“Pegando Fogo Online Festival”: pretende reunir o que há de mais relevante na cena musical contemporânea do Triângulo Mineiro

Iniciativa do Vitrola Ambiente Cultural, o festival terá transmissão live-streaming pelo Youtube durante três domingos

Fundado em 2011 na cidade de Araguari/MG, o Vitrola Ambiente Cultural é uma das principais casas noturnas do Triângulo Mineiro. O espaço surgiu da necessidade de fomentar a música e outras linguagens artísticas na cidade. Até aqui, mais de 200 atrações da região, do Brasil e até mesmo internacionais já pisaram no palco do Vitrola, inclusive artistas de grande popularidade como Sérgio Britto (Titãs), Badaui (CPM22), Tico Santa Cruz (Detonautas) e Marcão (Charlie Brown Jr.).

Fechado desde Março de 2020 devido a pandemia de covid-19, o Vitrola Ambiente Cultural teve que se reinventar durante esse período. Uma das formas foi a realização e transmissão de “Lives” exclusivas. Porém, nenhum projeto anterior foi tão promissor como o “Pegando Fogo Online Festival”.

O “Pegando Fogo” é um festival periódico realizado pelo Vitrola e que tem por objetivo divulgar e potencializar a criação musical autoral da região e de todo país. Na impossibilidade da realização presencial do “Pegando Fogo” – que é o único espaço de música autoral em Araguari – o festival ganha então agora sua versão online.

O “Pegando Fogo Online Festival” será realizado em três domingos diferentes e vai reunir três atrações por dia de festival, todos artistas do Triângulo Mineiro.

As datas e atrações são:
23 de Maio – André Salomão, Berilo e Douglas Alessi
30 de Maio – Luiz Salgado, O Eremita e Uganga
06 de Junho – Trem das Gerais, Canábicos e Black Pantera
As transmissões acontecerão sempre a partir das 18h exclusivamente pelo canal do Vitrola no Youtube: http://youtube.com/vitrolaambientecultural

“A ideia do Pegando Fogo sempre foi juntar diferentes estilos, ao invés de fazer eventos para gêneros específicos. E a programação do Online Festival mostra bem isso. Tem um pouco de tudo: música regional, MPB, Blues, Pop Rock, Rock pesado, Hip Hop e Reggae, todos juntos no palco do Vitrola para celebrar a música autoral do Triângulo Mineiro e levar conteúdo de qualidade para o público da casa e de todo país”, declarou Marco Paulo Henriques, sócio proprietário do Vitrola Ambiente Cultural e um dos organizadores do “Pegando Fogo Online Festival”.

Conheça um pouco de cada atração do “Pegando Fogo Online Festival”:


André Salomão
Cantor, compositor e arte-educador. André Salomão é idealizador do curso “Destrave seu Canto” e já lançou dois álbuns autorais, “Planos e Muros” e “Desaguar”, que reúnem toda a pluralidade de referências do músico dentro da MPB.
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Berilo
Formada por Isa Pimenta, Cláudio Rocha e Paulo Machado, a Berilo se classifica como uma banda de New Rock de Minas Gerais que fala das emoções e do psique humano. O trio lançou no ano passado seu mais recente trabalho, o EP “Inner Space”, que inclui cinco faixas, entre elas “Silence”, que conta com a participação de Rappin’ Hood, e “Satellite” cujo videoclipe tem feito bastante sucesso no Youtube.
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Douglas Alessi

Douglas Alessi é cantor, compositor, violonista e ficou conhecido em todo país após sua participação no The Voice Brasil da Rede Globo.
Inspirado por artistas como Bryan Adams, Bob Dylan, Neil Young, Johnny Cash e Freddie Mercury, Douglas conta com vários singles e cinco álbuns lançados nas plataformas digitais, dois autointitulados, além de “Despedida”, “Deixa Acontecer” e “Vem Cá”.
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Luiz Salgado
Natural de Patos de Minas e hoje residindo em Araguari, Luiz Salgado é, como ele mesmo descreve, artista, cantadô, violeiro, violonista, compositor e artista educador. Convivendo diretamente com o Cerrado Mineiro, Luiz Salgado levanta bandeiras ecológicas por meio de um trabalho musical moderno, porém influenciado, principalmente, pelas festas populares como Folias de Reis e Congado. O músico possui quatro álbuns já lançados, “Dois Mares” (2013), “Caçador de Lua” (2014), “Sina de Cantadô” (2015) e “Quanto mais meus óio chora, mais o mar quebra na praia” (2016).
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O Eremita
Beat’s Rimas & Derivados! Poesia, Música & Resistência! Vouglas “O Eremita” se define como “viciado em musicalidades alternativas”. Atua como Mc/Toaster e Dj, sempre transitando pelo submundo sonoro. O Eremita agrega em seus sons os valores da cultura hip hop original, a musicalidade do reggae e a busca pelo conhecimento. O músico possui três trabalhos lançados, os EPs “Caminhando além das Montanhas de concreto” e “Palavras em Movimento”, ambos lançados como artista solo, e o EP “Beats Rimas e Derivados Vol.1” lançado com o coletivo 3Dfato.
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Uganga
O Uganga é um dos grupos mais expressivos e relevantes do rock pesado brasileiro. Acumula mais de 25 anos de carreira, lançou cinco álbuns de estúdio, um disco ao vivo gravado na Alemanha e um DVD. Já realizou shows por quase todas as regiões do Brasil, participou dos mais importantes festivais e fez duas turnês europeias que juntas somam 28 shows em 13 países. Seu mais recente trabalho, “Servus”, lançado em março de 2019, é, sem dúvidas, o mais bem-sucedido do grupo mineiro até aqui. Além de ter sido financiado por dois relevantes prêmios, entre eles um internacional (Wacken Foundation da Alemanha), “Servus” foi indicado entre os “Melhores Álbuns de 2019” por mais de 20 veículos especializados!
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Trem das Gerais
Formada por uma família de músicos de Araguari, o grupo Trem da Gerais há 24 anos vem celebrando a música regional mineira por todo Brasil. Seu público considera-os como “um grupo defensor da cultura popular e do Cerrado Mineiro”, uma vez que suas canções exaltam temas como a cultura, preservação do Cerrado e as lutas cotidianas de seu povo. Na carreira possuem passagens por grandes festivais e dois álbuns lançados: “Cantos Gerais” e “Embornal de Cantoria”.
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Canábicos
Entre as bandas do triângulo mineiro, o Canábicos é certamente uma das mais produtivas e criativas. O grupo foi formado em 2013 pelo guitarrista Murcego González e pelo vocalista Clandestino, e até aqui já lançou cinco discos: “La Bomba” (2013), “Reféns da Pátria” (2014), “Alienígenas” (2015), “Intenso” (2017) e “Canábicos V” (2020). Hard/Classic Rock dos bons com referências que vão de Beatles à Black Sabbath, ou de Rolling Stones à Led Zeppelin, cantados no bom e velho português.
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https://www.instagram.com/canabicos/

