Oitão: “Proteste” ganha clipe animado sobre problemas sociais do Brasil

Foto: X Tudo

Em estilo história em quadrinho animada com muita dinâmica, em preto e branco e com cenas impactantes, o Oitão ilustra problemas sociais e o escárnio político do Brasil no videoclipe da música “Proteste”.

Assim como na letra, o clipe de “Proteste” retrata algumas das percepções do vocalista Henrique Fogaça sobre um Brasil desigual e corrupto. “A música é o quadro político do país, uma política falha, que sacaneia o povo e muita roubalheira. Um problema de décadas, que persiste de governo para governo”.

A produção do audiovisual é do artista Giancarlo Burani, com colaboração da Pink Fink, e pode ser conferido abaixo:

Crianças famintas, saúde pública em frangalhos, trabalhadores exaustos e mal pagos, a corrupção, preconceito, presídios lotados e em más condições e outras cenas contracenam com imagens que sugerem resistência e luta contra este sistema esgotado, que só divide e maltrata ao Brasil. “Falamos o que estamos vendo”, desfere Fogaça.

Tanto a música como o clipe de “Proteste”, devido à importante mensagem, estão atrelados aos projetos sociais mantidos pelo Oitão, como o “Resistência”, no Sul do país, que recupera crianças abandonadas por meio das artes cênicas, e o “Marmita do Bem”, em São Paulo, que entrega uma marmita, um cobertor e kit de higiene pessoal a moradores em situação de rua no centro da cidade.

“O Oitão está aqui para falar e pedir um Brasil melhor e com mais oportunidades e dignidade, com mais ação e menos hipocrisia”, completa o vocalista.

Ouça em todas as plataformas:
https://bit.ly/3eUjpgu

Mais informações:
Oitão: https://www.instagram.com/oitaohc
Canil Records: http://www.instagram.com/canilrecords

Mad Chicken: grupo cristaliza o Stoner Grunge entre inéditas e regravações

Quinteto mineiro lança registro de 11 faixas, o segundo pela Abraxas

A banda de Stoner Grunge Mad Chicken, de Arcos (Minas Gerais), lança pela Abraxas Records o segundo disco, “Homemade Demo Tape, Vol. II”. São 11 faixas, entre inéditas, versões alternativas de músicas de registros passados e um cover.

“Homemade Demo Tape – Vol. II” apresenta as novas “Medíocre” e “Awake”, que deixam explícito a verve noventista da Mad Chicken, com muitos riffs, melodias e sujeira nos timbres, tudo em doses exatas.

A banda, formada por Filipe Xavier (vocal), André Salviano (baixo), Daniel Santos (guitarra), Michel Custódio (guitarra) e Pedro Paim (bateria), também regravou oito faixas dos dois primeiros trabalhos, “Limestoner” (2017) e “Homemade Demo Tape” (2016). O cover de ‘Silver Water’, da River Act (Iguatama-MG), completa o disco.

Ouça “Homemade Demo Tape – Vol. II”, nas principais plataformas de streaming:
https://album.link/4bmvFHpBsPfmn

O álbum foi produzido pela Mad Chicken e gravado em home estúdio durante a pandemia, entre março e junho de 2020. A arte da capa foi produzida por Gustavo Henrique Gonçalves (Gatilho Mental).

“Homemade Demo Tape – Vol. II”, tem ainda participações especiais: Débora Rezende nos sintetizadores e Carlos Eduardo Lucas, com vocais, em “All I Know Is What I See”.

Saiba mais sobre a Mad Chicken nas redes sociais:
https://linktr.ee/MadChicken.

Claustrofobia: grupo lança clipe cinematográfico de “Vira Lata”

Clipe, como a música, escancara a dura realidade de sobrevivência para o cidadão brasileiro

“Vira Lata”, música lançada ano passado pelo Claustrofobia um mês antes da histórica apresentação da banda paulista no Rock in Rio, ganha agora mais contrastes, peso e realismo no videoclipe já disponível no canal do Youtube do Claustrofobia e da Canil Records, com produção de X Tudo Obze, da Caxão Produtora.

