Orthostat: baixe agora “Monolith Of Time” gratuitamente!

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O debut álbum dos catarinenses do Orthostat, “Monolith Of Time”, foi disponibilizado para download pela banda.

Baixe agora: HTTP://TINY.CC/ORTHOSTAT-MONOLITHOFTIME

Altamente recomendado para quem gosta de Death Metal com influências “Old School”.

Para quem preferir, o álbum também está disponível na íntegra nas plataformas de streaming: https://sanguefrioproducoes.com/n/1916

Contato para shows: davidlago@live.com

Contato para assessoria de imprensa: www.sanguefrioproducoes.com/contato

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Desert Crows: revelação do Stoner Rock goiano, apresenta seu disco de estreia

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Uma das maiores revelações do Stoner Rock goiano – que já produziu nomes como Black Drawing Chalks, MQN e Hellbenders -, a Desert Crows lança seu disco de estreia. “Age of Despair” traz um Hard Rock repleto de fuzz e com influências de Grunge e Rock n’ Roll. O álbum, preparado desde 2017, chega às plataformas de streaming e em CD pelos selos Monstro Discos e Milo Records, com arte gráfica do fenomenal Cristiano Suarez.

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“Age of Despair” foi gravado no Estúdio Resistência e conta com oito faixas de Stoner tradicional, com uma produção moderna, envolvidas por uma avalanche de riffs pesados e viajantes, com batidas certeiras e empolgantes.

Quem conhece o single “Loose Me”, de 2018 (ainda em versão lyric vídeo), sabe o poder de fogo do power trio Vitor Mercez (guitarra e vocal), Raul Martins (baixo) e Pedro Nascimento (bateria). A música, presente em “Age of Despair”, é densa, cadenciada e com uma melodia que gruda na cabeça. Os outros singles previamente lançados, “Even The Devil Cries” e “Skin”, também estão no álbum.

O lema “fuzzy and heavy tones” faz mesmo jus à proposta dos jovens corvos desérticos, que lançam um debut vigoroso, com a promessa de fazer ainda mais barulho quando executado ao vivo nos shows que anunciarão em breve. Altamente indicado para fãs de Kyuss, Stoned Jesus, Sleep e Uncle Acid and the Deadbeats.

Ouça em:
iTunes/Apple Music: https://apple.co/2VBkUXQ
 
Para adquirir o CD acesse: 

The Goths: música “Kingdom of Sorrow” é um demônio cantando para suas novas almas recém-chegadas ao inferno

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Lançado oficialmente em 2016, o álbum de estreia do The Goths, “The Death”, recentemente foi disponibilizado para audição completa em todas as plataformas de Streaming através do selo digital da Roadie Metal.

O álbum possui várias nuances diferentes e tem como referência harmônica os materiais do Metallica que foram lançados nos anos 90. O The Goths não esconde sua admiração e influências diretas do time de James Hetfield e cia.

A faixa três do álbum “The Death”, intitulada de “Kingdom of Sorrow”, além de ser uma das mais bem trabalhadas com bases incríveis e solos profusos, possuí em sua letra uma analogia sobre inferno e demônios. O compositor da faixa, o vocalista e guitarrista Felipe Disselli, revelou que essa faixa retrata o inferno em si e que quem canta a música é um dos demônios que habitam o inferno.

A música quer apresentar uma visão do que se deve esperar após a morte e sua alma sendo encaminhada para o inferno. É uma situação de onde não se há escapatória, ou seja, se prepare que você irá sofrer para toda a eternidade, isso é um reflexo elaborado sobre o medo do ser-humano sobre a morte e a falta de explicações reais do que realmente acontece após desencarnarmos.

Aproveitando o bom momento, o The Goths liberou a música “Kingdom of Sorrow” para audição completa no YouTube e informa que já está ativamente trabalhando nas composições do novo álbum que tem tudo para ser lançado ainda em 2019.