Black Pantera
Com nome inspirado no revolucionário Partido dos Panteras Negras norte-americano, o Black Pantera é uma banda brasileira de crossover formada em Uberaba/MG no ano de 2014. Composta desde o início por Charles Gama (guitarra/vocal), Chaene da Gama (baixo) e Rodrigo “Pancho” Augusto (bateria), todos negros, em suas letras a banda aborda temas como política, racismo e discriminação. Influenciados por Bad Brains, Rage Against the Machine, Tupac, Motörhead, James Brown, entre outros, já se apresentaram em festivais como o Afropunk e o Download Festival, além de terem aberto shows e tocado com bandas como System of a Down, Slayer, O Rappa e Sepultura. Possuem dois álbuns lançados: “Project Black Pantera” (2015) e “Agressão” (2019).
https://www.facebook.com/BlackPanteraoficial
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O “Pegando Fogo Online Festival” é realizado com recursos da Lei Federal N 14.017/2020 – Lei Aldir Blanc, Edital n.16/2020 da Secretaria de Cultura e Turismo de Minas Gerais – SECULT.

Mais Informações:
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Dream Wild: veterana banda paulista de Heavy Metal tradicional anuncia o lançamento do álbum “Omen To Battle”

O disco reunirá nove faixas e será o primeiro full lenght oficial do grupo depois de algumas demos e EPs

O Dream Wild é, definitivamente, uma banda cult. Formada em 1995 na cidade de Votorantim, região metropolitana de Sorocaba, o grupo sempre foi muito querido pelos headbangers, tanto da velha como da nova escola. Os shows da banda sempre foram caracterizados pela quantidade e diversidade do público. Fãs de todos os estilos do metal sempre se uniam em frente ao palco para levantar seus punhos cerrados e curtir o Heavy Metal tradicional do Dream Wild. E foram tantos shows nesses 25 anos! Savatage, Angra, Salário Mínimo, Dark Avenger, Wizards, Circa (com membros do Yes), André Matos, Torture Squad, Hellish War, Portrait, foram algumas entre tantas outras bandas que o Dream Wild já dividiu o palco.

E por sempre priorizar os palcos, o Dream Wild frequentou pouco os estúdios, embora sem prejuízo ao processo criativo, que sempre se manteve ativo. Os setlists dos shows do Dream Wild raramente incluíam covers e a banda até coleciona músicas que são consideradas clássicas: “Metal Warriors”, “Breaking Heads”, “Time Of Confusion”, são algumas delas. Então eis que, depois de 25 anos e do lançamentos de algumas demos, EPs e singles, o Dream Wild anuncia aquele que será considerado seu primeiro álbum, “Omen To Battle”.

“Omen To Battle” está sendo gravado no Estúdio 8 em Tatuí/SP com o produtor Iago Pedroso e vai reunir nove faixas: “Omen To Battle”, “Battlefield”, “Pass Over On Opressor”, “Revelations”, “Headbangers”, “Reality Overdose”, “Heroes Of Life”, “Walls Of Eternity” e “Receptors”.

Segundo o vocalista Marcio Rodrigues, as gravações de “Omen To Battle” tiveram início quando a situação da pandemia estava mais controlada, mas agora com a segunda onda houve a necessidade de paralização.
“Esperamos retomar as gravações assim que possível, pois a ideia é lançar o álbum ainda em 2021”, esclarece o músico que acrescenta: “Omen To Battle, através do conceito do título e de cada faixa do álbum, vai falar sobre batalhas, sejam elas entre si, objetivas, subjetivas, ou as batalhas do dia a dia, como a que enfrentamos nesse momento”.

