Cigana: grupo se entrega à psicodelia no clipe “Existem Coisas Que Não Dá Pra Explicar”

Cigana-ECQNDPE 3

Faixa integra o álbum “Todos Os Nós”, lançado em 2019 pela Sagitta Records

Uma gama de sensações guia a sonoridade plural de “Todos Os Nós”, álbum de estreia que a banda paulista Cigana lançou em 2019 pela Sagitta Records. A faixa “Existem Coisas Que Não Dá Pra Explicar” é uma das mais intensas do trabalho, calcada em uma psicodelia ao mesmo tempo vibrante e melancólica, e acaba de ganhar um clipe que traduz esses diferentes espectros. Sob direção de Rafael Souza (Lavanderia Estúdio), o vídeo já está disponível no canal de YouTube da banda.lançamento

Assista a “Existem Coisas Que Não Dá Pra Explicar”:

Cigana mergulha no desconhecido neste clipe. O roteiro mescla momentos de introspecção, de cenários bucólicos acompanhando o quinteto, passando por fases da composição protagonizados pela vocalista e multi instrumentista Victoria Groppo, até desembocar na força de uma apresentação ao vivo, onde a canção ganha forma na coletividade. Tudo isso é guiado por uma música quase totalmente instrumental, com os vocais surgindo apenas no minuto final.

“Essa faixa ganhou um clipe por demonstrar um sentimento muito importante pra gente,  que é o êxtase. Aquela sensação que preenche o corpo, faz sentir a vida, de uma intensidade gradual, até se tornar gigantesca. E o pouco da letra que tem nela é uma reflexão, sob o efeito desse êxtase intenso e de como existem sentimentos inexplicáveis. Em resumo, acredito que essa música, pra todos nós da banda, carrega paz”, reflete Caique Redondano, autor da letra.

“Existem Coisas Que Não Dá Pra Explicar” aparece no álbum “Todos Os Nós” após o também single “Maldita, pt. 2”. Se a faixa anterior percorre um caminho de pedras, aqui se chega ao vazio. Da turbulência ao silêncio, a música entrega um olhar interior alheio ao que acontece do lado de fora, buscando calar o que aflige.

Ouça o álbum“Todos Os Nós”:

http://smarturl.it/CiganaTodosOsNos

“Essa música vem pra mostrar o lado introspectivo do álbum, um lado reflexivo e o êxtase quando se consegue expressar um sentimento em forma de arte. Ela foi durante muito tempo apenas instrumental, até que o Caique chegou com uma letra que, apesar de curta, falava o que precisava ser dito, como uma conclusão de toda a introspecção que antecede”, finaliza Victoria. Completam a formação da Cigana Matheus Pinheiro, Pedro Baptistella e Felipe Santos. O quinteto assina coletivamente a autoria de “Existem Coisas Que Não Dá Pra Explicar”.

Formada em 2014 em Limeira (SP), a banda tem em sua discografia os EPs “Sinestesia” (2014) e “A Torre” (2015). Eles lançaram também o single “Natureza”, pela Laboratório Fantasma dentro do projeto “Original’s Studio”, e trabalharam no álbum “Todos Os Nós” ao longo de três anos ao lado do produtor Cosmo Curiz. As canções vão do indie ao jazz passando pelo post-rock e pela MPB como uma viagem interna profunda e de autoconhecimento. O disco já está disponível nas principais plataformas de música pela Sagitta Records.

