gota Records, estúdio do coletivo Última Gota, que além da Green Morton, impulsiona a carreira da Ancestral Diva, Low Mantra, SadBoots e Lee and James.

O Stoner Rock é o principal norte de “Piccoli Vermi”, com referências à Queens of the Stone Age e até mesmo aos conterrâneos do KKFOS, banda alternativa da cena de Belo Horizonte que ganhou destaque inclusive nacional em 2017 com o – único – disco “Klownstrophobia”. Fãs de Faith no More e System of a Down também se identificarão com o novo som da Green Morton.

A letra aborda o cenário político atual do Brasil, deturpado com fake news e a inversão de significados de bem/mal e bom/ruim. O título em italiano é uma ‘homenagem’ a um amigo, fanático por bandas de Prog italiano.

Ouça “Piccoli Vermi” no Bandcamp: https://greenmorton.bandcamp.com/track/piccoli-vermi e nas plataformas de streaming: https://rebrand.ly/piccoli_vermi.

Arte: Eduardo Lara (@edunellesci)

Sempre íamos na loja de vinil que trabalha, que fica ao lado do estúdio que ensaiamos. Ficávamos noite adentro escutando os discos”, relata a Green Morton.

“Piccoli Vermi” é o primeiro registro da Green Morton com a atual formação, com o baixista Davi Elias, apesar do ex-integrante do posto, Fernando Dagostini, ter participado da composição da música – os primeiros versos e acordes saíram de uma jam session em 2016. Completam a banda Eduardo Lara (vocal e guitarra), Zé Mário Pedrosa (guitarra) e Júlio D’Agostini (bateria).

Junto ao lançamento do single, a banda se ocupa com composições de mais músicas inéditas para outro álbum, um processo que se prolongará por meses.

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Cinema Show: grupo ícone do Rock Progressivo gaúcho, retorna com novo disco

“The Sentimental Film” ficou guardado por oito anos e agora ganhou nova masterização para lançamento digital

Bixo da Seda, Utopia, Voo Livre, Apocalypse, Grandbell, Poços e Nuvens, Index. A cena gaúcha é mesmo uma das mais relevantes do Rock Progressivo brasileiro. Quantitativa e qualitativamente. E dessa mesma cena vem a icônica banda porto-alegrense Cinema Show. Originalmente formada em 1994, o grupo ficou conhecido pelo seu álbum de estreia, o clássico “Dança dos Ventos” de 1995. Com o debute, o Cinema Show buscou inspiração em nomes como Genesis, King Crimson, Pink Floyd, PFM, Gentle Giant entre outros, para sugerir sua própria leitura do Rock Progressivo Clássico, com sotaque gaúcho, é claro.

Composta por Luciano Bolobang (bateria), Adelamir Neto (baixo), Bili Netti (guitarra), Gaspar Caon (teclados) e Gustavo Demarchi (vocal e flauta), a Cinema Show está de volta após um período em hiato. O retorno é marcado pelo lançamento de “The Sentimental Film”, disco que havia sido gravado em 2013, mas que só agora chega às plataformas digitais com nova masterização.

“The Sentimental Film foi gravado praticamente sob encomenda, já que, na época, havia negociações em andamento para o lançamento acontecer por uma grande gravadora”, lembra o vocalista Gustavo Demarchi. “Ao longo do processo, não apenas as negociações esfriaram, mas o próprio mercado da música migrou para a digitalização. Ainda assim, tentamos viabilizar o lançamento físico, mas devido a projetos diversos dos integrantes – todos são músicos reconhecidos na cena musical gaúcha -, a banda entraria em hiato a partir de 2014.”

Gustavo Demarchi acabou redescobrindo “The Sentimental Film” durante o período de pandemia. As restrições à projetos e atividades voltadas para o palco, permitiram que o músico se dedicasse ao processo de lançamento.
“Durante as gravações em 2013 eu já sentia que tínhamos algo especial nas mãos, mas ao ouvir o álbum com a distância do tempo, senti não apenas que as canções pareciam ainda melhores, mas que faria total sentido que o lançamento fosse pelas plataformas digitais.”

Diferentemente de “Dança dos Ventos”, “The Sentimental Film” é todo composto em inglês e conta a história de duas pessoas que refletem suas vidas pela perspectiva de uma sessão de cinema, um ambiente onde ficção e realidade se misturam e nada é o que parece ser. Quem assina a arte de capa do álbum – inspirada na tela “The Lovers” do pintor belga René Magritte – é o próprio vocalista Gustavo Demarchi.

“The Sentimental Film” foi gravado e mixado no LKR Estúdio em Porto Alegre e reúne 13 faixas: “Lover’s Theme”, “Windsong, Pt. I: Overture”, “Windsong, Pt. II: Questions”, “The Sentimental Film, Pt. I: Lights Off”, “Ticketman’s Dream”, “Erotic Matinees”, “Don’t Go”, “Softs 2”, “The Hospital Yard”, “Dance Of Reality”, “Lover’s Theme Reprise”, “The Sentimental Film, Pt. II: Lights On” e “The Sentimental Film, Pt. III: Gone With The Wind (And Closing Credits)”. O álbum conta com a participação especial do tecladista Primo Lord.

Ainda de acordo com Gustavo, a nova masterização, feita por Jesiel Rocha, trouxe novas possibilidades à sonoridade do álbum.
“O Jesiel é conhecido por trabalhos com bandas como Tarcísio Meira’s Band, projeto YLEM e 10KPNR, e com quem eu já trabalhei em uma série de outros projetos musicais. Ele tem se especializado em mixagem e masterização. Enviei pra ele as canções do álbum com algumas referências e fiquei impressionado com o trabalho que ele fez. Por ser baterista, ele buscou destacar a seção rítmica de bateria e baixo, e isso deu uma profundidade que a versão original não possuía.”

Para ouvir “The Sentimental Film” pelo streaming acesse:
Spotify: http://spoti.fi/2OmnhPJ
Deezer: http://bit.ly/2NW6rY6
Apple Music: http://apple.co/38dWgVs

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Suck This Punch: grupo divulga título, tracklist e capa de seu segundo e novo álbum de estúdio

“The Evil On All Of Us” está sendo financiado pelo Edital de Apoio à Produção Cultural de Araras e será lançado em Abril pela Voice Music

Formado por Tadeu Bon Scott (vocal), Phil Seven (guitarra), Matheus Bonon (baixo) e Giacomo Bianchi (bateria), o Suck This Punch surgiu na cidade de Limeira, interior de São Paulo, em 2015. O primeiro álbum, intitulado “Fire, Cold And Steel”, saiu no mesmo ano, reunindo 10 composições próprias de uma sonoridade bastante original: uma releitura do Classic Rock pela perspectiva do peso e agressividade do Thrash Metal contemporâneo.  

Depois de cinco anos de shows em várias regiões do Brasil, o Suck This Punch retornou aos estúdios para a gravação de dois novos single, “Alone” – lançado na primeira edição do “Roadie Crew – Online Festival” – e mais recentemente “Shout It Out”. Ambas estarão no tracklist do segundo e novo álbum de estúdio que a banda vem agora anunciar: “The Evil On All Of Us”.

“The Evil On All Of Us” está sendo gravado no Nock Studio Alive em Limeira com produção de Marcos Nock. O financiamento é através do Edital de Apoio à Produção Cultural de Araras (Lei Aldir Blanc). Reunirá nove faixas, incluindo os dois singles: “Machines”, “You’re The Best Gun (Against The System)”, “Alone”, “Just Follows”, “Shout It Out”, “We All Live In a Hole”, “Coward”, “Blindman” e “Sons Of War”.

De acordo com o vocalista Tadeu “Bon Scott”, as composições de “The Evil On All Of Us” são contextualizadas a partir da ideia de mal em que o homem é tanto agente como vítima.
“Trata sobre o mal que está sob o homem e também sobre o mal que ele cria para si e para os outras pessoas. Toda a angustia, mágoa, depressão, raiva e temores que são guardados e enterrados do qual acaba criando monstros, pessoas perdidas que acabam se tornando alienadas, escravas de um sistema que suga seu tempo e suas mentes, e as tornam cegas, sem direitos à pensar ou ter uma opinião sobre algo. Muitas vezes essas pessoas se escondem atrás de máscaras, fingindo um mundo perfeito de uma mente em caos e barulhenta. Mas o que ela não entende é que a melhor arma contra todo esse sistema em caos é ela mesma.”