Além de Marcio Rodrigues, o Dream Wild é formado pelos membros originais da banda, os guitarrista Ilde Carvalho e Marcos Santos, e também o baterista Daniel Mestre e o novo integrante, o baixista Rafael “Thunder”.

Mais Informações:  
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https://bit.ly/3fAXajB (EP “Metal Warrios” no Youtube)

Warshipper: “Barren…”, eleito entre “Melhores do Ano” pelos mais relevantes jornalistas e veículos especializados

Lançado em Agosto pela Heavy Metal Rock em meio a pandemia, “Barren…” é o terceiro disco de estúdio do grupo

No ano em que completa 10 anos de estrada, em meio a uma pandemia mundial e uma situação sanitária e política caótica no Brasil, o Warshipper vive seu melhor momento. Para uma banda que lê arte pela perspectiva da expressão da subjetividade em sua relação com o mundo, ganhar notoriedade em uma época de crise é um resultado espontâneo. Estranho seria, para um artista, não ter nada o que dizer num momento como esse.

“Barren…”, terceiro e novo álbum do Warshipper, é uma obra da arte grotesca com traços de genialidade. São aqueles raros momentos onde um artista parece planar sob um tempo futuro, dando início a novas vanguardas.

“Barren…”, que foi concebido e gravado antes do início da pandemia, simboliza de forma altissonante o momento caótico em que vivemos, especialmente no Brasil.
“O disco retrata, através de leituras distintas, a perspectiva estéril dos sujeitos diante de predefinições de padrão de normalidade que são impostas pelas sociedades em suas mais diversas facetas. Ao nos propormos à desconstrução de tais padrões, em diversos níveis, nos depararmos com essa dolorosa realidade: uma visão inóspita quanto à felicidade e sensação de valor. A vida é cruel, traumática, e quanto mais compreensão disso temos, mais negativa é a perspectiva. Estéril, de fato”. Diz o vocalista e guitarrista Renan Roveran sobre o tema central do álbum, que é conceitual.

Musicalmente, “Barren…” se conecta à discografia do Warshipper pela intenção, espontânea, de evitar formulas e soar diversificado. Renan explica.
“Considero Barren… bastante diferente do Black Sun, assim como o Black Sun é bem diferente de Worshippers of Doom. Todos possuem elementos comuns em nossas composições, mas em cada disco trazemos uma grande diversidade musical. Acho que isso define o que é o Warshipper: não temos fórmulas ou regras! De qualquer forma, Barren… é um disco mais complexo. E mais completo. Quando terminamos de gravar o Black Sun, nos perguntamos: E agora? Como faremos algo tão inspirado e intenso como fizemos neste álbum? A resposta fica bem clara para nós agora”.

Ao passar pelo crivo da crítica especializada, “Barren…” foi unânime em recepção positiva. Na votação segundo os redatores da Roadie Crew, a mais importante revista especializada do país, “Barren…” foi citado entre os “Melhores de 2020” por cinco colaboradores da publicação: Daniel Dutra, Thiago Prata, Maicon Leite, Heverton Souza e João Messias Jr. Já na votação segundo os leitores da revista, o Warshipper aparece em três categorias: “Melhor Vocalista Nacional”, “Melhor Baterista Nacional” e “Melhor Baixista Nacional”.

“Barren…”, do Warshipper, também ocupou duas vezes o primeiro lugar entre os “Melhores do Ano”. Primeiro na lista “Top 10 Álbuns de 2020” segundo Marcos Garcia dos sites Metal Temple e Metal Mind Reflections; e depois na lista “Melhores Discos de Heavy Metal de 2020” elaborada por Mi Du do programa Crazy PinUp da Dark Radio. “Barren…” ainda aparece em segundo lugar no “Top 10 Álbuns do Metal Brazuca de 2020” de Cristiano Ruiz dos sites Metal BR e Mundo Metal e terceiro lugar na lista “Melhores Discos de 2020” segundo o jornalista Marcelo Moreira do blog Combate Rock do UOL.  “Barren…” também aparece em outras listas diversas de “Melhores do Ano” em sites como Rock Breja, Resenhando, Rebel Rock, Rock On Board, Rock Master, Arrepio Produções, Goblin TV, entre outros.

Cinco vídeos de faixas de “Barren…” foram produzidos e lançados pelo Warshipper:

“Barren Black”, com imagens da bem-sucedida turnê europeia que o grupo realizou em 2019:  https://youtu.be/oBcbcG0DhHc
“Respect!”, faixa que faz o recorte de gênero dentro do conceito de “Barren…” e conta com a participação especial de Fernanda Lira (Crypta, ex-Nervosa): https://youtu.be/Isw9mrM1Dns
“Embryo”, lançada no formato “collab” para o “Roadie Crew – Online Festival”: https://youtu.be/qKr7bJ0jDTc
“Axiom”, lançada como Lyric Video: https://youtu.be/_TOopkJXVdE
“Anagrams Of Sorrow”, o mais recente, também no formato Lyric Video: https://youtu.be/FxZkaO-ayJM

“Barren…” também está disponível em todas as plataformas de música:
Spotify: https://spoti.fi/2YPYPse   
Deezer: https://bit.ly/2De7Wv9   
iTunes: https://apple.co/2EAejtH   
Google Play: https://bit.ly/31H2D0P   
Amazon: https://amzn.to/3bp7iYF   
Youtube: https://bit.ly/2ETHR4V