Ficha técnica:
Dirigido por: Rafael Souza do Lavanderia Estúdio
Compositores:
Victoria Groppo, Matheus Pinheiro, Caique Redondano, Pedro Baptistella e Felipe Santos
Intérprete: Cigana
Produzido por: Cosmo Curiz
Mixado por: Hugo Silva
Masterizado por: Rodrigo Deltoro
Gravado entre 2016 e 2019 em Limeira/SP nos estúdios DSTN Garage, CatPee Records e no home studio da banda
 
Letra:
Quando a paúra bate
Não é fácil de esconder
Existem coisas que não dá pra explicar
Olhar a volta para fora
Logo agora que eu fui perceber
Que eu me alterei
Esqueci de avisar
Que eu não durmo em casa hoje
Vou entre as ruas me achar
Só não me lembro se senti saudade alguma vez
Prefiro não pensar
 
Links relacionados:

Roadie Metal: convoca bandas do país para criação de coletâneas digitais de cada estado do país nas principais plataformas de Streaming

roadie metal - arte coletâneas

A Roadie Metal é uma das maiores referências em divulgação do Rock/Metal nacional, isso é algo que muitos já sabem e após lançar 11 coletâneas físicas e 02 DVDs físicos envolvendo mais de 300 bandas e com distribuição em vários países e divulgado em sites, rádios, revistas e público, informa que agora suas coletâneas serão criadas em um novo formado e com foco regional.

Atualmente a Roadie Metal, em parceria e contratada pela distribuidora CD Baby, vem disponibilizando inúmeros álbuns de grandes bandas em mais de 50 plataformas digitais em todo o mundo. Os serviços oferecidos dessa parceria incluem os materiais sendo liberados no Spotify, Deezer, ITunes, Google Play, Tidal, Music.Amazon, Amazon, Shazaam, Napster e várias outras.

Pensando nisso, elaboramos uma ideia que visa selecionar bandas de cada estado e disponibilizar coletâneas em todas essas plataformas em formatos regionais, ou seja, uma coletânea com bandas de São Paulo, outra com bandas do Rio de Janeiro, Paraná, Goiás, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Ceará, Bahia e por ai vai. Quem sabe não consigamos fazer 27 coletâneas com a representatividade de 27 estados?

Esse material terá a divulgação e distribuição feitas pela Roadie Metal, onde vincularemos seu conteúdo diretamente ao seu trabalho já disponibilizado nas plataformas de Streaming e direcionando o fã ao seu canal, visando sempre, engrandecer sua marca e seu trabalho. E caso você ainda não possua material nas plataformas, teremos a honra de disponibilizar ele para você!!

Informamos que para o Estado de Goiás, já fechamos e selecionamos 15 bandas que darão o Start nessa nova linha de produção da Roadie Metal, A Voz do Rock e selo digital.

Para mandar seu material, solicitamos que siga os simples processos listados abaixo.

01 – Enviar a música que gostaria que fosse inclusa na coletânea
02 – Enviar link da página oficial da banda
03 – Informar no assunto do e-mail “ Coletânea Digital – “Nome do seu estado) EX: Coletânea Digital – São Paulo
04 – Enviar número de Whatzap
05 – Release e foto da banda
Enviar seu material para: gleison@roadie-metal.com
 
Conheça nossos canais:
Roadie Metal Assessoria: http://roadie-metal.com/press

Beeguas: banda alia Rock Psicodélico à cultura caipira

Beeguas foto 1

Quarteto de Piracicaba (SP) divulga o EP Se Comunicando, o segundo da carreira

De Piracicaba, interior de São Paulo, a lisergia psicodélica encontra a força da tradição caipira na música do Beeguas, que lançou recentemente de forma independente o segundo EP da carreira, “Se Comunicando”, com letras em português e que abordam o cotidiano com uma pitada de ousadia e alucinação. Ouça aqui: https://ONErpm.lnk.to/Beeguas.

Em questão de 12 minutos de “Se Comunicando”, o Beeguas apresenta cinco músicas com riffs certeiros e repleto de efeitos, encorpados por batidas fortes e um vocal envolvente, com uma rouquidão peculiar. A aura do rock sessentista e setentista está também bem marcante neste álbum. Nirvana, Mutantes e David Bowie são algumas referências.