A arte da capa de “The Evil On All Of Us” é mais uma vez assinada pela artista plástica Juh Leidl que já havia trabalhado com a banda nas capas dos singles “Alone” e ”Shout It Out”.
“A grande artista Juh Leidl conseguiu, sem dúvidas, transmitir toda a essência e ideia do álbum. Esse contraste de branco e preto representa bem os opostos do mal sob o homem de que tratamos. Somado a isso temos também o mistério dos números cabalísticos, as letras misturadas, as abstrações de fumaça, da víbora e a figura demoníaca sob a face de nosso mascote ASH, entre outros detalhes que enriqueceram esse trabalho esplêndido”, comentou Tadeu “Bon Scott”.

“The Evil On All Of Us” será lançado em Abril pela Voice Music tanto em formato físico como para todas as plataformas digitais.

Enquanto o disco não é lançado, confiram os vídeos de ”Shout It Out”:

 E “Alone”:  

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O Preço: banda lança compacto 7” “Sonhos de Televisão”

Após o belíssimo álbum de estreia auto intitulado lançado em 2019 (CD e LP), o agora quarteto paulista O Preço retorna com um novo trabalho. A banda, que conta com Mário Rolim (bateria), Marcos Rolando (baixo), Luccas (guitarra) e Christian Targa, o Gordo (ex-Blind Pigs) na guitarra e vocal, acaba de lançar o compacto 7″ “Sonhos Da Televisão”, um vinil de 45rpm com dois novos singles, a faixa título e o b-side “Futuro Infeliz”.

Pisando firme na velha conhecida estrada DIY (Do It Yourself), O Preço mostra aqui que veio pra ficar. “Sonhos da Televisão” é um lançamento conjunto dos selos Detona Records (@detonarecordsbrasil), Neves Records (@nevesrecords) e Vertigem Discos (@vertigemdiscos), com tiragem limitada a 300 cópias físicas e disponíveis nas cores, azul, vermelha e verde. O disquinho é transparente.

Com quase três décadas de Punk na bagagem, as novas composições do frontman não poderiam caminhar por outras estradas senão aquela onde ele já fez história, seja em canções mais rápidas e agressivas como “Sonhos Da Televisão” – que nos faz lembrar que Targa era um dos compositores dos lendários Blind Pigs; ou mesmo em canções que invocam uma sonoridade mais crua e oitentista – como a agressiva “Futuro Infeliz”, que mostra o lado mais ríspido do conjunto. É Punk Rock, dos bons, feito por quem sabe do riscado.

As músicas do compacto foram gravadas no estúdio Yamamoto em Santana de Parnaíba (SP), por Fabio Yamamoto e Christian Targa, mixado no estúdio Ardanuy (SP) por Atila Ardanuy e Targa, e masterizado por Bruno Pompeo.

Ouça as duas música do compacto 7 polegadas pelo streaming: https://rebrand.ly/opreco_sonhos_de_televisao.

“Sonhos da Televisão” vem com aquela qualidade acima da média, característica que permeou o trabalho anterior do grupo, seja na captação, execução ou mesmo na embalagem. No último dia 20 de fevereiro, O Preço participou de uma live na Mutante Rádio. Foi a primeira Superlive Mutante & Bode Preto.

Totalmente ao vivo, a banda tocou o repertório na íntegra e, entre as músicas, foram anunciados os patrocinadores e apoiadores. A banda também respondeu perguntas sobre o compacto e outras questões da carreira.

O Preço é formado por:
Christian Targa – Vocal/Guitarra
Luccas – Guitarra
Marcos Rolando – Baixo
Mario Rolim – Bateria

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Hard Point: grupo lança EP de estreia com influências do Stoner Rock ao Metal Alternativo

A banda carioca Hard Point, segue promovendo seu EP de estreia intitulado “Can You Hear It?”.

