Frenetic Trio: banda lança lyric vídeo da inédita “Wrecking and Rolling”

Foto: Franco Torrezan

Lenda do Psychobilly Metal nacional prepara novo disco após 16 anos

O Frenetic Trio está de volta com material inédito após 16 anos do lendário primeiro – e único – álbum homônimo, que logo tornou a banda de Londrina (Paraná) a referência máxima do Psychobilly Pesado nacional. O single do inédito EP “Undead Insurrection” (que será lançado dia 4 de maio) é a aterrorizante “Wrecking and Rolling”, disponível em lyric vídeo. A produção é de Vinicius Nogueira, da VNN Studio e também guitarrista do Almighty Devildogs.

“Wrecking and Rolling” assim como as demais três faixas do EP reafirmam e, ao mesmo tempo, revigoram o autêntico Death Metal Psychobilly do Frenetic Trio. A temática continua sombria, influenciada pelo universo de mortos vivos e criaturas de filmes clássicos de terror da década de 1960.

Assista no canal do YouTube da VNN Studio:

O baterista Neri Orleone (The Mullet Monster Mafia e um dos idealizadores do Psycho Carnival, em Curitiba, já uma instituição da cena psycho latina americana), comenta sobre o single, o EP e a relevância de manter vivo o legado do Frenetic Trio:

“Após o retorno aos palcos em 2018 num show épico no Psycho Carnival, além de outros shows pelo Paraná e São Paulo, era hora de mostrar que o Frenetic Trio, além de referência, é também uma banda que dá passos adiante. Assim começamos a produzir e gravar este EP no Casarão Music Studios, com Franco Torrezan, em Piracicaba”.

Orleone está na banda desde 2019, quando assumiu as baquetas exatamente num Psycho Carnival ao lado dos membros originais Frenetic Z (guitarra/voz) e Theo (baixo). O Frenetic Trio é pioneiro em fazer Pychobilly Pesado, com vocais guturais, distorções e a crueza em meio às composições, como no passado fizeram Motörhead, Celtic Frost e Bolt Thrower.

A banda surgiu em 2002 em Londrina e fez fama com o debute de 2005, lançado à época no Brasil, Estados Unidos e Europa, seguido de uma turnê pelo Velho Continente. O disco, com a chancela de clássico, ganhou no final do ano passado a primeira versão em vinil, um 10 polegadas na cor vermelha em edição limitada pela gravadora paulista Neves Records.

Mais informações:
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Bandcamp: frenetictrio.bandcamp.com

Green Morton: grupo aposta na energia do Stoner Rock em “Piccoli Vermi”

Foto: Saulo Ferrari

Riffs Stoner, nuances progressivas, ganchos do Grunge e cadência do Hard setentista, essa é a fórmula do quarteto mineiro Green Morton para fazer música desde 2011 e que, após um curto hiato devido à pandemia, retorna com o dinâmico e enérgico single “Piccoli Vermi”.

O single é o elo entre o material antigo e a nova fase. “Piccoli Vermi” foi composta e gravada em um momento de transição. A produção (mixagem e masterização) é da própria banda no Última Gota Records, estúdio do coletivo Última Gota, que além da Green Morton, impulsiona a carreira da Ancestral Diva, Low Mantra, SadBoots e Lee and James.

O Stoner Rock é o principal norte de “Piccoli Vermi”, com referências à Queens of the Stone Age e até mesmo aos conterrâneos do KKFOS, banda alternativa da cena de Belo Horizonte que ganhou destaque inclusive nacional em 2017 com o – único – disco “Klownstrophobia”. Fãs de Faith no More e System of a Down também se identificarão com o novo som da Green Morton.

A letra aborda o cenário político atual do Brasil, deturpado com fake news e a inversão de significados de bem/mal e bom/ruim. O título em italiano é uma ‘homenagem’ a um amigo, fanático por bandas de Prog italiano.

Ouça “Piccoli Vermi” no Bandcamp: https://greenmorton.bandcamp.com/track/piccoli-vermi e nas plataformas de streaming: https://rebrand.ly/piccoli_vermi.

Arte: Eduardo Lara (@edunellesci)

Sempre íamos na loja de vinil que trabalha, que fica ao lado do estúdio que ensaiamos. Ficávamos noite adentro escutando os discos”, relata a Green Morton.