Trata-se de uma produção cinematográfica, bastante dinâmica, entre takes do Claustrofobia tocando ao vivo e no estúdio DaTribo, e cenas do ator pelas ruas de São Paulo. Tudo foi rodado antes do decreto da pandemia.

O roteiro é uma referência ao cidadão brasileiro comum no limite, que há décadas sangra e luta, mas com sorriso no rosto para sobreviver e alheio ao que de fato significa ter dignidade e esperança por dias melhores.

No clipe, o indivíduo, que é um fiel retrato do maltratado Brasil, aparece trabalhando, no dia a dia, catando comida no lixo, tirando selfie e jogando bola com uma cabeça. “Sangrando e cego lutando para sobreviver. Nossa intenção é dar o exemplo de força e trabalho honesto mesmo com todas as dificuldades; e para o Brasil seria nosso soco violento na face da hipocrisia nacional”, enfatiza o Claustrofobia.

Assista ao videoclipe de “Vira Lata”:

O clipe de “Vira Lata” tem legenda em inglês, e não à toa. A banda é enfática na ideia: apesar das vergonhas que o Brasil escancara ao mundo, desde a brutal desigualdade até a corrupção de políticos, o Claustrofobia tem orgulho de suas raízes, de uma raça misturada – somos todos vira-latas – e quer dar exemplo de perseverança para todos os povos.

Vira Lata é pesada, raivosa, tem groove na medida exata e com letras em português. É uma música que poderia facilmente figurar nos emblemáticos discos Thrasher ou Peste. Foi gravada em 2019 no Fuel Music Studios, em Fullerton/Califórnia (Estados Unidos), com produção da banda junto a Addasi Addasi. A mixagem ficou por conta de Andre “Kbelo” Sangiacomo, no Family Mob Studios (São Paulo), que já trabalhou com Ratos de Porão, Ego Kill Talent, Far From Alaska e é técnico de som do Sepultura.

Para mais informações sobre o Claustrofobia e outras bandas do cast da Canil Records, acesse o site: https://canilrecords.com.br.

Links relacionados:
www.claustrofobia.com.br
facebook.com/claustrofobiaofficial
youtube.com/metalmaloka
instagram.com/claustrofobia_official
twitter.com/metalmaloka

Odin’s Krieger Fest: realiza festival online com 15 atrações

Evento será transmitido pelo Facebook e terá apresentações exclusivas de bandas internacionais de Folk como Faun, Heidevolk e Rapalje

Enquanto o Brasil e o mundo do entretenimento aguarda condições adequadas de saúde pública para o retorno de shows, como a tão aguardada turnê da sensação do Folk Rock/Metal The Hu em dezembro (RJ, SP e Curitiba), o “Odin’s Krieger Fest” anuncia o Stay Home Edition! Sim, um festival online de bandas do cenário mundial Folk/Medieval dia 5 de junho, que será transmitido no Facebook do OKF (facebook.com/odinsfest).

A partir da 20h desta sexta-feira, o “Odin’s Krieger Fest – Stay Home Edition” trará apresentações exclusivas de 15 bandas, entre nacionais e internacionais. Cada atração será apresentada pelo DJ Rodrigo Branco.

O lineup está imperdível, inclusive com nomes já ovacionados nos saudosos (por pouco tempo!) Okfs. Tem as internacionais Faun (Alemanha), Heidevolk (Holanda), Rapalje (Holanda) e Triddana (Argentina), mais as brasileiras Confraria da Costa, Hugin Munin, Taberna Folk, Terra Celta, O Bardo e o Banjo, Mandala Folk, Lugh, Captain Cornelius, Oaklore, Eldhrimnir e Asterean.

O Stay Home Edition é totalmente gratuito. Durante a transmissão, o OKF manterá um QR CODE – https://picpay.me/odinskriegerfest – para, quem puder, ajudar com doações de qualquer valor. “Essa doação é muito importante para nós! Em todas edições do evento presencial nós recolhemos toneladas de alimentos para doação e, com esses alimentos, ajudamos diversas instituições que precisam muito. Em uma doação online temos a chance de alcançar mais pessoas e multiplicar esse esforço”, desta a produção.

Em contrapartida, o “Odin’s Krieger Fest – Stay Home Edition” realizará diversos sorteios entre os que puderam ajudar, como sorteio de ingressos para as próximas edições físicas, copos exclusivos, camisetas e muito mais!

Odin´s Krieger Fest 2020 – Stay Home Edition:
Evento: https://www.facebook.com/events/704354407061391
Data: 5 de junho de 2020 (sexta-feira)
Horário: a partir das 20h
Local: facebook.com/odinsfest

Hiënaz: banda lança videoclipe de “Selva Sideral”, faixa do disco “Ulular”

Banda paulistana de Stoner Rock aborda ansiedade urbana

Enquanto a pandemia da covid-19 mantém as bandas longe de shows e mesmo de estúdios, o melhor caminho é lançar material que já estava no gatilho. É o caso da Stoner Rock Hiënaz, que disponibiliza o videoclipe da música “Selva Sideral”, gravado e produzido antes da quarentena.

“Selva Sideral” é uma música de “Ulular”, o disco de estreia da Hiënaz, lançado de forma independente em 2019. É uma canção dinâmica, que mescla pontualmente as diversas referências da banda, que vão do Stoner ao Grunge e Rock Alternativo.

Assista ao videoclipe de “Selva Sideral”:

A letra é pertinente ao momento: aborda sobre ansiedade urbana, que no videoclipe é trabalhada em estruturas subjetivas, com cenas da banda ora tocando, ora contracenando com atores. O roteiro e direção do clipe é assinado pela banda junto a Victor Gorgatti e Victor Cutrale, da Domínio Media Craft.

“Foi uma experiência muito legal. A música conta uma história que não é exatamente linear e foi um desafio imenso filmar este roteiro de uma maneira que ficasse bom visualmente e ornasse com a atmosfera da música”, conta o guitarrista Pedro Kerr.

O clipe acompanha a jornada de uma pessoa em uma noite pela cidade. Ela passa por diversas situações e, não raramente, se sente angustiada com tudo o que acontece à sua volta – sejam momentos e locais da cidade, seja com pessoas à sua volta e seja com as próprias visões e projeções que ela faz na própria cabeça. “Uma jornada de altos e baixos, e a personagem sente essa montanha russa de emoções”, explica Kerr.

Paralelo ao clipe, da Hiënaz apresenta o novo baixista, Felipe Dhelomme, O músico (e também luthier), de 20 anos, tocava na banda de Heavy Metal Cachalote.

Ulular
O registro de estreia da Hiënaz contém 10 faixas cantadas em português, que condensam peso, groove, riffs marcantes e melodias com um punch bastante peculiar. 

Ouça “Ulular” pelo Spotify:

Ulular é conceitual. Retrata a jornada da juventude e sugere formas do adolescente encarar as responsabilidades da vida adulta, explorando temas como paranoia, estresse, libertação, em uma ordem cronológica pensada pela própria banda.

Musicalmente, as referências são Black Sabbath, Alice in Chains, Kyuss, Corrosion of Conformity, Stoned Jesus, Mastodon e Soundgarden, que buscam a verve stoner e do rock noventista.

Mais informações:
Facebook: https://www.facebook.com/hienazz
Instagram: www.instagram.com/_hienaz
Bandcamp: hienaz.bandcamp.com

Speaker Destroyer Machine: grupo exalta anos 90 em “Mitomaniac”

mito

A safra musical da década de 1990, para o quarteto carioca Speaker Destroyer Machine, apresentou bandas de sonoridades marcantes e autênticas o bastante para, até hoje, serem consideradas referências. A diversidade daquele período é a fonte de inspiração para a Máquina Destruidora de Auto Falantes, cujo single de estreia, “Mitomaniac”, condensa aquela característica aura, com peso, riffs e sujeira.

“Mitomaniac foi gravada por Marcelo Perrone e mixada/masterizada pelo renomado Jorge Guerreiro no Dead Bird Estúdio em Nova Friburgo. Musicalmente, é uma homenagem às bandas dos anos 90 que influenciam a SxDxMx, como Helmet, Melvins, Snapcase e Godflesh.

É uma música lamacenta, com a peculiar sujeira do Rock noventista, algo entre o Grunge e o Stoner, com nuances de Noise e de Metal, mais pitadas de experimentalismo. “Procuramos nesse som imprimir toda nossa ideia enquanto banda através de um som minimalista, primal, com um riff marcante que se repete do início ao fim”, conta a banda.

Ouça “Mitomaniac” pelo Spotify:

 

A Speaker Destroyer Machine é de Nova Friburgo e “Mitomaniac” é o cartão de visitas de um trabalho que Chumiga (vocal, Perrone (guitarra), Mugiba (baixo) e Helinho (bateria) começaram, a propósito, nos ano 90. São pessoas que de fato vivenciaram aquele período tão importante para o Rock, no que diz respeito à quebra de paradigmas, regras harmônicas e, ainda, bastante ligado à contracultura.

A letra trata da patologia conhecida como Mitomania, a qual o indivíduo não consegue dizer a verdade em nenhuma situação do cotidiano e isso acaba tornando um sofrimento extremo tanto interno/pessoal como para os que convivem com o mitomaníaco. “Lidamos com várias pessoas com essa doença ao redor, no dia a dia e a letra é uma forma de alerta e também de um basta”, explica a SxDxMx.

O single é a prévia de um EP – de quatro músicas – que a Speaker Destroyer Machine soltará em breve (já com a pré-produção concluída). Será lançamento no streaming, em formato físico e em 7 polegadas. Outro plano emergencial do quarteto carioca é, ao término da pandemia, voltar aos palcos e tocar o máximo possível pelo Brasil.

Links relacionados:
Canal do SxDxMx: youtube.com/SDM
Dead Bird Estúdio: www.youtube.com/estudioDeadBird

Weedevil: exalta o Stoner e o Doom em EP que leva nome da banda

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Registro, com cinco músicas, é o novo lançamento da Abraxas Records

Formada em 2019 por Flávio Cavichiolli (baterista do Pin Ups, ex-Forgotten Boys), a Weedevil acaba de lançar o EP homônimo com cinco faixas, entre dois singles que saíram ano passado – “Icarus e Morning Star” – e três inéditas. O registro chega às plataformas de streaming pela Abraxas Records. Ouça aqui: https://album.link/ZVXwScCchMnRf.

O EP carrega todas as influências pesadas e esfumaçadas que a Weedevil agregou neste início de carreira – a estreia nos palcos foi em dezembro de 2019, em São Paulo, como banda de abertura para a clássica Stoner sueca Asteroid.

Ao longo das cinco faixas, a Weedevil destila um robusto Stoner Rock com passagens Doom e muito Heavy Metal anos 80. A grande referência da banda é Black Sabbath. Uma particularidade do EP é o uso de pequenos discursos sampleados, um de Charles Manson (na abertura do disco), e outro de Alester Crowley, na inédita “Burn like hell”.

Outro EP está previsto ainda para 2020. Segundo Cavichiolli, a ideia era lançar um full álbum com 10 músicas, mas, por conta da pandemia, o material foi segregado. É apenas questão de tempo para os fãs de Stoner/Doom ter mais um registro da Weedevil, que surgiu na cena com força de vontade e criatividade ímpar.

Weedevil é formado por:
Fabrina Valverde – Vocal
Caio Caraski – Guitarra
Dani Plothow – Baixo
Flávio Cavichioli – Bateria
 
Mais informações:

Gods & Punks: grupo lança EP para ajudar famílias impactadas pela pandemia da Covid-19

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Todo o dinheiro arrecado será doado para uma instituição de caridade

O quinteto de Stoner/Space Rock Gods & Punks entra no combate à pandemia da Covid-19 (novo coronavírus) com o lançamento do EP “Different Dimensions” (The Quarantine Sessions). Exclusivo no Bandcamp, 100% do dinheiro recebido com o download deste disco será destinado para ajudar famílias com necessidade durante a crise econômica e social provocada pela doença que avança em todo o mundo. Baixe aqui: godsandpunks.bandcamp.com.

O EP está disponível por apenas 1 dólar.

DIFFERENT DIMENSIONS EP - dimensionado

Enquanto algumas pessoas têm o privilégio de realmente poder ficar em casa, seguindo corretamente a quarentena, e devidamente se proteger da pandemia da Covid-19, outras estão, infelizmente, longe desta realidade. Aqui no Brasil, são centenas de milhares de famílias que vivem em extrema pobreza, em casas muito precárias sem sistema de esgoto, internet ou acesso à informação.

“Enquanto nós quatro estávamos em nossas casas cuidando de nós mesmos, sabíamos que deveríamos fazer algo por estas pessoas. Foi por isso que nos juntamos um dia para gravar este EP”, destaca a banda.

Os ganhos serão encaminhados para o projeto Apadrinhe um Sorriso, que tem distribuído alimentos e água a pessoas em extrema pobreza. “Esperamos que gostem destas versões acústicas. Na verdade, estamos muito orgulhosos do resultado”, ponta o Gods & Punks. E tem um presentinho com o download para as pessoas que ajudarem!

The Quarantine Sessions
Cinco meses depois de lançar o aclamado And the Celestial Ascension, o terceiro álbum do grupo de stoner progressivo carioca, Gods & Punks, o quarteto surpreende seus fãs lançando o EP “Different Dimensions (The Quarantine Sessions)”, composto de 4 versões acústicas dos seus maiores singles e uma faixa bônus exclusiva.
 
O projeto se originou da necessidade de ajudar ao próximo, uma vez que 100% do dinheiro arrecadado com os downloads de Different Dimensions será destinado à fundação Apadrinhe Um Sorriso, que está distribuindo comida e água para pessoas em condição de extrema pobreza durante a pandemia da Covid-19.
 
Em um dia de gravação, saiu Different Dimensions, que conta com arte do artista carioca Bruno Kros.
 
Mais informações:

The HU: Odin’s Krieger 2020 é remarcado para dezembro deste ano

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Banda da Mongólia, fenômeno mundial que combina música étnica com Rock, toca em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba; ingressos comprados valem para as novas datas

O The Hu, fenômeno da música mundial devido à única mistura de Rock com elementos étnicos da Mongólia (como canto tradicional polifônico mongol e elementos do folclore oriental), atração principal nas três datas da edição especial do Odin’s Krieger, teve seus shows remarcados para dezembro deste ano. Os ingressos comprados para os eventos que aconteceriam em abril serão válidos para as novas datas.

O primeiro show do The Hu é dia 2 de dezembro, no Rio de Janeiro (Espaço Kubrick), com Triddana (folk metal, Argentina) e Tailten na abertura. São Paulo recebe o quarteto mongol dia 6/12, no Carioca Club, também com Triddana, Taberna Folk e Oaklore. Um dia antes, 5/12 é a vez de Curitiba, no CWB Hall, ao lado do Terra Celta e mais uma vez do Triddana – os argentinos, sensação do folk no país vizinho, também estreiam em solo brasileiro.

O The Hu foi formado em 2016 na moderna capital da Mongólia, Ulan Bator (que entre os séculos 16 e 17 era um dos maiores centros budistas do mundo). Os músicos Gala, Jaya, Temka e Enkush se uniram ao produtor Dashka para conceber algo uma sonoridade forte e única, com instrumentação mongol tradicional, canto gutural difônico, guitarras distorcidas, tambores bombásticos e ritmos agressivos junto a sons folclóricos do Oriente.

“Hu” é a raiz da palavra mongol para ser humano, que inspira a peculiar e cativante música que chamam de “Hunnu Rock”. É apenas um nome para tentar explicar a força de uma banda, formada por quatro graduados em Música e com vasta experiência pela Ásia e Pacífico em outros projetos, cujos primeiros videoclipes – para as músicas “Wolf Totem” e “Yuve Yuve Yu” – alcançaram mais de 45 milhões de visualizações em questão de um ano.

Cinematográficos e épicos, com o impacto do visual que remete a uma Mongólia histórica e, de certo modo, tribal, além de mostrar os instrumentos diferentes que eles usam mesmo em palco, os clipes logo chamaram a atenção da indústria musical. Estampou páginas de jornais, como The Guardian e The Independent, foi destaque na Vice, DW, Classic Rock e em diversos canais de TV do mundo asiático.

Assista ao videoclipe de “Wolf Totem”:

O The Hu logo estourou, atingiu o estrelado. De viral do Youtube ao 1º lugar o Top New Artists da “Billboard” devido ao disco de estreia, “The Gereg” (setembro/2019). Óbvio o globo terrestre inteiro estaria ansioso por vê-los ao vivo e a primeira turnê europeia (que começou dia 15 de janeiro) já está completamente sold out: cerca de 30 shows com todos os ingressos vendidos antes mesmo do início do giro.

Os mongóis fazem música que exalta mitos, ancestralidade e o vínculo do homem com a natureza, um tipo de música que não se parece com nada do que já existe. É, sem dúvida, uma sonoridade genuína e de uma profundidade estrondosa, que em cena prometem uma experiência sem igual.

Serviços:
Rio de Janeiro – Odin´s Krieger 2020 – Edição especial
Evento: https://www.facebook.com/events/630405837532025/
Data: 2 de dezembro de 2020
Horário: a partir das 17h
Local: Espaço Kubrick (avenida Mem de Sá 66, Lapa/RJ)
Bandas: The Hu (Mongólia), Triddana (Argentina) e Tailten (Brasil)
Ingressos: R$90 (1º lote, meia entrada estudante/promocional), R$110 (2º lote, meia entrada estudante/promocional)
Venda online: https://www.bilheto.com.br/evento/235/Odins_Krieger
Classificação etária: 18 anos (entre 14-17 anos somente acompanhado por pai ou mãe munidos de documentos)

Curitiba – Odin´s Krieger 2020 – Edição especial
Evento: https://www.facebook.com/events/158890885548796/
Data: 5 de dezembro de 2020 (sábado)
Hora: a partir das 15h
Local: CWB Hall (rua Dr. Claudino dos Santos, 72)
Bandas: The Hu (Mongólia), Triddana (Argentina) e Terra Celta (Brasil)
Ingresso: R$ 90 (Pista, 1º lote – meia entrada estudante/promocional); R$ 190 (Mezanino Open Bar com cerveja, hidromel, água e refrigerente + Camiseta + Copo oficial, meia entrada estudante/promocional)
Venda online: https://bilheto.com.br/evento/234/The_HU_Odins_Krieger
Venda física: Espaço Carmela (rua Dr. Claudino dos Santos, 72) – sem taxa de conveniência

São Paulo – Odin´s Krieger 2020 – Edição especial
Evento: https://www.facebook.com/events/2512885515642800/
Data: 6 de dezembro de 2020 (domingo)
Hora: a partir das 14h
Local: Carioca Club (rua Cardeal Arcoverde, 2899 – SP)
Bandas: The Hu (Mongólia), Triddana (Argentina), Taberna Folk (Brasil) e Oaklore (Brasil)
Ingresso: R$ 90 (Pista, 1º lote – meia entrada estudante/promocional); R$ 190 (Camarote Open Bar com cerveja, hidromel, água e refrigerente + Camiseta + Copo oficial, meia entrada estudante/promocional)
Venda online: https://pixelticket.com.br/eventos/5254/the-hu-odin-s-krieger-fest-edicao-especial
Venda física: Locomotiva Discos (rua Barão de Itapetininga, 37 – Loja 8 – República/SP) – sem taxa de conveniência.

Desert Crows: sensação do Stoner nacional, grupo realiza turnê pelo Sul e Sudeste

Desert Crows

Vacation Tour passa por oito cidades para divulgar o elogiado debut “Age of Despair”

Seis meses após a primeira passagem por São Paulo, a banda de Stoner Rock Desert Crows, de Goiânia, anuncia mais uma turnê, dessa vez passando por Santa Catarina, além do retornando a São Paulo – capital, ABC e região metropolitana.

A tour acontece entre os dias 9 a 19 de janeiro. A rota do power trio é Joinville, Florianópolis, Balneário Camboriú, Blumenau, São Paulo, Santo André e Mogi das Cruzes.

A tour, que conta com o apoio da Cerveja Asturia, tio Bak e Monstro Discos, começa em Joinville (9/1), onde tocam no Texas Bar, junto aos conterrâneos da Horney Band.

Em Florianópolis, no dia seguinte (10/1), o role é no Taliesyn Rock Bar, no Bruxa Verde Fest. No sábado (11/1) tocam em Balneário Camboriú, no Mercado Pirata, e no domingo (12/1), em Blumenau.

Na semana seguinte, a Desert Crows viaja a São Paulo. Na capital, tocam dias 16 e 17 (Casa do Mancha e Whiplash Bar, respectivamente). Dia 18/1 é a vez de Santo André, no tradicional 74 Club, e encerram a turnê no dia 19/1 em Mogi das Cruzes, no Overdrive.

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“Age of Despair” foi gravado no Estúdio Resistência e traz oito faixas de Stoner tradicional, com uma produção moderna, envolvidas por uma avalanche de riffs pesados e viajantes, com batidas certeiras e empolgantes.

O disco coleciona elogios da imprensa nacional. O renomado site Collectors Room opinou que se trata de “um dos grandes debuts gravados por uma banda brasileira nos últimos anos”, além de mencionar a “linda capa criada pelo ilustrador Cristiano Suarez” (sim, o mesmo do polêmico pôster da cancelada turnê do Dead Kennedys pelo país). O resenhista, o editor Ricardo Selling, ainda destacou três músicas: “‘Loose Me’ e seu DNA tipicamente Tony Iommi, o Doom chapado da cadenciada e longa ‘Sweet Liar Love’ e a música que dá nome ao disco, que derrama uma enxurrada de riffs na cabeça do ouvinte’.

Também passou boa impressão ao site Headbangers News, que apontou a pegada “muito Rock n Roll” do disco. “Os Desert Crows compuseram uma obra característica da juventude de seus integrantes, cheia de energia, distorções mais agressivas e riffs grudentos que vão pegar de jeito os headbangers que realmente amam o estilo”, comenta a resenha.

O álbum ainda apareceu em diversas lista de Melhores do Ano na imprensa nacional, inclusive citado como o melhor lançamento nacional de 2019 pelo crítico musical Regis Tadeu.

Ouça o álbum “Age of Despair”:

http://ditto.fm/desertcrowsageofdespair

Desert Crows é formado por:
Vitor Mercez – Vacal/Guitarra
Raul Martins – Baixo
Pedro Henrique – Bateria
Mais informações: