Radio Front: grupo varia entre peso e leveza em catártico vídeo “Into the Rain”

Radio Front - Into The Rain

Debaixo de uma forte chuva, a banda carioca Radio Front se conecta a algo superior em uma performance catártica. Essa é a premissa do clipe de “Into The Rain”, faixa que dá nome ao disco de estreia, onde caminham entre o Rock Alternativo, o Pós-Grunge e o Metal. O vídeo é dirigido por Gabriel Gomes.

Veja o clipe:

Mesclando influências pessoais como uma rádio a sintonizar frequências diferentes, o trabalho reúne faixas com contornos diversos do Rock Alternativo, do Grunge, do Stoner com momentos que se aproximam de vertentes tão diferentes entre si como o Hardcore e o Metal. A banda, que iniciou a carreira nos subúrbios do Rio de Janeiro, traz um peso nas letras, junto do som.

“Essa é uma música muito forte, com uma letra muito emocional. Ela tem um conceito de que se o céu existe, nossa conexão mais forte com ele é a chuva. É na chuva que sentimos o toque das pessoas que se foram. É definitivamente uma das faixas mais importantes pra mim”, conta Felipe Nova, vocalista da banda.

Além dele, a Radio Front é formada por Marcelo Moreira (baixo), Bruno Moreira (guitarra), Yuri Corrêa (guitarra) e Leonardo Bourseau (bateria). No vídeo, feito pela produtora Screamin, eles buscam uma visão direta dessa conexão através da chuva. Para isso, a banda precisou de criatividade.

“A gravação foi marcada para um final de semana de temporal onde não caiu uma gota do céu. Por isso, construímos uma máquina de chuva artificial feita de encanamento e aspersores de jardim”, explica Marcelo Moreira.

O álbum “Into the Rain” tem produção e mixagem de Luiz Freitag e Jon Marques, da Musark, e está disponível em todas as plataformas de música digital.

Ouça o álbum: http://bit.ly/RadioFrontIntoTheRain

Radio Front é formado por:
Felipe Nova – (Vocal)
Yuri Correa – (Guitarra)
Bruno Moreira – (Guitara)
Marcelo Moreira – (Baixo)
Leonardo Bouserau – (Bateria)
 
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Desert Crows: revelação do Stoner Rock goiano, apresenta seu disco de estreia

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Uma das maiores revelações do Stoner Rock goiano – que já produziu nomes como Black Drawing Chalks, MQN e Hellbenders -, a Desert Crows lança seu disco de estreia. “Age of Despair” traz um Hard Rock repleto de fuzz e com influências de Grunge e Rock n’ Roll. O álbum, preparado desde 2017, chega às plataformas de streaming e em CD pelos selos Monstro Discos e Milo Records, com arte gráfica do fenomenal Cristiano Suarez.

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“Age of Despair” foi gravado no Estúdio Resistência e conta com oito faixas de Stoner tradicional, com uma produção moderna, envolvidas por uma avalanche de riffs pesados e viajantes, com batidas certeiras e empolgantes.

Quem conhece o single “Loose Me”, de 2018 (ainda em versão lyric vídeo), sabe o poder de fogo do power trio Vitor Mercez (guitarra e vocal), Raul Martins (baixo) e Pedro Nascimento (bateria). A música, presente em “Age of Despair”, é densa, cadenciada e com uma melodia que gruda na cabeça. Os outros singles previamente lançados, “Even The Devil Cries” e “Skin”, também estão no álbum.

O lema “fuzzy and heavy tones” faz mesmo jus à proposta dos jovens corvos desérticos, que lançam um debut vigoroso, com a promessa de fazer ainda mais barulho quando executado ao vivo nos shows que anunciarão em breve. Altamente indicado para fãs de Kyuss, Stoned Jesus, Sleep e Uncle Acid and the Deadbeats.

Ouça em:
iTunes/Apple Music: https://apple.co/2VBkUXQ
 
Para adquirir o CD acesse: 

Akasha Rock Fest: festival reúne novos nomes da cena independente na Lapa

Codinome Winchester por Sarah Outeiro 3

Codinome Winchester (MS), Little Room, Radio Front e EMET se apresentarão no La Esquina

A edição de abril do Akasha Rock Fest ocupa o La Esquina, na Lapa, no dia 14/04 (domingo) a partir das 17h30. As bandas Codinome Winchester (MS), Little Room, Radio Front e EMET se apresentarão no evento que contará também com exposições, flash tatoo e body piercing. Os ingressos variam entre R$ 10 e R$ 15.

A sul-matogrossense Codinome Winchester é sucesso nas plataformas de música digital com seu Rock Lisérgico e Psicodélico. O repertório do show trará canções do novo álbum “Reunião Entre Céu e Inferno”. A banda é Fillipe Saldanha (voz), Arthur Maximilliano (guitarra e teremim), Guilherme Napa (bateria), Luciano Armstrong (guitarra, backing vocal e sintetizador) e Thiago Souto (baixo).

Formada pelos irmãos Ana Júlia e Gabriel Braga, a banda de Indie Pop e Garage Rock Little Room vai apresentar as faixas do seu homônimo EP de estreia e composições inéditas que formarão um futuro lançamento do grupo.

A Radio Front sobe ao palco com Felipe Nova (voz), Bruno Moreira (guitarra), Yuri Correa (guitarra) e Leonardo Bourseau (bateria) e as canções de vibe Grunge e Stoner. A banda mostra o primeiro disco de inéditas, “Into the Rain”, que mistura diversos elementos do Rock Alternativo noventista. Com um estilo que mescla o Hard Rock e o Grunge, o quinteto carioca EMET (que significa “verdade”, em hebraico) apresenta canções autorais, como o single recém-lançado “Look In Your Eyes”.

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Serviço:
Akasha Rock Fest
Data: 14/04/2018 (domingo)
Horário: 17h30h
Local: La Esquina
Endereço: Avenida Mem de Sá, 61 – Rio de Janeiro/RJ
Ingressos: R$ 10 | R$ 15
Classificação etária: 18 anos (acima de 16, acompanhado de responsável)

Desert Crows: banda lança o debut “Age of Despair” neste mês de abril

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Álbum da banda de Stoner Rock de Goiânia sai dia 12/4 pela Monstro Discos

O Stoner Rock do Desert Crows, repleto de fuzz e com influências de grunge e Rock n’ Roll, enfim será pulverizado em grande escala a partir do dia 12 de abril, quando a banda goiana lança o disco de estreia “Age of Despair”. O álbum, preparado desde 2017, primeiro chega às plataformas de streaming pelos selos Monstro Discos e Milo Records, com arte gráfica do fenomenal Cristiano Suarez.

“Age of Despair” foi gravado no Estúdio Resistência e trará oito faixas de Stoner tradicional, com uma produção moderna, envolvidas por uma avalanche de riffs pesados e viajantes, com batidas certeiras e empolgantes.

Quem conhece o single “Loose Me”, de 2018 (ainda em versão lyric video), sabe o poder de fogo do power trio Vitor Mercez (guitarra e vocal), Raul Martins (baixo) e Pedro Nascimento (bateria). A música, presente em “Age of Despair”, é densa, cadenciada e com uma melodia que gruda na cabeça. Os outros singles previamente lançados, “Even The Devil Cries” e “Skin”, também estão no álbum.

O lema “fuzzy and heavy tones” faz mesmo jus à proposta dos jovens corvos desérticos, que lançarão um debut vigoroso, com a promessa de fazer ainda mais barulho quando executado ao vivo nos shows que anunciarão em breve. Altamente indicado para fãs de Kyuss, Stoned Jesus, Sleep e Uncle Acid and the Deadbeats.

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Grindhouse: banda lança o disco de estreia “Built in Obsolescence”

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“Built in Obsolescence” marca a estreia do quarteto paulistano de Stoner no selo da Abraxas

A música produzida pelo Grindhouse está longe de ser obsoleta – o conceito do ultrapassado, no entanto, é refletido nas letras do disco de estreia, “Built in Obsolescence”. O Stoner Rock executado pelo quarteto paulistano – que fará a abertura para o aguardado show dos suecos do Graveyard dia 18/5 em São Paulo – é visceral, encorpado, com doses de fuzz, riffs empolgantes e atmosferas atemporais. O álbum contém 11 faixas e acaba de ser lançado de forma independente em CD e nas principais plataformas de streaming pela Abraxas.

Ouça Built in Obsolescence aqui: https://www.onerpm.com/al/4615138030.

“Built in Obsolescence” foi gravado no requisitado Estúdio Costela, com produção de Gabriel Zander (Zander, Radical Karma). O Grindhouse está na ativa desde 2009 e, antes deste álbum completo, a banda tinha lançado o 7 polegadas “Chosen One” pela Monstro Discos. Hoje, a banda é Leandro Carbonato (voz e guitarra), Roger Marx (baixo), Luiz Natel (voz e guitarra) e Bart Silva (bateria).

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O conceito do disco gira em torno da obsolescência programada, um termo usado para definir algo que já nasce com prazo de validade, como uma televisão em preto e branco, uma fita VHS, relações interpessoais abusivas e sensações de prazer. As artes gráficas também refletem sobre a obsolência: no encarte, os filhos do vocalista Leandro aparecem vestidos com fantasias que eles mesmos confeccionaram a partir de objetos obsoletos, achados em nichos de reciclagem.

O Grindhouse tem shows memoráveis no currículo: foi eleito o melhor show nacional no Goiânia Noise Festival de 2012, pelo jornal O Globo. Também incendiaram a plateia na abertura para os norte-americanos do Red Fang, que estreou no Brasil em 2012 pela Powerline (produtora de Leandro Carbonato) e reafirmou o poder de fogo junto ao público Stoner na abertura para os alemães do Kadavar, em 2018.

 
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Black Moon Riders: confira a versão para o clássico “Romaria”

Black Moon Riders - Romaria Capa Single

Os gaúchos da Black Moon Riders acabam de lançar seu novo single, uma versão para o clássico “Romaria”. Com arranjos de Magnus Wichmann e produção vocal de Victor Wichmann, a nova versão para a canção composta pelo cantor e compositor Renato Teixeira foi gravada no From Hellcords Studios e está disponível nas plataformas digitais via Zabauros Agência. Repetindo a parceria do primeiro EP do grupo, Diego Dias é o responsável pela arte da capa.

A princípio, a canção faria parte do EP auto-intitulado da banda, que foi lançado recentemente, mas por se tratar de uma música especial para o vocalista Átila Ferrarez, teve seu lançamento em formato de single para que o mesmo tivesse mais tempo para trabalhar em suas linhas vocais.

“Romaria é uma música que minha mãe cantava em casa para nós. Cantava para eu dormir. Desde pequeno a letra me toca profundamente. O tempo passou e toda vez que a ouvia pensava: que balada metal daria esse som. Um dia falei da minha ideia para o Magnus Wichmann, guitarrista e produtor, e ele criou um arranjo poderoso para minha versão. O vocal levou seis meses para ficar pronto e teve a coordenação do grande Victor Wichmann, que soube tirar de mim toda a emoção que a letra carrega. Eu fiz questão de manter a melodia de voz da Elis Regina, em respeito a essa grande cantora. A versão da Black Moon Riders tem muita alma, dor e solidão. Gosto de trazer para o metal elementos estranhos a ele. Às vezes penso em cantar algo da Mercedes Sosa, numa versão metal. Vamos ver, né!”  destaca Átila.

Confira a canção:

Composta em 1977, Romaria tornou-se uma das canções mais conhecidas da Música Popular Brasileira (MPB). Regravada por diversos artistas, incluindo a cantora Elis Regina, com sua versão servindo de inspiração para a Black Moon Riders. A banda divulgou um pequeno vídeo para apresentar o single em suas redes sociais, com fotos de Henrique Ribeiro e edição de Isaque de Brito. O teaser pode ser conferido abaixo:

 

Após o lançamento do novo single, o quarteto formado por Átila Ferrarez (voz), Victória Reali (bateria), Paulo Guimarães (baixo) e Demi Junior (guitarra), volta suas atenções para a gravação do primeiro videoclipe oficial do grupo, para a canção “Alice”, que deve ser lançado em breve.

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Black Lung: as cinzas e a fênix do The Flying Eyes

 

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Power trio norte-americano lança Ancients na América do Sul com exclusividade pela Abraxas Records

Banda nova, velhos amigos. O Black Lung é Elias Schutzman na bateria e Adam Bufano na guitarra, músicos da agora extinta The Flying Eyes, aqui junto ao vocalista e multi-instrumentista Dave Cavalier. “Ancients”, o terceiro disco do power trio de Maryland (Baltimore, nos Estados Unidos) chega à América do Sul nas plataformas de streamings pela Abraxas Records. Ouça aqui: https://onerpm.lnk.to/vVETa.

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“Ancients” soa como uma continuação pesada e com mais riffs do que no derradeiro álbum do The Flying Eyes, “Burning the Season” (lançado no Brasil em 2017 pela Abraxas em formato digital e em CD digipack). Aqui, o Stoner/Doom encontra o Rock Blues setentista em oito composições de melodias cativantes.

Uma curiosidade do Black Lung é que se trata de uma banda sem baixo. São duas guitarras e o punch das músicas é preenchido com diversos efeitos de pedais e cargas extras de peso, mas claro, tudo possível devido à criatividade acima da média dos músicos.

O Black Lung existe desde 2014. O disco de estreia homônimo foi eleito “o melhor disco de estreia” de uma banda de Baltimore e levou o trio ao famoso festival alemão Rockpalast Crossroads. Já o segundo álbum, See The Enemy, foi produzido em 2016 por J. Robbins (The Sword, Clutch) e igualmente impulsionou uma extensa turnê europeia, desta vez ao lado de ícones da cena stoner, como Graveyard, Dead Meadow e All Them Witches.

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Bandcamp: https://blacklungbaltimore.bandcamp.com/