Quem faz o Beeguas é Daniel Lemos (vocal), Victor Miguel (baixo), Maurício Fray (guitarra) e Lucas Campos (bateria), que experimentam música como banda desde 2016 e ano passado lançaram o EP “Corvos Marinhos”com músicas mais viscerais, pesadas do que “Se Comunicando”.

Beeguas cover

O que se propõe, afirma o baixista Victor, é a junção de diversos estilos e sensações. “O Beeguas é a fuga da realidade, um universo paralelo ideal, o encontro de amigos no fim da tarde para um café quentinho. Também é conforto, o bolinho de chuva, uma realização pessoal, e o Do it Yourself faça você mesmo”.

A ideologia do Faça Você Mesmo pauta, mesmo, este início de carreira do Beeguas. Os integrantes são responsáveis pelas artes, letras, composições, mixagens e toda produção dos EPs. O batismo do nome também é uma clara manifestação do DIY. Beeguas deriva dos pássaros Biguás, que habitam as margens do famoso e poético rio Piracicaba, que corta a cidade e diz muito sobre o ser piracicabano.  “A pamonha, o rio e as capivaras sempre fizeram parte da imagem da cidade, nós queríamos relembrar os biguás”, conta Victor.

Mais informações:
55 (19) 99616-2999 (cel e whatsapp)

 

Leeds: anuncia retorno aos palcos e confirma show em maio

Leeds Foto por Renan Facciolo.jpg

Power trio Rock n’ Roll de Santo André atualiza selvageria e feeling do The Who

As referências ao The Who vão além do nome – Leeds, inspirado no álbum do lendário grupo chamado ‘Live at Leeds’ – e na pegada Rock n’ Roll clássica, cercada por diversas vezes de uma aura vintage. Assim como os heróis britânicos, Renan Paiva (guitarra e voz), Willian Paiva (bateria e backing vocal) e Leandro Sant’ana (baixo, teclado e sintetizador) persistem na música e, após um ano longe dos palcos para cuidar de projetos paralelos e pessoais, mas sempre em comunicação e reuniões para compor músicas novas e debater ideias para a banda, reagrupam neste mês de abril, já com compromissos para maio. Data, local e horário do show especial no próximo mês serão anunciados em breve.

Formada em Santo André no ano de 2012, a Leeds lançou dois álbuns (homônimo e Geração Roubadacantados em português) e tem aparições nos principais eventos de Rock de São Paulo no currículo, entre elas a apresentação no projeto “Estúdio Sete Cidades – SESC Santo André”.

As lembranças dos dias juntos em estúdio, compondo e gravando, mais os compromissos em palcos, foram a faísca para mais uma rodada de Rock n’ Roll, confirma Willian. “Estamos preparando um novo show para esse retorno, estamos preparando algo que nos motive a subir em cima do palco”, conta o baterista – hoje também nas baquetas do Hammerhead Blues e do War Industries Inc. – sobre o evento já agendado para o início de maio que vai oficializar o retorno da Leeds. Mais informações em breve.

O último álbum da banda e que deve ser o ponto de partidas para as novas músicas que o trio em breve apresentará, “Geração Roubada”, mostra uma Leeds entrosada em 11 faixas de Rock direto e reto, ousado, mas com elementos aqui e ali do Blues, um riff ou outro mais pesado, e uma sensação de que tudo é uma grande jam session extremamente bem articulada.

No ano em que a Leeds ficou na retaguarda da cena autoral nacional, analisa Willian, algumas coisas mudaram, mas tudo numa cadeia natural de acontecimentos e que são absorvidas de maneira positiva pela banda. “É difícil se manter no cenário underground, é difícil sobreviver. No entanto estamos aqui, um tanto positivos e prontos para nos misturar com a galera que tem feito boas músicas por aí”.

