Disaster Cities: encara primeira mini-tour pelo Rio de Janeiro

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Giro pelo Brasil, que começou em março, divulga o álbum de estreia, o ousado “LOWA”

Depois de passar por São Paulo e Santa Catarina, em divulgação do recém lançado álbum estreia “LOWA”, inclusive em algumas das datas abrindo para atrações internacionais como Kadavar e Radio Moscow, agora o combo paulista/chapecoense Disaster Cities vai cumprir nesta semana uma trinca de shows no Rio de Janeiro, em festivais ao lado de diversas outras bandas da Abraxas Records e sensações do Stoner Rock nacional.
 
A estreia do quarteto formado por Matheus Andrighi (vocal, guitarra), Rafael Panegalli (baixo, vocal), Ian Bueno (bateria) e Cripa (teclado/sintetizador) na capital carioca é nesta quinta-feira, 19, no 4º King of the Stoner Age, junto aos locais da Gods & Punks e os pernambucanos da Quarto Astral. O evento, organizado pela tradicional produtora Collapse Agency, será no La Esquina (Lapa), a partir das 19h30.
 
Em seguida, o Disaster Cities toca no Nectar Som (Vargem Grande) dia 21, no segundo dia do “Sessões Cósmicas Festival”, mais uma vez na companhia dos parceiros do cast da Abraxas Records, Gods & Punks e agora o Blind Horse. Um dia antes, o fest reúne Quarto Astral, Laboratório Groove e Lunares. Em ambas as datas, o evento começa às 21 horas.
 
A última parada do Disaster Cities no Rio de Janeiro é no domingo do dia 22 de abril, em Petrópolis, onde se encontra com Blind Horse, Laboratório Groove e Gods & Punks no Sundaze Stoner Mountains. O festival da produtora Double Trouble começa à tarde, a partir das 14 horas, no Saloon Melusine.
 
“LOWA”, lançado em março deste ano, é o pesado e ousado debut da Disaster Cities, disponível nas principais plataformas de streaming pela Abraxas Records. Com referências do rock noventista e despojadas nuances de Hard Rock Clássico, o álbum condensa com precisão o Stoner, o Grunge e o Alternativo e faz deste trio uma das formações mais autênticas do novo Rock brasileiro.
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Acesse o site da Abraxas e fique por dentro das novidades de todas as bandas nacionais e internacionais do cast, além de ter acesso aos produtos à venda na loja virtual: www.abraxas.fm
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Origens: lança “Adaptação”, um álbum de muitas texturas

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Parte dois da trilogia iniciada ano passado está nas plataformas de streaming pela Abraxas Records

Chega às principais plataformas de streaming nesta sexta-feira o álbum “Adaptação”, segunda parte da ousada e alucinante trilogia do projeto Origens, idealizado pelo alagoano Alessandro Aru.  Ouça as cinco faixas aqui: https://ONErpm.lnk.to/Origens.

Carregado de diversas texturas de Hard Rock, Rock Progressivo e a psicodelia, além de claras referências à música brasileira, Adaptação direciona à sonoridade ao cotidiano, tanto nas harmonias como nas letras.

Assim como na primeira parte da trilogia, Alessandro convocou um time de peso do novo rock brasileiro para gravar Adaptação: Daniel Gontijo, Daniel Queiroz, Dinho Zampier, Fernando Coelho, Fred Hollanda, Hélio Pisca, Jeff Joseph, João Paulo, Leonardo Luiz, Nardel Guedes, Ney Guedes, Pedro Salvador, Phillipe Hollanda, Railton Sarmento, Renan Carvalho, Ricardo Lopes, Rogério Cavalcante e Ronaldo Rodrigues contribuíram de forma inspirada com suas interpretações e arranjos.

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Imagery: assista o vídeo de “The Ordeal”, novo single do power-trio progressivo

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Joceir Bertoni (vocal/guitarra), Ricardo Fanucchi (baixo) e Bruno Pamplona (bateria/vocal) são coletivamente conhecidos como Imagery. Quando surgiu, o grupo surpreendeu as mais otimistas previsões. Afinal, quem esperaria que um power trio do interior do país que toca rock progressivo misturado com heavy metal e jazz iria colher tantos frutos em tão pouco tempo de carreira e apenas um disco lançado?
 
Tudo começou com o show de lançamento de “The Inner Journey”, seu disco de estreia, que se deu durante a abertura para o Focus, lenda do rock progressivo mundial, em 2012. Depois, a repercussão do álbum na imprensa nacional não poderia ter sido melhor. Em várias resenhas o disco recebeu nota máxima, entre eles o Rock On Stage que chegou a dizer que o Imagery “não deve nada para bandas como Dream Theater”.  “The Inner Journey” chegou ainda a ser indicado para o Prêmio Dynamite como um dos “Melhores Álbuns de Heavy Metal” de 2012. 

No ano seguinte, o Imagery assinou um contrato de distribuição com a gravadora americana Cleopatra Records  (Motörhead, Yes, Asia) que disponibilizou o álbum “The Inner Journey” para a América do Norte, Europa e Ásia. Não demorou para que resenhas super positivas começassem a ser publicadas na imprensa internacional. O site estadunidense Critical Jazz declarou que o Imagery “é uma das poucas bandas trabalhando no campo do rock progressivo com a capacidade de manter a música fresca e revigorante”.

Em 2014 os caminhos de Imagery e Focus se cruzaram novamente. O Imagery fez a abertura de mais dois shows dos gigantes holandeses, em Curitiba e Florianópolis. A turnê de divulgação de “The Inner Journey” ainda passou por várias partes do país.  

Desde então o grupo tem se concentrado no processo de composição e gravação de seu segundo álbum, ainda sem título definido. Depois de três singles lançados, “Blinded Nation”, “People Say” e “End Of The Line”, o power-trio apresenta “The Ordeal”.

“Assim como “Start The War” do nosso disco de estreia, “The Ordeal” é uma nova versão para uma canção antiga – Depois do álbum “I” da banda Revoult, embrião do Imagery”, explica o baterista Bruno Pamplona, autor da letra e música. “The Ordeal aborda de forma abrangente, e em retrospecto, a tribulação humana. É quase um “olhar para trás” em situações extenuantes e tempos difíceis na trajetória de vida de qualquer pessoa”.

Música e vídeo foram gravadas no Plugue Estudio em Londrina/PR com produção de Júlio Anizelli e do próprio Pamplona. A produção do vídeo ficou a cargo da Usina de Ideias.

Para assistir o vídeo de “The Ordeal”, basta acessar o link no canal oficial da banda no Youtube:

Todos os singles lançados pelo Imagery até aqui, “Blinded Nation”, “People Say”, “End Of The Line” e agora “The Ordeal” farão parte do próximo álbum cheio da banda a ser lançado no primeiro semestre de 2019. Mais informações sobre o disco serão divulgadas em breve.

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Leeds: anuncia retorno aos palcos e confirma show em maio

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Power trio Rock n’ Roll de Santo André atualiza selvageria e feeling do The Who

As referências ao The Who vão além do nome – Leeds, inspirado no álbum do lendário grupo chamado ‘Live at Leeds’ – e na pegada Rock n’ Roll clássica, cercada por diversas vezes de uma aura vintage. Assim como os heróis britânicos, Renan Paiva (guitarra e voz), Willian Paiva (bateria e backing vocal) e Leandro Sant’ana (baixo, teclado e sintetizador) persistem na música e, após um ano longe dos palcos para cuidar de projetos paralelos e pessoais, mas sempre em comunicação e reuniões para compor músicas novas e debater ideias para a banda, reagrupam neste mês de abril, já com compromissos para maio. Data, local e horário do show especial no próximo mês serão anunciados em breve.

Formada em Santo André no ano de 2012, a Leeds lançou dois álbuns (homônimo e Geração Roubadacantados em português) e tem aparições nos principais eventos de Rock de São Paulo no currículo, entre elas a apresentação no projeto “Estúdio Sete Cidades – SESC Santo André”.

As lembranças dos dias juntos em estúdio, compondo e gravando, mais os compromissos em palcos, foram a faísca para mais uma rodada de Rock n’ Roll, confirma Willian. “Estamos preparando um novo show para esse retorno, estamos preparando algo que nos motive a subir em cima do palco”, conta o baterista – hoje também nas baquetas do Hammerhead Blues e do War Industries Inc. – sobre o evento já agendado para o início de maio que vai oficializar o retorno da Leeds. Mais informações em breve.

O último álbum da banda e que deve ser o ponto de partidas para as novas músicas que o trio em breve apresentará, “Geração Roubada”, mostra uma Leeds entrosada em 11 faixas de Rock direto e reto, ousado, mas com elementos aqui e ali do Blues, um riff ou outro mais pesado, e uma sensação de que tudo é uma grande jam session extremamente bem articulada.

No ano em que a Leeds ficou na retaguarda da cena autoral nacional, analisa Willian, algumas coisas mudaram, mas tudo numa cadeia natural de acontecimentos e que são absorvidas de maneira positiva pela banda. “É difícil se manter no cenário underground, é difícil sobreviver. No entanto estamos aqui, um tanto positivos e prontos para nos misturar com a galera que tem feito boas músicas por aí”.

Mais informações:
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Head Bones & Noet: primeiro encontro de Rock Oficial

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Primeiro encontro de Rock oficial promovido pelo Sujinhos Bar, quem conhece o lugar já sabe como é maneiro.

Este marcará uma série de outros Festivais onde será misturada bandas de fora com as locais, diversificando os shows e trazendo sempre atrações novas para o publico que frequenta os shows da região.

Nesse “1º Sujinhos Rock Festival” a banda Head Bones terá a participação de seu Ex-Vocalista o NOET que foi um dos fundadores da banda, para relembrar tempos inesquecíveis.

O evento é gratuito o lugar é bem legal e as bandas são muito boas, confira mais atrações dessa primeira edição:

Link: https://www.facebook.com/events/1628610493926302/

Mais informações: 
28/04- Sabado
Abertura da Casa: 16h
Entrada: Gratuita

No Gracias: participa da coletânea “A Voz da Cena Independente Vol. 2”

Voz da Cena Independente - Capa Coletânea 3

A No Gracias é uma das bandas que compõem a coletânea “A Voz da Cena Independente Vol. 2”, produzida pela Rock’N John Produtora. O grupo disponibilizou a música “Vista”, gravada e mixada no Estúdio Hurricane e lançada anteriormente no EP “Vista do Jogo”, em 2017.

A coletânea é uma iniciativa do Produtor Cultural e apresentador de programas voltados ao cenário musical independente, John Edvaldo, e traz ao total de vinte bandas de diversas gerações. John fala sobre o objetivo da inciativa: “A importância da coletânea para a cena é manter em atividade algumas bandas que carecem de material físico pra oferecer aos seus fãs e ouvintes. Com esse trabalho coletivo, o que queremos é fortalecer a união da cena” – explica John.

Confira o track list completo:
01 – Aqui Estou Outra Vez – A.N.T.Z
02 – Segredo do Tempo – Arctúria
03 – Nem Tudo São Poesias Ao Pôr da Lua – Bleff
04 – Anarquia – Capa Preta
05 – Leve Embora a Lealdade – Dependência S.A
06 – Simpatia do Amor (Café na Calcinha) – Diego Nassif e Os Brinquedos de Alá
07 – Insanos – Eletroacordes
08 – Sozinho no Mundo sem Você – Stragonoff
09 – Retrato Punk – Geração Final
10 – Maldição – Grafeno
11 – Marque um (X) no seu Coração – Julio Igrejas
12 – Cadê o Ar? – Los Cochos Virados
13 – João Gostoso – Ligante Anfetamínico
14 – Ainda Sou o Mesmo – Marittimus
15 – Cigarros, Cerveja e Contravenção – Moisés Velhinho
16 – Vista – No Gracias
17 – Nenhum Político me Representa – Panorama Social
18 – Jogo Sujo – Piratas Siderais
19 – About You Want – Projeto Alcatéia
20 – Sobrevivo na Cidade – Pupilas Dilatadas

Cada banda participante recebeu uma quantidade de CDs que podem ser comercializados livremente, cópias também estão disponíveis nos coletivos Igara Rock (Canoas) e Mamutes (Porto Alegre).

O lançamento oficial da coletânea acontece no dia 02 de junho, no Viaduto do Brooklyn (Sarmento Leite, 607) em Porto Alegre, no evento “A VOZ da Cena 2”, que contará com shows de todas as bandas presentes na coletânea.

The Gard: novo arranjo para “Immigrant Song”, do Led Zeppelin, é o primeiro single do álbum de estreia

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Intitulado “Madhouse”, o álbum será lançado no dia 26 de Abril e vai reunir oito faixas. Assista teaser do videoclipe de “Immigrant Song”

Formada em 2010 por Allan Oliveira (guitarra), Beck Norder (vocal) e Lucas Mandelo (bateria), a The Gard desde o princípio teve como objetivo a música autoral, embora tenham ganhado bastante relevância na região metropolitana de Campinas, de onde é originária, com seu show “Tributo ao Led Zeppelin”. Em meio ao setlist das músicas do Led, a The Gard sempre apresentou suas composições próprias. Com o tempo o interesse do público pelas canções autorais foi crescendo e o espaço para elas, no setlist, aumentando.

“Madhouse”, disco de estreia da The Gard, foi então uma consequência natural. Em oito faixas, o power trio paulista transcende suas referências musicais ao oferecer ao público uma experiência musical onde o rock clássico e o contemporâneo convergem, como numa coalização sonora que disponibiliza-se para o futuro, para o desconhecido.

Produzido pelos próprios músicos em parceria com André Diniz do Estúdio 260 de Indaiatuba/SP, “Madhouse” reúne as faixas “Play Of Gods”, “Music Box”, “The Gard Song”, “Back To Rock”, “Kaiser Of The Sea”, “Madhouse” e “Panem at Circenses”. E como não poderia deixar de ser, além das sete composições autorais, “Madhouse” também vai trazer um novo arranjo para “Immigrant Song” do Led Zeppelin, a banda que, para o The Gard, sempre representou a terra de neve e gelo de onde eles vêm com seu barco rumo às novas terras desconhecidas.

“Immigrant Song” foi inclusive escolhida para ser o primeiro single de “Madhouse” e será lançada em videoclipe no próximo dia 12 de Abril. Um teaser já está disponível: https://youtu.be/e7HliIPTI6o

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“A releitura de Immigrant Song pela The Gard vem com uma cara moderna, atual”, explica o vocalista Beck Norder. “O novo arranjo tem peso e não cai nos clichês do metal. Valorizamos alguns elementos da música original, e das versões ao vivo tocadas pelo Led, e colocamos a identidade da The Gard na música: a batida é outra, acrescentamos um violão tocado ao estilo fingerstyle, gravamos um baixo com whammy e distorção, deixamos a harmonia mais densa e étnica/tribal e o próprio riff sofreu alterações”.

Ainda de acordo com Norder, mesmo sendo uma releitura, “Immigrant Song” se adapta perfeitamente ao conceito e estética sonora de “Madhouse”.

“Acredito que esse arranjo é uma boa síntese da proposta sonora da banda, onde o clássico e o contemporâneo convergem. Escolhemos gravar a Immigrant Song porque nos identificamos muito com ela, com o clima, o tema. Sempre prazeroso tocar ela nos shows, e os fãs adoram! Achamos que tínhamos uma maneira diferente de tocá-la, e resolvemos gravá-la.”

 “Madhouse” vai ser lançado nas plataformas digitais e também em formato físico em Cd no dia 26 de Abril.

Mais Informações:

The Spacetime Ripples: lança disco de estreia “Legend of Creation”, que vai do Stoner ao Grunge

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Música “Freedom Fight” já é destaque na playlist Novo Rock Brasil,  do Spotify

Da turnê pelos festivais independentes nos Estados Unidos em 2017 à mudança de nome (ex-Tempo Plástico) e pré-lançamento do álbum de estreia através do canal norte-americano especializado em Stoner Rock, o renomado Stoned Meadow Of Doom, o debut do quarteto mineiro The Spacetime Ripples finalmente está disponível nas principais plataformas de streaming. Ouça “Legend of Creation” pelo serviço de música preferido em  https://ONErpm.lnk.to/TheSpacetimeRipples.

Ao vivo, a banda oficialmente lança o disco em Belo Horizonte, em junho, num show que terá todos os detalhes divulgados em breve.

“Freedom Fight”, uma das músicas mais impactantes do debut, já é destaque na playlist Novo Rock Brasil, criada pela distribuidora digital Onerpm. Confira: https://ONErpm.lnk.to/NovoRockNacional.

“Legend of Creation” é essencialmente Stoner Rock com elementos psicodélicos e referências ao Grunge, recomendado para fãs de Black Sabbath, Kyuss, Alice in Chains e Queens of the Stone Age. O álbum foi gravado em São Paulo, no Wah Wah Studio, produzido e mixado por Michel Kuaker (Supla, Edgard Scandurra, Vespas Mandarinas). A masterização foi realizada por Carl Saff (Red Fang, Fu Manchu), em Chicago (EUA).

The Spacetime Ripples, cujo nome é uma referência à uma teoria do Einsten sobre ondulações no tempo espaço, é Fabio Gruppi (vocal), Claudio Moreira (guitarra), Luciano Porto (baixo) e Saulo Ferrari (bateria). “Sugere uma nova relação com o tempo, onde presente, passado e futuro coexistem”, fala o vocalista em alusão à fase anterior da banda, ainda como Tempo Plástico.

Para divulgar a nova fase da banda e testar o poder de fogo das músicas de “Legend of Creation”, o The Spacetime Ripples se aventurou pelos Estados Unidos em um motor-home e percorreu mais de 20 cidades. Foram 23 shows em 45 dias! A turnê começou em Los Angeles, no Festival YouBloom. Subiu a costa Oeste dos Estados Unidos até Seattle, desceu pelas Montanhas Rochosas passando por Salt Lake City e Denver, foi até o Texas, Novo México e Arizona, no caminho de volta para o último show em Los Angeles, no Halloween.

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War Industries Inc.: anuncia shows e gravação de clipe

War Industries foto Anne Godoneo

Atividades em abril, em São Paulo, Minas Gerais e Brasília, antecedem lançamento do segundo álbum.
 
No processo de lançamento do segundo álbum, a War Industries Inc. cai na estrada novamente para três shows nestas duas primeiras semanas de abril. Em seguida, Jim Boone (vocal/guitarra), Will Paiva (bateria) e Carlos Motta (baixo) têm compromisso em Uberlândia (Minas Gerais) para a gravação de novo videoclipe.
 
A primeira parada é nesta sexta-feira, 6/4, em Itapetininga, a partir das 22 horas, no Black Container Bar. No ano passado, a banda fez nesta cidade do interior paulista um dos shows mais insanos da The Lost Indian Tour.
 
Na histórica Ouro Preto, a War Industries Inc. se apresenta dia 12 de abril (quinta-feira), na Casa da Fonte (Thomé Afonso, 88 – Água Limpa). A anfitriã do evento é a banda local In Two Jazz, que como sugere o nome, faz improvisos com bases de jazz.
 
O power-trio toca ainda dia 13 de abril em Brasília, e mais informações serão anunciadas em breve. De volta a Minas Gerais, em Uberlândia, a War Industries Inc. se reúne com os profissionais da Âncora Filmes no dia 14/4 para iniciar as gravações do primeiro videoclipe referente ao novo álbum, para a música More Casualties.
 
Conforme revela o vocalista Jim, o disco novo trará o mesmo garage punk visceral do debut, mas com uma temática diferente.
 
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The Gard: experiência musical onde o Rock Clássico e o contemporâneo convergem

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“Madhouse”, álbum de estreia do power trio paulista, será lançado em Abril e vai reunir oito faixas

Formada em 2010 por Allan Oliveira (guitarra), Beck Norder (vocal) e Lucas Mandelo (bateria), a The Gard desde o princípio teve como objetivo a música autoral, embora tenham ganhado bastante relevância na região metropolitana de Campinas, de onde é originária, com seu show “Tributo ao Led Zeppelin”. Em meio ao setlist das músicas do Led, a The Gard sempre apresentou suas composições próprias. Com o tempo o interesse do público pelas canções autorais foi crescendo e o espaço para elas, no setlist, aumentando.

“Madhouse”, disco de estreia da The Gard, foi então uma consequência natural. Em oito faixas, o power trio paulista transcende suas referências musicais ao oferecer ao público uma experiência musical onde o rock clássico e o contemporâneo convergem, como numa coalização sonora que disponibiliza-se para o futuro, para o desconhecido.

Produzido pelos próprios músicos em parceria com André Diniz do Estúdio 260 de Indaiatuba/SP, “Madhouse” reúne as faixas “Play Of Gods”, “Music Box”, “The Gard Song”, “Back To Rock”, “Kaiser Of The Sea”, “Madhouse” e “Panem at Circenses”. E como não poderia deixar de ser, além das sete composições autorais, “Madhouse” também vai trazer um novo arranjo para “Immigrant Song” do Led Zeppelin, a banda que, para o The Gard, sempre representou a terra de neve e gelo de onde eles vêm com seu barco rumo às novas terras desconhecidas.

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“O álbum Madhouse é mais que uma compilação de nossas primeiras composições”, declara o vocalista Beck Norder. “São músicas que começaram a serem compostas em 2006 e gravadas a partir de 2011. Foram anos amadurecendo e trabalhando na produção dessas composições até que atingissem um ponto satisfatório para a banda. Madhouse trata da loucura, da insanidade da nossa sociedade atual, traz também um aspecto de fantasia com lendas e mitos nórdicos. Musicalmente nos deixamos experimentar toda uma versatilidade de vertentes do rock, do hard e blues rock (Play of Gods, Panem et Circenses e Back to rock), flertando com classic e folk metal (Madhouse, Kaiser of the sea e The Gard Song), a um rock mais moderno (Music Box). Exploramos alguns instrumentos pouco usuais no rock, e que enriqueceram os arranjos como o bandolim (The Gard Song) e o glockenspiel (Music Box).”

“Madhouse” vai ser lançado nas plataformas digitais e também em formato físico em Cd no dia 26 de Abril. Antes, no dia 12, o The Gard lança o videoclipe do primeiro single do álbum. A música escolhida eles preferem manter em segredo por enquanto.

Outras novidades sobre o grupo e o álbum de estreia serão divulgados em breve.

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