As composições da banda transitam por vários estilos, destacando-se a influência do Stoner Rock, do Metal Alternativo e do Grunge.  A mensagem que a Hard Point propaga se encontra dentro do “mal-estar” da modernidade que o próprio nome da banda já anuncia.

O título “Can you heart it?” se apresenta como um trocadilho: você consegue ouvir isso? O “isso” ou “it”, em inglês, pode se referir tanto ao EP, às músicas, à banda, quanto a algo mais… como as vozes da cabeça de todos nós. Ainda nessa temática encontramos na capa do EP (produzida pelo artista Rodrigo Efez) a imagem de uma figura atordoada, com os braços cruzados, dando a impressão de incômodo. A cidade ao fundo da capa faz também parte da estética da banda que se assume dentro dessa perspectiva mais urbana.

A música “The Reckoning”, com uma pegada Stoner inspirada em “Queens of Stone Age”, é um verdadeiro acerto de contas do eu-lírico com as expectativas que o sistema que vivemos estabelece sobre nós.

A segunda música, com uma cara de Funk-Rock que transita entre o Limp Biskit e Rage Against The Machine, traz para o EP uma mensagem de indignação com o que as outras pessoas querem conosco. Essa letra fala muito das expectativas que o próprio indivíduo traz para si. Afinal, “quantas vezes ele precisa repetir a mesma coisa” para ele mesmo entender o que está dizendo?

A terceira música do EP, “No Blood”, escolhida para lançamento do clipe da banda, apresenta uma atmosfera mais “dark” com um som que remete a um stoner mais arrastado e, a partir do backing vocal numa terça menor, relembra os melhores momentos de “Alice in Chains”. A mensagem dessa música fala sobre um eu-lírico que procura emoções reais e que , de alguma maneira, está atordoado e não consegue distinguir o que é ou não real. Não há “sangue” que possa me ajudar ou me curar. É um pedido de socorro.

Por fim, a banda apresenta uma versão mais pesada da banda “Depeche Mode” com a música “Wrong”. Nesse caso, a escolha da banda e da música falam por si só. Já que querem apresentar questões complicadas e que de alguma maneira incomodam as pessoas, nada melhor do que escolher uma música que tem como tema pessoas que estão sempre erradas.

A produção do cd foi feita por Rodrigo Miguez, do estúdio Mira, que faz uma participação nos backing-vocals de “Wrong”.

Confira o EP “Can You Hear It?”: https://album.link/s/3ZgLckpTOPqsclPHCqMw1k

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DNSM: banda lança lyric vídeo e série de shows em lives

Foto: Bruno Ishihara

A banda paulistana DNSM, que mistura Rock com música eletrônica, lança o lyric vídeo da música “Quem Vai te Salvar”, faixa do EP “Soma”, disponível desde o ano passado nas plataformas de streaming. O lançamento marca o início do projeto ‘DNSM Convida’, uma série de lives, cada uma com um convidado especial diferente.

O lyric é uma animação com pontual crítica social, produzido por Handel Meireles, que já trabalhou em outras produções da banda.

Confira o lyric vídeo de”Quem Vai te Salvar”:

JJ Zen, vocalista da banda, explica a origem do projeto DNSM Convida, viabilizado com apoio do ProAc e da Lei Aldir Blanc.

“A crise sanitária que o mundo se encontra mostrou que é necessário dividir, quebrar as barreiras e fronteiras para um bem maior. Da mesma forma, entendemos que é necessário dividir o espaço público e o mundo digital/online com outros artistas, que foram duramente afetados pela crise atual. Não podemos nos esquecer daqueles que também trabalham neste meio, seja fora ou antes do palco.”

O projeto será de curta duração, mas com valor significativo para música independente, ressalta a banda. Serão seis shows online com seis artistas convidados, que se apresentarão juntos ao DNSM, tocando músicas tanto da anfitriã como da sua própria carreira.

A primeira apresentação aconteceu no último dia 6 de fevereiro, junto à banda Fogo Corredor. Dia 20/2 é a vez da banda Teorias do Amor Moderno participar do projeto ao lado da DNSM. As demais lives trarão como convidados Gustavo da Lua, Dieguito Reis, Sancô e Arte Kerosene.

Este trabalho, além de render vídeos e EPs que serão divulgados nas redes sociais, deverá também mostrar a possibilidade e viabilidade da união dos povos representados por estes artistas, mesmo que pequenos, mas que levem o significado da ação conjunta na grande história da música independente.

Todas as apresentações são transmitidas gratuitamente pelo YouTube e Facebook da banda. Para acompanhar e ficar por dentro do projeto, basta acessar as redes sociais da banda.

Assista a apresentação do último dia 6 de fevereiro, junto à banda Fogo Corredor:

Formada em 2018 na cidade de São Paulo, DNSM tem como influências Depeche Mode, Secos e Molhados, Mutantes e Chemical Brothers, com atmosfera sonora singular, belas melodias e sintetizadores. Como lema, a DNSM afirma que “você não precisa de muito”, afinal, vivemos em mundo que os excessos de consumo, desperdício e violência faz parte do nosso cotidiano, enquanto a simplicidade é deixada de lado para criar uma era onde você pode merecer e conquistar tudo o que quiser…sozinho.

O grupo é formado por guitarra, vocais e sintetizadores, sem perder em nada para bandas que utilizam o modelo clássico de apresentação. Os integrantes possuem uma pequena parcela de contribuição na música independente, utilizando sua história para compor e elaborar o melhor trabalho para o público.

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Virtvs: lança disco com uma pitada de crítica social e na pegada Punk Rock dos anos 90

Virtvs acaba de lançar seu primeiro disco em todas as plataformas de streamings pelo selo latino americano Electric Funeral Records. 

Com influências do Punk dos anos noventa, uma pitada de crítica social e com melodias viscerais, a banda apresenta ao cenário nacional o velho e bom Rock n Roll que dominou as casas undergrounds do início dos anos noventa até início da década de dois mil. O disco, de nome homônimo da banda, traz na sua essência músicas que trazem de volta o caos musical e comportamental que faz do Punk/Hardcore muito mais que um estilo musical, um estilo de vida.

O disco traz em suas primeiras cinco músicas o Punk/Hardcore cru que faz a cabeça da banda, com letras bem críticas que trazem à tona o atual cenário comportamental do mundo. O disco abre com a música “O Circo”, que é uma crítica direta ao atual governo do Brasil. A segunda metade do disco traz canções mais viscerais, com melodias e letras poéticas, mexendo com o imaginário de quem escuta. O material também tem em suas composições músicas com temáticas Rock Pop, buscando atingir um público mais novo. 

A Virtvs surgiu em 2019, e tem suas influências ligadas ao Punk Rock Hardcore dos anos 90, passando pelo Rock Alternativo e Pós-Punk. Formada por Juan Lima (Guitarra e Voz), Luiz André (Baixo e Voz), Guga Rock Salles (Guitarra e Voz) e Rafael Coelho (Bateria), a banda aborda em suas composições assuntos como violência contra mulheres, transtorno depressivo, política e amores, tudo bem colocado como uma forma de crítica ou enaltecendo sempre as dúvidas que norteiam os pensamentos humanos.

Confira “Virtvs”: https://album.link/s/2iFwH0HwS1WXBFClnVJUGz

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Surt: lança “Inside”, EP representa novo momento criativo e de sonoridade ampliada da banda

A banda de de Rock recifense, Surt, acaba de lançar seu novo EP intitulado “Inside” em todas as plataformas de streaming pelo selo latino americano Electric Funeral Records. 

O novo trabalho é um manifesto que aborda temas e inquietações relacionados a um desejo de liberdade, de quebra das amarras sociais e também a ânsia de expressar sentimentos e pensamentos destemidamente. O single “Insecure”, lançado em Novembro de 2020, traz na letra o relato de uma experiência de “gaslighting”, termo em inglês utilizado para designar uma forma de abuso psicológico sofrido por mulheres, no qual o homem distorce, omite ou cria informações, fazendo com que a mulher duvide de si mesma, de seus sentimentos, da sua capacidade e às vezes até da sua sanidade. Aliado às temáticas das músicas, o instrumental do novo EP torna nítido a presença de novas influências na sonoridade da banda. Elementos como guitarras oitavadas, riffs dançantes, synths e backing vocals expressivos são alguns dos destaques que representam o novo momento criativo. A Surt expressa através do seu novo lançamento uma busca pela versatilidade dentro do seu estilo, e pretende continuar expandindo as possibilidades criativas e sonoras em seus próximos trabalhos.

O grupo formado por Dimitria Lins (vocal), Matheus Araújo (guitarra), Alisson Dênis (baixo), André Coelho (guitarra) e Raone Ferreira (bateria) é moldado por diferentes vertentes do Rock, como Stoner e Garage Rock.

O segundo EP da banda foi gravado no Estúdio Pólvora (Recife), com produção de Matheus Araújo (Surt) e Mathias Severien (Desalma), gravação e mixagem feita também por Mathias. 

Confira “Inside”: https://ps.onerpm.com/2351537787 

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GASP: banda sintoniza referências de Garage Rock e Stoner no primeiro EP, “Egg White & Sugar”

Foto: Enzo Sanches

Banda reflete sobre dilemas modernos em EP produzido ao lado dos músicos do Hellbenders

Após revelar sua intensidade em uma série de singles e clipes, GASP entrega “Egg White & Sugar”, seu primeiro trabalho de estúdio. O EP é um mergulho nas referências musicais da banda, mas também um olhar para o mundo à sua volta, refletindo sobre o amadurecimento diante dos dilemas modernos. O trabalho já está disponível nos principais serviços de streaming.

Com os clipes “Paper Ring” e “Your time is over, GASP destilou suas inspirações no Garage Rock, Stoner e Grunge. Agora, os músicos goianos fazem de “Egg White & Sugar” um cartão de visitas para sua mescla de sonoridade intensa e lírica afiada, fazendo um retrato atual não apenas do cenário independente, mas também da juventude diante de seus desafios. Não por acaso, essas ideias estão presentes desde o título do álbum até a arte de capa.

Assista a “Paper Ring”:

Assista a “Your Time is Over:

“‘Egg White & Sugar’ fala sobre os problemas que um jovem adulto enfrenta no cotidiano do século 21, como término de relacionamentos, você estar ficando velho pra fazer o que você gosta, sacrificar coisas para correr atrás dos seus sonhos e até mesmo os divórcios dos próprios pais. A ideia é usar o suspiro como simbologia da felicidade do jovem que é doce, porém derrete muito rápido. E ao mesmo tempo, confortá-lo dizendo que ele não está sozinho enfrentando esses problemas e inspirá-lo a enfrentá-los de cabeça erguida e construir sua vida com suas experiências”, resume o vocalista e guitarrista Gustavo Garcia. Além dele, completam o grupo Gabriel Cabral (guitarra), Lucas Tomé (baixo) e Matheus Alves Avelar (bateria).

A gravação aconteceu no UP Music Studios e no Coruja Estúdio, em Goiânia, por Braz Torres Neme, Augusto “Chita” e Rodrigo Andrade – integrantes do Hellbenders, ícones do novo Stoner Rock nacional. Eles assinam a produção ao lado da banda. 

Uma abordagem melódica e, ao mesmo tempo, de peso está no DNA do projeto, que se lançou com o single “War You Choose to Love Me but You Know I Will Die” em 2019. O EP de estreia de GASP inaugura essa discografia e serve como uma porta de entrada para sua identidade sonora, a ser explorada em várias outras facetas nos lançamentos que estão por vir. Enquanto isso, é possível ouvir “Egg White & Sugar” em todas as plataformas de streaming.

Ouça “Egg White & Sugar”:

https://smarturl.it/EggWhiteAndSugarEP

GASP é formado por:
Gustavo Garcia – Vocal/Guitarra
Gabriel Cabral – Guitarra/Backing Vocal
Lucas Tomé – Baixo/Backing Vocals
Matheus Alves Avelar – Bateria/Backing Vocals

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