Escute o álbum completo no Spotify, ou, procure em sua plataforma favorita por “The Goths – The Death”:

Formação:
Felipe Disselli – (Vocal/Guitarra)
Franz Souza – (Guitarra)
Will Costa – (Baixo)
Lucas Disselli – (Bateria)
 
Mais informações:

Melyra: única banda de Metal com mulheres, busca votos para tocar em Portugal

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Depois de concorrer com mais de 500 competidores, a banda carioca Melyra chegou a semifinal do EDP Live Bands Brasil, que levará o grupo ganhador para tocar no festival NOS Alive, em Portugal. Única banda de metal com formação exclusiva de mulheres, a Melyra lançou no último ano o disco “Saving You From Reality”, considerado pela mídia especializada nacional e internacional um dos melhores de 2018. Agora as instrumentistas buscam o primeiro show na Europa.

Vote na Melyra: https://edplivebands.edp.com/brasil/banda/melyra

Performance enérgica, som pesado e riffs poderosos são as principais características da Melyra, grupo carioca formado em 2012. De lá pra cá a banda já tocou no Circo Voador (RJ), abrindo para os suecos do Arch Enemy; participou do tributo ao cantor Edu Falaschi, conquistando elogios da crítica; além de tocar em eventos conhecidos na capital fluminense, como Rio Novo Rock, Rio Banda Fest e Roquealize-se.

“Ganhar o festival significa muitas coisas para nós! Eu acho que a gente receberia uma confirmação de que estamos indo no caminho certo, de que atingimos a maturidade musical que a gente queria e precisava! Como um reconhecimento pelo nosso trabalho duro e incansável! Além disso, eu também vejo uma possível vitória como uma demonstração de carinho e força da nossa base de fãs, que está muito engajada em nos ajudar nessa empreitada!”, anima-se Fernanda Schenker, guitarrista e backing vocal da Melyra.

A banda é formada também por Nena Accioly (baixo e guturais), Roberta Tesch (guitarra e backing vocal), Verônica Vox (voz) e Drika Martins (bateria). Juntas, elas acreditam que a vitória seria uma grande vitrine para o trabalho da Melyra.

“Um show na Europa agrega muito pro nosso currículo, ainda mais sendo num grande festival! Isso faz com que a gente alcance outro patamar e consequentemente consiga fechar mais shows no Brasil e na América Latina. Por fim, também vemos a questão da representatividade feminina! Seria animal ter uma banda composta só de mulheres e tocando som pesado como vencedora do festival. Iríamos mostrar do que somos capazes e isso pode inspirar e ajudar muitas outras mulheres a crescer na música. Estamos muito focadas em conseguir dar mais esse passo na nossa carreira e vamos com tudo atrás de mais essa vitória!”, define Fernanda.

Maturidade e peso se refletem nas 10 faixas de “Saving You From Reality”, o disco de estreia da Melyra. O álbum conceitual traz como temática central a  fuga da realidade como forma de escapar dos problemas, ou mesmo de não enlouquecer. Atual e pulsante, o disco mostra que o metal nacional continua firme, forte e necessário.

O EDP Live Bands está em sua 4ª edição no Brasil e desde então já contabilizou mais de 4.400 bandas inscritas em todo o território brasileiro. A banda ganhadora do EDP Live Bands Brasil além de tocar no NOS Alive, em Portugal, também gravará um master de um disco.

Vote na Melyra: https://edplivebands.edp.com/brasil/banda/melyra

Ouça “Saving You From Reality”:
 

Desert Crows: banda lança o debut “Age of Despair” neste mês de abril

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Álbum da banda de Stoner Rock de Goiânia sai dia 12/4 pela Monstro Discos

O Stoner Rock do Desert Crows, repleto de fuzz e com influências de grunge e Rock n’ Roll, enfim será pulverizado em grande escala a partir do dia 12 de abril, quando a banda goiana lança o disco de estreia “Age of Despair”. O álbum, preparado desde 2017, primeiro chega às plataformas de streaming pelos selos Monstro Discos e Milo Records, com arte gráfica do fenomenal Cristiano Suarez.

“Age of Despair” foi gravado no Estúdio Resistência e trará oito faixas de Stoner tradicional, com uma produção moderna, envolvidas por uma avalanche de riffs pesados e viajantes, com batidas certeiras e empolgantes.

Quem conhece o single “Loose Me”, de 2018 (ainda em versão lyric video), sabe o poder de fogo do power trio Vitor Mercez (guitarra e vocal), Raul Martins (baixo) e Pedro Nascimento (bateria). A música, presente em “Age of Despair”, é densa, cadenciada e com uma melodia que gruda na cabeça. Os outros singles previamente lançados, “Even The Devil Cries” e “Skin”, também estão no álbum.

O lema “fuzzy and heavy tones” faz mesmo jus à proposta dos jovens corvos desérticos, que lançarão um debut vigoroso, com a promessa de fazer ainda mais barulho quando executado ao vivo nos shows que anunciarão em breve. Altamente indicado para fãs de Kyuss, Stoned Jesus, Sleep e Uncle Acid and the Deadbeats.

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Grindhouse: banda lança o disco de estreia “Built in Obsolescence”

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“Built in Obsolescence” marca a estreia do quarteto paulistano de Stoner no selo da Abraxas

A música produzida pelo Grindhouse está longe de ser obsoleta – o conceito do ultrapassado, no entanto, é refletido nas letras do disco de estreia, “Built in Obsolescence”. O Stoner Rock executado pelo quarteto paulistano – que fará a abertura para o aguardado show dos suecos do Graveyard dia 18/5 em São Paulo – é visceral, encorpado, com doses de fuzz, riffs empolgantes e atmosferas atemporais. O álbum contém 11 faixas e acaba de ser lançado de forma independente em CD e nas principais plataformas de streaming pela Abraxas.

Ouça Built in Obsolescence aqui: https://www.onerpm.com/al/4615138030.

“Built in Obsolescence” foi gravado no requisitado Estúdio Costela, com produção de Gabriel Zander (Zander, Radical Karma). O Grindhouse está na ativa desde 2009 e, antes deste álbum completo, a banda tinha lançado o 7 polegadas “Chosen One” pela Monstro Discos. Hoje, a banda é Leandro Carbonato (voz e guitarra), Roger Marx (baixo), Luiz Natel (voz e guitarra) e Bart Silva (bateria).

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O conceito do disco gira em torno da obsolescência programada, um termo usado para definir algo que já nasce com prazo de validade, como uma televisão em preto e branco, uma fita VHS, relações interpessoais abusivas e sensações de prazer. As artes gráficas também refletem sobre a obsolência: no encarte, os filhos do vocalista Leandro aparecem vestidos com fantasias que eles mesmos confeccionaram a partir de objetos obsoletos, achados em nichos de reciclagem.

O Grindhouse tem shows memoráveis no currículo: foi eleito o melhor show nacional no Goiânia Noise Festival de 2012, pelo jornal O Globo. Também incendiaram a plateia na abertura para os norte-americanos do Red Fang, que estreou no Brasil em 2012 pela Powerline (produtora de Leandro Carbonato) e reafirmou o poder de fogo junto ao público Stoner na abertura para os alemães do Kadavar, em 2018.

 
Mais informações:

 

 

Obey!: banda fala sobre novo clipe e do bem sucedido disco “Da Tempestade ao Sol”

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Obey! é uma banda de Juiz de Fora, Minas Gerais, criada em 2011 formada por Igor Santos (voz), Douglas Rodrigues (guitarra), Ge Alvarenga (baixo e voz), Marcel Melo (guitarra) e Lipe Tedeschi (bateria).

Com um CD lançado, dois EP’s, quatro videoclipes produzidos, participação na final do Arnette Garage Festival em Porto Alegre em 2013, participação no programa Breakout Brasil do canal Sony em 2014 e vários shows pela região nestes 6 anos, a banda segue na promoção do seu primeiro full álbum “Da Tempestade ao Sol”.

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Sua sonoridade passa pelos riffs mais pesados e carregados até as levadas mais leves e serenas. O disco foi produzido e gravado por conta própria e também graças a ajuda dos fãs que apoiaram projeto de crowdfunding direcionado para sua finalização e masterização, superando a meta de arrecadação em mais de 30%.

A banda acaba de lançar o clipe da faixa “Atrás da Casca”, uma das faixas mais fortes do disco, tanto em letra quanto no instrumental.

A música fala que não adianta a gente querer se esconder de quem a gente é, mais cedo ou mais tarde a vida cobra a sua verdade, de maneira voluntária ou numa explosão de sentimentos. O clipe conta a historia de um professor saturado de sua profissão em um dia que ele resolve dar um basta na situação em que ele se encontra. Sem precedentes ele sai atônito e desesperado em busca de se encontrar no lugar em que ele se sente mais a vontade, em busca do seu refúgio.

Assista o videoclipe de “Atrás da Casca”:

Conversamos com a banda para entender de onde vem suas influências e inspirações,  que culminam no som avassalador do Obey!.
 
Toda banda tem sua influência. Vocês se inspiram em alguma banda?
 
Obey!: “A Obey! acaba por ouvir muita coisa diferente, cada integrante é apaixonado por musica e escuta vários gêneros e bandas, mas em conjunto a gente tem por influencia bandas como A Day To Remember, Four Year Strong, Bring Me The Horizon e também bandas nacionais que crescemos escutando como CPM22, Dead Fish e muito da cena do Rock brasileiro anos 90”.
 
De ondem vêm esse nome “Obey”?   O que levou a banda a esse nome?
 
Obey!: “O nome da banda, depois de muita procura, veio de uma guitarra que a Squier produzia junto com a marca OBEY. Na época, la pra 2011, nem imaginamos que aquilo era uma marca de roupa, e na tínhamos acesso ao movimento que ela também levava para as ruas já que pouco chegava aqui no Brasil. Gostamos do nome que vimos, nos identificamos com a maneira irônica que soava junto da arte da guitarra que dizia ‘Obey Propaganda’, e escolhemos adotar o nome pra banda recém formada”.
 
O Disco “Da Tempestade ao Sol”  foi muito bem recebido, e a banda acaba de lançar a faixa ‘Atrás da Casca’ em  video-clipe.  O que podemos esperar desse clipe e faixa nova?
 
Obey!: “Atrás da Casca é uma das faixas que mais caracterizam a pegada mais pesada da banda. Com letra e instrumental bem fortes o clipe não poderia ficar pra trás. Nele a gente apresenta um personagem numa situação de vida extrema em que ele explode e precisa pegar as rédeas de novo e se expressar fazendo o que realmente gosta. O clipe ta muito rico imageticamente, muito forte e cheio de confrontações. Vale ressaltar que o videoclipe foi produzido grande parte pela banda, desde o roteiro a produção, direção e edição. As imagens foram captadas pelo grande diretor de fotografia e amigo Durso, aqui mesmo na cidade de Juiz de Fora”.
 
Suas letras passam uma mensagem muito forte, de onde vêm as ideias para as composições? Existe alguma composição que é mais especial para vocês? 
 
Obey!: “As letras vem de experiências de vida e são representadas nas músicas muitas vezes de forma metafórica e indireta. Quanto a preferência, cada membro tem suas preferidas. Temos um apreço grande por músicas novas nossas, é bom ouvir um som novo sempre. No geral procuramos trabalhar mais nas música que estão tendo uma melhor resposta do público e acaba que algumas viram “queridinhas” como Atrás da Casca, Tudo no Seu Lugar, Dança,  Somos Dois, Assim que vai ser e por ai vai”. 
 
De quem é a arte da capa do Disco e por que escolheram esse artista?  
 
Obey!: “A arte é do nosso amigo Guilherme Melich, famoso Guina. O cara é um artista nato, trabalha com vários meios dentro das artes visuais. Inclusive varias partes do clipe são filmadas dentro do Atelie dele, o Estudio Lithos, onde da pra ver vários quadros pintados por ele, inclusive o usado no videoclipe. Além do talento visual, o Guina também toca na banda Traste, um power trio com uma pegada bem punk core trash e que vale muito a pena dar uma olhada e acompanhar o trabalho. Os caras mandam muito! Fica aqui o jabá da galera @guilherme_melich @estudiolithos @trasteoficial
 
Como anda a agenda de shows e a divulgação do trabalho? O que esperam para 2019?  
 
Obey!: “A banda entra agora em processo de composição já estudando um possível novo disco, além de participar uma coletânea de bandas de Juiz de Fora e uma faixa em parceria com uma banda amiga que também começa a se desenhar. Agora pós carnaval a gente se prepara pra divulgar o videoclipe e rodar com o show 2019 por MG, RJ e SP”.
 
Para saber mais sobre as atualizações do Obey! curta e siga a banda:
 
 

Moonshade: banda lança videoclipe de “Sun Dethroned”

Moonshade

A banda portuguesa de Death Metal Melódico Moonshade, formada em 2010 e com dois EPs já lançados. Assinaram um contrato com a Art Gates Records, para o lançamento do seu álbum de estreia intitulado “Sun Dethroned”, lançado em outubro de 2018.

Prosseguindo com a divulgação do disco, o grupo lança agora um videoclipe para a faixa título do álbum. O videoclipe foi dirigido pelo cineasta português Guilherme Enriques.

Assista abaixo o videoclipe de “Sun Dethroned”:

Moonshade é formado por:
Ricardo Pereira – (Vocal)
Pedro Quelhas (Guitarra)
Daniel Laureano (Guitarra)
Nuno Barbosa – (Baixo)
Sandro Rodrigues – (Bateria)
 
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Devachan: Heavy Metal brasileiro feito em família e cantado em alto e bom Português! Essa é a proposta do disco de estreia “Regeneração”

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Stress, Dorsal Atlântica, Centúrias, Harppia, Vírus, Salário Mínimo. Essas são algumas das primeiras bandas de Heavy Metal do Brasil. Há mais de 35 anos elas iniciaram uma tradição que até hoje é seguida por centenas de outras novas bandas. Entretanto, uma importante característica original do Heavy Metal brasileiro foi sendo deixada de lado ao longo dos anos: as letras em português.

De uma pequena cidade do interior de São Paulo surgiu a Devachan, uma banda de Heavy Metal que não só tem como objetivo resgatar essa prática de cantar em alto e bom português, mas de manter a prática em família.

Conceitualmente, a Devachan teve origem 30 anos atrás quando o músico Daniel Dias escreveu suas primeiras letras – na mesma época que o Heavy Metal dava seus primeiros passos no Brasil com os grupos citados.

O material ficou guardado até 2010 quando seus filhos Gabriel Dias (vocalista) e Leandro Dias (guitarrista) decidiram formar uma banda. A decisão de usar as letras do pai e tê-lo como baixista do grupo parecia óbvia.

O primeiro registro oficial da banda foi o EP “Andarilho” que reuniu seis faixas com as mesmas letras escritas em português por Daniel Dias há mais de 30 anos.

Muito bem recebido por público e crítica, “Andarilho” rendeu consideráveis elogios de muitos jornalistas, que legitimaram a escolha do idioma escolhido pela banda para dialogar sobre questões filosóficas e existenciais.

Empolgados com o resultado obtido em “Andarilho”, o Devachan, que além de Daniel e os filhos Gabriel e Leandro ainda conta com o tecladista Michael Veríssimo, lança agora seu disco debute. Intitulado “Regeneração”, o trabalho foi financiado pela Lei de Incentivo a Cultura (LINC) de Boituva/SP e inclui dez faixas inéditas: “Domain Principia Inferiorum”, “Regeneração”, “Jogo da Vida”, “Um Sonho?”, “Loucuras, Guerras e Poesias”, “Devachan”, “Olho Por Olho…”, “Caminho do Medo”, “Eis A Questão” e “Punctus Contra Punctum”.

Devachan - Regeneração

Gravado, mixado e masterizado no estúdio Music House por Felipe Colenci e Rodrigo Ricardo, “Regeneração” representa a culminância criativa do Devachan. As melhores letras já escritas por Daniel primorosamente harmonizam-se aos pesados e intricados riffs de Leandro, às potentes melodias de voz de Gabriel e às matizadas texturas de teclado de Michael, numa coesão substancial que só o Heavy Metal feito em família poderia proporcionar.

“Tocar Heavy Metal com meus filhos é algo muito especial em minha vida”, diz o baixista Daniel Dias, de 61 anos de idade. “Sempre gostei muito de escrever como forma de expressar o que sentia, mas nunca esperei que um dia elas seriam transformadas em músicas. Decidimos mantê-las em português para que qualquer pessoa possa entendê-las e sentir seu significado.” 

Já para o filho de Daniel e guitarrista, Leandro Dias, “Regeneração” é uma fusão de sentimentos.

“Colocar o projeto “Regeneração” em prática foi como fundir emoções. Primeiro veio o sentimento de nostalgia, pois estávamos gravando músicas que ouvimos nosso pai tocar no violão desde quando éramos crianças. Depois também experimentamos outros sentimentos como raiva, alegria, ansiedade, felicidade…  Acredito que tudo isso culminou e ajudou na sonoridade do álbum, afinal, o disco retrata essencialmente isso: as emoções! Todos os envolvidos se entregaram de corpo e alma para as gravações desse trabalho. O sentimento final é de orgulho, felicidade e de dever cumprido por ter tido a oportunidade de compartilhar tudo isso em família. Pois isso é o que é a Devachan: uma grande família, incluindo todas as pessoas que já passaram pela banda”.

“Regeneração” foi lançado tanto em formato físico como digital. A edição física em Cd está à venda na Die Hard Records: http://twixar.me/x4nK

“Regeneração” está disponível nas principais plataformas digitais:
Google Play: http://twixar.me/2hnK
 
Mais informações:

Tormenta: novo álbum “Batismo da Dor” está disponível em formato físico

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Após mais de uma década, um dos nomes mais respeitados do Thrash Metal no interior de São Paulo, o ribeirão-pretano Tormenta, lança seu novo trabalho, o tão aguardado full-lenght, “Batismo da Dor”.
 
O disco, lançado em versão luxo em digipack, já está disponível para venda e pode ser comprado diretamente com a banda pelo site oficial: www.tormentametal.com
 
“Batismo da Dor” foi gravado no estúdio Under Studio, com o produtor Romulo Ramazini, que também cuidou do processo de mixagem e masterização. A arte da capa é uma fotografia do escultor italiano Enrico Ferrarini. O trabalho conta com dez faixas do mais raivoso Thrash Metal cantado em nossa língua pátria.
 
Lembrando que também será realizado um show especial para o lançamento do disco: no Festival Força Metal, em Ribeirão Preto, dia 30 de março. Além da Tormenta, o evento contará com as bandas Violência Moral e Abiosi. O Festival ocorrerá na Estação Mangueira e todas as informações do evento podem ser conferidas pelo link: https://www.facebook.com/events/296106584395254/
 
Um dia após o evento, o disco estará disponível nas plataformas digitais.
 
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