A edição física de “Barren…” em CD, assim como camisetas e todo merchandise oficial do Warshipper, está disponível com exclusividade na loja da Heavy Metal Rock: https://hmrock.com.br/produto/warshipper-barren-cd/

Mais Informações:  
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Cinema Show: grupo ícone do Rock Progressivo gaúcho, retorna com novo disco

“The Sentimental Film” ficou guardado por oito anos e agora ganhou nova masterização para lançamento digital

Bixo da Seda, Utopia, Voo Livre, Apocalypse, Grandbell, Poços e Nuvens, Index. A cena gaúcha é mesmo uma das mais relevantes do Rock Progressivo brasileiro. Quantitativa e qualitativamente. E dessa mesma cena vem a icônica banda porto-alegrense Cinema Show. Originalmente formada em 1994, o grupo ficou conhecido pelo seu álbum de estreia, o clássico “Dança dos Ventos” de 1995. Com o debute, o Cinema Show buscou inspiração em nomes como Genesis, King Crimson, Pink Floyd, PFM, Gentle Giant entre outros, para sugerir sua própria leitura do Rock Progressivo Clássico, com sotaque gaúcho, é claro.

Composta por Luciano Bolobang (bateria), Adelamir Neto (baixo), Bili Netti (guitarra), Gaspar Caon (teclados) e Gustavo Demarchi (vocal e flauta), a Cinema Show está de volta após um período em hiato. O retorno é marcado pelo lançamento de “The Sentimental Film”, disco que havia sido gravado em 2013, mas que só agora chega às plataformas digitais com nova masterização.

“The Sentimental Film foi gravado praticamente sob encomenda, já que, na época, havia negociações em andamento para o lançamento acontecer por uma grande gravadora”, lembra o vocalista Gustavo Demarchi. “Ao longo do processo, não apenas as negociações esfriaram, mas o próprio mercado da música migrou para a digitalização. Ainda assim, tentamos viabilizar o lançamento físico, mas devido a projetos diversos dos integrantes – todos são músicos reconhecidos na cena musical gaúcha -, a banda entraria em hiato a partir de 2014.”

Gustavo Demarchi acabou redescobrindo “The Sentimental Film” durante o período de pandemia. As restrições à projetos e atividades voltadas para o palco, permitiram que o músico se dedicasse ao processo de lançamento.
“Durante as gravações em 2013 eu já sentia que tínhamos algo especial nas mãos, mas ao ouvir o álbum com a distância do tempo, senti não apenas que as canções pareciam ainda melhores, mas que faria total sentido que o lançamento fosse pelas plataformas digitais.”

Diferentemente de “Dança dos Ventos”, “The Sentimental Film” é todo composto em inglês e conta a história de duas pessoas que refletem suas vidas pela perspectiva de uma sessão de cinema, um ambiente onde ficção e realidade se misturam e nada é o que parece ser. Quem assina a arte de capa do álbum – inspirada na tela “The Lovers” do pintor belga René Magritte – é o próprio vocalista Gustavo Demarchi.

“The Sentimental Film” foi gravado e mixado no LKR Estúdio em Porto Alegre e reúne 13 faixas: “Lover’s Theme”, “Windsong, Pt. I: Overture”, “Windsong, Pt. II: Questions”, “The Sentimental Film, Pt. I: Lights Off”, “Ticketman’s Dream”, “Erotic Matinees”, “Don’t Go”, “Softs 2”, “The Hospital Yard”, “Dance Of Reality”, “Lover’s Theme Reprise”, “The Sentimental Film, Pt. II: Lights On” e “The Sentimental Film, Pt. III: Gone With The Wind (And Closing Credits)”. O álbum conta com a participação especial do tecladista Primo Lord.

Ainda de acordo com Gustavo, a nova masterização, feita por Jesiel Rocha, trouxe novas possibilidades à sonoridade do álbum.
“O Jesiel é conhecido por trabalhos com bandas como Tarcísio Meira’s Band, projeto YLEM e 10KPNR, e com quem eu já trabalhei em uma série de outros projetos musicais. Ele tem se especializado em mixagem e masterização. Enviei pra ele as canções do álbum com algumas referências e fiquei impressionado com o trabalho que ele fez. Por ser baterista, ele buscou destacar a seção rítmica de bateria e baixo, e isso deu uma profundidade que a versão original não possuía.”

Para ouvir “The Sentimental Film” pelo streaming acesse:
Spotify: http://spoti.fi/2OmnhPJ
Deezer: http://bit.ly/2NW6rY6
Apple Music: http://apple.co/38dWgVs

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Suck This Punch: grupo divulga título, tracklist e capa de seu segundo e novo álbum de estúdio

“The Evil On All Of Us” está sendo financiado pelo Edital de Apoio à Produção Cultural de Araras e será lançado em Abril pela Voice Music

Formado por Tadeu Bon Scott (vocal), Phil Seven (guitarra), Matheus Bonon (baixo) e Giacomo Bianchi (bateria), o Suck This Punch surgiu na cidade de Limeira, interior de São Paulo, em 2015. O primeiro álbum, intitulado “Fire, Cold And Steel”, saiu no mesmo ano, reunindo 10 composições próprias de uma sonoridade bastante original: uma releitura do Classic Rock pela perspectiva do peso e agressividade do Thrash Metal contemporâneo.  