“Piccoli Vermi” é o primeiro registro da Green Morton com a atual formação, com o baixista Davi Elias, apesar do ex-integrante do posto, Fernando Dagostini, ter participado da composição da música – os primeiros versos e acordes saíram de uma jam session em 2016. Completam a banda Eduardo Lara (vocal e guitarra), Zé Mário Pedrosa (guitarra) e Júlio D’Agostini (bateria).

Junto ao lançamento do single, a banda se ocupa com composições de mais músicas inéditas para outro álbum, um processo que se prolongará por meses.

Mais informações:
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Claustrofobia: grupo lança single “Riff Cult” nas plataformas digitais via Canil Records

Foto: Courtney Ware

Um dos maiores nomes do metal nacional, o Claustrofobia lança o novo single “Riff Cult” em todas as plataformas de streaming via Canil Records. O single, junto ao videoclipe, foi lançado com exclusividade pela Decibel Magazine em dezembro do ano passado.

O single apresenta riffs de Death, Groove e Thrash Metal, e é uma música muito especial para a banda, que optou por lançar como um single independente, pois traz a estrutura tradicional do Claustrofobia misturada à pegada moderna que apresenta atualmente.

Ouça o single “Riff Cult”: http://bit.ly/RiffCultClaustro.

“Após uma oportunidade maravilhosa de realizar a première do videoclipe na Decibel Magazine, resolvemos disponibilizar Riff Cult nas plataformas digitais. Inicialmente essa música faria parte do próximo álbum, mas devido à situação que se encontra o planeta, infelizmente vai levar um tempo para o lançamento do novo disco. Quem sabe a faixa entre como um bônus no próximo trabalho”, explica o vocalista Marcus D`Angelo.

Confira também o clipe:

Riff Cult foi produzido pelo renomado produtor brasileiro Adair Daufembach, que já trabalhou com nomes como Megadeth, Angra, Kiko Loureiro, Aquiles Priester, Dirk Verbeuren e Tony MacAlpine.

Para o Claustrofobia, a música é uma homenagem aos riffs, componente chave do metal. O vocalista Marcus D’Angelo enfatiza a ideia.

“Consideramos uma cultura, um culto. É o gancho de todo o Metal, tudo nasce do riff da guitarra. E riff após riff (Riff by Riff), nós vamos alimentando nossa paixão pelo Metal, alimentando nosso desejo de continuar o legado. O Riff é o que nos vicia no bom sentido. Nessa quarentena o amor pelo Metal ficou mais evidente, sem shows e sem contato com os fãs, então decidimos fazer uma homenagem e celebrar”.

Formado e liderada pelos irmãos D’Angelo em 1994 no Brasil, o power trio concretiza definitivamente seu status de um dos embaixadores do Heavy Metal brasileiro, acumulando anos de experiência e O entusiasmo inconfundível que conquistou inúmeros shows, como a turnê que cruzou os Estados Unidos em 2019 como co-headliners da banda Master, abertura para a turnê de despedida do Slayer em São Paulo, e apresentação no Rock in Rio 2019 ao lado das bandas Nervosa, Torture Squad, Anthrax e Slayer.

O que a imprensa internacional falou de Riff Cult:

“Construir um culto é uma daquelas coisas que são fáceis na teoria, mas difíceis na prática – se você não for Claustrofobia. Você irá ‘banguear’ com o novo vídeo de Caio D`Angelo para o hino emocionante e matador ‘Riff Cult'” – Decibel Magazine

“Em ‘Riff Cult’ o grupo traz seu metal-tributo aos riffs com sua própria maneira de criar riffs de Death Metal, Groove e Thrash em abundância” – Metal Injection

Gênero: Thrash Metal/Death Metal
Selo: Canil Records
Produtor: Adair Daufembach
Gravação, mixagem e masterização: Adair Daufembach – Northwood Sound Studio

Claustrofobia é formado por:
Marcus D`Angelo – Vocal/Guitarra
Rafael Yamada – Baixo/Vocal de Apoio
Caio D`Angelo – Bateria

Para mais informações sobre o Claustrofobia e outras bandas do cast da Canil Records, acesse o site: https://canilrecords.com.br.