Mais informações:
55 (19) 99616-2999 (cel e whatsapp)

 

 

The Gard: novo arranjo para “Immigrant Song”, do Led Zeppelin, é o primeiro single do álbum de estreia

The Gard_Low

Intitulado “Madhouse”, o álbum será lançado no dia 26 de Abril e vai reunir oito faixas. Assista teaser do videoclipe de “Immigrant Song”

Formada em 2010 por Allan Oliveira (guitarra), Beck Norder (vocal) e Lucas Mandelo (bateria), a The Gard desde o princípio teve como objetivo a música autoral, embora tenham ganhado bastante relevância na região metropolitana de Campinas, de onde é originária, com seu show “Tributo ao Led Zeppelin”. Em meio ao setlist das músicas do Led, a The Gard sempre apresentou suas composições próprias. Com o tempo o interesse do público pelas canções autorais foi crescendo e o espaço para elas, no setlist, aumentando.

“Madhouse”, disco de estreia da The Gard, foi então uma consequência natural. Em oito faixas, o power trio paulista transcende suas referências musicais ao oferecer ao público uma experiência musical onde o rock clássico e o contemporâneo convergem, como numa coalização sonora que disponibiliza-se para o futuro, para o desconhecido.

Produzido pelos próprios músicos em parceria com André Diniz do Estúdio 260 de Indaiatuba/SP, “Madhouse” reúne as faixas “Play Of Gods”, “Music Box”, “The Gard Song”, “Back To Rock”, “Kaiser Of The Sea”, “Madhouse” e “Panem at Circenses”. E como não poderia deixar de ser, além das sete composições autorais, “Madhouse” também vai trazer um novo arranjo para “Immigrant Song” do Led Zeppelin, a banda que, para o The Gard, sempre representou a terra de neve e gelo de onde eles vêm com seu barco rumo às novas terras desconhecidas.

“Immigrant Song” foi inclusive escolhida para ser o primeiro single de “Madhouse” e será lançada em videoclipe no próximo dia 12 de Abril. Um teaser já está disponível: https://youtu.be/e7HliIPTI6o

The Gard_Madhouse_Capa

“A releitura de Immigrant Song pela The Gard vem com uma cara moderna, atual”, explica o vocalista Beck Norder. “O novo arranjo tem peso e não cai nos clichês do metal. Valorizamos alguns elementos da música original, e das versões ao vivo tocadas pelo Led, e colocamos a identidade da The Gard na música: a batida é outra, acrescentamos um violão tocado ao estilo fingerstyle, gravamos um baixo com whammy e distorção, deixamos a harmonia mais densa e étnica/tribal e o próprio riff sofreu alterações”.

Ainda de acordo com Norder, mesmo sendo uma releitura, “Immigrant Song” se adapta perfeitamente ao conceito e estética sonora de “Madhouse”.

“Acredito que esse arranjo é uma boa síntese da proposta sonora da banda, onde o clássico e o contemporâneo convergem. Escolhemos gravar a Immigrant Song porque nos identificamos muito com ela, com o clima, o tema. Sempre prazeroso tocar ela nos shows, e os fãs adoram! Achamos que tínhamos uma maneira diferente de tocá-la, e resolvemos gravá-la.”

 “Madhouse” vai ser lançado nas plataformas digitais e também em formato físico em Cd no dia 26 de Abril.

Mais Informações:

The Gard: experiência musical onde o Rock Clássico e o contemporâneo convergem

The Gard_Low

“Madhouse”, álbum de estreia do power trio paulista, será lançado em Abril e vai reunir oito faixas

Formada em 2010 por Allan Oliveira (guitarra), Beck Norder (vocal) e Lucas Mandelo (bateria), a The Gard desde o princípio teve como objetivo a música autoral, embora tenham ganhado bastante relevância na região metropolitana de Campinas, de onde é originária, com seu show “Tributo ao Led Zeppelin”. Em meio ao setlist das músicas do Led, a The Gard sempre apresentou suas composições próprias. Com o tempo o interesse do público pelas canções autorais foi crescendo e o espaço para elas, no setlist, aumentando.

“Madhouse”, disco de estreia da The Gard, foi então uma consequência natural. Em oito faixas, o power trio paulista transcende suas referências musicais ao oferecer ao público uma experiência musical onde o rock clássico e o contemporâneo convergem, como numa coalização sonora que disponibiliza-se para o futuro, para o desconhecido.

Produzido pelos próprios músicos em parceria com André Diniz do Estúdio 260 de Indaiatuba/SP, “Madhouse” reúne as faixas “Play Of Gods”, “Music Box”, “The Gard Song”, “Back To Rock”, “Kaiser Of The Sea”, “Madhouse” e “Panem at Circenses”. E como não poderia deixar de ser, além das sete composições autorais, “Madhouse” também vai trazer um novo arranjo para “Immigrant Song” do Led Zeppelin, a banda que, para o The Gard, sempre representou a terra de neve e gelo de onde eles vêm com seu barco rumo às novas terras desconhecidas.

The Gard_Madhouse_Capa

“O álbum Madhouse é mais que uma compilação de nossas primeiras composições”, declara o vocalista Beck Norder. “São músicas que começaram a serem compostas em 2006 e gravadas a partir de 2011. Foram anos amadurecendo e trabalhando na produção dessas composições até que atingissem um ponto satisfatório para a banda. Madhouse trata da loucura, da insanidade da nossa sociedade atual, traz também um aspecto de fantasia com lendas e mitos nórdicos. Musicalmente nos deixamos experimentar toda uma versatilidade de vertentes do rock, do hard e blues rock (Play of Gods, Panem et Circenses e Back to rock), flertando com classic e folk metal (Madhouse, Kaiser of the sea e The Gard Song), a um rock mais moderno (Music Box). Exploramos alguns instrumentos pouco usuais no rock, e que enriqueceram os arranjos como o bandolim (The Gard Song) e o glockenspiel (Music Box).”

“Madhouse” vai ser lançado nas plataformas digitais e também em formato físico em Cd no dia 26 de Abril. Antes, no dia 12, o The Gard lança o videoclipe do primeiro single do álbum. A música escolhida eles preferem manter em segredo por enquanto.

Outras novidades sobre o grupo e o álbum de estreia serão divulgados em breve.

Links relacionados:

McGee & the Lost Hope: abre financiamento coletivo para turnê nos EUA

McGee & the Lost Hope (crédito - Lorena Santiago)-2

Recompensas incluem de camiseta e CD até jantar com show acústico

Após a ótima repercussão do single “Magick Beings”, lançado pela Abraxas Records nas plataformas digitais, a McGee & the Lost Hope acaba de ser convidada para lançar o novo EP numa turnê pela Costa Oeste dos Estados Unidos. O giro passará por 13 cidades, como Portland, São Francisco, Las Vegas, Los Angeles, Denver e Seattle.

No entanto, para conseguir os recursos necessários à viagem, a banda da vocalista Mauren McGee e do guitarrista Bernd Barbosa criaram um   financiamento coletivo via Embolacha, com o objetivo de arrecadar R$ 20 mil em 50 dias. Acesse em http://www.embolacha.com.br/mcgee-the-lost-hope-west-coast-magic-tour.

O crowdfunding oferece diferentes opções de colaboração, com valores que variam de R$ 10 a R$ 600. As recompensas também dependem do aporte financeiro e vão desde postais autografados, camisetas, bonés, CD até jantar especial com show acústico na sua casa e artes – plásticas e visuais – produzidas pela própria Mauren.

“Precisaremos do apoio de todos que nos acompanham nessa jornada. Temos uma meta bastante ousada para cobrir os nossos gastos numa turnê internacional – e temos recompensas excelentes para quem estiver disposto a embarcar nessa jornada conosco!”, avisa a McGee & the Lost Hope.

A responsável pela turnê da McGee & the Lost Hope nos EUA é a produtora norte-americana  Distinction Music Management, de Seattle.

mcgee tour

Links relacionados: