Arte Kerosene: grupo traz leveza e filosofia em novo single “Motivo”

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Música, que também ganhou um lyric video, conta com parceria de Bia Barbar e produção do baixista do Skank, Lelo Zanetti

Um power-trio com uma sonoridade das mais autênticas do rock nacional, a Arte Kerosene lança neste fim de ano o single “Motivo”, em parceria com a cantora Bia Barbar e participação especial do baixista do Skank, Lelo Zanetti, além de Paulinho Santos. A música chega às principais plataformas de streaming e pode ser conferida aqui: https://spoti.fi/363lG4R.

“Motivo”, composição de Gabriel de Oliveira (guitarra/vocal), foi produzida por Lelo em parceria de Cris Simões, que já trabalhou em estúdio com o Jota Quest. É um Pop Rock leve, até dançante, mas também filosófico, com arranjos que destacam melodias tranquilas e calmas. Bia Barbar, que recentemente lançou o álbum à frente da banda Mohara e está iniciando carreira solo, é a voz suave deste single.

Leve, alegre e com certo grau de profundidade, “Motivo” aborda as doses diárias de alegria em meio às dificuldades de existir. “Existir é um desafio, mas devem encontrar a leveza neste processo. Quando a vida convida é melhor dizer sim, o destino e o acaso ficam juntos no fim. Antagônicos que, de alguma maneira, devem andar de mãos dadas”, fala Gabriel, citando um trecho da canção.

Junto ao single no streaming, a Arte Kerosene lança o lyric-video de “Motivo”, uma produção dinâmica com roteiro do próprio Gabriel e direção de Bruno Dini (guitarrista da banda 3 Pipe Problem). Para ilustrar a atemporalidade do que a banda canta na letra da música, o lyric-video aborda a transformação da comunicação escrita.

Confira aqui o lyric video de Motivo:

“É uma linguagem romantizada da escrita, que mostra a evolução da forma de escrever desde os tempos do homem nas cavernas até hoje. Da tabla ao tablet”, conta.

Para 2020, dois singles estão garantidos, “Quais são as condições?” e “Qual é a sua?”, que em breve também serão lançados via Orangeira Music. E Gabriel revela que vem mais coisas por aí. “Só ainda não da pra falar”, brinca o frontman.

Mais informações:

 

Barril De Pólvora: grupo libera mais um vídeo de bastidores do novo álbum

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O trabalho de composição para o novo álbum da Barril De Pólvora está em ritmo acelerado. Antes de entrar em estúdio a banda formada por Flávio Drager (vocal), Emerson Martins (guitarra), Saulo Santos (baixo) e Alexis Bomfim (bateria) acerta os últimos detalhes das músicas no “Porão do Rock”, que é o home studio de ensaio do grupo. Confira no vídeo postado em seu Facebook:

 

Para ouvir o álbum “Barril de Pólvora” (2018) via streaming, acesse:
 
Links relacionados:
 
Confira os vídeos oficiais no YouTube, aproveite e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/channel/UCmv0bIRNfxo2IyEWywfTsVw/videos
 
Para levar a Barril De Pólvora à sua cidade:
+55 (85) 9.9690-7536

Unabomber: nome histórico do underground carioca, retrata convulsões sociais em novo clipe

Unabomber 1_Crédito Marcos Hermes

“A Celebração da Peleja entre o Molotov e a Máquina” tem performance explosiva

O caos social do Rio de Janeiro ganha força nas canções do Unabomber. Tradicional banda do underground no estado, eles continuam a surpreender após muitos anos de estrada. Em “A Celebração da Peleja entre o Molotov e a Máquina”, o grupo canta a relação distópica entre modernidade e natureza cada vez mais atual. O vídeo já está disponível no canal oficial de YouTube e a faixa integra o EP “O Mal da Máquina Morre”, lançado em 2019.

Assista a “A Celebração da Peleja entre o Molotov e a Máquina”:

Ouça o EP “O Mal da Máquina Morre”: https://album.link/br/i/1449042045

Contrastando imagens de arquivo da internet com a banda ao vivo, o registro busca demonstrar os atuais conflitos entre o mercado, a produtividade e meio ambiente presentes na letra, composta por Ayam Ubrais Barcos.

“É uma poesia política com metáforas. A máquina representa o sistema e o molotov é a consciência, de repente iluminada. O saber que se está dentro desse sistema e como ele funciona. A consciência, antes nas trevas, está incendiada, iluminada”, reflete o compositor.

No início da história do Unabomber, se reuniram para tocar despretensiosamente o baterista Paulo Stocco (com passagens por Jason, Mandril e Perdidos na Selva), os irmãos Sandro Luz (guitarra) e André Luz (vocais) e o baixista Alan Vieira, responsável pela produção do novo vídeo. Após alguns shows, resolveram recrutar mais um guitarrista e Jeff Barata assumiu a posição.

A estreia da banda foi em 1995 com uma demotape auto-produzida homônima. A repercussão foi grande, chegando a todos os zines especializados da época. A segunda tape, “R”, teve produção de Rafael Ramos (Pitty, Titãs, Dead Fish) e foi lançada em 1998. No ano seguinte, o Unabomber encerrou suas atividades.

18 anos depois eles voltaram com o EP “Massas & Manobras S/A”, com produção musical de Celo Oliveira, além de projeto visual do fotógrafo Marcos Hermes. E em meio ao xadrez sócio político vivido no presente, a banda compôs e gravou “Silêncio”, também produzida por Celo Oliveira e lançada no final de 2017, como primeira faixa inédita após o retorno. Jeff, o segundo guitarrista, deixou a banda pouco após esse single.

Voltando às origens em sua formação de quarteto, o Unabomber lançou uma versão de “Pesadelo”, composta por Paulo César Pinheiro e Maurício Tapajós, gravada originalmente pelo MPB4 em 1972. A letra é atual e passeia por velhas preocupações ressurgidas e a necessidade de novas perspectivas, em meio à maior polarização política, social e ideológica jamais vista no país.

Isso se reflete em “O Mal da Máquina Morre”, EP lançado esse ano e que conta com “A Celebração da Peleja entre o Molotov e a Máquina”. O lançamento vem para somar a uma história que se estende por quase um quarto de século de arte e luta.

Unabomber é formado por:
André Luz – Vocal
Sandro Luz – Guitarra
Alan Vieira – Baixo
PC Stocco – Bateria
 
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Venuz: grupo homenageia mulheres da música em novo clipe

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No Dia do Músico, a Venuz homenageia todas às mulheres da música com a versão para “House of the Rising Sun”, canção de domínio público. Primeira vez que a banda canta em inglês, a letra fala sobre um local chamado “Rising Sun”, em New Orleans, e já foi cantada pela banda The Animals, Five Finger Death Punch, e até mesmo Bob Dylan! A versão da Venuz traz um olhar feminino sobre a música e foi gravado no pub carioca O Pecado Mora ao Lado, com uma ambientação burlesca, evocando o clima dos anos 30.

A música “House of the Rising Sun” é repleta de histórias. Como uma canção de domínio público, ninguém sabe ao certo o ano de origem, muito menos quem a compôs. O primeiro registro que se tem acesso, era cantado no eu-lírico feminino, e falava sobre mulheres que trabalhariam em Rising Sun. A tal casa do sol nascente (em livre tradução), pode ser um cabaré chefiado por Madame Le Soleil Levant, ou o presídio feminino da cidade, cujos muros tinham a imagem de um sol nascente.

“Nós decidimos, pelo nosso viés feminista, resgatar as origens dessa canção, trazendo novamente o eu-lírico para o feminino, e invertendo o papel do pai e da mãe. Além disso, optamos por retratar a história do cabaré, por também estar associado à música. Pelo mesmo motivo, gravamos o clipe em um pub vintage no coração do underground carioca, no Pecado Mora ao Lado, no Garage (ao lado da Vila Mimosa, área da prostituição no Rio). Percebe-se então muitos links e gatilhos entre clipe, história e letra adaptada.”, detalha Aíla Dap (voz).

Esta é mais uma versão exclusiva da Venuz (que já adaptou o funk “Quero Que Tu Vá”, da Ananda, para o rock). Desta vez em inglês, a música não perde a veia feminista que a banda traz como marca registrada.

“Perceba que no final – e fizemos questão de mostrar isso no clipe – que há um orgulho em pertencer a casa. Antes foi digna de ruína, e hoje é a glória de mulheres que não ligam para a moral e os bons costumes. Não há como uma música representar melhor o lema da Venuz!”, define Aíla Dap.

Uma das bandas de destaque do rock carioca, a Venuz é atitude rock n’roll e feminismo. Com influências do hard rock e de nomes como Hole, Pitty, The Runaways e Rita Lee, o grupo planeja o próximo disco, enquanto continua a divulgar o EP “RebELA”, lançado em 2018. A Venuz é Aila Dap (voz), Juliana Valente (bateria), Carol Vianna (baixo), Valentinne Di Paula (guitarra) e Renata Guterres (guitarra).

A ficha técnica de “House of the Rising Sun” traz Francisco Patrício (gravação, mixagem e master), Bruna Santiago (produção de vídeo). Já o local onde o clipe foi gravado é o pub Pecado Mora ao Lado (Praça da Bandeira/RJ).

Assista “House of the Rising Sun”:

Electric Goat Combo: grupo lança ousado EP com referências de toda a carreira

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O Electric Goat Combo, com 10 anos de atividades, lança mais um registro criativo e potente via Abraxas Records. O EP homônimo, que combina referências musicais exploradas ao longo da carreira, do Stoner ao Post Pock, já está nas plataformas de streaming. Confira: https://bit.ly/2Kkzmjg.

O EP contém músicas que o Electric Goat Combo experimentava desde 2016 e que seguem a caminhada natural da pesquisa e do método de composição inerente ao momento da banda, que é sair um pouco da principal característica do Stoner Rock (riffs e solos).

Nesse tempo, Zeh Antunes decidiu deixar o Brasil em 2017 e o material ficou parado. “Até que agora, em 2019, decidimos que deveríamos dar vida a isso. Optamos então por lançar o EP que marca mais uma mutação na banda: a minha saída e a entrada do Jonas que agora, soma à banda para seguir o mesmo caminho: continuar mudando”, conta Antunes.

O que já estava presente no EP Vertigo Blues (2010), ganhou mais espaço nesse novo EP. A presença dos tempos compostos, o uso do metalofone, a escolha dos timbres e os arranjos que tendem a mudar o clima da música, muitas vezes, de modo abrupto. Indo de algo melodioso para uma pegada esquizofrênica, por exemplo.

A música “Ed Gein Beats Philippe Stark”, por exemplo, sintetiza muito bem o que é o Electric Goat e o caminho que está trilhando. Nela encontram-se todos esses elementos que falamos: as mudanças abruptas, os tempos compostos, os climas distintos, o uso do metalofone… enfim, há elementos de Stoner, Prog, Post Rock”, comenta Zeh Antunes, que hoje vive em Portugal.

A maioria das músicas tem oito minutos, algumas são instrumentais e, mesmo as com vocais, o instrumental prevalece.

Electric Goat Combo – Surgido em 2009 no Rio de Janeiro, o Electric Goat Combo faz o que autodenomina Post-Stoner (mistura de Stoner Rock, Post-Rock e Jazz). Em suas composições, mantem sempre uma deriva psicodélica capaz de seguir em direção a outras paisagens, seja incorporando outros instrumentos, seja na prática do improviso ou mesmo acrescentando outros músicos à sua formação.

 

Bruma: banda soteropolitana de Hard, Folk, Rock lança single inédito

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A banda Bruma é oriunda da capital baiana, trazendo no seu som as combinações de timbres do Hard Rock, com influências do Blues e bases melódicas do Folk, que fazem uma parede de som repleta de acordes abertos somados a um vocal visceral.

A veia artística do grupo se baseia nas composições de personalidade lírica muito forte. As indagações mundanas que cercam a humanidade, os anseios e receios da vida, os romances e nuances que compõem a nossa história: tudo é visto como música aos olhos da banda e traduzido na verdade crua do Rock.

No final de 2018 lançou seu primeiro EP “Um Pouco Tarde Para Chegar Cedo”, disponível em todas as plataformas de música. Em 2019 a banda participou do Festival Palco do Rock (Salvador), e é nesse embalo que prepara um segundo semestre repleto de parcerias em Salvador e no interior.

Visualização da imagem

Ouça o disco:

 

A Bruma idealizadora e realizadora do “Festival Rock n’ Booze”, projeto que tem como objetivo movimentar a cena baiana e integrar bandas de diferentes cidades. Em 2019 o evento teve sua terceira edição, na cidade de Feira de Santana e a quarta edição em Salvador, no mês de setembro.

Bruma é formado por:
Kiko Albuquerque – Vocal/Baixo
Ciro Sarno – Guitarra/Vocal de Apoio
Enrique Araújo – Guitarra/Vocal de Apoio
Bispo Filho – Bateria
 
Assessoria de imprensa: rockfreeday@gmail.com
 
Mais informações:

Basttardos: lançado o novo álbum “Nós Somos O Bando”

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O Basttardos lançou, no dia 18 de Outubro de 2019, seu mais recente álbum intitulado “Nós Somos O Bando”. Produzido por Alex Campos – também autor de todas as canções -, o disco foi gravado, mixado e masterizado no estúdio “Fil Buc Productions”, Rio de Janeiro. Quem assina a capa é Aurélio Lara.

O trabalho ainda conta com as Participações Especiais de Breno & Theo Campos, filhos de Alex Campos; além do guitarrista Luciano Granja, conhecido músico no cenário nacional por integrar diversos grupos de sucesso, entre eles, os Engenheiros do Hawaii.

Em Setembro deste ano, foi divulgado como prévia o lyric video do single “Livrai-nos do Mal”, que pode ser visto através deste link:

Sucessor do disco “O Último Expresso”, de 2015, “Nós Somos O Bando” é o terceiro registro de estúdio do “Basttardos”, e faz parte de uma trilogia, iniciada em 2013 pelo debut “Dois Contra O Mundo”. O álbum já está disponível em CD Físico e nas plataformas digitais.

Tracklist:
01 – Nós Somos O Bando
02 – Livrai-nos do Mal Part. Breno & Theo Campos
03 – O Coveiro
04 – Ela é Junkie
05 – Fuck Off!
06 – Silêncio Após A Morte Part. Luciano Granja
07 – Homem do Campo

 

Ouça Nós Somos o Bando via Spotify: 

 

Mais informações:
+55 21 99202-1922 (Whatsapp)