O Preço: banda lança compacto 7” “Sonhos de Televisão”

Após o belíssimo álbum de estreia auto intitulado lançado em 2019 (CD e LP), o agora quarteto paulista O Preço retorna com um novo trabalho. A banda, que conta com Mário Rolim (bateria), Marcos Rolando (baixo), Luccas (guitarra) e Christian Targa, o Gordo (ex-Blind Pigs) na guitarra e vocal, acaba de lançar o compacto 7″ “Sonhos Da Televisão”, um vinil de 45rpm com dois novos singles, a faixa título e o b-side “Futuro Infeliz”.

Pisando firme na velha conhecida estrada DIY (Do It Yourself), O Preço mostra aqui que veio pra ficar. “Sonhos da Televisão” é um lançamento conjunto dos selos Detona Records (@detonarecordsbrasil), Neves Records (@nevesrecords) e Vertigem Discos (@vertigemdiscos), com tiragem limitada a 300 cópias físicas e disponíveis nas cores, azul, vermelha e verde. O disquinho é transparente.

Com quase três décadas de Punk na bagagem, as novas composições do frontman não poderiam caminhar por outras estradas senão aquela onde ele já fez história, seja em canções mais rápidas e agressivas como “Sonhos Da Televisão” – que nos faz lembrar que Targa era um dos compositores dos lendários Blind Pigs; ou mesmo em canções que invocam uma sonoridade mais crua e oitentista – como a agressiva “Futuro Infeliz”, que mostra o lado mais ríspido do conjunto. É Punk Rock, dos bons, feito por quem sabe do riscado.

As músicas do compacto foram gravadas no estúdio Yamamoto em Santana de Parnaíba (SP), por Fabio Yamamoto e Christian Targa, mixado no estúdio Ardanuy (SP) por Atila Ardanuy e Targa, e masterizado por Bruno Pompeo.

Ouça as duas música do compacto 7 polegadas pelo streaming: https://rebrand.ly/opreco_sonhos_de_televisao.

“Sonhos da Televisão” vem com aquela qualidade acima da média, característica que permeou o trabalho anterior do grupo, seja na captação, execução ou mesmo na embalagem. No último dia 20 de fevereiro, O Preço participou de uma live na Mutante Rádio. Foi a primeira Superlive Mutante & Bode Preto.

Totalmente ao vivo, a banda tocou o repertório na íntegra e, entre as músicas, foram anunciados os patrocinadores e apoiadores. A banda também respondeu perguntas sobre o compacto e outras questões da carreira.

O Preço é formado por:
Christian Targa – Vocal/Guitarra
Luccas – Guitarra
Marcos Rolando – Baixo
Mario Rolim – Bateria

Mais informações:
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DNSM: banda lança lyric vídeo e série de shows em lives

Foto: Bruno Ishihara

A banda paulistana DNSM, que mistura Rock com música eletrônica, lança o lyric vídeo da música “Quem Vai te Salvar”, faixa do EP “Soma”, disponível desde o ano passado nas plataformas de streaming. O lançamento marca o início do projeto ‘DNSM Convida’, uma série de lives, cada uma com um convidado especial diferente.

O lyric é uma animação com pontual crítica social, produzido por Handel Meireles, que já trabalhou em outras produções da banda.

Confira o lyric vídeo de”Quem Vai te Salvar”:

JJ Zen, vocalista da banda, explica a origem do projeto DNSM Convida, viabilizado com apoio do ProAc e da Lei Aldir Blanc.

“A crise sanitária que o mundo se encontra mostrou que é necessário dividir, quebrar as barreiras e fronteiras para um bem maior. Da mesma forma, entendemos que é necessário dividir o espaço público e o mundo digital/online com outros artistas, que foram duramente afetados pela crise atual. Não podemos nos esquecer daqueles que também trabalham neste meio, seja fora ou antes do palco.”

O projeto será de curta duração, mas com valor significativo para música independente, ressalta a banda. Serão seis shows online com seis artistas convidados, que se apresentarão juntos ao DNSM, tocando músicas tanto da anfitriã como da sua própria carreira.

A primeira apresentação aconteceu no último dia 6 de fevereiro, junto à banda Fogo Corredor. Dia 20/2 é a vez da banda Teorias do Amor Moderno participar do projeto ao lado da DNSM. As demais lives trarão como convidados Gustavo da Lua, Dieguito Reis, Sancô e Arte Kerosene.

Este trabalho, além de render vídeos e EPs que serão divulgados nas redes sociais, deverá também mostrar a possibilidade e viabilidade da união dos povos representados por estes artistas, mesmo que pequenos, mas que levem o significado da ação conjunta na grande história da música independente.

Todas as apresentações são transmitidas gratuitamente pelo YouTube e Facebook da banda. Para acompanhar e ficar por dentro do projeto, basta acessar as redes sociais da banda.

Assista a apresentação do último dia 6 de fevereiro, junto à banda Fogo Corredor:

Formada em 2018 na cidade de São Paulo, DNSM tem como influências Depeche Mode, Secos e Molhados, Mutantes e Chemical Brothers, com atmosfera sonora singular, belas melodias e sintetizadores. Como lema, a DNSM afirma que “você não precisa de muito”, afinal, vivemos em mundo que os excessos de consumo, desperdício e violência faz parte do nosso cotidiano, enquanto a simplicidade é deixada de lado para criar uma era onde você pode merecer e conquistar tudo o que quiser…sozinho.

O grupo é formado por guitarra, vocais e sintetizadores, sem perder em nada para bandas que utilizam o modelo clássico de apresentação. Os integrantes possuem uma pequena parcela de contribuição na música independente, utilizando sua história para compor e elaborar o melhor trabalho para o público.

Mais informações:
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instagram.com/dnsmmusic
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Sturle Dagsland: lança clipe em animação, psicodélico e multicolorido

Artista norueguês em ascensão cria mundo de fantasia e cheio de aventuras no clipe de “Kusanagi”

O recém-lançado single “Kusanagi”, o primeiro desta nova fase de Sturle Dagland que, entre outras músicas, culminará no novo disco (fevereiro de 2021), ganha um impactante videoclipe em animação, que oferece mais uma potente imersão – dentro de um mundo de fantasia e multicolorido, repleto de aventura – à sonoridade experimental deste artista da Noruega.

A produção é muito mais do que apenas um videoclipe para “Kusanagi”, cuja sonoridade psicodélica por si só já é uma viagem por texturas e vibrações, selvagem, inspirada em sons da natureza e melodias ancestrais do seu país natal, e tudo isso amparado por elementos eletrônicos, guitarras post rock e percussão.

O vídeo de “Kusanagi” joga Sturle Dagsland dentro do seu próprio mundo de fantasia e imaginativo, onde ele encontra espíritos obscuros, trolls, obstáculos tenebrosos, mas também seres de luz e amáveis, que ajudam o norueguês pela jornada de devolver o artefato mágico ao seu devido lugar para, enfim, salvar o mundo de um reino de terror. O final é uma feliz distopia.

Parece tudo fantástico – e é mesmo. A dinâmica, as cores e a dramaticidade da história são capazes de prender a atenção do espectador por todo o clipe, até Sturle atingir seu objetivo. Imagens e música casam perfeitamente. “Assistir ao clipe é adentrar em uma fenda sideral e cair num mundo fantástico, repleto de criaturas incríveis”, conta Sturle.

Assista ao videoclipe de “Kusanagi”:

“Indescritível!” Vice

“Música na sua forma mais crua… é a afirmação da vida” Louder Than War

“Diferente de tudo que já ouvi” The Quietus

“Encantador!” The Needle Drop

“Extraordinária performance de guturais” The Independent

O diretor da produção é o premiado norueguês Eirik Heggen. Folclore, surrealismo e arte milenar são inspirações para as criações dos filmes de Heggen, um profissional do alto escalão da indústria cultural nórdica especializado na técnica de animação do cut-out digital. Suas animações buscam criar um rico imaginário visual, repleto de imaginação e mistério.

“Kusanagi”, o vídeo, tem uma curiosidade: é a forma única do criativo Sturle em ser personagem de um filme de animação, um grande fã de Space Jam! “Sempre quis estar em um filme animado e, já que Michael Jordan não atuará no tão aguardado Space Jam 2, esta é a minha melhor tentativa para conseguir um papel na continuação de Space Jam e encontrar Daffy Duck, Bugs Bunny e o resto da turma”, brinca o músico.

Quem é Sturle Dagsland

Com influências de música contemporânea a melodias ancestrais do seu país natal, com incursão de elementos eletrônicos, guitarras post rock, percussão e muito psicodelismo, Sturle Dagsland é uma joia rara no cenário musical mundial. Björk, Sunn O))), Swans e Sígur Ros com respectivos experimentos e misturas, ajudam a referenciar o trabalho.

Diferentes vocalizações e o uso de instrumentos típicos de diversas partes do mundo, especialmente da música tradicional da Noruega, moldam a proposta de Sturle, que toca ao lado do irmão, Sjur. Ele canta em diversos momentos com a garganta, produzindo um som absolutamente único, enigmático, primal, com uma aveludada rusticidade.

Sturle Dagsland é um artista Brain Productions Booking. Para mais informações, entre em contato com a produtora: productions.brain@gmail.com

Links relacionados:
Facebook: facebook.com/sturledagsland
Instagram: instagram.com/sturledagsland
YouTube: youtube.com/sturledagsland

Grupo Porco: lança o 16º trabalho, com 11 participações de artistas de várias cenas do Brasil

O Futuro Vai Ser Pior é o novo disco da pioneira do “Grindcore Interpretativo”, o primeiro pela Abraxas

A mensagem não é otimista, mas nem por isso ela deixa de ser uma boa mensagem. É com essa premissa que o Grupo Porco lança o seu 16º trabalho, “O Futuro vai ser pior”, via Abraxas Records, um disco pessimista na essência, mas cheio da energia de colaboração graças às onze participações que estão nele. 

O lançamento inclui seis, isso mesmo, seis clipes para a divulgação das músicas durante. Quatro vídeos foram feitos pelo próprio Porquinho, um pela Lúcia Vulcano (Pata/Grupo Porco) e o da música título do álbum ficou a cargo do GG Dimartino, que mesmo a distância cuidou de levar a proposta do disco para um formato vídeo-arte, caótico e sarcástico.

Todos disponíveis no canal da banda no Youtube e no site oficial, o grupoporco.com, que foi totalmente reformulado pelo designer e músico Guilherme Pangnotta, parceiro de longa data da banda.

Este novo petardo dos pioneiros do “Grindcore Interpretativo” foi composto entre outubro de 2019 e outubro de 2020, todo o instrumental foi composto e gravado pelo Porquinho (Thiago Machado), assim como a mixagem e masterização.

Tudo foi feito em casa, o que pode ser algo comum para os trabalhos lançados durante a pandemia, mas uma velha realidade para a banda que já acumula doze anos de estrada, muitos lançamentos, turnês e aventuras na internet que incluem até o Pornhub.

Repetindo a façanha do disco de estreia, o ”The Rala o Pinto Massacre”, de 2008, este lançamento também vem lotado de participações especiais, a maioria assumindo os vocais, mas também conta algumas guitarradas de convidados.

Ouça aquihttps://rebrand.ly/grupo-porco.

Os convidados:
Fernando Motta (MG)
Mafius (MG) (Agito Apático)
Polly Terror (MG)
Pedro Florez (MG)
Lúcia Vulcano (MG) (Pata)
Malibu (MG) (Jota Quércia)
João Lemos (PA) (Molho Negro)
Gus Lanzetta (SP)
João Kombi (SP) (Test)
Smhir Garcia (AL) (Wicca Surf / Amandinho)
Rodolfo Lima (AL) (Desgraça / Ximbra)

Esta escalação de parcerias mostra a maior conquista da banda ao longo dos seus doze anos de persistência: conexões com artistas que compartilham a ousadia, a criatividade e a coragem de estarem abertos para a troca, mesmo que remota, com outras formas de expressão e a experimentação.

São ao todo quinze músicas bem diversas, não só por causa das participações, mas por experimentar com gêneros diferentes, indo do trap experimental ao Industrial Metal, com escalas no Black Metal e até no lo-fi voz e violão.

O período de concepção do projeto e as participações aconteceram em períodos iniciais e contemporâneos a pandemia de COVID-19 no Brasil, isso paralelo a todo cenário político caótico que também aflige o país, que fica pronunciado nas letras e na estética do disco.

Novidades, partidas e chegadas:
Mudança nos integrantes da banda: saem Lucas Mortimer (Confeitaria), baterista desde 2015 e Marcos Batista (Fodastic Brenfers) que estava na primeira formação e retornou a banda em 2017, e entram Lúcia Vulcano (Pata) no baixo e Malibu (Jota Quércia) na bateria.

Esta é a quarta formação do projeto que é liderado pelo Porquinho (Thiago Machado) desde 2008.

Devido às limitações impostas pela pandemia os novos integrantes participaram remotamente, como participações, como todos os convidados, mas estiveram presentes na parte de concepção criativa, além de estrearem em vocais de três músicas que deixam clara a diferença desta nova fase da banda.

A capa deste trabalho foi concebida por Filipe Anjo, ilustrador, designer gráfico e baixista da banda Joseph Little Drop (RN), um artista conhecido no underground graças às inúmeras capas de discos, cartazes e identidades visuais de festivais.

Este trabalho visual vem na trilha de outros artistas como Pedro Letin (MG), Desgraça Tropical (MG), Adriano Rampazzo (SP), Pablo Carranza (RJ), Gabriel Góes (BSB) e Batista (MG), que também colaboraram com a construção da estética grindcoriana interpretativista.

A banda também continua ainda fazendo parte dos selos Geração Perdida (MG) e Transtorninho Records (PE).

Financiamento coletivo:
Em paralelo ao lançamento também será divulgado um financiamento coletivo para cobrir os investimentos para a produção do disco, as recompensas vão de merchs exclusivos a sessões de gravação com o Porquinho.

Acesse http://evoe.cc/grupoporco2020 para participar até o dia 05/12/20. No fim das contas a gente já sabia que o futuro seria pior, mas agora todos podem escutar uma trilha sonora pra isso.

Assista os clipes:
O Futuro vai ser pior: em breve
Medo: https://youtu.be/DlBKApXhMag
Velho, bobo e triste: https://youtu.be/yAONTrUkw34
Ela vem cantando (feat. João Kombi): https://youtu.be/c4RxZmcgfLI
Brown Eyes: https://youtu.be/uDgg8_b2VZg
Terrível Engano (feat. Lúcia Vulcano): https://youtu.be/xb9TEi-lEpE

Mais informações:
Facebook: https://www.facebook.com/grupoporco
Instagram: https://www.instagram.com/grupoporco/

Murdock: grupo lança “Porcos”, Stoner Rock com teor político

Single marca a estreia de banda catarinense na Abraxas

A Abraxas Records lança o single “Porcos” da banda catarinense Murdock. É Stoner Rock com críticas à política nacional da atualidade e às fake news.

O som é pesado, gravado no SoundBeat, na cidade de Itapema (SC). Em “Porcos”, a Murdock mantém a marca da sonoridade, com ênfase nos anos 70, influenciado por Black Sabbath e Blue Cheer, além de pitadas mais modernas do Stoner.

Ouça aqui: https://ps.onerpm.com/porcos.

A banda foi formada em março de 2019, em Tijucas (SC). “Gostamos de tocar com feeling, passando o máximo de energia para o público”, destaca a Murdock.

Anterior a “Porcos'” o agora quarteto lançou “Olhos Sinistros” no primeiro semestre de 2020.

Mais informações:
Instagram: https://www.instagram.com/murdockband/

Claustrofobia: grupo coloca álbuns clássicos no streaming e completa discografia no digital

Foto: Gabriel Aguilar

Faltavam o debut “Claustrofobia”, o icônico “Thrasher” e “I See Red”

Pedido há anos pelos fãs em todo o mundo, o Claustrofobia, em parceria com a Canil Records, disponibiliza três discos clássicos da banda brasileira de Thrash Metal nas principais plataformas de streaming. São eles o debut “Claustrofobia”, o segundo e icônico “Thrasher” e o quarto full, “I See Red”. Desta forma, agora é possível ouvir a discografia completa em formato digital.

“Claustrofobia”, “Thrasher” e “I See Red”, como conta a banda, são discos de repercussão mundial na música pesada, cujas respectivas mídias físicas estão esgotadas. “Muita gente sentia falta de tê-los disponíveis para ouvir, principalmente os fãs que nos acompanham desde a década de 1990 e estão agora se acostumando com o formato digital”, conta o guitarrista Marcus D’Angelo, fundador do Claustrofobia ao lado do irmão, o baterista Caio D’Angelo.

O relançamento, acredita o Claustro, acontece em um momento pontual. “Finalmente pudemos voltar às atenções a questões como esta, depois de anos de intensas turnês nos Estados Unidos, Brasil, incluindo o show no Rock in Rio de 2019. Este foi um período em que a Claustrofobia chamou novamente a atenção dos fãs antigos e conquistamos novos. Representamos a resistência do metal nacional”.

A discografia completa do Claustrofobia se encontra aqui: http://bit.ly/Discografia_Claustro.

O debut foi gravado no Mr. Som, em São Paulo, com supervisão do lendário vocalista do Korzus, Marcelo Pompeu. Foi gravado em 1998 e saiu em 2000. Reúne músicas de demos tapes e outras compostas naquele momento. Um registro impactante para o fim daquela década. “Lançamos via Destroyer, que inclusive criou um selo exclusivo para lançar este nosso disco, a Dragon Records. Realizou um sonho nosso de lançar um disco, numa época difícil de lançar um CD. E é sensacional, com músicas fortes, com participação do Marcelo Pompeu e do Punk do Siegrid Ingrid”, conta Marcus.

“Thrasher”, de 2002, é o álbum em que o Claustrofobia de fato mostrou ao mundo o seu estilo de fazer música pesada, um Thrash Metal sujo, raivoso e de resistência, considerado um dos grandes discos da banda e do Metal nacional de todos os tempos. Marca a longeva parceria com o Ciero, do Da Tribo, onde o disco foi gravado, novamente lançado pela Destroyer. Teve a participação do Vitor Rodrigues (ex-Torture Squad e atual Victorizer) e foi o disco que alçou a banda na estrada pelo Brasil.

“I See Red” veio depois de “Fulminant”, gravado no Mr. Som. Como destaca Marcus, é um disco “sangue no zóio”, feito na raça, com um relevante upgrade na produção e na forma da banda compor. Rendeu contrato com a Candlelight Records, da Inglaterra, e que em seguida levou a Claustrofobia a uma turnê europeia. “Um laboratório para chegar no som que fazemos hoje”, revela o guitarrista.

Para mais informações sobre o Claustrofobia e outras bandas do cast da Canil Records, acesse o site: https://canilrecords.com.br.

Claustrofobia é formado por:
Marcus D’Angelo – Vocal/Guitarra
Rafael Yamada – Baixo
Caio D’Angelo – Bateria

Links relacionados:
Site: www.claustrofobia.com.br
Facebook: facebook.com/claustrofobiaofficial
Instagram: instagram.com/claustrofobia_official

Hiënaz: grupo divulga capa do EP, nova formação e parceria com Abraxas

Crédito: João Theoto (@eitaquefotao)

Faroeste macarrônico inspira novo material do quarteto Stoner

A banda paulista de Stoner/Rock Alternativo Hiënaz entra em outubro com um pacote de novidades. Continua um quarteto, mas com dois novos músicos, e tem duas canções recém-gravadas que serão lançadas como um EP. Aliás, o já intitulado “Spaghetti Stoner” marca a estreia no selo da Abraxas.

O EP é o primeiro trabalho do Hiënaz com formação pós-Ulular (novembro de 2019). Pedro Kerr (guitarra) e Thomas Omarsson (bateria) ganham o reforço de Julio Cezar (vocal e outra guitarra) e Felipe Dhelomme (baixo).

São duas faixas em um formato acústico, “Febre do Ouro”, do disco de estreia “Ulular”, e “Suspiria”, uma versão da música do Goblin, banda de Rock Progressivo italiana que fez sucesso na década de 1970. A capa, criada por Bruno Bigh, tem tudo a ver com ambas as músicas, como se as unisse por um conceito.

Arte: Bruno Bigh (@brunobigh)

A letra de “Febre do Ouro” é inspirada na época da exploração do minério no Oeste dos Estados Unidos e nas minas gerais do Brasil. “Fazendo ela acústica, com essa letra, o clima de faroeste veio na hora”, conta Pedro Kerr, um fissurado por filmes de western de Sergio Leone e Corbucci.

“E absolutamente apaixonado pelas trilhas do Ennio Morricone – que se foi esse ano – e aí pensamos em colocar uma pitada da inspiração disso no arranjo”, ele revela.

Por isso Spaghetti Stoner, um nome alusivo aos filmes de bangue-bangue, ou faroeste macarrônico, e à sonoridade do Hiënaz, também calcada no Stoner.

Hiënaz é formado por:
Flävio Fornetti – Vocal/Guitarra
Pëter Kerr – Guitarra
Dü Prado – Baixo
Tömmy Omarsson – Bateria

Mais informsções:
Facebook: https://www.facebook.com/hienazz/
Instagram: https://www.instagram.com/_hienaz/