Depois de cinco anos de shows em várias regiões do Brasil, o Suck This Punch retornou aos estúdios para a gravação de dois novos single, “Alone” – lançado na primeira edição do “Roadie Crew – Online Festival” – e mais recentemente “Shout It Out”. Ambas estarão no tracklist do segundo e novo álbum de estúdio que a banda vem agora anunciar: “The Evil On All Of Us”.

“The Evil On All Of Us” está sendo gravado no Nock Studio Alive em Limeira com produção de Marcos Nock. O financiamento é através do Edital de Apoio à Produção Cultural de Araras (Lei Aldir Blanc). Reunirá nove faixas, incluindo os dois singles: “Machines”, “You’re The Best Gun (Against The System)”, “Alone”, “Just Follows”, “Shout It Out”, “We All Live In a Hole”, “Coward”, “Blindman” e “Sons Of War”.

De acordo com o vocalista Tadeu “Bon Scott”, as composições de “The Evil On All Of Us” são contextualizadas a partir da ideia de mal em que o homem é tanto agente como vítima.
“Trata sobre o mal que está sob o homem e também sobre o mal que ele cria para si e para os outras pessoas. Toda a angustia, mágoa, depressão, raiva e temores que são guardados e enterrados do qual acaba criando monstros, pessoas perdidas que acabam se tornando alienadas, escravas de um sistema que suga seu tempo e suas mentes, e as tornam cegas, sem direitos à pensar ou ter uma opinião sobre algo. Muitas vezes essas pessoas se escondem atrás de máscaras, fingindo um mundo perfeito de uma mente em caos e barulhenta. Mas o que ela não entende é que a melhor arma contra todo esse sistema em caos é ela mesma.”

A arte da capa de “The Evil On All Of Us” é mais uma vez assinada pela artista plástica Juh Leidl que já havia trabalhado com a banda nas capas dos singles “Alone” e ”Shout It Out”.
“A grande artista Juh Leidl conseguiu, sem dúvidas, transmitir toda a essência e ideia do álbum. Esse contraste de branco e preto representa bem os opostos do mal sob o homem de que tratamos. Somado a isso temos também o mistério dos números cabalísticos, as letras misturadas, as abstrações de fumaça, da víbora e a figura demoníaca sob a face de nosso mascote ASH, entre outros detalhes que enriqueceram esse trabalho esplêndido”, comentou Tadeu “Bon Scott”.

“The Evil On All Of Us” será lançado em Abril pela Voice Music tanto em formato físico como para todas as plataformas digitais.

Enquanto o disco não é lançado, confiram os vídeos de ”Shout It Out”:

 E “Alone”:  

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Sunroad: grupo anuncia Steph Honde como vocalista do novo álbum “Walking The Hemispheres”

O vocalista francês é conhecido pelo seu super projeto de Hard Rock Hollywood Monsters que reúne músicos lendários como Don Airey e Vinny Appice

Não restam dúvidas ao ser afirmar que a banda goiana Sunroad é um dos nomes mais relevantes da cena Hard Rock/AOR de toda a América do Sul. Afinal, são mais de 20 anos de carreira, oito discos lançados, shows por várias regiões do Brasil e outros países da América do Sul, alguns, inclusive, ao lado de grandes nomes do Rock mundial de todos os tempos como Joe Lynn Turner, Doogie White, Petra, Stryper, L.A. Guns, Whitecross, Narnia, etc.

Banda estradeira, o Sunroad estava dando sequência a turnê de divulgação de seu mais recente disco, “Heatstrokes”, indicado ao Prêmio Dynamite de Música Independente como um dos “Melhores Álbuns de Rock de 2019”, quando precisou cancelar várias datas por conta da pandemia do novo coronavírus, inclusive uma turnê que faria por várias regiões do Brasil ao lado do ex-vocalista do Yngwie Malmsteen, Mark Boals.

De forma a manter-se ativa durante o período da pandemia, a banda decidiu voltar aos estúdios e iniciar o processo criativo de seu novo e próximo disco: “Walking The Hemispheres”. Previsto para ser lançado ainda no primeiro semestre de 2021, “Walking The Hemispheres” vai reunir 11 faixas: “Walking The Hemispheres”, “Living In A Dream (Red Sign Mirror)”, “The Tides Patterns”, “Silence Erupting Inside”, “Written In The Mist”, “The Mess And Its Key”, “Halo Of Hearts”, “Detached Picture Of Venus”, “Victim Of Nowhere”, “Shoot The Clock” e o cover do UFO, “Try Me”.

Uma grande novidade é que “Walking The Hemispheres” terá como vocalista o francês Steph Honde. O multi-instrumentista é conhecido pelo seu super projeto de Hard Rock Hollywood Monsters que reúne músicos lendários como Don Airey, Vinny Appice, entre outros. Além de cantar no novo disco do Sunroad, Honde também assina as faixas como coautor.
“Eu tenho gravado algumas demos, basicamente com guitarras, teclado e bateria, algumas vezes incluo alguns vocais, e mando para o Fred no Brasil. Geralmente ele me retorna bem rápido com as letras e melodias”, comentou o músico francês sobre como tem sido o processo criativo.

Honde ainda acrescenta que “Walking The Hemispheres” significará uma possibilidade de explorar toda sua versatilidade como cantor.
“O meu estilo de cantar no Sunroad não será parecido com o Hollywood Monsters ou com meus discos solos. Vai ser bem diferente, uma vez que esse trabalho representa bem a mistura entre meu estilo e do Fred. O som vai estar mais para o UFO, Scorpions, algo de Deep Purple, enfim, hard rock clássico. Esse vai ser um ótimo disco. Eu adoro as músicas e espero que possamos levar esse álbum para o palco.”

Já de acordo com o baterista Fred Mika, a parceria e amizade com Honde foi crescendo e evoluindo ao longo dos anos.
“Já conhecia o Steph Honde há uns cinco anos através do saudoso Milton Arthur, que me incentivou abrir meu próprio selo, MusiK Records, no final de 2016. E um dos primeiros lançamentos do selo foi justamente um álbum do Steph. Anos depois, em 2019, eu fui convidado para regravar uma das faixas para o terceiro álbum de seu projeto fixo, Hollywood Monsters, que tinha vários músicos famosos da cena mundial, o que foi uma honra. Além do mais, ele gostou das artes que vinha desenvolvendo para o Sunroad e acabei por fazer a capa daquele disco, “Thriving On Chaos”. Depois disso, em várias conversas informais que tivemos, eu lhe disse que já estava trabalhando nas composições do próximo disco do Sunroad, uma vez que estávamos inativos para shows por conta da pandemia, foi quando o Steph logo perguntou se poderia participar. E, nesse processo, começamos a trocar ideias e o Steph acabou participando ativamente das composições como coautor em nove das 11 faixas.”

As gravações de “Walking The Hemispheres” estão sendo realizadas simultaneamente no SH Studio em Manosque, França, e no Brasil nos estúdios Musik em Goiânia, sob produção de Fred Mika e Netto Mello. A arte da capa do álbum foi criada pelo desenhista alemão Lars Nilssen.

Apesar de Steph Honde ser o vocalista principal em “Walking The Hemispheres” – além de também ter gravado teclados e guitarra em “Try Me”, cover do UFO -, o Sunroad mantém sua formação atual inalterada com Fred Mika (bateria/percussão/backing vocal), Van Alexandre (baixo/guitarra base), Mayck Vieira (guitarra/baixo) e Warlley Oliver (backing vocals e vocal principal ao vivo).

Mais Informações:
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Roadie Crew – Online Festival: vai ter muito Heavy Metal no carnaval de 2021 com mais uma edição do festival

Victorizer, King Bird, Uganga, Pentacrostic e Malvada são algumas atrações da décima-primeira edição do principal festival online de metal do Brasil

A revista Roadie Crew, em parceria com a produtora Som do Darma, apresentam nesta sexta-feira, dia 12 de Fevereiro, às 19h30, a décima-primeira edição do “Roadie Crew – Online Festival”.

O evento online, realizado mensalmente, dá continuidade à sua missão de celebrar e promover o trabalho das bandas brasileiras e fortalecer a cena do Heavy Metal nacional, sempre com transmissão “Streaming-Live” exclusiva pelo canal oficial da Roadie Crew no Youtube – www.youtube.com/roadiecrewmagtv

Até aqui, mais de 150 bandas já passaram pelo festival, e centenas de outros grupos aguardam para se apresentarem em futuras edições. Isso tem tornado evidente que o Brasil tem, atualmente, quantitativa e qualitativamente, uma das melhores cenas de Heavy Metal do mundo, com todo respeito ao passado histórico das cenas de países como Inglaterra, Estados Unidos, Alemanha, Suécia, Noruega, entre outros.

Essa décima-primeira edição, referente ao mês de Fevereiro, em meio ao carnaval de 2021, traz 16 bandas, todas apresentando conteúdo exclusivo e inédito. Os vídeos, um por banda, continuam sendo produzidos pelos músicos em suas casas, entretanto, com as medidas de flexibilização e reabertura gradual da economia, algumas bandas passaram a registrar seus vídeos ao vivo em estúdio.

As bandas confirmadas para esta edição são: Victorizer, King Bird, Uganga, Malvada, Pentacrostic, Endigna, Kiko Shred, Jaeder Menossi Interestellar Experience, Crashkill, Vikram, Ode Insone, Bella Utopia, Baga, Revengin, Póstuma e Disnney Hell.

A apresentação do festival fica por conta de Eliton Tomasi da Som do Darma. Os músicos de algumas das bandas participantes estarão online interagindo com o público durante a transmissão pelo Youtube.

Acesse www.youtube.com/roadiecrewmagtv e se inscreva em nosso canal. Ative o sininho para receber todas as atualizações.

Serviço:
“Roadie Crew – Online Festival” – 11ª Edição
Data: 12 de Fevereiro de 2021
Horário: 19h30
Local: Canal da Roadie Crew no Youtube – www.youtube.com/roadiecrewmagtv
Bandas: Victorizer, King Bird, Uganga, Malvada, Pentacrostic, Endigna, Kiko Shred, Jaeder Menossi Interestellar Experience, Crashkill, Vikram, Ode Insone, Bella Utopia, Baga, Revengin, Póstuma e Disnney Hell.
Horários No Exterior (Time Zone): February 12th – 05:30 pm – Lima, Quito, Bogotá, Monterrey Time | February 12th – 06:30 pm – Santiago, La Paz, Asuncion, Havana, New York Time | February 12th – 07:30 pm – Buenos Aires, Montevideo Time | February 12th – 11:30 pm – London Time | February 13th – 12:30 am – CET and Johannesburg Time | February 13th – 01:30 am – Moscow Time | February 13th – 02:30 am – Dubai Time | February 13th – 05:00 am – New Delhi Time | February 13th – 06:30 am – Hong Kong Time | February 13th – 7:30 am – Tokyo Time | February 13th – 8:30 am – Sidney Time

Mais Informações:
www.roadiecrew.com.br
www.somdodarma.com.br
https://www.facebook.com/events/1800464883454626 (Evento Facebook)

Metal Relics: gravadora fecha o ano com grandes lançamentos do Heavy Metal nacional

Wizards, Hellish War e Aquaria tiveram novos trabalhos lançados por intermédio da gravadora

Fundada em Julho de 2016, a Metal Relics é uma loja/selo especializada em Heavy Metal e todas as suas vertentes. Seja em sua plataforma como loja ou selo, o foco da Metal Relics são as edições físicas, especialmente materiais raros e diferenciados, nacionais e/ou importados.

Como selo, a Metal Relics lançou seis títulos internacionais: “Heart of the Ages” e “Omnio” do In The Woods, “The Astral Sleep” do Tiamat, “Ophidian Wheel” do Septicflesh, “Down Below” do Tribulation e a compilação “Hail The World Metal” que reúne 24 faixas compostas por 23 bandas de metal de 21 países diferentes.

Com a proposta de priorizar lançamentos de bandas brasileiras de Heavy Metal, a Metal Relics disponibilizou recentemente três importantes álbuns. Do lendário Wizards, a gravadora lançou pela primeira vez no Brasil o álbum “The Black Knight” – antes disponível apenas no Japão – e também relançou o grande clássico “The Kingdom” de 2002. Para comemorar os 25 anos de carreira do Hellish War, a Metal Relics relançou o clássico do grupo, o álbum “Heroes Of Tomorrow” de 2008 que há anos estava fora de catálogo. E, mais recentemente, foi a banda Aquaria que teve seu novo álbum de estúdio,  “Alethea”, lançado para todo o mercado nacional.

Os lançamentos da Metal Relics têm se caracterizado pelas embalagens especiais em slipcase além de faixas-bônus e combos que incluem camisetas e outros itens de merchandise bastante interessantes de todas as bandas. Inclusive, os dois álbuns do Wizards ficaram entre os títulos mais vendidos da semana na importante loja Die Hard Records.

“Todos nossos lançamentos tem seu motivo, importância e nos trouxeram aprendizado. Mas posso afirmar que os que mais me orgulham são mesmo os álbuns nos quais atuamos junto a esses grandes nomes do Heavy Metal nacional, como Hellish War, Wizards e Aquaria. São bandas que acompanhei muitas vezes “do lado de cá do palco” e que hoje tenho como parceiros e amigos”, comentou o proprietário da Metal Relics, Jorge Araújo.

Além dos títulos já anunciados, a Metal Relics promete para o primeiro semestre de 2021 outros grandes lançamentos como a nova edição do segundo álbum da banda Brave, “Kill The Bastard”, que incluirá como faixa bônus a regravação da música “Power In Battle” com a participação mais do que especial de Steve Grimmett, vocalista do Grim Reaper. Também são esperados os novos álbuns das bandas Caravellus e Living Metal.

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Hammathaz: “The One”, disco de estreia sai em dezembro simultaneamente pela Voice Music no Brasil e Defense Records na Europa

Com produção de Thiago Bianchi, “The One” chega às lojas e plataformas digitais a partir do próximo dia 18 de dezembro

O Hammathaz já é um nome bastante conhecido no underground nacional. Afinal, são mais de 15 anos de carreira! Banda estradeira, conseguiu formar seu público muito mais através de apresentações ao vivo do que lançando material de estúdio.

Já fizeram shows em várias regiões do Brasil, participaram de importantes festivais como Virada Cultural e Grito Rock e abriram para bandas renomadas como Mike Portnoy, Angra, Shaman, Ratos de Porão, entre outras. Mas em termos de estúdio o Hammathaz também acumula experiência. Sua discografia é formada por duas demo-tapes (“Antahkarana” de 2006 e “Downfall” de 2009), dois EPs (“Crawling” de 2011 e “Inner Walls” de 2013) e três singles (“Cursing” de 2010, “Enslaved” de 2012 e “So it Comes” de 2018).

Convictos naquilo que querem para a banda, mesmo em tempos onde o conceito de “álbum cheio” é deixado de lado, o Hammathaz lança no próximo dia 18 de dezembro o seu primeiro registro nesse formato. Intitulado “The One”, o álbum reúne nove faixas gravadas no Estúdio Fusão em Cotia/SP com produção de Thiago Bianchi (Noturnall/Shaman): “Farewell”, “Devil On My Shoulder”, “From The Grave”, “Bringing Hell”, “New Blood”, “Self-Chained”, “Tear The Walls”, “Irrational Beings” e “The End”.


Musicalmente, “The One” é a síntese do desenvolvimento musical pelo qual o grupo passou durante essa uma década e meia de estrada: um diálogo contemporâneo entre o Death e o Thrash Metal que claramente idealiza o novo!
“Nós não nos limitamos ou rotulamos em relação à estética-sonora do The One”, afirma o guitarrista Thales Statkevicius. “Durante todo processo de produção nós fugimos das receitas prontas. E em relação as músicas como composições, temos de tudo lá, desde heavy metal tradicional até seus subgêneros como death, thrash e até mesmo black metal. Eu diria que existe um pouco de cada fase do Hammathaz, elementos mais “old school” da banda, mas também coisas mais contemporâneas. Penso que se uma banda não é capaz de inovar e experimentar coisas novas, ela está morta artisticamente. E é isso que mantém o Hammathaz vivo.”

Antes do lançamento do álbum, porém, neste sábado, dia 05 de Dezembro, o Hammathaz faz seu primeiro show ao vivo no formato LIVE que será transmitido do espaço Barracão Cultural na cidade de Sorocaba/SP para todo o mundo através do canal da banda no Youtube. Nesta ocasião da live, o grupo também vai revelar, ao vivo, a identidade do novo vocalista da banda.
“Estamos preparados para a Live”, conta o guitarrista Rodrigo Marietto. “Já realizamos testes e contamos mais uma vez com a produção do Marco Vaz e com a Som do Darma que conseguiu o melhor espaço para que isso aconteça: o Barracão Cultural de Sorocaba. A presença do público não será permitida por conta da pandemia, então fiquem ligados no canal do Hammathaz no Youtube a partir das 20h desse sábado. Como infelizmente tivemos o desligamento do nosso irmão e ex-vocalista Thiago Pasqualini, além do show iremos também revelar a identidade do novo frontman do Hammathaz. Em tão pouco tempo já estamos entrosados com o novo vocalista, que se enquadrou perfeitamente no estilo da banda. A pressão vocal e características pessoais são fenomenais, melhor pessoa para o cargo, sem contar a irmandade que desenvolvemos. Para mim, particularmente, parece que eu já o conhecia há anos.”

A live do Hammathaz será transmitida a partir das 20h desse sábado dia 05 de dezembro exclusivamente pelo canal da banda no Youtube: www.youtube.com/HammaTubeChannel  

Logo após, no dia 18 de Dezembro, “The One”, álbum de estreia do Hammathaz, vai ser lançado em formato físico simultaneamente pela Voice Music no Brasil e Defense Records na Europa, além de ser disponibilizado para todas as principais plataformas digitais de música.

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Blackdome: grupo lança novo single mixado por Kevin Shirley na edição de Novembro do “Roadie Crew – Online Festival”

“Starmaker” é o primeiro trabalho da banda desde o lançamento de seu álbum de estreia, “The Chaos Suite”, em 2016

Atualmente formada por Cleiton Rodrigues (Vocal), Felipe Colenci (Guitarra), Fabio De Borthole (Baixo), Theo Queiroz (Bateria) e Francisco Rangel (Teclados), a Blackdome, banda de Heavy Metal de Sorocaba/SP, prepara-se para o lançamento de seu novo single, “Starmaker”, primeiro trabalho da banda desde seu álbum de estreia, “The Chaos Suite”, de 2016.

Gravada nos estúdios Fuzzr sob produção de Felipe Colenci, “Starmaker” foi mixada por ninguém menos que Kevin Shirley, o “The Caveman”, produtor sul-africano famoso por trabalhos com algumas das maiores lendas do Rock de todos os tempos como Led Zeppelin, Iron Maiden, Rush e Journey.

“Desde o primeiro e-mail, o Kevin foi muito cordial com a gente”, conta o guitarrista e produtor Felipe Colenci. “Enviei as tracks separadas para ele e em aproximadamente uma semana ele nos devolveu a música mixada. Foi muito foda ouvir uma composição e produção minha mixada por um dos grandes mestres da música mundial! Ficou sensacional! Vale ressaltar que gravamos essa faixa no esquema “pandêmico”, ou seja, cada um em sua casa, e mesmo com as dificuldades de captação das tracks, a mix ficou incrível”.

“Starmaker” será lançada no dia 13 de Novembro durante a oitava edição do “Roadie Crew – Online Festival” que, além do Blackdome, contará com outros grandes nomes da cena nacional como Vulcano, Pastore, Holocausto, Tribal Scream, etc.

“Starmaker marca nosso retorno, mas também uma busca por uma sonoridade mais tradicional e menos prog do que fizemos no álbum The Chaos Suite, algo mais conectado com nossas origens como fãs de heavy metal. Não quer dizer que daqui pra frente deixaremos de lado nossa veia progressiva, mas neste momento queremos ser mais Heavy/Power Metal tradicional – e logo lançaremos mais sons! Estamos muito felizes que Starmaker vai ser lançada no festival da Roadie Crew, que também faz parte da história de todos os headbangers brasileiros! A nossa nova parceria com a Som do Darma também já está rendendo frutos e esperamos poder tocar em muitos lugares assim que tudo voltar ao normal. Esperamos que todos curtam Starmaker tanto quanto a gente!”, completou Colenci.

Além do vídeo para o “Roadie Crew – Online Festival”, “Starmaker” também estará disponível em todas as plataformas de música a partir da mesma data. A arte da capa do single é assinada pelo artista Carlos Fides que já trabalhou com o Blackdome em “The Chaos Suite”, além de outras bandas renomadas como Evergrey, Kamelot, Noturnall, etc.

Enquanto não chega a sexta-feira 13 de Novembro, assista o videoclipe da faixa título de “The Chaos Suite”, dirigido pelo renomado Alex Batista:

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